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Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012
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Justiça decreta prisão de 4 supostos ‘ninjas’

Categoria: Geral, Polícia

Elvis Pereira

A Justiça decretou a prisão temporária por 30 dias de quatro policiais militares suspeitos de envolvimento na série de mortes no litoral paulista, em abril deste ano. Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo, foi decretado segredo de Justiça nos inquéritos. Assim, os nomes dos investigados serão mantidos em sigilo. Os PMs estão detidos na Corregedoria da corporação na Luz, centro da capital, desde a semana passada. Ao todo, 17 policiais vem sendo ouvidos em razão dos homicídios.

Entre os suspeitos há cinco soldados do 21º Batalhão do Interior, responsável por Guarujá, Bertioga e Cubatão, e dos batalhões de Diadema e Santo André, no ABC. Um dos acusados é irmão do policial Paulo Raphael Pires, executado com 10 tiros em Vicente de Carvalho, no Guarujá, em 18 de abril. Após a morte dele, 22 pessoas foram mortas num intervalo de oito dias. Suspeita-se os autores sejam policiais do suposto grupo de extermínio “Ninjas”. Eles teriam cometido os crimes para vingar a morte de Pires.

2 Comentários Comente também
  • 08/06/2010 - 23:52
    Enviado por: Jornal da Tarde

    [...] PM. Um tenente foi liberado por não ter sido reconhecido pelas testemunhas. Do grupo de 17 presos, 4 tiveram a prisão temporária de 30 dias decretada pela Justiça na manhã desta terça-feira, [...]

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  • 10/06/2010 - 12:05
    Enviado por: Joao Avelino

    Muito bem, prenderam os policiais,ótimo, e os assassinos, não só destes policiais, mas de todos os outros que foram mortos, fora do trabalho, em casa, com familia.o que se deve fazer? e os que foram presos, qdo os advogados não soltam, estão na cadeia, apredendo mais e mais, comendo do bom e do melhor. e suas vítimas? e a familia de suas vitimas?
    Definitivamente o Brasil é um país sem bonsenso,
    não sei se aprovo os ninjas,ou qualquer grupo exterminio, mas alguem tem que impor respeito e medo a esta corja de marginais, não se pode fazer o que fazem sem pagar, e muito menos matar um policial de folga emboscado…

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