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		<title>Segurança</title>
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		<title>Traição do caso Yoki foi confirmada depois da morte</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Oct 2012 02:04:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Yoki]]></category>
		<category><![CDATA[Elize Matsunaga]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Kitano M]]></category>
		<category><![CDATA[marcos kitano matsunaga]]></category>

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		<description><![CDATA[O detetive particular contratado por Elize Matsunaga só a informou que o marido, Marcos Kitano Matsunaga, a traía três dias depois que ela o matou. Isso reforça a tese da acusação de que ela premeditou o crime.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>TIAGO DANTAS<br />
A bacharel em Direito Elize Araújo Matsunaga, de 30 anos, só teve certeza que era traída pelo marido, o diretor da Yoki Marcos Kitano Matsunaga, de 42, três dias após matá-lo. A afirmação foi feita nesta quarta-feira, durante a primeira audiência do caso, pelo detetive particular Willian Coelho de Oliveira, contratado pela acusada para seguir o empresário.</p>
<p>O Ministério Público e os advogados que trabalham como assistentes de acusação acreditam que a informação comprova que Elize premeditou o crime, o que pode aumentar sua pena. Já a defesa sustenta que isso não muda o fato de que a jovem atirou no marido após uma briga, ao reagir a uma “injusta provocação” feita por Marcos, “no calor do momento”.</p>
<p>“Quando perguntamos ao detetive em que momento ele contou a Elize que o Marcos foi flagrado beijando e abraçando a suposta amante, ele revelou que a informação só foi dada após Marcos ser morto”, afirmou o advogado Luiz Flávio Borges D’Urso, contratado pela família da vítima. </p>
<p>“Isso significa que, de uma vez por todas, a tese da violenta emoção vai por água abaixo”, completou D’Urso. O assassinato aconteceu na noite de sábado, 19 de maio. Já o encontro de Elize com o detetive foi dia 22, segundo o promotor José Carlos Cosenzo.</p>
<p>A defesa discorda da interpretação da acusação. Segundo os advogados, Elize conversava com o detetive por telefone e já sabia que estava sendo traída. “Não há indício nenhum no processo que leve a crer que ela premeditou o crime”, disse o advogado Luciano de Freitas Santoro. “Se fosse um crime planejado, seria diferente. Não seria dentro da casa deles.”</p>
<p>Elize confessou ter matado o marido. Ela relatou à polícia que atirou nele após uma discussão no apartamento do casal, na Vila Leopoldina, zona oeste da capital. Na sequência, esquartejou o corpo e colocou os pedaços em malas. Partes do corpo da vítima foram enterradas em Cotia, na Grande São Paulo.</p>
<p>Além do detetive Oliveira, outras quatro testemunhas foram ouvidas ontem pelo juiz Adilson Paukoski Simoni, da 5ª Vara do Tribunal do Júri, no Fórum da Barra Funda, zona oeste da capital. Estiveram no fórum Mauro Kitano Matsunaga, irmão de Marcos, o delegado Mauro Gomes Dias, que investigou o crime, um vizinho da família e uma babá do casal.</p>
<p>Uma nova audiência foi marcada para 12 de novembro, quando devem ser ouvidas outras cinco testemunhas, entre elas a modelo Nathalia Lima, filmada na saída de um restaurante com Marcos. Os peritos que trabalharam no caso também deverão comparecer ao fórum mês que vem. Depoimentos de mais cinco pessoas serão tomados em outras cidades.</p>
<p>Depois disso, será a vez de Elize falar. Só então, o juiz decidirá se ela vai a júri popular. “Não há dúvida quanto ao júri, já que comprovamos a autoria e a materialidade do crime”, avaliou o promotor. </p>
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		<title>PMs mudam rotina para evitar ataque</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Oct 2012 01:57:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>

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		<description><![CDATA[Após o início da série de ataques a policiais militares, alguns que moram na periferia passaram a andar em comboio, outros evitam usar a farda fora do horário de serviço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ARTUR RODRIGUES<br />
A série de ataques que já matou 79 policiais militares neste ano transformou a rotina dos integrantes da corporação. PMs que moram na periferia de São Paulo já fazem comboios para não serem pegos sozinhos pelos criminosos na volta para casa. Mudar de cidade é outra alternativa que vem sendo cogitada por alguns.</p>
<p>“Policiais que moram nas zonas leste e sul se juntam e vão de moto ou mesmo de carro para se precaver”, conta o sargento Nelson José de Brito, de 49 anos, que trabalha na região do Jardim Ângela, na zona sul, no 37.° Batalhão da PM – onde atuava o soldado Hélio Miguel Barros, de 36 anos, assassinado na segunda-feira em Taboão da Serra. </p>
<p>Com 29 anos de profissão, o sargento Brito toma precauções antes de voltar para casa, no Capão Redondo. “Ligo para minha mulher para saber se há algum estranho rondando”, diz. No entanto, ele se recusa a tirar a farda na volta do trabalho. “Acho isso um constrangimento.”</p>
<p>Outros na região, porém, não veem o menor problema em guardar a farda na bolsa. “Mesmo com as pessoas sabendo que sou policial, é bom evitar que fiquem me ‘ganhando’ na volta para casa”, diz um soldado de 30 anos que trabalha na zona sul. </p>
<p>Ele prefere pagar o ônibus – policiais têm o benefício de usar o transporte público gratuitamente desde que estejam uniformizados – a evitar exposição. </p>
<p>Alguns encontram saídas mais radicais: um PM da região do Campo Limpo, na zona sul, planeja deixar o Estado por causa da insegurança. </p>
<p>E o medo também chegou aos policiais civis. Um investigador de Taboão da Serra, na Grande São Paulo, cidade que foi cenário de cinco mortes depois do assassinato do soldado Hélio Miguel Barros, evita fazer os mesmos caminhos em seu dia a dia, para não ter sua rotina exposta. “Além disso, estou usando o carro da minha mulher”, diz. “Os ladrões só estão matando quem fica vacilando”, afirma o policial. </p>
<p>O capitão Evanilson Souza, do 37.º BPM, afirma que o soldado Helio Miguel Barros é o segundo policial assassinado por criminosos na região este ano. Em julho, foi assassinado no bairro o soldado Paulo César Lopes Carvalho. “Isso não gera um revanchismo, mas uma sensação de alerta”, afirma Souza. </p>
<p>Recém-eleito vereador de São Paulo, o capitão da reserva Conte Lopes diz que os policiais estão aterrorizados. “Eu peço socorro ao governador&#8230; Não podemos estar nessa situação. Os caras matando policial na frente dos filhos, da mulher, e está normal?”, questiona o parlamentar, que quando estava na ativa atuava nas Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota).</p>
<p>Nas redes sociais, PMs têm protestado pedindo segurança. Uma das imagens divulgadas mostra o símbolo da corporação manchado de sangue, com os dizeres: “Desde janeiro, policiais militares estão sendo assassinados. Basta!” </p>
<p>Outros protestos em blogs usam fotos do governador Geraldo Alckmin (PSDB) e do secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, e cobram solução para o problema.<br />
Colaborou Bruno Paes Manso</p>
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		<title>Número de mortos pela PM cai 39% em um mês</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Oct 2012 02:24:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[mortes]]></category>
		<category><![CDATA[mortes em ações policiais]]></category>
		<category><![CDATA[Rota]]></category>

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		<description><![CDATA[Dados comparam  julho e agosto; mas, no acumulado do ano, houve aumento de 5,8%
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Policiais militares em serviço mataram 37 pessoas em agosto no Estado de São Paulo – menos do que em julho, quando foram 61 casos (uma queda de 39,3% ). No acumulado dos oito primeiros meses deste ano, o aumento é de 5,8% em relação ao mesmo período de 2011 – foram 327 mortos agora, ante 309 no ano passado.</p>
<p>Os dados mais recentes sobre a letalidade policial foram divulgados pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) no Diário Oficial do Estado. Os números de setembro, quando nove suspeitos foram mortos pelas Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) em uma única ação, em Várzea Paulista, ainda não estão disponíveis.</p>
<p>O número de mortos pela PM voltou em agosto ao patamar registrado no primeiro semestre, quando, por três vezes seguidas, entre fevereiro e abril, 36 pessoas morreram por mês em ações da corporação, conforme os registros da SSP.</p>
<p>Para o coronel da reserva José Vicente da Silva, especialista em segurança pública, a reação negativa da mídia ao alto número de resistências seguidas de morte em julho pode ter ecoado nos quartéis. “Provavelmente implicou orientações do comando para se evitar o risco de confrontos. Houve uma redução do ímpeto da polícia.”</p>
<p>Ele cita também o fato de julho ter cinco fins de semana, ante quatro de agosto, como um fator relevante. “É algo que provoca maior atividade criminal e, consequentemente, confronto com a polícia. Isso deve se repetir em setembro, ainda mais pelo calor atípico, com mais gente na rua e mais bebida. Vejo isso há mais de 20 anos.”</p>
<p>Não houve variação entre o número de mortos pela PM em comparação com agosto de 2011, quando também foram registrados 37 casos de resistência seguida de morte, segundo a SSP. </p>
<p>Na cidade de São Paulo, o número de mortos pela PM em agosto foi 16,7% maior do que no mesmo mês do ano passado (21 a 18). Trata-se, porém, de metade do registrado em julho (42). Na Região Metropolitana, a taxa de letalidade policial permaneceu inalterada em relação ao mesmo mês do ano passado (11 casos). No interior, foram registrados seis casos a menos.</p>
<p>Segundo a SSP, as polícias paulistas fecharam os primeiros oito meses deste ano com a segunda menor taxa de morte por prisões e apreensões da década: 1 morte por 289,7 prisões/apreensões de menores – em 2003, a taxa era de 1 morte por 132,6 prisões/apreensões no período.</p>
<p>A SSP diz também que, de janeiro a agosto de 2003, o Estado registrou 537 mortes em confronto com as polícias (incluindo a Civil). Já em 2012 foram 338.</p>
<p>WILLIAM CARDOSO</p>
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		<title>PM alerta tropa sobre novos ataques</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Sep 2012 02:31:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[ataques a PMs]]></category>
		<category><![CDATA[ataques do PCC]]></category>
		<category><![CDATA[PCC]]></category>

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		<description><![CDATA[O comando da Polícia Militar espalhou cartazes nos quartéis de São Paulo para alertar a tropa sobre os riscos de ataque e recomendar cautela nos bicos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CAMILLA HADDAD</p>
<p>A onda de assassinatos a policiais militares, principalmente durante as folgas, fez o comando da corporação espalhar cartazes nos quartéis de São Paulo para alertar a tropa sobre os riscos de ataque e recomendar cautela nos bicos. O aviso tem circulado há três dias e exibe dados sobre PMs mortos à paisana e em serviço. A reportagem esteve em quatro batalhões da capital e encontrou cartazes fixados bem na entrada dos prédios.</p>
<p>No panfleto consta que 54 policiais foram executados fora do trabalho. O número já subiu para 55 desde anteontem, quando o soldado André Perez de Carvalho, de 40 anos, levou vários tiros de fuzil na frente de casa, na Avenida Corifeu de Azevedo Marques, no Butantã, zona oeste. A vítima estava indo para o trabalho no quartel das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota). Perez morreu a caminho do hospital.</p>
<p>“O clima não está nada bom. A gente está apreensivo porque virou alvo. A sensação é de que está piorando”, revela um soldado que trabalha na região de Perdizes, na zona oeste. O PM conta que desde junho eles já estariam sendo orientados por seus comandantes a não andar desprevenido nas ruas. Uma policial feminina da zona norte comenta que ela e os colegas têm permanecido dentro da recepção e as conversas na porta do batalhão são evitadas. “A situação está parecida com a dos ataques de 2006. Mas só esses informes não me deixam tranquila”, lamenta. “Eu tenho filha pequena. Quero voltar para a casa.”</p>
<p>No Comando de Policiamento Metropolitano 3, localizado na Avenida Ataliba Leonel, em Santana, na zona norte, uma das pistas da via foi isolada por quatro cones. De acordo com policiais dali, a medida visa proteger quem trabalha no local e é aplicada mais ao anoitecer.</p>
<p>Em nota, o Centro de Comunicação da corporação confirmou o alerta e disse que “as orientações são parte da rotina de instrução do policial. São abordados assuntos que dizem respeito ao profissional em sua atuação. Também podem abordar aspectos de sua conduta fora do horário de serviço”. A PM não autorizou que o comandante da tropa, Roberval Franca, fosse entrevistado.</p>
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		<title>Cão de raça é levado em assalto a residência</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Sep 2012 01:41:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[assalto]]></category>
		<category><![CDATA[cão levado em assalto]]></category>
		<category><![CDATA[roubo à residência]]></category>

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		<description><![CDATA[Um cão da raça pug foi levado por uma quadrilha que roubou uma residência em São Bernardo do Campo, no ABC, no dia 19. Agora, a família faz uma campanha pelo Facebook para tentar reencontrar Edgar, também chamado de Ed.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CAMILLA HADDAD<br />
Procura-se Edgar, um cão da raça pug que também atende pelo nome de “Ed”. O animal foi levado durante um assalto a uma residência em São Bernardo do Campo, no ABC, no dia 19. Depois de roubar os objetos de valor da casa, os criminosos decidiram carregar o bichinho de estimação da família Andreotti. Quem mais tem sofrido com a ausência do animal é uma criança de 1 ano e meio.</p>
<p>Regis Andreotti, dono de Ed, conta que a filha dele era muito apegada ao cão. Os dois passavam as tardes juntos, ela ajudava a alimentar o cachorro. Na noite do crime, na Rua Raul Quaresma, o pai de Regis foi rendido ainda no portão, quando se preparava para entrar com o carro na garagem. Três homens estavam armados com metralhadores e invadiram o imóvel.</p>
<p>A casa estava cheia. Os ladrões fizeram graves ameaças e carregavam silenciadores nas armas. Em poucos minutos roubaram computadores, cartões bancários, celulares importados e carteiras das vítimas. Antes de deixarem o local, Ed correu e foi até o jardim, na frente da residência. A família chegou a gritar o nome dele para que o cão entrasse na casa. Assim que souberam o nome do cachorro, um dos bandidos também o chamou. “Como é muito dócil, ele foi”, lembra Regis, que no dia da ocorrência estava viajando com a mulher, Karina.</p>
<p>Segundo ele, é costume deixar Ed com a mãe e todos são muito apegados. “Ele era um irmão para minha filha. Ela fica procurando ele, pondo comida. Minha mãe cuida dele feito neto”, lamenta.</p>
<p>Regis conta que quando Edgar entrou no carro usado para a fuga dos assaltantes, a família gritou. “Todos choraram, pediram pelo amor de Deus para não levar, mas os assaltantes ameaçaram.” Para a vítima, o cachorro não tem valor comercial. “Queremos ele de volta. Estamos fazendo campanha na rede social.”</p>
<p>Karina Andreotti afirma que existem dois posts no Facebook: um está com 1.146 compartilhamentos e outro com 2.927. Um cartaz com o nome e foto de Ed, que tem 5 anos, está sendo espalhado pela cidade do ABC. Até agora nenhuma ligação ajudou a família.</p>
<p>O caso foi registrado no 3º Distrito Policial de São Bernardo. A polícia não tem pistas da quadrilha.</p>
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		<title>Homicídios crescem 15,2% no Estado</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Sep 2012 01:35:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento de homicídios]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Carneiro Lima]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de latrocínios]]></category>

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		<description><![CDATA[Os assassinatos aumentaram na capital 15,2% no mês passado em relação ao mesmo período do ano anterior, fechando com 106 casos. Nos oito primeiros meses do ano, o crescimento na capital já acumula 15,4%. Os roubos seguidos de morte também cresceram no Estado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BRUNO PAES MANSO<br />
DANIEL TRIELLI<br />
Os homicídios voltaram a crescer em agosto na capital e no Estado de São Paulo. Os assassinatos aumentaram na capital 15,2% no mês passado em relação ao mesmo período do ano anterior, fechando com 106 casos. Nos oito primeiros meses do ano, o crescimento na capital já acumula 15,4%.</p>
<p>Depois de cair nos dois primeiros meses deste ano, o aumento nos homicídios começou em março e se manteve nos três meses que se seguiram. Em julho, a capital registrou queda, voltando a crescer no mês passado.<br />
No Estado de São Paulo, o crescimento acumulado nos oito primeiros meses do ano chega a 6,3%. Em agosto, o aumento foi de 8,6% em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a 391 casos.</p>
<p>Para o delegado-geral da Polícia Civil, Marcos Carneiro Lima, essa variação é esperada, já que a capital, por exemplo, registrou em agosto só 14 casos a mais do que o mesmo período do ano passado. “Claro que um homicídio é sempre sentido pelas autoridades policiais. Mas esse valor é pequeno se pensarmos que há uma população de 11 milhões de habitantes”, diz o delegado-geral.</p>
<p>Segundo Carneiro Lima, a reforma do Código Penal, que está sendo discutida atualmente no Congresso Nacional, pode ser uma boa oportunidade para endurecer as penas de assassinatos. “Não defendo que a prisão seja solução para todos os crimes, como furtos e outros casos mais leves. A prisão deve ser lugar de crimes violentos, como os assassinatos.”</p>
<p>Se a violência dos homicidas permanece em alta, as mortes culposas resultantes de acidentes de trânsito estão em queda brusca no ano. Nos primeiros oito meses, a diminuição já acumula 37,5%. Foram 1.785 mortes a menos no trânsito do Estado de São Paulo, apesar do crescimento da frota.</p>
<p>Um dos motivos dessa queda é que na Secretaria de Segurança Pública começaram a ser feitos registros de homicídios dolosos de acidente de trânsito, nos casos em que os motoristas assumem o risco do crime cometido. Ao longo dos oito meses, foram 63 casos de homicídios culposos no trânsito, o que representa porcentagem mínima das mortes no trânsito.</p>
<p>Os roubos seguidos de morte também registraram crescimento no Estado. Foram 24 casos no mês passado, enquanto em agosto do ano passado foram registrados 14. Nos oito primeiros meses do ano, o crescimento total já chega a 9%, alcançando 229 casos no período. Na capital, os latrocínios caíram em agosto, passando de 8 para 4 casos, apesar de registrar aumento de 6% nos oito primeiros meses do ano. </p>
<p>Os estupros, que passaram também a contabilizar os atentados violentos ao pudor, também merecem destaque em agosto. Alcançaram o mais alto número desde que passaram a ser contados mês a mês, em janeiro do ano passado, com 1.184 casos, mostrando que as pessoas estão mais dispostas a denunciar.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Ex-marido é suspeito de matar universitária</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Sep 2012 01:32:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[jovem degolada em Santo André]]></category>
		<category><![CDATA[Lore Santana Vaz]]></category>

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		<description><![CDATA[O ex-marido da universitária Lore Santana Vaz foi preso nesta quinta-feira, sob suspeita de ter encomendado a morte dela. Outro homem, que teria recebido R$ 2 mil para executar o crime, também foi preso. Lore foi degolada na quinta-feira, 13, em Santo André.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CAMILLA HADDAD<br />
A Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira dois homens acusados de ter assassinado a universitária Lore Santana Vaz, de 26 anos, na cidade de Santo André, na Grande São Paulo. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), um dos detidos é o ex-marido da vítima, identificado apenas como Alan. Ele é apontado como o responsável por encomendar a morte da jovem a dois rapazes, um deles se chama Robert e teria recebido R$ 2 mil para executar a estudante, que foi degolada. Raimundo Nonato, que também teria participado da morte, estava foragido até a noite desta quinta.</p>
<p>A polícia trabalha com duas hipóteses que motivaram o crime: uma seria uma dívida que Lore teria com o ex-marido, relacionada à venda de uma casa que era herança da família dela. Outra linha de investigação é que Alan estava com ciúmes do atual namorado da universitária.</p>
<p>A detenção dos dois homens foi possível depois de a polícia obter imagens de câmeras de vigilância localizadas no bairro Príncipe de Gales. Nas imagens dois criminosos aparecem descendo do veículo da vítima, um Fiat Uno prata. Na tarde desta quarta-feira, policiais do Setor de Homicídios de Santo André tinham apreendido o veículo utilizado para dar fuga aos criminosos. O carro foi visto na região com os vidros e calotas trocados para despistar os investigadores. O veículo foi levado para a delegacia e passaria por perícia.</p>
<p>Alan, que foi detido nesta quinta-feira, é o pai do filho de Lore, que tem 10 anos. Até a noite desta quinta, a criança ainda não sabia que o pai tinha sido detido acusado de matar a mãe. Segundo parentes da vítima, eles não se viam muito. Inicialmente a polícia acreditava que Lore poderia ter pedido dinheiro emprestado a agiotas para poder quitar parcelas em atraso do cartão de crédito. A família dela também comentou, em depoimento, que a vítima não tinha inimigos.</p>
<p>Na noite em que foi abordada pela dupla de criminosos, Lore tinha ido para a faculdade. Antes de morrer, ela teve uma breve conversa com o atual namorado. Disse que estava chateada, pois não tinha conseguido boas notas na faculdade. Mesmo assim o namorado preferiu incentivá-la a continuar os estudos de publicidade, segundo seu depoimento.</p>
<p>Lore foi encontrada dentro do Uno com o pescoço cortado. A orelha dela também tinha sido machucada por uma faca. </p>
<p>Recentemente, a jovem, que também fazia bicos como promotora de eventos, estava trabalhando na campanha política de uma candidata no ABC.</p>
<p>A Justiça de Santo André decretou segredo no inquérito da Polícia Civil sobre a morte da universitária. A decisão foi tomada na quarta-feira. Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo, o pedido do sigilo partiu do Ministério Público.</p>
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		<title>Bando surpreendido quando ia fazer arrastão</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Sep 2012 02:34:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Arrastão]]></category>
		<category><![CDATA[condomínio]]></category>
		<category><![CDATA[São  Bernardo do Campo]]></category>
		<category><![CDATA[Vila Livieira]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma quadrilha foi surpreendida nesta quarta-feira quando se preparava para assaltar um condomínio de luxo no bairro do Taboão, em São Bernardo do Campo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>WILLIAM CARDOSO</p>
<p>Uma quadrilha foi surpreendida nesta quarta-feira quando se preparava para assaltar um condomínio de luxo no bairro do Taboão, em São Bernardo do Campo, no ABC, Grande São Paulo. Houve troca de tiros e dois bandidos ficaram feridos. A polícia já investigava o bando havia 20 dias.</p>
<p>Policiais da 1ª Delegacia do Patrimônio (Investigações sobre Roubos), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), notaram a movimentação do bando na Vila Liviero, na zona sul de São Paulo, e seguiram os bandidos até o conjunto com duas torres, na Rua Olinto Demarchi, em São Bernardo.</p>
<p>Com a ajuda do porteiro, os ladrões entraram sem dificuldade no condomínio, mas foram surpreendidos pela ação da polícia – não chegaram a entrar nos apartamentos. Eles ainda tentaram fugir, mas dois bandidos foram baleados.</p>
<p>Além de armas, colete à prova de balas, ferramentas e material para embalar droga, foram apreendidos um Toyota Corolla roubado, um Fiat Punto, um Volkswagen Gol e uma moto Honda CB 300.</p>
<p>Pelo menos dez homens participaram da reunião que despertou a curiosidade da polícia na Vila Liviero, e de onde a quadrilha partiu para o assalto. Foram presos Cristiano de Sá Moreira, de 25 anos, Eliton Antônio dos Santos, de 35, Alessandro Costa Maciel, de 34, e Jefferson Ferreira da Silva, de 21, integrantes da quadrilha. Além deles, a polícia também prendeu o porteiro Luismar Rodrigues Vieira, de 34 anos, que mora no mesmo bairro em que os bandidos e jogava futebol com eles durante as folgas. Ele afirmou à polícia que receberia R$ 6 mil para facilitar a entrada dos ladrões no prédio.</p>
<p>O delegado Mauro Fachini, da 4ª Delegacia do Patrimônio (Roubo a Condomínio), afirmou que apenas três dos 19 arrastões a condomínio ocorridos na capital desde o início do ano ainda não tiveram os autores identificados. “Vamos verificar se eles também não estão envolvidos em algum dos casos sem esclarecimento”, afirmou.</p>
<p>Fachini contou que mais de 40 criminosos suspeitos de participar de roubos a condomínios foram presos em São Paulo desde janeiro.</p>
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		<title>Execuções do PCC no &#8216;tribunal&#8217; são diárias</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2012 02:30:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Herbert Teixeira Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[PCC]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Brandt]]></category>
		<category><![CDATA[Rota]]></category>
		<category><![CDATA[tribunais do crime]]></category>

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		<description><![CDATA[O promotor de Execuções Penais e corregedor do Complexo Penitenciário Campinas-Hortolândia, Herbert Teixeira Mendes, afirma que todo o sistema carcerário está dominado pelo PCC ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>RICARDO BRANDT, DE CAMPINAS</p>
<p>Em 2001, após o Primeiro Comando da Capital (PCC) organizar sua primeira rebelião em série nos presídios paulistas, o promotor de Execuções Penais e corregedor do Complexo Penitenciário Campinas-Hortolândia, Herbert Teixeira Mendes, alertava as autoridades sobre a força crescente da facção. Hoje, mais de dez anos depois, ele afirma, em entrevista ao <strong>JT</strong>, que todo o sistema carcerário está dominado pelo PCC e que sentenças de morte são dadas diariamente pelos criminosos.</p>
<p><strong>“Tribunais do crime”, como o ocorrido em Várzea Paulista, que resultou na operação da Rota com nove mortos e cinco presos, são uma exceção?</strong><br />
O julgamento choca mais porque mostra uma audácia. Ele fere porque humilha, mas há julgamentos a todo momento. São eles ajustando contas entre si, ou punindo outros criminosos, ou criminosos que delatam. Essa caricatura chama mais a atenção, ela mostra certa ousadia. Não vou entrar no mérito desse caso, mas execuções acontecem diariamente. Recebo mensalmente atestados de óbito com instrumento perfuro contundente no crânio.</p>
<p><strong>Facções criminosas existem em sistemas prisionais pelo mundo. O PCC difere da realidade de outras prisões?</strong><br />
Sim. Eles não atuam só no interior dos presídios. O sistema deles de arrecadação, de cometimento de crimes, de obtenção de dinheiro, tanto é no interior dos presídios como fora. É uma espécie de franchising.</p>
<p><strong>Desde 2006, quando houve outra megarrebelião e os ataques em série no Estado, o que aconteceu com o PCC?</strong><br />
Passou a existir um acompanhamento contínuo pelas instituições estatais, mas isso não diminuiu a atividade criminosa. Não existe nenhum dado de redução do tráfico de drogas. Ocorre a tentativa de barrar operações ousadas contra o Estado.</p>
<p><strong>E as condições internas dos presídios melhoraram desde a consolidação do PCC como grupo dominante dos presídios?</strong><br />
Pioraram. Até 2006, São Paulo investiu na criação de vagas. Não foram criadas vagas de 2006 até agora no mesmo ritmo de a partir de 1995. Por baixo, hoje os presídios estão 30% mais superlotados do que em 2006.</p>
<p><strong>Então, por que o PCC não faz mais rebeliões?</strong><br />
Porque estão interessados em ganhar dinheiro. Se especializaram, como as grandes facções criminosas, em ter maior poder econômico.</p>
<p><strong>Por que não há um enfrentamento do Estado para desarticular a facção?</strong><br />
O Estado tem dificuldade. Percebo que há empenho de controlar o grupo ao máximo possível. Uma ação para desestabilizar ou realmente acabar é difícil. É uma ação de longo prazo, que tem de ser permanente e é muito desgastante.</p>
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		<title>MP não vê irregularidade em ação da Rota</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Sep 2012 01:55:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA["tribunal do crime"]]></category>
		<category><![CDATA[Francine Regina Gomes Cavallini]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Rota]]></category>
		<category><![CDATA[Várzea Paulista]]></category>

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		<description><![CDATA[A promotora Francine Regina Gomes Cavallini, designada para acompanhar as investigações sobre a ação da Rota em Várzea Paulista, que deixou nove mortos na terça-feira, disse que vê legitimidade da polícia. "Não vejo conduta irregular por parte dos policiais".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>WILLIAM CARDOSO<br />
<a href="mailto:william.cardoso@estadao.com">william.cardoso@estadao.com</a><br />
A promotora Francine Regina Gomes Cavallini afirmou ontem que, em princípio, vê legitimidade na ação dos policiais das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) que terminou com nove mortos na terça-feira, em uma chácara em Várzea Paulista, na região de Jundiaí. Ela foi designada pela Procuradoria-Geral de Justiça para acompanhar o caso, ao lado da também promotora Patricia Tiemi Momma.</p>
<p>“Em princípio, a Polícia Militar agiu de forma legítima. Não vejo conduta irregular por parte dos policiais, com a ressalva de que o inquérito ainda não se encerrou e que as investigações prosseguem. Precisamos estudar os laudos”, afirmou Francine.</p>
<p>Confronto<br />
Segundo a promotora, o fato de terem ocorrido mortes em pontos diferentes e de criminosos que se entregaram serem presos com vida são indícios de que realmente houve confronto.</p>
<p>Sobre Maciel Santana da Silva, de 21 anos, “absolvido” pelos bandidos da acusação de estupro de uma menina no “tribunal do crime” e morto pelos policiais da Rota por supostamente ter reagido e disparado uma pistola 9 milímetros, Francine disse que ainda é preciso esclarecer a situação e saber também se ele era integrante da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).</p>
<p>O pai do rapaz, um serralheiro de 56 anos, disse que o filho tinha problemas psiquiátricos e com drogas e que não pertencia à facção criminosa.</p>
<p>Um dos cinco suspeitos que sobreviveram à ação da Rota, Richard de Melo Mantelato, de 24 anos, apresentou aos policiais uma identidade falsa, em nome de José Edson Correa dos Santos. Ele foi descoberto por uma peculiaridade que confirmou as suspeitas de policiais da Divisão de Investigações Gerais (DIG) de Jundiaí: trazia o nome verdadeiro tatuado nas costas.</p>
<p>Mantelato era chamado também de Magrelo, “Ele era realmente integrante do PCC e procurado pela Justiça por associação ao tráfico, flagrado em escutas telefônicas que mostravam isso”, contou Francine.</p>
<p>Morto pela Rota e apontado como líder do PCC na região, Iago Felipe Andrade Lopes, o Príncipe, de 20 anos, também era conhecido da Promotoria. “O Iago começou (a ter problemas com a Justiça) na Vara da Infância, em oitiva informal sobre tráfico&#8221;</p>
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