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	<title>Segurança</title>
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		<title>Vídeos combatem abuso policial</title>
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		<pubDate>Sun, 27 May 2012 01:40:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[arma]]></category>
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		<category><![CDATA[violência polici]]></category>
		<category><![CDATA[william cardoso]]></category>

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		<description><![CDATA[Cada vez mais populares e presentes até em celulares simples, as câmeras têm virado arma importante de denúncia da violência policial e os vídeos, parte das provas contra agentes públicos que extrapolam funções. Com o auxílio da internet as contribuições têm aumentado
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			<content:encoded><![CDATA[<p>WILLIAM CARDOSO</p>
<p>Cada vez mais populares e presentes até em celulares simples, as câmeras têm virado arma importante de denúncia da violência policial e os vídeos, parte das provas contra agentes públicos que extrapolam funções.</p>
<p>Esse uso não é novo. Em março de 1997 na Favela Naval, em Diadema, extorsões, agressões e até a morte do escriturário Mário José Josino foram filmados durante quatro dias pelo cinegrafista amador Francisco Romeu Vanni. Os crimes<br />
foram cometidos por policiais militares do 24.º BPM/M e punidos posteriormente. Mas a internet ainda não era tão difundida e foi apenas pela televisão que as imagens chegaram às casas.</p>
<p>Quinze anos depois, as acessíveis câmeras estão apontadas para todo lado. Em janeiro, durante reintegração de posse do terreno do Pinheirinho, em São José dos Campos, elas encheram redes sociais de cenas de violência. “</p>
<p>Uma das vítimas, na ocasião, foi o servente de pedreiro Claudio Anésio Martins, de 48 anos. De braços erguidos, ele foi cercado por quatro PMs e espancado com cassetete. Líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos é cético quanto ao uso disseminado das câmeras. “No Pinheirinho, foi possível por ser uma ação coletiva. Mas se pegar um grupo de jovens na periferia durante a noite, nem sempre será possível registrar.”</p>
<p>Na Universidade de São Paulo, imagens de um aluno negro sendo agredido por um sargento da PM foram parar na internet. O policial que sacou a arma contra o aluno e o soldado que o acompanhava foram afastados.</p>
<p>Para o presidente do Conselho Estadual de Defesa da Pessoa Humana, Ivan Seixas, a presença cada vez maior de câmeras democratiza a comunicação. “Se não tivesse essas imagens, iam dizer que era mentira de baderneiros, como faziam na ditadura em relação aos comunistas.”</p>
<p>Presidente da Comissão da Sociedade Digital da OAB-SP, Augusto Marcacini vê de forma positiva o fenômeno. Para ele, o registro das imagens pode ser o primeiro passo para redução da violência e da corrupção, mas outras medidas devem ser tomadas. “Por mais que a população filme tudo, se o Estado não punir, só vai banalizar o uso.”</p>
<p><strong>Contraofensiva</strong><br />
O delegado-geral da Polícia Civil, Marcos Carneiro, também defende o uso de câmeras. “O trabalho da polícia tem de ser transparente, público.” Em sua opinião, policiais também devem usar imagens em autodefesa. “Na parte ostensiva, de patrulha, é a própria polícia a primeira interessada em registrar para provar que agiu dentro da lei, em defesa da sociedade.”</p>
<p>Diretor jurídico do Sindicato dos Investigadores de Polícia de São Paulo, Manuel Borges de Miranda diz que os vídeos não são provas definitivas e podem causar injustiças quando caem na internet. “Denigrem a imagem de uma pessoa antes mesmo da instrução do processo. Mostram uma imagem negativa, que fica como verdadeira. Um tapa na cara não se tira mais.”</p>
<p><strong>PARA DENUNCIAR</strong></p>
<p>POLÍCIA CIVIL: R. da Consolação, 2.333, 1º andar, Centro. %  3231-5536, ramais 238 e 239</p>
<p>OUVIDORIA DA POLÍCIA CIVIL: <a href="http://www.ssp.sp.gov.br/servicos/denuncias/denuncias_civil.aspx">www.ssp.sp.gov.br/servicos/denuncias/denuncias_civil.aspx</a></p>
<p>POLÍCIA MILITAR: R. Alfredo Maia, 58, Luz.% 3322-0190 e-mail: <a href="mailto:correg@polmil.sp.gov.br">correg@polmil.sp.gov.br</a></p>
<p>OUVIDORIA DA PM: R. Japurá, 42, Bela Vista (das 9h às 15h); 0800-177070, das 9h às 17h. (11) 3291-6033 e-mail: <a href="mailto:ouv-policia@ouvidoria-policia.sp.gov.br">ouv-policia@ouvidoria-policia.sp.gov.br</a></p>
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		<title>Blitz encontra 4 menores em bar da zona sul</title>
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		<pubDate>Sun, 27 May 2012 01:36:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Campo Limpo]]></category>
		<category><![CDATA[GIO MENDES]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Pancadão]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[zona sul]]></category>

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		<description><![CDATA[Sete estabelecimentos comerciais foram fechados durante a Operação Pancadão no Campo Limpo. Essa foi a sétima megablitz realizada na região, desde novembro do ano passado, com o envolvimento de órgãos públicos para coibir os bailes funks que acontecem em ruas e bares]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>GIO MENDES</p>
<p>Sete estabelecimentos comerciais foram fechados durante a Operação Pancadão neste sábado de madrugada no Campo Limpo, zona sul de São Paulo. Essa foi a sétima megablitz realizada na região, desde novembro do ano passado, com o envolvimento de vários órgãos públicos para coibir os bailes funks que acontecem em ruas e bares. O dono de um dos estabelecimentos foi detido pela polícia sob a suspeita de vender bebida alcoólica para quatro menores de idade, que foram entregues ao Conselho Tutelar do bairro.</p>
<p>A operação reuniu cerca de 100 agentes públicos, entre policiais civis e militares, fiscais da Subprefeitura do Campo Limpo e do Programa de Silêncio Urbano (Psiu) e guardas civis. Os estabelecimentos fiscalizados constavam de um levantamento de locais com som alto e grande concentração de pessoas feito pelo Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) do Campo Limpo, com base na reclamação de moradores da região.</p>
<p>Segundo a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, foram fechados dois bares, uma lanchonete e quatro lojas de conveniência de postos de combustível. Ainda de acordo com a secretaria, os estabelecimentos terão cinco dias úteis para regularizar sua situação na subprefeitura do bairro para não serem lacrados. A Polícia Militar apreendeu nove motos irregulares durante a operação.</p>
<p>O primeiro local visitado pelos agentes públicos no começo da madrugada foi uma loja de conveniência que fica a poucos metros do Shopping Campo Limpo, na Estrada do Campo Limpo. “Adolescentes costumam comprar bebida no local e depois se reúnem em frente a shopping center”, disse o secretário do Conseg, Marcelo Fernando Gonçalves.</p>
<p>A operação terminou às 3h deste sábado, com o fechamento de um bar na Rua Professora Nina Stocco. No estabelecimento havia cerca de 50 pessoas, entre elas quatro menores. Como o som estava muito alto, o responsável pelo bar foi multado por fiscais do Psiu por desrespeitar a “lei da 1 hora”. Ele deverá pagar 300 Unidades Fiscais do Município (UFMs), que equivale a R$ 32.598. Além da suspeita de venda de bebida para menores, o dono do bar responderá por exploração de jogos de azar. Duas máquinas caça-níqueis foram apreendidas no bar.</p>
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		<title>Homicídio e roubo de carro em alta</title>
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		<pubDate>Sat, 26 May 2012 02:04:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jugattone</dc:creator>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[assassinatos]]></category>
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		<category><![CDATA[homicídio]]></category>
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		<category><![CDATA[Roubo]]></category>

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		<description><![CDATA[O número de pessoas assassinadas e de roubos de carros continua crescendo na capital paulista. Nos primeiros quatro meses deste ano foram registrados 360 casos de homicídios, um aumento de 14,29% em comparação com o mesmo período do ano passado, que teve 315 ocorrências]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>GIO MENDES</p>
<p>O número de pessoas assassinadas e de roubos de carros continua crescendo na capital paulista. Nos primeiros quatro meses deste ano foram registrados 360 casos de homicídios, um aumento de 14,29% em comparação com o mesmo período do ano passado, que teve 315 ocorrências.</p>
<p>A quantidade de veículos roubados subiu 25,50% de um quadrimestre para o outro. Ladrões roubaram 15.334 carros neste ano, ante 12.218 em 2011, de acordo com as estatísticas da criminalidade divulgadas ontem à noite pela Secretaria da Segurança Pública (SSP).</p>
<p>A tendência de alta nos casos de homicídios começou em março deste ano, com 91 casos – a SSP havia divulgado 95 casos na ocasião, mas o balanço foi alterado dias depois porque, segundo a pasta, uma mesma ocorrência entrou mais de uma vez na estatística. No mesmo mês de 2011 foram 53.</p>
<p>Na comparação entre os meses houve um crescimento de 71,70%. A violência não parou no mês de abril, que teve 104 casos de homicídios neste ano, um aumento de 15,56%. Em abril do ano passado foram 90 casos.</p>
<p>A taxa de homicídios no Estado permaneceu pelo segundo mês consecutivo acima da linha epidêmica de 10 mortos para cada 100 mil habitantes. No ano passado, quando registrou índice de 9,9, o governo estadual recebeu elogios em relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), tornando a redução dos assassinatos a principal bandeira do governador Geraldo Alckmin na área da segurança pública.</p>
<p>No Estado foram registrados 1.451 homicídios no primeiro quadrimestre deste ano, contra 1.364 no mesmo período de 2011, um aumento de 6,38%. O delegado-geral da Polícia Civil, Marcos Carneiro de Lima, disse que o aumento de assassinatos está dentro de uma variação aceitável.</p>
<p>“Tem crime que acontece dentro de casa, durante uma briga entre parentes. Polícia nenhuma do mundo consegue impedir um assassinato que ocorre nessas circunstâncias”, disse Carneiro.</p>
<p>Segundo o delegado, isso não quer dizer que a polícia vai deixar de tentar reduzir o índice. “Hoje a média de esclarecimento dos casos de homicídios é de 36%. Nós queremos chegar a 50%. Quem mata não pode ficar impune”, afirmou o delegado-geral.</p>
<p>Especialista em segurança pública, o coronel da reserva José Vicente da Silva disse que é preciso um período maior para analisar a evolução dos homicídios, e que o mais preocupante no momento em São Paulo é o crescimento dos crimes contra o patrimônio. “Se não houver uma integração intensa das polícias, não dá para combater”, observou Silva.</p>
<p>Carneiro defende uma mudança no Código Penal para que o receptador de carro roubado tenha a mesma pena do ladrão. “O receptador também compra carro que pertenceu a alguém que foi morto por um criminoso”, disse Carneiro.</p>
<p>A reportagem procurou o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Roberval Ferreira França, para comentar o aumento da violência, mas a assessoria da corporação disse que ele não poderia falar porque estava no interior paulista.  ::</p>
<p><em>Colaboraram Daniel Trielli e William Cardoso</em></p>
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		<title>Universitária angolana é morta</title>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2012 02:07:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jugattone</dc:creator>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[angola]]></category>
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		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>

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		<description><![CDATA[O que era para ser uma comemoração de aniversário entre amigos acabou em tragédia na noite de anteontem. Uma estudante de 26 anos foi morta e três ficaram feridos: o namorado dela, o aniversariante e uma mulher de 34 anos, grávida. Todos são angolanos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>FABIANO NUNES</p>
<p>O que era para ser uma comemoração de aniversário entre amigos acabou em tragédia na noite de anteontem, em um bar no Brás, região central de São Paulo, frequentado por angolanos. Um homem, que havia brigado com um grupo de estrangeiros e os chamado de “macacos”, voltou após a confusão e disparou vários tiros no estabelecimento.</p>
<p>Uma estudante de 26 anos foi morta e três ficaram feridos: o namorado dela, o aniversariante e uma mulher de 34 anos, grávida. Todos são angolanos. O Consulado da Angola em São Paulo acompanha o caso. Zulmira de Sousa Borges Cardoso, de 26 anos, fazia pós-graduação em comércio exterior e morava na cidade há cinco anos.</p>
<p>“Ela veio para estudar, se formou em engenharia e voltou para Angola. Recentemente, ela retornou ao Brasil para terminar a pós-graduação”, disse o primo da vítima, Carlos Antônio, de 34 anos. Zulmira morava em Ermelino Matarazzo, na zona leste da capital, e estava ontem no bar da Rua Cavalheiro, número 80, comemorando o aniversário do amigo Renovaldo Manoel Capenda, de 32 anos, que também ficou ferido.</p>
<p>Zulmira era solidária com familiares. “Ela costumava comprar roupas e enviar para sua família em Luanda, na capital da Angola. Era uma forma de ajudá-los”, contou o primo. Ela estava com passagem comprada para voltar para Angola em julho.</p>
<p>De acordo com testemunhas, houve uma discussão entre brasileiros e angolanos no bar. Cerca de 40 pessoas estavam no local. “Em determinado momento, o agressor chamou o grupo de ‘macacos que vieram lá da Angola’. Havia muitos angolanos e todos ficaram ofendidos, mas ninguém estava armado”, disse o vendedor angolano Antônio José Miguel, de 34 anos.</p>
<p>A PM chegou a ir ao local por causa da briga, mas ninguém foi detido. Após a discussão, os brasileiros foram embora. Cerca de 20 minutos depois, um deles voltou, em um Golf prata, desceu do veículo e atirou contra o grupo de angolanos.</p>
<p>Zulmira foi atingida na cabeça e morreu no local. Celina Bento Mendonça, de 34, grávida de cerca de oito meses, acabou ferida por pelo menos dois tiros, um deles na barriga. Gaspar Armando Mateus, de 27 anos, namorado de Zulmira, foi baleado na perna. E o aniversariante Renovaldo também foi atingido na perna. Gaspar e Renovaldo foram medicados e liberados. Celina está internada no Hospital João XXIII, mas está fora de risco.</p>
<p>A delegada do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), Jamila Jorge Ferrari, ouviu ontem o namorado da vítima. “Eles não conseguiram identificar o agressor. Mas agora vamos pegar imagens de câmeras para tentar localizá-lo”, disse. Nos próximos dias ela deve ouvir as outras vítimas e o dono do bar. Segundo testemunhas, antes da confusão o agressor conversava com o proprietário.</p>
<p>O vice-cônsul de Angola, Belmiro dos Prazeres Guimarães, disse que está acompanhando as investigações. &#8220;Queremos colaborar para esclarecer esse crime e levar o responsável à Justiça.” Segundo ele, a capital têm cerca de 3 mil angolanos.  ::</p>
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		<title>Zona sul tem dois arrastões em 16 horas</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/jt-seguranca/zona-sul-tem-dois-arrastoes-em-16-horas/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2012 02:03:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jugattone</dc:creator>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[arrastões]]></category>
		<category><![CDATA[condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[prédios]]></category>

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		<description><![CDATA[Um falso entregador dos Correios conseguiu enganar o porteiro de um prédio na Avenida Lacerda Franco, na Aclimação, zona sul, anteontem às 19h30, ao dizer que tinha um Sedex urgente para o “sr. Arnaldo”. Certo de que o destinatário era mesmo um condômino, o funcionário abriu o portão]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CAMILLA HADDAD</p>
<p>Um falso entregador dos Correios conseguiu enganar o porteiro de um prédio na Avenida Lacerda Franco, na Aclimação, zona sul, anteontem às 19h30, ao dizer que tinha um Sedex urgente para o “sr. Arnaldo”. Certo de que o destinatário era mesmo um condômino, o funcionário abriu o portão.</p>
<p>Atrás do falso carteiro, 19 homens armados de fuzis invadiram o edifício e fizeram um arrastão em sete apartamentos, durante três horas e meia. Ninguém foi preso. Foram dois casos de arrastão na zona sul em menos de 16 horas.</p>
<p>O segundo crime foi ontem, às 11h, em um edifício na Rua Jaci, na Vila Clementino. Um grupo armado rendeu o funcionário da guarita. Eles haviam ido ao local no sábado, se passando por gesseiros de uma apartamento em obras e conseguiram pegar as chaves. Famílias de três imóveis tiveram pertences levados, como joias, roupas e dinheiro. Os assaltantes fugiram sem agredir ninguém às 14h.</p>
<p>Os dois arrastões são investigados pelo Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic). Este ano, segundo levantamento da reportagem, já foram registrados 19 arrastões – sendo nove na zona sul. Em todo o ano passado, foram 13 casos.</p>
<p>Na ação da Avenida Lacerda Franco, das dez vítimas feitas reféns pelos criminosos, uma delas, um homem, levou coronhadas e foi atendido no Hospital Ipiranga. Na versão de investigadores, ele foi confundido com um policial civil e por isso agredido na cabeça.</p>
<p>Testemunhas contaram que, enquanto 16 ladrões subiram para os apartamentos, o porteiro ficou amarrado na guarita sob a vigilância de três bandidos. No lado de fora, havia outros integrantes. Em depoimento, o porteiro do Edifício Nazur afirmou ter sofrido ameaça de morte.</p>
<p>Negou qualquer desconfiança em relação à camiseta amarela igual à dos Correios, usada pelo ladrão que tocou o interfone na portaria, pois segundo ele, Arnaldo é o nome de um morador. Segundo o relato do porteiro, a urgência do suposto carteiro fez com que ele não “titubeasse” a abrir o portão. Em seguida, mais um apelo do bandido: “Será rápido, não precisa fechar o primeiro portão. Apenas abra o segundo para eu fazer a entrega”.</p>
<p>Moradores dos dois prédios não quiseram comentar os crimes. Uma das vítimas, uma advogada, esteve ontem no 6º Distrito Policial (Cambuci) para relacionar os itens roubados, mas não quis dar entrevista por estar abalada. De acordo com policiais, além de joias, dinheiro, óculos de sol importados e dólares, o bando fugiu com um carro que estava no prédio, um Chevrolet Corsa. O veículo foi localizado horas depois na zona leste, na região da Mooca.</p>
<p>Buldogue<br />
Na internet, um morador do prédio da Lacerda Franco chegou a fazer um apelo no Facebook para que a quadrilha devolvesse Zeca, seu buldogue. O cão foi levado na fuga. No mês passado, uma equipe do Deic evitou um arrastão na Rua Pedro Pomponazzi, na Vila Mariana, zona sul. Uma quadrilha com 15 homens foi flagrada planejando o ataque em uma casa no bairro do Ipiranga.</p>
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		<title>Motorista de ônibus é assassinado por ladrões</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 02:59:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[latrocínio]]></category>
		<category><![CDATA[motorista de ônibus]]></category>
		<category><![CDATA[ônibus]]></category>
		<category><![CDATA[zona norte]]></category>

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		<description><![CDATA[O assassinato de um motorista da Viação Sambaíba durante assalto provocou a paralisação de três linhas de ônibus na zona norte de São Paulo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>WILLIAM CARDOSO</p>
<p>O assassinato de um motorista da Viação Sambaíba durante assalto, na noite de segunda-feira, provocou a paralisação de três linhas de ônibus na zona norte de São Paulo nesta terça-feira. O protesto dos funcionários da empresa foi encerrado no início da tarde desta terça-feira. Deixaram de circular 48 carros e cerca de 20 mil passageiros foram afetados.</p>
<p>Além da linha 1726/10 (Vila Zilda-Metrô Santana), onde ocorreu o crime, ficaram paradas a 1772/10 (Jardim Filhos da Terra- Metrô Tucuruvi) – onde oito horas depois um ônibus foi incendiado –, e a 1772/51 (Jardim Filhos da Terra-Largo da Concordia).</p>
<p>O assalto ocorreu às 22h na Rua Nossa Senhora da Concórdia, onde dois homens deram sinal para o ônibus. Assim que entraram, obrigaram o cobrador a entregar o dinheiro. Os bandidos, então, atiraram no motorista Marcelo Barbosa da Silva, de 31 anos.</p>
<p>O cobrador tentou ajudar o colega e também foi baleado, na perna direita. Eles foram levados ao Hospital São Luiz Gonzaga, onde o motorista morreu. Os criminosos fugiram. Havia seis passageiros no ônibus, mas nenhum deles foi localizado pela polícia.</p>
<p>Segundo a polícia, o incêndio provocado às 6h desta terça-feira, na Rua Barão Carlos de Sousa Anhumas, no Recanto Verde, também na zona norte, há três quilômetros do local do assalto, não tem qualquer relação com o assassinato do motorista.</p>
<p>O cobrador contou em depoimento que um homem encapuzado invadiu o ônibus carregando um saco cheio de gasolina e estopa e ateou fogo. O incendiário gritou: “Vou queimar o busão pelo meu parceiro”. Depois fugiu. O veículo estava no ponto final, sem passageiros. Ninguém se feriu.</p>
<p>Os casos são investigados pelo delegado Nelson Vinicius Alves, do 73.º DP (Jaçanã), que vê como coincidência o fato dos crimes terem ocorrido tão próximo um do outro em curto espaço de tempo.</p>
<p>Taboão da Serra<br />
Também na noite desta segunda-feira, um ônibus da linha 822, da Viação Pirajuçara, foi incendiado por pelos menos sete criminosos na Rua Cerro Largo, no bairro Sítio das Madres, Taboão da Serra. Os passageiros escaparam ilesos, mas o motorista teve queimaduras e foi levado ao hospital.<br />
Havia a suspeita de que o ataque seria represália pela morte de um morador do bairro pela Polícia Militar. Mas, a Delegacia Seccional de Taboão da Serra não confirmou a suspeita.</p>
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		<title>Trancada, vítima avisa PM de assalto</title>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 02:48:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[assalto]]></category>
		<category><![CDATA[Campo Belo]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao ver sua mulher sendo rendida por assaltantes, no Campo Belo, zona sul, um empresário de 42 anos se trancou no quarto da filha de 8 anos, e ligou para a Polícia Militar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>GIO MENDES</p>
<p>Ao ver sua mulher sendo rendida por assaltantes na garagem de casa, no Campo Belo, zona sul de São Paulo, um empresário de 42 anos se trancou no quarto da filha de 8 anos, ligou para a Polícia Militar e escondeu a criança no armário. Uma viatura da PM chegou na residência no momento em que os cinco criminosos tentavam arrombar a porta do quarto onde estavam pai e filha. A quadrilha fugiu pelos fundos do imóvel, mas três dos ladrões foram presos em ruas próximas ao local do roubo.</p>
<p>Segundo a Secretaria da Segurança Pública, o bando invadiu o sobrado da Rua Moreira Cardoso às 6h57 de sábado. A mulher do empresário, uma designer de 39 anos, abriu o portão automático para entrar na garagem com o carro da família, um Hyundai Santa Fé, quando foi dominada pelos ladrões. Eles desceram de um Toyota Corolla roubado, que ficou estacionado na frente da casa. A mulher foi obrigada a entregar as chaves da casa para um dos ladrões.</p>
<p>O empresário, que estava no andar superior do imóvel, percebeu a ação dos bandidos e correu para o quarto da filha, onde se trancou com a menina. De seu celular, ligou para a PM. “Eles, eles&#8230; Eu tô vendo&#8230; Eu tô em casa. Minha mulher saiu para levar minha (outra) filha para a escola e eu tô vendo pela garagem, eles renderam minha mulher”, disse o empresário, nervoso, para o atendente do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom).</p>
<p>O atendente orientou o empresário a permanecer escondido e quieto, sem desligar o celular. Ele pôs a menina no armário. “Minha filha, bem quietinha. Quietinha, filha”, disse à criança. Quando os bandidos começaram a arrombar a porta do quarto, os PMs do 12.º Batalhão entraram no imóvel. Os ladrões ainda abriram a porta do quarto e iam render o empresário, mas tiveram de fugir. O bando pulou o muro dos fundos e subiu no telhado de casas vizinhas.</p>
<p>O desempregado Daniel Araújo Gonçalves Barreto, de 24 anos, foi preso na Rua Galileu. Segundo a polícia, ele carregava um rádio roubado da casa do empresário. A PM deteve dois adolescentes, de 15 e 17 anos, na Rua Luiza Carneiro. Com os menores foram apreendidos um celular e um GPS também levados do imóvel. O helicóptero Águia da PM sobrevoou a região, mas os outros dois ladrões não foram localizados.</p>
<p>Os policiais encontraram uma pistola de brinquedo e uma munição de fuzil calibre 556 em cima do telhado de uma das casas. O caso foi registrado na Central de Flagrantes da 2.ª Delegacia Seccional, no Sacomã, zona sul.</p>
<p>O capitão Cleodato Moisés do Nascimento, porta-voz do Comando de Policiamento da Capital (CPC), disse que a primeira viatura do 12.º Batalhão chegou dois minutos depois de o empresário ter ligado para o Copom. “O policial do 190 (telefone de emergência da PM) teve habilidade para fazer o atendimento rápido, passando as informações necessárias pelo sistema para outro policial, que avisou as viaturas do roubo”, afirmou o capitão Moisés.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Polícia admite erro ao dizer que psicólogo roubou banco</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 02:08:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jugattone</dc:creator>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[baleado]]></category>
		<category><![CDATA[Fox]]></category>
		<category><![CDATA[psicólogo]]></category>
		<category><![CDATA[tiroteio]]></category>

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		<description><![CDATA[A polícia admitiu que houve erro no registro do boletim de ocorrência que apontou o psicólogo Ubiratan de Campos Escudero como acusado de trocar tiros com policiais militares depois roubar o cliente de um banco na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, na noite de anteontem.Na verdade, o documento do psicólogo havia sido roubado em abril e usado pelo assaltante.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>GIO MENDES<br />
O delegado Armando Roberto Bélio, titular do 27º DP (Campo Belo), admitiu que houve erro no registro do boletim de ocorrência que apontou o psicólogo Ubiratan de Campos Escudero como acusado de trocar tiros com policiais militares depois de roubar o cliente de um banco na Vila Mariana, zona sul. Na verdade, o documento do psicólogo havia sido roubado em abril e usado pelo assaltante.<br />
Segundo ele, o delegado plantonista, que registrou o caso, poderia ter descoberto o roubo dos documentos de Escudero se tivesse feito uma pesquisa no sistema da Polícia Civil. Além disso, o delegado plantonista não solicitou a legitimação do criminoso que estava internado no Hospital São Paulo, que consiste no recolhimento das impressões digitais para verificar se ele era realmente o portador do documento apreendido pela Polícia Militar.<br />
&#8220;O delegado acabou não colhendo as impressões digitais do ladrão que estava no hospital e acabou aceitando a documentação que foi apresentada para fazer o boletim de ocorrência&#8221;, afirmou Bélio. Segundo ele, a pesquisa com o nome do Escudero foi feita ao longo do dia. &#8220;Pelo sistema deu para constatar que ele (psicólogo) teve os documentos roubados e o equívoco foi desfeito. Seria o fim do mundo um ladrão fazer um boletim de ocorrência de roubo&#8221;, disse. Apesar disso, a informação não foi repassada para a Secretaria da Segurança Pública, que até a noite de ontem (dia 16) divulgava a notícia sobre a prisão do psicólogo em seu site.<br />
 <br />
Leia abaixo a matéria original<br />
Um homem foi preso sob acusação de trocar tiros com policiais militares depois de roubar o cliente de um banco na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, na noite de terça-feira (15). Ele tentou fugir em um Fox roubado, mas acabou baleado e bateu o veículo em um poste. Ele foi levado em estado grave para o Hospital São Paulo. O homem não resistiu aos ferimentos e morreu.<br />
Segundo a PM, ele abordou com um revólver um acupunturista de 54 anos que sacava dinheiro em um banco na Rua Domingos de Morais. Um sargento da PM que estava de folga viu o assalto e chamou policiais que estavam em patrulhamento a poucos metros do local.<br />
Ao perceber a aproximação da viatura, o homem atirou, entrou no Fox e começou a fugir. O criminoso foi baleado no peito por um dos policiais e perdeu o controle do veículo, que bateu em um poste na Praça Doutor Teodoro de Carvalho, cerca de 20 metros à frente do local do roubo. O Fox havia sido roubado na semana passada no Cambuci.</p>
<p>Texto editado em 17/05  às 16h25</p>
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		<title>Fuga em ônibus roubado dura quatro horas</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 02:02:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jugattone</dc:creator>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[fuga]]></category>
		<category><![CDATA[ladrão]]></category>
		<category><![CDATA[micro-ônibus]]></category>

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		<description><![CDATA[Um jovem de 19 anos roubou um micro-ônibus da garagem de uma cooperativa na zona sul de São Paulo, atravessou a cidade em alta velocidade, foi perseguido pelo dono do veículo, trocou tiros com a polícia e atropelou um policial militar. A fuga durou quatro horas e se estendeu pela zonas oeste, sul e norte da capital]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CRISTIANE BOMFIM</p>
<p>Um jovem de 19 anos roubou um micro-ônibus da garagem de uma cooperativa na zona sul de São Paulo, atravessou a cidade em alta velocidade, foi perseguido pelo dono do veículo, trocou tiros com a polícia e atropelou um policial militar. A fuga durou quatro horas e se estendeu pela zonas oeste, sul e norte da capital, além de Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo. E só acabou depois que o ladrão atingiu um poste.</p>
<p>O roubo ocorreu às 2h20 de ontem. Eduardo Teixeira, de 19 anos, pegou o micro-ônibus da garagem na Estrada do M’Boi Mirim, 8.750, e saiu em alta velocidade. O dono do veículo viu ação e ligou para a empresa de rastreamento. “Enquanto eles tentavam localizar o lotação, peguei meu carro e fui pra rua tentar alcançá-lo”, disse o cooperado José Luiz Espíndola, de 61 anos, que ligou para a polícia quando já perseguia o ladrão com um Palio Weekend 1.4.</p>
<p>O veículo dirigido por Espíndola quebrou antes que ele chegasse a Itapecerica da Serra, primeiro local indicado pela empresa de monitoramento. “Meu filho foi me buscar e continuamos a correria”, conta. A perseguição seguiu em outro Palio Weekend 1.4.</p>
<p>Espíndola e o filho então passaram pela Rodovia Régis Bittencourt e avenidas Francisco Morato e Rebouças, na zona sul. “Parecia uma corrida de gato e rato. Quando chegava ao lugar indicado, o ladrão já estava em outro”, diz Espíndola. Eles ainda foram para a Lapa, na zona oeste, e Santana, na zona norte.</p>
<p>Só no bairro do Jabaquara, às 4h30, eles cruzaram com o micro-ônibus, que ia em direção à Avenida Indianópolis. “O rapaz dirige muito bem e muito rápido. Acho que estava a mais de 100 km/h. Conseguimos emparelhar quando vimos que ele reduziu a velocidade. Queria saltar do carro, mas meu filho não deixou”, diz Espíndola.</p>
<p>Motocicletas da PM entraram na perseguição às 4h30, quando o micro-ônibus passava pela Avenida Indianópolis. Segundo o boletim de ocorrência, o ladrão atirou contra os policiais, que revidaram. Mesmo assim, o veículo não parou.</p>
<p>Na zona oeste, ele atravessou o gramado da Praça Pan-americana e, na Avenida Pedroso de Moraes, atropelou um policial da Ronda Ostensiva Com Apoio de Motocicletas (Rocam). Dois quarteirões adiante, bateu num poste.<br />
Teixeira tentou resistir à prisão, mas foi algemado e levado ao Hospital das Clínicas com ferimentos leves. Na delegacia, afirmou que era cobrador na cooperativa. “Meu chefe mandou eu levar o ônibus para o Pari”, afirma.</p>
<p>Espíndola diz que ele nunca trabalhou no local. O jovem alega ainda que não parou o veículo por estar com medo, já que não tem habilitação. Por estar sem documento, a polícia não conseguiu checar até o fim do dia se Teixeira tem passagem pela polícia.</p>
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		<title>Bairro líder de roubo de carro não muda após um ano</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 02:49:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[furto de carro]]></category>
		<category><![CDATA[Jabaquara]]></category>
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		<category><![CDATA[PM]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Militar]]></category>
		<category><![CDATA[roubo de carro]]></category>

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		<description><![CDATA[Já faz um ano que os bairros do Jabaquara e da Lapa estão entre os líderes de roubo e furto de carros na cidade de São Paulo; ação policial não alterou mapa desse tipo de crime]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>GIO MENDES</p>
<p>Quem mora ou precisa trafegar de carro pelas ruas dos bairros do Jabaquara, na zona sul de São Paulo, e da Lapa, na zona oeste, tem grande chance de se tornar uma vítima de ladrões. Já faz um ano que as duas regiões estão entre as líderes no ranking dos locais onde ocorrem, respectivamente, mais roubos e furtos de veículos.</p>
<p>Nos primeiros três meses deste ano, o Jabaquara registrou 393 roubos de carros (sendo a região com mais crimes desse tipo na capital), um aumento de 83,64% em comparação com o mesmo período de 2011, quando houve 214 casos (a segunda no mesmo ranking naquela época).</p>
<p>A Lapa teve aumento de 2,20% no número de furtos de veículos de um trimestre para o outro, passando de 410 casos para 419. Tanto nos três primeiros meses deste ano quanto de 2011, a região foi a que teve mais desses crimes.<br />
Em toda a cidade, 22.404 veículos foram parar nas mãos de criminosos de janeiro a março deste ano, média de 246 roubos e furtos por dia. É um crescimento de 13,82% nesses tipos de crimes em relação aos primeiros três meses do ano passado, quando 218 veículos eram roubos ou furtados diariamente no município. O comandante-geral da PM, Roberval Ferreira França, que assumiu o cargo em abril, já afirmou que o combate ao roubo e furto de veículos será prioridade para que os índices sejam reduzidos.</p>
<p>Especialista em segurança pública e professor de Direito Penal da Universidade de São Paulo (USP), David Teixeira de Azevedo acredita que faltou planejamento ao longo de um ano para evitar que os mesmos bairros fossem alvo da ação de ladrões de carros. “O melhor modo de coibir o crime ainda é o policiamento preventivo.” Para o especialista, parte dos veículos roubados e furtados vai parar em desmanches ou é vendida para outros Estados. Recentemente, a Polícia Civil descobriu que carros roubados eram negociados pela internet.</p>
<p>O comerciante Roberto Silva, de 48 anos, disse que falta policiamento na Rua das Grumixamas, uma das vias do Jabaquara que são alvo dos ladrões de veículos. “Nunca fui assaltado em 18 anos, mas moradores de prédios vizinhos já tiveram os carros levados por ladrões armados. Quando tem policiamento, fica tranquilo. Mas depois que a polícia para a ronda, os bandidos voltam”, afirmou Silva.</p>
<p>O capitão Marcelo David Vieira, comandante da 1.ª Companhia do 3.º Batalhão da PM, responsável pelo policiamento do Jabaquara, reconhece a dificuldade em manter patrulhamento constante em determinadas ruas. “Nós tentamos fazer uma prevenção ali <em>(na Rua das Grumixamas),</em> mas nem sempre podemos manter a viatura o dia inteiro num mesmo local, pois os policiais precisam patrulhar outras vias”, disse Vieira. Segundo ele, desde o começo deste ano foi intensificado o patrulhamento com moto.</p>
<p>A mesma dificuldade foi apontada pelo tenente Gabriel Rodrigues Benites Alves, do 4.º Batalhão, responsável pelo policiamento da Lapa. Segundo ele, a corporação faz um mapeamento das ruas com mais furtos e distribui as equipes em horários estratégicos. “Mas quando se combate o crime em uma rua, os ladrões vão para a de trás”, afirmou Alves.<br />
Os bairros de Pinheiros e Perdizes também aparecem no ranking dos locais com mais furtos de carros. O capitão Eliel Pedro Tomazi, do 23.º Batalhão, responsável pelas duas áreas, disse que os ladrões migram de uma rua para outra conforme a atuação da PM. “Se a viatura passa por uma rua em determinado horário, os criminosos vão para outra ou furtam no período que a via fica sem ronda. O furto é um crime de difícil combate, pois acontece de forma rápida”, afirmou. Procurados pela reportagem, os batalhões responsáveis pelos bairros Jardim Miriam, zona sul, e São Mateus, zona leste, não se manifestaram.</p>
<p>Colaborou Camilla Haddad</p>
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