Conselho tenta aprovar PM na USP
- 20 de maio de 2011 |
- 15h29 |
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Categoria: Geral, Justiça, PolÃcia
O Conselho Gestor da USP decidiu, em reunião realizada nesta sexta-feira, 20, encaminhar à reitoria da universidade um pedido para o desenvolvimento de um protocolo para definir a ação da PolÃcia Militar no câmpus do Butantã, na zona oeste da capital.
O pedido deve ser enviado para análise do reitor João Grandino Rodas ainda hoje. Caso seja aprovado, uma nova reunião – ainda sem data definida – do conselho vai estabelecer as medidas práticas que serão tomadas para aumentar a segurança na Cidade Universitária.
A reunião, em caráter extraordinário, ocorreu dois dias após o assassinato do aluno do 5.º ano de Ciências Atuariais Felipe Ramos de Paiva, de 24 anos.
Na noite de quarta-feira, o estudante foi baleado na cabeça em um estacionamento da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP.
Os professores, alunos e funcionários presentes ao encontro não aprovaram o aumento do efetivo da Guarda Universitária nem novas medidas para controlar o acesso ao câmpus.
O Conselho Gestor é formado por representantes das unidades de ensino e pesquisa, institutos especializados e museus, além de representantes discentes e de servidores.
Segundo o professor José Roberto Cardoso, diretor da Escola Politécnica e presidente do conselho, os limites da atuação da PM no câmpus serão estabelecidos após consulta à comunidade acadêmica.
“A preocupação em relação à s lembranças do tempo da ditadura será levada em consideração.”
Cardoso lembrou que está pronta a licitação que visa a melhorar a iluminação na Cidade Universitária. “O conselho nunca ficou parado e, em todas as reuniões, discute diversas ações a serem implantadas.
Segundo o diretor da Poli, o problema da iluminação se deve em parte porque, quando foi construÃda, nos anos 1960, não havia tanta vegetação no câmpus. “As árvores ainda eram baixas.” (Felipe Mortara / Estadão.edu)
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21/05/2011 - 11:55 Enviado por: Inaldo
¨A preocupação … à s lembranças do tempo da Ditadura …¨
É preciso alertar a essas pessoas que ainda tem saudade doe tempos da Ditadura, que está se tratando de duas realidades completamente adversas. Naqueles tempos a PM era usada como instrumento de repressão à Democracia. Nos dias atuais, inclusive como missão constitucional, a PM é indispensável para manutenção da Ordem e da Segurança Pública.
O pior disso tudo é que, enquanto eles não curam essa mágoa, estudantes como Felipe Ramos de Paiva vão perdendo a vida. Isso é tão abominável quanto uma Ditadura. -
21/05/2011 - 13:56 Enviado por: jose
A verdade é que a USP tá cheia de maconheiro que é contra a presença da polÃcia por razões obvias. Esse negócio de ditadura ja se esgotou. O verdareiro motivo, é menos ideológico e menos romantico, é baixo mesmo. Permitir que alunos e alguns professores que se recusam a saÃr da adolescencia fumem seus baseados à vontade.
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01/06/2011 - 16:59 Enviado por: catia
Temo que lembrar que so tomaram atitude depois que algumas pesoas morreram.
Não o so rapaz de caieiras, mas sim outros que não foram divulgado. A policia sempre esteve presente mas não valorizada,Quem sabe se derem mais valor e reconhecimento para os PM que estão la,melhore a segurança.Em relação aos maconheiros,como os drogados que perambulam por la serão logico encomodados.
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