Prefeitura apreende 46 mil produtos piratas no Brás
- 27 de janeiro de 2012 |
- 19h08 |
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Categoria: Polícia, Pirataria
A Prefeitura de São Paulo apreendeu 46 mil produtos piratas no shopping “Galeria Family”, localizado no Brás, na região central da cidade, desde a fiscalização iniciada na tarde de quinta-feira, 26.
Até o momento foram vistoriadas 34 lojas das 230 que existem no local. Entre as mercadorias apreendidos estão relógios, bolsas e vestuário. Quatro estrangeiros foram conduzidos à Polícia Federal por falta de documentação e podem ser expulsos do País.
O shopping “Galeria Family” já foi multado duas vezes pela Prefeitura por falta de documentação e deverá ser lacrado após o término da fiscalização. A Subprefeitura da Mooca e o Procon poderão aplicar novas multas no estabelecimento e nas lojas por irregularidades e crime contra o consumidor.
Atuam na operação, direta ou indiretamente, agentes Guarda Civil Metropolitana, das Polícias Federal, Civil (DEIC) e Militar, das Secretarias Municipais de Segurança Urbana e de Coordenação das Subprefeituras e integrantes do Conselho Nacional de Combate à Pirataria (Ministério da Justiça).
BALANÇO DAS OPERAÇÕES
Foram apreendidos na cidade de São Paulo, entre dezembro de 2010 a janeiro de 2011, 37 milhões de produtos ilegais, avaliados em R$ 1,9 bilhão, em 67 operações nos grandes estabelecimentos e shoppings na cidade de São Paulo. Além disso, foram apreendidos 20 milhões de produtos irregulares em ações do comércio ilegal nas ruas de São Paulo.
Central de Notícias
Três são presos por agredir comerciantes orientais
- 27 de janeiro de 2012 |
- 18h50 |
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Categoria: Polícia
A Polícia Civil prendeu na tarde desta sexta-feira, 27, três integrantes de um grupo especializado em invadir, agredir e roubar comerciantes de descendência oriental em São Paulo. O bando foi surpreendido no momento em que mantinha refém uma família chinesa. O flagrante aconteceu na Mooca, zona leste.
Policias apuravam a ação do grupo quando flagraram quatro indivíduos agredindo pessoas em frente a uma residência. Três homens foram presos, mas o quarto integrante do grupo conseguiu fugir. Os policiais detiveram o chaveiro Abmael Pessoa de Araújo, de 42 anos, o ajudante Valtermilton Ramalho Araújo, de 23, e o estudante Bruno Henrique Pereira, de 19. Eles não estavam armados, mas carregavam chaves falsas, conhecidas como michas.
Os investigadores localizaram as vítimas, um casal de origem chinesa, que apresentavam hematomas nos rostos. Os moradores da casa reconheceram os presos como os responsáveis pelos ferimentos. Os presos foram autuados por roubo e formação de quadrilha.
Central de Notícias
Padre e 14 freiras viram reféns em roubo
- 26 de janeiro de 2012 |
- 23h15 |
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Categoria: Polícia
O padre Antonio Maria, conhecido pela sua atuação como cantor católico, foi vítima de um assalto na noite de anteontem, em sua residência, no mosteiro Ain Karim, localizado na zona rural de Jacareí, a 82 km de São Paulo. Seis homens armados e encapuzados invadiram o local, onde havia 15 pessoas – incluindo o religioso –, que mora numa casa separada, onde foi rendido. Todos foram confinados em um quarto sob a mira da arma de um dos ladrões, enquanto os demais vasculhavam todos os cômodos da casa em busca de um suposto cofre.
Os ladrões levaram uma televisão, um aparelho de DVD e um computador que estavam na sala de convivência das irmãs, além de R$ 1,1 mil. Na expectativa de encontrar o suposto cofre, eles reviraram a casa e retiraram os quadros da parede. Segundo o padre, eles queriam dinheiro e prometiam não molestar as vítimas.
“Eles disseram que não iam fazer mal nenhum, mas que queriam dinheiro”, afirmou o religioso à imprensa. Padre Antonio Maria tentou convencer os ladrões de que não havia dinheiro na casa, como eles imaginavam.
“Nós lutamos com dificuldade. As pessoas imaginam que eu nado em dinheiro, porque canto, porque tenho discos, vou à televisão, porque sou amigo do Roberto Carlos. Isso não quer dizer nada”, afirmou.
Padre Antonio Maria disse que foi vigiado por um dos homens – para quem prometeu rezar muito – e que foi convencido a soltá-lo. “Disse a ele ‘vou rezar muito por você, por vocês, vai falar isso para os teus amigos’ e fiquei lá conversando com ele.” Ao final, o ladrão foi abraçado pelo padre. “Eu o abracei e ele me abraçou e eu senti que ele era um coitado”, disse religioso.
Durante o assalto, ninguém ficou ferido. Depois que os ladrões foram embora, Antonio Maria e as freiras conseguiram escapar e chamaram a Polícia Militar, que prometeu reforçar a segurança no local. Uma equipe da Polícia Civil também já investiga o crime.
Segundo a assessoria do religioso, apesar de estar assustado, a agenda dele foi mantida. Para hoje, está programada uma apresentação no Rio Grande do Norte.
Homicídios caem mas roubos desafiam polícia
- 26 de janeiro de 2012 |
- 23h15 |
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Categoria: Polícia
GIO MENDES
FELIPE TAU
O número de homicídios caiu na capital paulista em 2011, mas os casos de latrocínio (roubo seguido de morte), de furtos e roubos de veículos e de assaltos a banco aumentaram em comparação com o ano anterior. De acordo com balanço divulgado ontem pela Secretaria da Segurança Pública, foram registrados 1.023 assassinatos no ano passado, contra 1.196 em 2010. A redução de 14,46% fez a capital atingir a taxa de nove homicídios por grupo de 100 mil habitantes.
A mesma eficiência das polícias Civil e Militar no combate aos homicídios, que têm diminuído a cada ano desde 2007, não é repetida nos casos de crimes contra o patrimônio. Os casos de latrocínio subiram de 76 para 86 de 2010 para 2011, um aumento de 13,16%, segundo as estatísticas da Secretaria da Segurança. Os furtos e roubos de veículos passaram de 77.855 casos para 83.295 (6,99%) no mesmo período, enquanto os assaltos a banco saltaram de 141 para 149 (5,67%).
O delegado-geral da Polícia Civil, Marcos Carneiro de Lima, disse que nos casos de latrocínio é mais difícil descobrir a autoria do crime porque vítima e criminoso não se conhecem, ao contrário do que acontece nas ocorrências de homicídio. Carneiro afirmou que as delegacias de bairro deverão priorizar as investigações das ocorrências de roubos de casas, estabelecimentos comerciais e veículos para reduzir os crimes contra o patrimônio e coibir os latrocínios ao mesmo tempo.
Essa é a mesma opinião do comandante-geral da Polícia Militar, coronel Álvaro Batista Camilo. Segundo ele, em quase 90% dos casos de assassinatos as pessoas envolvidas têm algum tipo de relação. “Em média, 55% dos casos estão relacionados a brigas e execuções por causa de álcool e de drogas. Os crimes passionais são 32% dos casos, com brigas de marido e mulher por exemplo. A menor parte dos casos está ligada às discussões de trânsito.”
Segundo o coronel, o desarmamento de criminosos, a apreensão de drogas e o combate ao álcool, durante as blitze da Lei Seca, ajudaram na redução do índice de homicídios. “A PM apreendeu 19 mil armas de fogo e 40 toneladas de drogas em todo o Estado em 2011. Pessoas alcoolizadas também estão sujeitas a cometer crimes durante qualquer briga”, afirmou o comandante-geral.
O aumento dos casos de crimes contra o patrimônio impressionou o projetista Ocimar Florentino de Paiva, de 53 anos, pai do estudante Felipe Ramos de Paiva, de 24, morto durante um assalto dentro da Universidade de São Paulo (USP) em maio de 2011. “Parece que na USP a segurança melhorou com a chegada da PM, mas na cidade como um todo a gente não tem a sensação de segurança. Ainda tem muito criminoso solto”, disse o projetista.
O advogado tributarista Ricardo Aro, de 41 anos, é um dos 83.295 motoristas que tiveram o carro levado por ladrões na capital. No dia 22 de junho, ele estacionou seu Gol 2009 na rua ao visitar o pai, na Vila Carrão, zona leste. “Eu não conhecia a rua direito, pois meu pai se mudou havia pouco tempo. A gente vive no meio de uma guerra urbana”, disse, referindo-se à ação dos criminosos.
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Gerentes de postos são presos em SP
- 26 de janeiro de 2012 |
- 19h55 |
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Categoria: Polícia
Três gerentes de postos de combustíveis foram presos nesta quinta-feira, 26, por fraude contra o consumidor durante operação feita pelo Instituto de Pesos e Medidas (Ipem-SP) na cidade de São Paulo. A ação, que teve o apoio da Delegacia de Polícia e Proteção do Cidadão (DPPC), vistoriou nove estabelecimentos.
Quatro postos de combustíveis foram autuados por adulteração nas bombas. Os equipamentos despejavam nos tanques dos veículos até 8% a menos de combustível, quando o desvio máximo permitido por lei é de 0,50%.
As irregularidades foram constatadas em dois pontos localizados na zona sul e dois na zona leste da capital. Os gerentes poderão responder em liberdade após pagar fiança.
Balanço
No ano passado, o Ipem reprovou 552 e interditou 260 bombas em razão de irregularidades, de um total de 4.613 fiscalizadas em diversas cidades do interior e também na capital.
Durante a fiscalização, técnicos do órgão fazem o exame visual das bombas, checagem das marcas de verificação e do sistema de lacração, seguidos de testes para verificar se a quantidade de combustível registrada no momento do abastecimento é a mesma recebida pelo tanque do veículo do consumidor.
Neste caso, é utilizado um medidor padrão de 20 litros. Havendo suspeita de fraude na placa eletrônica do equipamento, o material é apreendido e posteriormente encaminhado ao fabricante para emissão de um laudo sobre sua autenticidade.
O posto autuado tem dez dias para apresentar defesa ao Ipem, que depois disso define multa entre R$ 100 a R$ 1,5 milhão.
Priscila Trindade
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