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Sábado, 25 de Maio de 2013
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Comediante ataca Murdoch durante audiência

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LONDRES – A audiência do comitê parlamentar britânico, na qual o diretor operacional da News Corp., James Murdoch, e o dirigente do grupo midiático, Rupert Murdoch, são ouvidos sobre os grampos telefônicos, foi suspensa por quinze minutos, após um jovem atacar Rupert Murdoch. A sessão foi retomada em seguida.

O jovem que atacou o magnata, de 80 anos, jogou uma substância branca no rosto de Murdoch, disse a BBC. Segundo a Reuters, a substância era creme de barbear. A mídia britânica identificou o agressor como o comediante Jonnie Marbles.

Em seu perfil no Twitter, ele escreveu que o ataque a Murdoch foi, “de longe, a melhor coisa que já fiz”. Ele ainda usou a hashtag #splat.

Uma hora antes do ataque, o comediante escrevera, também no rede de microblog, que “seria melhor se ‘Baby Murdoch’ (James) simplesmente listasse todas as coisas que ele sim sabe”, indicando que estava acompanhando o depoimento do filho do magnata. Marbles tem mais de 13 mil seguidores.

Sem paletó
Quando a audiência foi suspensa, jornalistas e o público precisaram deixar o local. Ao ser retomada, tanto Rupert como o filho estavam presentes. O magnata da News Corp. havia tirado o paletó, aparentemente manchado no ataque. Ele estava calmo, segundo a Reuters.

A esposa de Rupert, Wendi Dengm tentou proteger o marido. Sentada logo atrás do magnata, ela levantou e deu um tapa no rapaz. Em seguida, ele foi detido por policiais no local e levado para fora da sala e algemado, segundo a Reuters.

‘Desrespeito’
O deputado trabalhista Chris Bryant, que liderou a campanha contra a News Corp. sobre os grampos telefônicos, condenou o ataque contra Murdoch. “É algo espantoso”, disse. “Toda a questão é que estamos tentando ter certeza de que as pessoas serão responsabilizadas de forma adequada e com decência”, acrescentou.

Bryant disse ainda que o ataque é “apenas um desrespeito ao Parlamento”. Murdoch não ficou ferido no ataque e não foi necessário chamar um médico.

Coalizão volta a atacar forças de Kadafi

Categoria: Mundo

Aviões americanos retomaram bombardeios contra tropas leais ao ditador líbio, Muamar Kadafi neste domingo, 20. Ao menos 18 caças, incluindo três aviões ‘invisíveis’ B-2, conduziram a operação. Caças F-15 e F-16 e um jato AV8-B Harrier, além de jatos franceses e britânicos também participaram dos ataques.

Durante a noite, os B-2 lançaram 40 bombas convencionais em alvos em território líbio, enquanto navios de guerra americanos e britânicos dispararam pelo menos 110 mísseis teleguiados contra a defesa aérea líbia. Pelo menos 20 posições de defesa aérea foram alvejadas na capital, Trípoli, e na cidade de Misrata, no oeste. Ainda de acordo os militares americanos, as linhas de suprimento de Kadafi devem ser cortadas na segunda-feira.

O comando militar francês, por sua vez, informou que o porta-aviões Charles de Gaulle está a caminho da Líbia. Duas fragatas francesas já operam no Mediterrâneo. Os ataques aéreos da Força Aérea Francesa contra forças de Kadafi continuam. O Reino Unido declarou que os seus aviões atacaram defesas antiaéreas na região da capital Trípoli.

A Itália colocou a disposições oito jatos que podem ser utilizados à qualquer momento. São quatro caças e quatro aviões Tornado que podem neutralizar radares líbios. De acordo com o ministro da Defesa, Ignazio La Russa, o centro de comando da operação seta sendo montado em Nápoles.

A Bélgica disponibilizou seis caças F-16 que estarão operacionais na segunda-feira. De acordo com o comandante das Forças Armadas Americanas, almirante Mike Mullen, aviões de guerra do Catar estão a caminho da Líbia.

Uma aliança formada por EUA, França, Reino Unido, Itália e Canadá deu início no sábado, 19, a uma intervenção militar no país, sob mandado da resolução 1973 do Conselho de Segurança das Nações Unidas. A medida prevê a criação de uma zona de exclusão aérea na Líbia e a tomada de ‘quaisquer medidas necessárias’ para impedir o massacre de civis pelas tropas de Kadafi.

Tropas de Kadafi invadem Misrata

Categoria: Mundo

Tropas leais ao ditador líbio, Muamar Kadafi, invadiram a cidade de Misrata, a 210 km de Trípoli, a última sob controle rebelde no oeste do país, disseram moradores à Reuters. Tropas e tanques foram empregados na invasão. Ontem, ataques aéreos da coalizão formada por EUA, França, Reino Unido, Canadá e Itália bombardearam defesa antiaérea na entrada da cidade.

Mais cedo, a agência estatal líbia Jana – controlada por Kadafi – prometeu distribuir armas a mais de 1 milhão de pessoas. Citando o Ministério da Defesa líbio, a agência informou que a distribuição deve terminar nas próximas horas.
Kadafi voltou a falar sobre o bombardeio liderado pelas potências ocidentais e prometeu uma ‘guerra longa’ contra elas. “Não deixaremos nossa terra e a libertaremos”, declarou. A rede de televisão transmitiu a voz de Kadafi, mas não mostrou as imagens do líder da nação africana.

Ontem, Kadafi havia acusado as potências ocidentais de travar uma segunda cruzada e prometeu ‘abrir os depósitos de armas a todos os líbios’.

A TV estatal, que também é controlada pelo ditador, informou que lo menos 48 pessoas morreram e 150 ficaram feridas nos ataques realizados pela coalizão internacional. Estes dados não foram verificados por órgãos de imprensa independentes.

Uma coalizão formada por EUA, França, Reino Unido, Itália e Canadá deu início no sábado, 19, a uma intervenção militar no país, sob mandado da resolução 1973 do Conselho de Segurança das Nações Unidas. A medida prevê a criação de uma zona de exclusão aérea na Líbia e a tomada de ‘quaisquer medidas necessárias’ para impedir o massacre de civis pelas tropas de Kadafi.

A intervenção foi anunciada ontem em Paris pelo presidente francês Nicolas Sarkozy, após uma reunião entre países árabes, europeus, Canadá e EUA. Ele acusou Kadafi de desdenhar os ultimatos internacionais e prometeu agir para conter o que chamou de ‘loucura assassina’ na Líbia. “Nosso dever é apoiar os povos árabes. Nossa determinação é total”, disse.

Zona de exclusão aérea já funciona na Líbia

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O chefe das Forças Armadas dos EUA, almirante Mike Mullen, disse neste domingo, 20, que a zona de exclusão aérea prevista pelo Conselho de Segurança da ONU já foi implementada na Líbia. Segundo ele, as tropas do ditador Muamar Kadafi recuaram e já não atacam mais Benghazi, a capital rebelde.

“As operações de ontem foram muito bem. “Ele não tem tido mais aviões ou helicópteros no ar. Então, efetivamente, a zona de exclusão aérea foi implementada”, disse Mullen em entrevista à rede de TV ABC.

Ainda de acordo com o almirante, no entanto, ainda há a probabilidade que o ditador mantenha-se no poder, apesar da intervenção militar no país. “Kadafi terá de fazer algumas escolhas no futuro”, afirmou.

De acordo com o Pentágono, os ataques continuam neste domingo. A defesa antiaérea do ditador e forças terrestres foram bombardeadas por caças AV-8B Harriers da Marinha americana.

O comando militar francês, por sua vez,  informou que o porta-aviões Charles de Gaulle está a caminho da Líbia. Duas fragatas francesas já operam no Mediterrâneo. Os ataques aéreos da Força Aérea Francesa contra forças de Kadafi continuam.

Kadafi ameaça

Mais cedo, Kadafi voltou a falar sobre o bombardeio liderado pelas potências ocidentais e prometeu uma ‘guerra longa’ contra elas. “Não deixaremos nossa terra e a libertaremos”, declarou. A rede de televisão transmitiu a voz de Kadafi, mas não mostrou as imagens do líder da nação africana.

Uma coalizão formada por EUA, França, Reino Unido, Itália e Canadá deu início no sábado, 19, a uma intervenção militar no país, sob mandado da resolução 1973 do Conselho de Segurança das Nações Unidas. A medida prevê a criação de uma zona de exclusão aérea na Líbia e a tomada de ‘quaisquer medidas necessárias’ para impedir o massacre de civis pelas tropas de Kadafi.

França anuncia intervenção na Líbia

Categoria: Mundo

Presidente francês, Nicolas Sarkozy, anuncia início da intervenção militar na Líbia (Foto: Patrick Baz/AFP PHOTO)

Presidente francês, Nicolas Sarkozy, anuncia início da intervenção militar na Líbia (Foto: Patrick Baz/AFP PHOTO)

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, anunciou neste sábado, 19, o início da intervenção militar na Líbia para a imposição de uma zona de exclusão aérea e medidas para proteger a população civil dos ataques do ditador Muamar Kadafi. A ação foi aprovada na quinta-feira à noite pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas.

“Nossos aviões já estão impedindo ataques aéreos em Benghazi”, disse Sarkozy. Segundo o presidente francês, as primeiras ações serão executadas por França, Reino Unido, EUA, Canadá e países árabes.

Sarkozy acusou Kadafi de desdenhar os ultimatos internacionais e prometeu agir para conter o que chamou de ‘loucura assassina’ na Líbia. “Nosso dever é apoiar os povos árabes. Nossa determinação é total”, disse.

Ultimato

Na sexta, o governo líbio declarou um cessar-fogo e convidou observadores internacionais para verificá-lo. Os rebeldes, no entanto, denunciaram que os ataques continuam. O presidente americano, Barack Obama, foi à público e deu um ultimato a Kadafi. 

Ele exigiu que o cessar-fogo fosse completo e imediato e ordenou o fim de todos os ataques contra os rebeldes que lutam pela queda de Kadafi. O americano mandou Kadafi se retirar de Benghazi, Misrata, Ajdabiya, Az-Zawyia e reestabelecer fornecimento de gás, e petróleo em todas as áreas do país.

“Esses termos não são negociáveis. Se Kadafi não respeitar a resolução, aplicaremos seus termos por meio de uma intervenção militar”, ameaçou Obama.

Ataque a Benghazi

Hoje pela manhã, tanques das forças do coronel Muamar Kadafi entraram na cidade de Benghazi, no leste da Líbia, palco de combates sustentados durante a madrugada deste sábado. Imagens mostradas pela TV Al-Jazira mostraram partes de Benghazi sob uma nuvem de fumaça. Um avião caça foi abatido neste sábado sobre a cidade de Benghazi, no leste da Líbia. Ainda não se sabe se o caça era dos rebeldes ou de forças do governo.

(Do estadão.com.br)

Repórter do Estado é solto na Líbia

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OUÇA AQUI ENTREVISTA PARA RÁDIO ELDORADO

O repórter Andrei Netto, enviado especial do Estado à Líbia, foi libertado nesta quinta-feira, 10. Ele está abrigado na casa do embaixador brasileiro em Trípoli, George Ney Fernandes. Ele esteve preso por oito dias, após ter sido capturado por tropas leais ao ditador Muamar Kadafi. Netto está bem de saúde e deve deixar a Líbia na sexta.

O Estado havia perdido todo contato direto com Netto. Até domingo, o jornal recebia informações indiretas de que seu repórter estava bem, escondido na região de Zawiya – cenário de violentos confrontos entre Kadafi e os insurgentes, a 30 quilômetros de Trípoli. A comunicação direta com a redação – por meio de telefonemas e e-mails – havia sido propositadamente cortada por segurança, afirmavam fontes líbias.

Desde a última semana, O Estado tem acionado  diversas entidades internacionais, como  o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICR), a ONU e a ONG Repórteres Sem Fronteiras (RSF), além do governo brasileiro, a Embaixada da Líbia no Brasil,e vários veículos de comunicação nacionais e internacionais no sentido de garantir a integridade física e segurança do repórter.

Repórter do ‘Estado’ preso na Líbia está sendo libertado, diz embaixada

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O embaixador da Líbia no Brasil, Salem Omar Abdullah Al-Zubaidi, informou nesta quinta-feira, 10, aos senadores Paulo Paim (PT-RS) e Eduardo Suplicy (PT-SP) que o correspondente do Estado em Paris Andrei Netto, preso na Líbia durante a cobertura dos confrontos entre rebeldes e forças do regime de Muamar Kadafi, está sendo libertado.

A conversa aconteceu há pouco, por telefone, durante a reunião da Comissão de Direitos Humanos do Senado, que é presidida por Paim. “Todas as autoridades da Líbia estão tomando as providências para que ele seja libertado”, afirmou o senador Paim, repetindo as palavras que ouviu por telefone do embaixador.

Segundo os senadores, o embaixador disse que ele foi preso por não ter preenchido corretamente os documentos para entrar no país. A conversa com o embaixador se deu minutos depois da comissão ter aprovado uma moção de solidariedade do Senado ao Grupo Estado de São Paulo pela apreensão provocada com o desaparecimento do jornalista.

 O Estado havia perdido todo contato direto com Netto. Até domingo, o jornal recebia informações indiretas de que seu repórter estava bem, escondido na região de Zawiya – cenário de violentos confrontos entre Kadafi e os insurgentes, a 30 quilômetros de Trípoli. A comunicação direta com a redação – por meio de telefonemas e e-mails – havia sido propositadamente cortada por segurança, afirmavam fontes líbias.

 Desde a última semana, O Estado tem acionado  diversas entidades internacionais, como  o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICR), a ONU e a ONG Repórteres Sem Fronteiras (RSF), além do governo brasileiro, a Embaixada da Líbia no Brasil,e vários veículos de comunicação nacionais e internacionais no sentido de garantir a integridade física e segurança do repórter.

Repórter do ‘Estado’ está preso na Líbia

Categoria: Mundo

O repórter Andrei Netto, correspondente do Estado em Paris que estava na Líbia cobrindo os confrontos entre rebeldes e forças do regime de Muamar Kadafi, está preso a oeste da capital Trípoli. A embaixada brasileira está tomando as providências para liberá-lo.

 O Estado havia perdido todo contato direto com Netto. Até domingo, o Estado recebia informações indiretas de que seu repórter estava bem, escondido na região de Zawiya – cenário de violentos confrontos entre Kadafi e os insurgentes, a 30 quilômetros de Trípoli. A comunicação direta com a redação – por meio de telefonemas e e-mails – havia sido propositadamente cortada por segurança, afirmavam fontes líbias.

 O governo brasileiro, a Embaixada da Líbia no Brasil, o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, a ONU e vários veículos de comunicação do Brasil e do mundo estão colaborando no sentido de garantir a integridade física e segurança do repórter.

‘Estado’ perde contato com repórter na Líbia

Categoria: Mundo

O jornal O Estado de S. Paulo perdeu há uma semana todo contato direto com seu repórter Andrei Netto, correspondente em Paris que estava no oeste da Líbia cobrindo os confrontos entre rebeldes e forças do regime de Muamar Kadafi. Segundo informações não confirmadas obtidas nesta quarta-feira pelo jornal, Netto teria sido preso pelo governo, juntamente com um outro jornalista e um guia líbio que os auxiliava.

Até domingo, o Estado recebia informações indiretas de que seu repórter estava bem, escondido na região de Zawiya – cenário de violentos confrontos entre Kadafi e os insurgentes, a 30 quilômetros de Trípoli. A comunicação direta com a redação – por meio de telefonemas e e-mails – havia sido propositadamente cortada por segurança, afirmavam fontes líbias.

Nesta quarta, porém, novas informações indicavam que Netto tinha sido preso na região de Zawiya. Em conversa por telefone com o Estado, o vice-chanceler da Líbia, Khaled Qaim, disse que a notícia da prisão era “provavelmente correta”. Ele já estava informado sobre o assunto antes de ser contatado pelo jornal e se comprometeu a ajudar a localizar o brasileiro. Até o ínicio da noite desta quarta, porém, Trípoli não tinha confirmado oficialmente a detenção.

O governo brasileiro, a Embaixada da Líbia no Brasil, o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, a ONU e vários veículos de comunicação do Brasil e do mundo estão colaborando com o Estado no sentido de garantir a integridade física e segurança do repórter, bem como sua saída imediata e em segurança da Líbia. A família do repórter – que tem 34 anos e é gaúcho de Ijuí – está em contato direto com o jornal.

Netto entrou em território líbio pela fronteira da Tunísia no dia 19, dias após o início dos confrontos entre Kadafi e opositores. Pouco a pouco, ele foi avançando na direção de Trípoli, mas parou em Zawiya, onde se intensificaram os confrontos.

A cidade, que havia sido tomada pelos rebeldes, foi sitiada por soldados leais ao governo há uma semana. Em seguida, forças da brigada Khamis – tropa de elite comandada por um dos filhos de Kadafi – realizaram várias investidas contra Zawiya.

Correspondente do Estado em Paris desde 2006, Netto tem experiência em grandes coberturas internacionais, como o terremoto de L’Áquila, na Itália, o acidente do voo 447 Rio-Paris da Air France e cúpulas do G-20.

Aviões retomam ataques na Líbia

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Cairo – A Força Aérea líbia bombardeou nesta terça-feira, 22, vários setores de Trípoli como parte de uma ofensiva aos protestos na capital líbia contra o regime de Muammar Kadafi, informou a rede de televisão “Al-Jazira”.

Conforme testemunhas citadas pela emissora, nas operações participam mercenários que se somaram às forças militares e de segurança da Líbia para reprimir os protestos.

 A rede revelou que em um bairro ao leste de Trípoli ainda era possível ver corpos nesta terça nas ruas. Na véspera, 61 pessoas foram mortas pela repressão aos protestos públicos em Trípoli.

“Os aviões de guerra e os helicópteros estão bombardeando indiscriminadamente um setor após outro. Há muitos mortos”, disse um das testemunhas citados pela “Al-Jazira”, Adel Mohammed Saleh. Formam vistos ainda helicópteros militares transportando mercenários.

Enquanto isso, a cidade oriental de Benghazi, a segunda maior do país, segue nesta terça sob controle dos manifestantes contra o regime, depois que os quartéis fossem abandonados pelos soldados.

Na noite de segunda, Kadafi fez um breve pronunciamento na rede de televisão estatal, desmentindo rumores de que estaria na França ou na Venezuela e afirmando que se encontrava na capital do país.

O dia de ontem foi especialmente violento na Líbia, com aviões e helicópteros militares bombardeando áreas onde os manifestantes se concentravam. Mercenários contratados pelo governo também dispararam contra a população que estava nas ruas, matando cerca de 250 pessoas em apenas um dia, segundo fontes médicas. Kadafi é acusado pelas Nações Unidas de genocídio e crimes contra a humanidade.