Monges flagrados em hotel jogando e bebendo
- 15 de maio de 2012 |
- 20h15 |
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Categoria: Mundo
Monges budistas da ordem Jogye – a mais numerosa da Coreia do Sul – iniciaram cem dias de penitência. Motivo: eles foram flagrados, em um hotel de luxo, jogando pôquer a dinheiro, fumando e tomando bebidas alcoólicas.
O caso ocorreu na sexta-feira, quando redes sul-coreanas de televisão transmitiram imagens de monges jogando pôquer, alguns fumando e bebendo, depois de se reunirem em um hotel de luxo, em Seul, para o funeral de outro religioso da ordem.
“As apostas para as 13 horas de jogo eram de o equivalente a cerca de R$ 2 milâ€, disse Seongho, um monge da Jogye que se identificou apenas por um nome.
Jogar fora de cassinos licenciados e pistas de corridas de cavalos é ilegal na Coreia do Sul e desaprovado pelos lÃderes religiosos.
“Basicamente, as regras budistas dizem para não roubar. Olhe para o que eles fizeram. Eles abusaram de dinheiro de budistas para jogarâ€, afirmou Seongho.
O comportamento dos monges supostamente abstêmios levou à especulação da mÃdia coreana de que há uma divisão de poder dentro da ordem.
Seongho disse que tinha obtido um pen drive que contém um vÃdeo de uma câmera escondida no hotel. O religioso não revelou quem era sua fonte por causa de recentes ameaças que, garante, estão sendo feitas contra ele.
Jogye, o chefe da ordem, que possuiu por volta de 10 milhões de seguidores, ou cerca de um quinto da população, fez um pedido público de desculpas, prometendo “arrependimentoâ€.
A penitência começou ontem. Os religiosos afirmam que passarão cem dias nos quais realização 108 reverências diárias como forma de arrependimento.
O escândalo se somou a outro, publicado na internet anteontem. Nele, um homem vestido de monge budista aparece saltando o muro de uma casa, em Seul, e matando um cão a pauladas.
O perigo das ‘pÃlulas de anjos’
- 8 de maio de 2012 |
- 23h59 |
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Categoria: Mundo
A Coreia do Sul intensificou a luta contra o contrabando de pÃlulas, procedentes da China, que contêm pó de carne humana, supostamente para curar doenças e melhorar o desempenho sexual.
Nos últimos nove meses, a alfândega de Seul interceptou mais de 17 mil cápsulas com as chamadas “pÃlulas de anjosâ€, contendo pó de carne seca retirada de fetos ou bebês natimortos. Estas cápsulas foram descobertas em pacotes enviados pelo correio ou durante apreensões nos aeroportos.
De acordo com reportagem do jornal inglês Daily Mail, os envolvidos no esquema levam os corpos dos bebês e os armazenam nas geladeiras de suas casas.
Depois, os cadáveres são removidos e transladados para clÃnicas e colocados em um micro-ondas de secagem, instrumento usado na indústria farmacêutica.
Segundo um documentário sul-coreano, as clÃnicas de aborto na China repassam os corpos dos bebês para as companhias, que fazem a substância. Cada pÃlula contêm 99,7% de carne humana em sua composição.
“Introduzir estas drogas no paÃs viola a lei que proÃbe produtos que ferem a dignidade humana e os valoresâ€, declarou à agência France Presse Kim Soo-Yeon, um funcionário da alfândega de Seul. Cada comprimido custa o equivalente a cerca de R$120.
A maioria das pÃlulas veio de cidades do nordeste da China, como Jilin e Yanji. Elas foram destinadas a clientes sul-coreanos. Várias estavam escondidas em pacotes contendo medicamentos “regularesâ€, disse Kim.
As autoridades da Coreia do Sul aumentaram o controle dos voos provenientes de “certas regiões chinesas†e realizam análises mais rigorosas das bagagens.
Por enquanto, as pessoas detidas não parecem pertencer a uma rede estabelecida. Muitos dos presos asseguraram desconhecer a composição desses “medicamentosâ€.
Além do aspecto ético, a alfândega alerta para o perigo de bactérias e outros organismos prejudiciais que podem estar nas pÃlulas.
A descoberta da droga foi feita em agosto do ano passado, mas só foi divulgada recentemente. As autoridades chinesas dizem ter reforçado a fiscalização desde então.
Historicamente, algumas pessoas na China consomem placenta humana para aumentar a quantidade de sangue no corpo e melhorar a circulação. Existe uma grande demanda por medicina alternativa chinesa e os remédios incluem até chifre de rinoceronte.
Dinheiro sujo em plantação de alho
- 12 de abril de 2011 |
- 21h55 |
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Categoria: Mundo
A polÃcia da Coreia do Sul fez uma apreensão insólita: descobriu o equivalente a R$ 16 milhões enterrados em uma plantação de alho na cidade de Gimje, no sudoeste do paÃs. As autoridades suspeitam que o dinheiro seja resultado de apostas ilegais feitas na internet.
De acordo com a agência de notÃcias Yonhap, os policiais acreditam que o dono da plantação, cunhado de dois irmãos acusados de ganhos ilegais com jogos ilegais, tenha ajudado a enterrar o dinheiro. Depois, ele teria pego parte da quantia para si.
Um dos dois irmãos acusados já estava na cadeia antes da descoberta. Imagens de televisão mostram a lavoura da qual foram desenterradas dúzias de sacos plásticos repletos de cédulas.
Segundo a polÃcia, os dois irmãos, pressionados pelas investigações sobre jogos ilegais, pediram ao cunhado, identificado apenas como Lee, que escondesse seus ganhos na plantação. O produtor teria trabalhado dia e noite para enterrar o dinheiro.
No entanto, de acordo com as autoridades, foi a própria ganância de Lee que o levou a ser pego. Primeiro, sem dizer nada aos cunhados, ele pegou 400 milhões de won (cerca de R$ 580 mil).
Depois, acusou um trabalhador que o ajudou na lavoura de roubar parte do dinheiro. Alegando ter sido falsamente acusado pelo crime, o homem foi à polÃcia, o que levou a uma investigação sobre a plantação de alho.
As autoridades interrogaram familiares de Lee, o que as levou a descobrir dinheiro escondido em um carro e em um apartamento.
De acordo com a Yonhap, os 11 bilhões de won enterrados na plantação eram apenas parte de um total de 17 bilhões de won ganhos pelos cunhados de Lee ao operar um site de jogo ilegal, cujos servidores ficavam em Hong Kong.
“Nós vasculhamos todo o campo e não acreditamos que haja mais dinheiro lá. Nós vamos estimar o valor do dinheiro descoberto e interrogar o irmão, que já está preso sobre os lucros ilegaisâ€, disse um investigador à rede BBC. A polÃcia deverá confiscar o dinheiro e buscar um mandado de prisão contra Lee.
Sexo no consulado: por segredos
- 9 de março de 2011 |
- 23h46 |
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Categoria: Mundo
A Coreia do Sul abriu uma investigação para apurar um suposto escândalo envolvendo a troca de favores por sexo com uma mulher – que pode ser espiã –, dentro do consulado de Xangai (China).
Segundo a imprensa sul-coreana, três diplomatas do paÃs foram chamados de volta à capital, Seul, por acusações de ter concedido favores, e passado segredos de Estado, a uma mulher chinesa com quem mantinham relações sexuais. Outros funcionários do consulado estão sendo investigados.
Os diplomatas investigados no episódio teriam concedido vistos sul-coreanos a clientes da mulher, vazado informações confidenciais e, supostamente, até o número do telefone celular do presidente Lee Myung-bak.
‘Caso escandaloso’
Em Seul, o ministro sul-coreano de Relações Exteriores, Kim Sung-hwan, pediu desculpas diante do Parlamento pelo que chamou de “caso escandaloso†e prometeu uma investigação completa e a punição dos culpados.
Ainda não estaria claro se a suspeita – que foi rapidamente apelidada de “sereia sexy†e femme fatale – apenas usava táticas heterodoxas para obter vistos ou se desempenhava missões mais importantes, como espiã.
Segundo a rede BBC, não foram divulgadas informações sobre a identidade da mulher, nem o que aconteceu com ela após a descoberta do escândalo. O caso foi revelado pelo marido da suspeita, um empresário sul-coreano.
Cara nova na sala de aula: um robô
- 29 de dezembro de 2010 |
- 22h06 |
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Categoria: Ciência
A Coreia do Sul está testando robôs em salas de aula. O projeto piloto levou 29 androides, de 1 metro de altura, para ensinar inglês a jovens e crianças. Eles são controlados remotamente por professores, nas Filipinas.
Como as máquinas dispõem de uma TV que exibe o rosto de uma mulher, câmeras detectam as expressões faciais dos professores e as refletem nesse rosto. O s professores de Daegu (a 240 quilômetros de Seul) conseguem ver e ouvir os estudantes por meio de um sistema de controle remoto.
Além da leitura de livros, os robôs usam um software pré-programado para cantar músicas e jogar games com os alunos.
Segundo uma porta-voz da Secretaria de Educação da cidade, os robôs ainda estão sendo testados, mas o governo estuda utilizá-los por um perÃodo maior.
“Ter estes equipamentos em sala de aula deixa os alunos mais participativos, especialmente os mais tÃmidos, que têm medo de falarâ€, explicou a porta-voz. Ela também afirmou que a ideia não é substituir os professores humanos, mas atualizar o sistema de ensino e dar aos alunos formas mais interessantes de aprendizado.
Coreias: Seul dispara. Pyongyang recua
- 20 de dezembro de 2010 |
- 21h23 |
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Categoria: Mundo
A Coreia do Norte disse que não valeria a pena reagir à s “provocações irresponsáveis†da Coreia do Sul, que fez exercÃcios militares próximos da fronteira marÃtima em disputa pelos dois paÃses. O governo de Pyongyang tinha ameaçado com retaliação caso Seul usasse munição real nos exercÃcios. Mas, horas depois, o comando militar norte-coreano recuou.
A simulação na ilha sul-coreana de Yeonpyeong foi uma resposta ao bombardeio norte-coreano do dia 23, que matou quatro pessoas – dois soldados e dois civis sul-coreanos – na mesma ilha, depois de Seul ter realizado exercÃcios com munição real. As novas manobras deveriam ter ocorrido no fim de semana, mas foram adiadas por causa do mau tempo. O governo ordenou aos moradores da ilha que se refugiassem em abrigos antiaéreos durante os exercÃcios.
Pelo menos 20 militares americanos participaram das simulações militares de hoje, dia 20. Os EUA têm protegido a Coreia do Sul desde a Guerra das Coreias, na década de 50. Mais de 28 mil soldados americanos estão instalados em território sul-coreano.
Analistas polÃticos especularam porque o Norte optou por não repetir o ataque de novembro após os exercÃcios, a cerca de 15 quilômetros do território norte-coreano. Alguns acreditam que o inesperado recuo de Pyongyang faz parte de uma estratégia para atrair a Coreia do Sul e os EUA para negociações.
Segundo analistas em Seul, Pyongyang está desesperada para que sejam retomadas as doações de alimentos, interrompidas por Seul neste ano, e quer garantias de segurança de Washington enquanto o ditador Kim Jong-il tenta fazer com que seu filho, Kim Jong-un, seja seu sucessor.
Coreia: lágrimas e gritos de vingança
- 27 de novembro de 2010 |
- 20h29 |
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Categoria: Mundo
A Coreia do Sul enterrou hoje, dia 27, com pedidos de vingança, duas vÃtimas militares mortas no ataque norte-coreano da última terça-feira, enquanto cresce a tensão na região com o inÃcio, amanhã, das manobras navais conjuntas entre tropas do paÃs e dos EUA.
Diante dos familiares, militares e polÃticos despediram-se do sargento Seo Jeong-woo, de 22 anos, e o cabo Moon Kwang-wook, de 20 anos. Na celebração religiosa era possÃvel escutar vozes de oficiais e soldados exigindo vingança do governo pela morte dos dois soldados no bombardeio de 23 de novembro, à ilha de Yeonpyeong, no qual também morreram dois civis sul-coreanos.
A Coreia do Sul prepara-se para iniciar manobras conjuntas com os EUA. As forças americanas garantiram que os exercÃcios estavam planejados antes do ataque norte-coreano.
As autoridades da Coreia do Norte acusaram Washington de promover o confronto entre as duas Coreias de maneira premeditada, para aumentar sua presença militar na região.
Pyongyang lamentou a morte de civis no incidente armado na terça-feira e acusou a Seul de utilizar a população da ilha como “escudos humanosâ€, já que seu ataque ia dirigido à base militar.
Além disso, garantiu que os mais de cem obuses lançados em direção rumo ao território sul-coreano foram em resposta a disparos sul-coreanos em suas águas territoriais, durante as manobras navais anuais da Coreia do Sul na zona, algo que Seul nega.
Os exercÃcios navais conjuntos, uma demonstração de força diante da Coreia do Norte em uma área especialmente delicada, contarão com a presença do porta-aviões nuclear USS George Washington, procedente do Japão, com 6 mil marines e 75 caças de combate a bordo.
A China expressou preocupação com os exercÃcios e diz que eles elevam a tensão na região, enquanto Washington pressiona para que Pequim deixe de proteger seu aliado norte-coreano.
Apesar da presença militar se concentrar perto da cidade de Taean – região do Mar Amarelo a cem quilômetros da ilha de Yeonpyeong –, a Coreia do Norte advertiu que as manobras militares levarão à PenÃnsula de Coreia à beira da guerra.
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ataque, Coreia do Norte, Coreia do Sul, Estados Unidos, Manobras militares, Militares mortos
Bombardeio derruba ministro
- 25 de novembro de 2010 |
- 20h34 |
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Categoria: Mundo
O bombardeio norte-coreano à ilha de Yeonpyeong, na terça-feira, fez hoje, dia 25, mais uma vÃtima. O ministro sul-coreano da Defesa, Kim Tae-young, renunciou após intensos protestos contra a resposta de Seul ao ataque. A demissão coincidiu com a promessa do presidente da Coreia do Sul, Lee Myung-bak, de aumentar o número de militares em Yeonpyeong.
Kim já havia sido bastante criticado pela falta de ação em março, quando a corveta sul-coreana Cheonan foi afundada pela Coreia do Norte, na mesma região – 46 marinheiros sul-coreanos morreram no ataque. Segundo fontes do governo, o presidente Lee aceitou a renúncia para melhorar o ambiente entre os militares.
A Coreia do Norte alertou para mais bombardeios caso o Sul faça “qualquer provocação militar imprudenteâ€. “Se os provocadores sul-coreanos não voltarem à razão e cometerem outra provocação militar precipitada, nosso Exército realizará uma segunda e uma terceira séries de poderosos ataques retaliatórios sem hesitaçãoâ€, disse um representante do Exército norte-coreano, que não teve o nome divulgado.
Os norte-coreanos acusam o paÃs vizinho de ter provocado o ataque. Seul reconheceu que fez disparos de artilharia, mas negou que qualquer peça tenha caÃdo em território norte-coreano.
Para Pyongyang, os EUA também são responsáveis pela tensão e pelos disparos que mataram quatro sul-coreanos na terça-feira. A Coreia do Norte acuso os americanos de terem traçado uma “fronteira marÃtima ilegal†entre os dois paÃses após a Guerra da Coreia (1950-53).
“O Mar da Coreia Ocidental (Mar Amarelo) tornou-se um lugar perigoso, onde o risco de confrontação e combates entre o Norte e o Sul é persistente, apenas porque os EUA traçaram unilateralmente a ilegal Linha do Limite ao Norteâ€, reclamou o mesmo militar norte-coreano.
Seul anunciou ontem que aumentará seu contingente militar em Yeonpyeong e outras quatro ilhas do Mar Amarelo. O confronto entre as duas Coreias, nos anos 50, o primeiro grande conflito armado da Guerra Fria, terminou com um armistÃcio e sem um acordo de paz formal – o que deixa os dois paÃses, tecnicamente, ainda em guerra.
Porta-aviões rumo à Coreia
- 24 de novembro de 2010 |
- 22h31 |
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Categoria: Mundo
Um dia depois de a Coreia do Norte atacar a ilha sul-coreana de Yeonpyeong, o porta-aviões americano USS George Washington partiu em direção à região. De domingo a quarta-feira, EUA e Coreia do Sul planejam realizar manobras militares conjuntas. Segundo o Pentágono, a ação havia sido programada antes do bombardeio de terça-feira.
“É um exercÃcio de natureza defensivaâ€, disse, em comunicado, o comando das forças dos EUA na Coreia do Sul. “Embora já tivesse sido planejado antes dos ataques, demonstra a força da aliança dos EUA com a Coreia do Sul e o nosso compromisso com a estabilidade regional por meio da dissuasão.â€
A Coreia do Norte acusou ontem o paÃs vizinho de conduzir a região para “uma guerra†com “inconsequentes provocações militaresâ€. Pyongyang também criticou Seul por adiar o envio de ajuda humanitária aos norte-coreanos. O comunicado norte-coreano, porém, não fez referência à s manobras militares.
O governo sul-coreano informou que foram encontrados em Yeonpyeong os corpos de dois civis que teriam morrido em razão dos ataques. Com isso, sobe para quatro o número de sul-coreanos mortos. A morte dos civis aumentou o ressentimento dos sul-coreanos contra o paÃs vizinho.
O governo da Coreia do Sul tem sido criticado pela lenta resposta ao ataque. As queixas são parecidas com as que foram feitas após o Norte ter afundado a corveta sul-coreana Cheonan, em março, matando 46 marinheiros.
O ministro sul-coreano da Defesa, Kim Tae-young, está sob pressão. Parlamentares acusam o governo de não ter adotado medidas retaliatórias mais rápidas e fortes contra o vizinho do Norte. “Lamento que o governo não tenha desfechado um pesado bombardeio com jatos de combate durante a segunda rodada de disparos do Norteâ€, disse o deputado Kim Jang-soo, ex-ministro da Defesa.
O bombardeio de terça-feira foi o maior na região desde o fim da Guerra da Coreia. Também foi o primeiro a causar mortes de civis desde um atentado contra um avião sul-coreano, em 1987.
O chefe do Estado-Maior Conjunto americano, o almirante Michael Mullen, afirmou que a ação militar da Coreia do Norte está ligada à sucessão do presidente norte-coreano Kim Jong-il. “Acreditamos que o bombardeio esteja vinculado à sucessão em favor desse jovemâ€, disse Mullen, referindo-se a Kim Jong-un, o filho do lÃder supremo da Coreia do Norte.
O Departamento de Estado dos EUA também descartou a hipótese de Pyongyang estar interessada numa guerra aberta. “Foi um ato único e premeditadoâ€, afirmou Philip Crowley, porta-voz da chancelaria americana. “Mas não acreditamos que a Coreia do Norte esteja se preparando para um confronto mais amplo.â€
Pessão
Os EUA iniciaram uma pressão diplomática, sobre Pequim, para que o governo chinês use sua influência e controle as ações da Coreia do Norte, seu tradicional aliado. “A China tem um papel essencial para levar a Coreia do Norte a uma mudança radicalâ€, afirmou Philip Crowley, porta-voz do Departamento de Estado. “Os chineses devem enviar uma mensagem direta ao regime norte-coreano.â€
“A China leva esse incidente muito a sério e expressa dor e pesar pela perda de vidas e propriedadesâ€, disse Hong Lei, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China.
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Coreia do Norte anuncia rompimento total de relações com Coreia do Sul
- 25 de maio de 2010 |
- 11h34 |
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Categoria: Mundo
A Coreia do Norte anunciou nesta terça-feira, 25, que está rompendo todos os laços com a Coreia do Sul. As informações foram dadas pela agência de notÃcias estatal KCNA, que cita um porta-voz do Comitê de Reunificação de Pyongyang.
O anúncio é uma resposta às acusações de Seul de que militares norte-coreanos teriam afundado um navio da Marinha sul-coreana no fim de março, episódio que deixou 46 marinheiros mortos. O anúncio também foi publicado pela agência estatal da China, a Xinhua.
O episódio do navio elevou a tensão entre as duas Coreias, tecnicamente em guerra desde 1950, quando começou a Guerra da Coreia. O conflito, que terminou em 1953, nunca foi formalmente encerrado, e os dois lados permanecem apenas em trégua, embora haja atritos frequentemente.
Outra questão que gera impasse é o programa nuclear norte-coreano, considerado uma ameaça pelo sul. Pyongyang se recusa a retornar à mesa de negociações para abandonar os projetos atômicos e diz que só o fará se a Guerra da Coreia for encerrada formalmente.




