Amante de Kennedy lança livro
- 11 de fevereiro de 2012 |
- 23h13 |
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Categoria: Mundo
Marion “Mimi” Alford, ex-amante do presidente americano John F. Kennedy, nos anos 60, está publicando um livro nos EUA. Não se trata de qualquer obra. Ela revela detalhes apimentados da relação entre os dois.
Apenas partes do livro Once Upon a Secret (Era Uma Vez Um Segredo, em tradução livre) foram publicadas pela imprensa americana. Marion, de 69 anos, lembra do período em que os dois tiveram um romance. Na época, ela era estagiária na Casa Branca.
O caso começou quando Marion – na época seu nome de solteira era Mimi Beardsley – tinha 19 anos. Ela diz que perdeu sua virgindade com Kennedy em 1962, quando foi convidada para uma festa na piscina da Casa Branca. Kennedy assumiu a Presidência dos EUA em janeiro de 1961, cargo que ocupou até seu assassinato, em novembro de 1963.
Segundo o livro, o caso durou 18 meses, mesmo depois da estagiária ter deixado Washington. “Tive relações sexuais com o presidente poucos meses antes de ele ser assassinado. Eu era muito jovem, muito ingênua e inocente.”
Na obra ela diz ter consolado Kennedy depois da morte de seu filho, Patrick. O bebê morreu dois dias depois de nascer. “Havia uma pilha de cartas de pêsames no chão ao lado da cadeira, e ele pegava uma delas e lia em voz alta para mim.
Lágrimas corriam seu rosto, e ele fazia anotações nas cartas, provavelmente um esboço de resposta”, escreve ela. “Mas em geral ele só lia e chorava. E eu chorava também”, relembra.
A bela jovem, educada em conceituadas escolas privadas e aficionada por equitação, foi vista em companhia de Kennedy em inúmeras festas e chegou a voar em aviões da Força Aérea dos EUA, para se encontrar com ele, em locais turísticos onde o presidente cumpria sua agenda social de caráter político.
A escritora também afirma que na época da crise dos mísseis cubanos, no auge da Guerra Fria, Kennedy chegou a confidenciar a ela: “Eu prefiro que meus filhos sejam vermelhos (comunistas) do que mortos.”
Em um dos trechos publicados pelo jornal New York Post, ela diz que em uma festa Kennedy ofereceu a ela cápsulas amarelas. Kennedy não tomou os comprimidos, mas ela conta que ficou apavorada depois de ingerir a droga, pois passou a ter sensações estranhas. Marion suspeita que se tratava de nitrito de amila, usado como droga recreativa na época.
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