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Sexta-feira, 24 de Maio de 2013
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PSDB e PT buscam mais aliados

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A menos de um mês para o início do prazo de oficialização de candidaturas, PT e PSDB seguem a pleno vapor com as negociações para ampliar o leque de aliados em São Paulo. Mais do que reforçar a campanha, as parcerias darão aos candidatos um bom tempo no horário eleitoral gratuito, que começa a ser veiculado em agosto.

A política de alianças de ambos os partidos abriu espaço para legendas que não estavam no bolo de 2006 – como a adesão do PMDB aos tucanos e a do PDT aos petistas –, o que alterou significativamente a divisão minutos e segundos para rádio e TV.

Juntos, Geraldo Alckmin (PSDB) e Aloizio Mercadante (PT) devem chegar a 60% de todo o espaço dedicado à corrida ao Palácio dos Bandeirantes.

A situação nesta eleição para Alckmin é bem mais confortável do que a de 2006, quando o candidato a governador foi José Serra. Naquele ano, o PSDB não teve o PMDB como aliado – sigla que, isoladamente, tem o maior peso no horário eleitoral no País, quase um minuto e meio.

Por isso, tucanos comemoram neste ano uma aliança inédita na história do partido em São Paulo. Nunca numa eleição estadual estiveram juntos PSDB, PMDB e DEM. Estão garantidos 6 minutos e 47 segundos de exposição, tempo superior aos 5 minutos e 35 segundos de 2006.

Do lado petista, a máxima é a mesma. Mercadante celebra seu leque inédito na história da legenda no Estado. Em 2006, entrou na disputa apenas com PC do B e PR como aliados.

Desta vez atraiu o PDT com a vaga de vice, angariou nanicos e deixou portas abertas para o PP de Celso Russomanno e Paulo Maluf e o PSB de Paulo Skaf e Gabriel Chalita para o segundo turno.

Dirigentes petistas ressaltam a interlocução do governo federal com as legendas, o que consideram fato determinante para a entrada dos partidos na coligação.

O PDT proporcionou um aumento no tempo de TV, que deve ser utilizado por Mercadante para expor um raio X do período tucano à frente do governo estadual. “Tempo de TV é para quem tem conteúdo”, avisou o coordenador da campanha petista, Emídio de Souza.

Reforços
O PSDB ganhou o reforço de mais um aliado, o PPS. A oficialização da união ocorreu ontem. Em relação ao PTB, a tendência, por enquanto, é de apenas um apoio informal a Alckmin. O partido tem o senador Romeu Tuma candidato à reeleição e o PSDB não ofereceu vaga para abrigá-lo em sua chapa.

No PT, o leque está praticamente fechado e uma das vagas ao Senado deve ficar com o vereador e cantor Netinho de Paula (PCdoB). A outra candidatura é da ex-prefeita Marta Suplicy.

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