Em São Paulo, Dilma ‘cutuca’ Serra
- 7 de julho de 2010 |
- 14h26 |
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Categoria: Dilma Rousseff
Sem citar nomes, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, atacou a fama de centralizador do rival José Serra (PSDB), informa o repórter Plinio Teodoro. “Não sou dos que fazem tudo sozinho, orgulhoso, presunçoso, preciso de gente e equipe”, disse a petista, em discurso para cerca de mil pessoas, segundo a Polícia Militar, na Praça da Sé. Ela era esperada para uma caminhada na Rua Direita, no centro da capital, mas se atrasou e aguardou as lideranças da coligação paulista do PT chegarem à Praça da Sé. Lá, praticamente não caminhou; foi levada a um carro de som para discursar.
A petista ainda ironizou o aumento concedido pelo governo do Estado, ligado a Serra, aos benefícios sociais de Renda cidadã e do Ação Jovem, revelados pelo JT e que serão anunciados hoje. “Aqui em São Paulo os programas de transferência de renda diminuíram. No Brasil, não. Percebemos que, quando o povo consome, todo mundo ganha”, disse a petista, que afirmou ter tomado conhecimento do reajuste pela imprensa. Também presente ao evento, o vice da petista, Michel Temer (PMDB), exagerou ao dizer que a concentração de militantes “lembrava o Diretas Já, quando o Brasil reconquistou a democracia”.
Dilma está sendo aguardada na quadra da Unas, uma ONG em Heliópolis, zona sul da capital, onde almoçará com a equipe da campanha. Depois vai ao Instituto Baccarelli, também em Heliópolis, onde dará entrevista.
Na Câmara, PT tenta travar Kassab
- 7 de julho de 2010 |
- 12h01 |
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Categoria: Sem categoria
Enquanto a Copa acaba e a campanha eleitoral corre solta, na Câmara Municipal os petistas articulam,nesta quarta-feira (7), tática para “travar” o prefeito Gilberto Kassab (DEM) em 2011. O partido quer incluir, na votação do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o próximo ano, emenda limitando em 5% o porcentual de remanejamento que o prefeito poderá fazer no Orçamento de 2011. Normalmente, o governo pede e a Câmara dá 15%.
Para a estratégia dar certo, petistas contam com apoio do Centrão, bloco formado por diversas legendas, que anda às turras com Kassab. Integrante do grupo, porém, diz que as chances são pequenas. “Há indisposição contra o prefeito, mas nunca a LDO incluiu a margem de remanejamento do Orçamento. Qual seria a razão disso agora além de briga eleitoral?”, afirma. “O PT está querendo jogar para a torcida”. Com a votação da LDO, a Câmara encerra o semestre.
Em SP, programas copiam Lula e Serra
- 7 de julho de 2010 |
- 10h30 |
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Categoria: Geraldo Alckmin
Plínio Teodoro e Fábio Leite
Com poucas propostas concretas, os programas de governo registrados por Geraldo Alckmin (PSDB) e Aloizio Mercadante (PT) no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) reproduzem, em grande parte, ideais e ações adotadas por administrações de seus partidos. Enquanto o tucano abusa de termos como “ampliar” e “potencializar” para se referir a projetos que já vem sendo desenvolvidos nos 16 anos de gestão do PSDB no Estado, o petista aposta na transferência das políticas implementadas pelo presidente Lula no País, para, segundo ele, colocar São Paulo “em compasso com as transformações em curso no Brasil”.
Dividido em 11 temas, como Educação e Transportes, o programa de Alckmin lista 149 ações, das quais apenas 15 se referem a novas propostas. Entre elas estão a criação de cursos técnicos básicos de curta duração, a implementação do Programa Aluno em Tempo Integral e a construção de um novo Centro Olímpico.
Ontem, no primeiro ato de campanha, em Campinas, Alckmin propôs fazer da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) uma espécie de “BNDES da Habitação”. Em linhas gerais, o tucano quer terceirizar a construção de moradias populares estimulando a iniciativa privada e subsidiando as unidades às famílias com renda de até três salários mínimos. “Vamos multiplicar por quatro o número de unidades por ano (20 mil)”.
Colado no presidente
No programa petista, a primeira parte, chamada “O que Lula construiu no Brasil”, ressalta a “herança notável” deixada pelo petista, compara a estabilidade econômica “com inflação média inferior à do próprio FHC” e destaca o Bolsa Família como principal fator para retirada de 20 milhões de pessoas da pobreza extrema. “O exemplo de Lula guiará Mercadante na transformação de São Paulo”, diz o documento.
Na segunda parte, o programa dedica 8 das 32 páginas para listar fatores que, segundo os petistas, mostram que “São Paulo não acompanhou o Brasil”. O foco é a política de privatizações e concessões, que teriam sido omissas com a defesa dos interesses do Estado.
Entretanto, no espaço destinado a mostrar como “Mercadante vai mudar São Paulo”, o programa se prende a projetos já desenvolvidos pelo governo federal, como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida. Para finalizar, uma proposta polêmica “estimula a democracia na comunicação, apoiando a educação de mídias nas escolas e as resoluções aprovadas na Conferência Nacional de Comunicação”, que prevê o controle social dos meios de comunicação.
‘Bondades’ marcam início da campanha
- 6 de julho de 2010 |
- 23h59 |
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Categoria: Dilma Rousseff
A campanha à Presidência começou oficialmente ontem em ritmo de “bondades” concedidas pelo governo federal, ligado à candidata petista Dilma Rousseff, e o estadual, vinculado ao tucano José Serra. Na União, por limite legal, houve empenho (promessa de gastos) recorde no Orçamento no início de julho – entre os contemplados estão emendas parlamentares do PMDB, aliado petista. Já a administração paulista definiu que reajustará benefícios sociais.
Nos cinco primeiros dias de julho houve aumento de 157,4% dos empenhos de investimentos da União, na comparação com a média de liberada a cada cinco dias de junho, totalizando R$ 2,74 bilhões. A farra dos empenhos nos primeiros dias de julho já é rotina; a lei 9.504, de 1997, criou barreira para liberação de recursos em ano eleitoral. Para que não fique sem dinheiro para novos investimentos, o empenho deve ser feito 90 dias antes da disputa.
Os ministérios que mais “estocaram” recursos foram Saúde, Turismo, Integração Nacional, Cidades, Cultura e Transportes – pastas ligadas a projetos e obras com grande impacto social. Também foram reservadas verbas para emendas parlamentares. O PMDB foi o partido mais premiado: nos cinco primeiros dias de julho, políticos do partido tiveram empenho de R$ 39,2 milhões em emendas. O valor total empenhado em emendas foi de R$ 575 milhões.
Estado
Já o governo estadual anuncia hoje o reajuste de dois dos seus programas sociais: o Renda Cidadã e do Ação Jovem. Ambos estavam sem correção desde que Serra assumiu o Palácio dos Bandeirantes, em 2007. Também será anunciada a ampliação da renda das famílias que podem aderir ao Renda Cidadã. Os dois programas concedem R$ 60 por mês. O objetivo do reajuste é recompor as perdas com a inflação nos últimos anos.
A secretaria de Assistência Social afirmou que as medidas que serão anunciadas levam em consideração “as condições específicas do Estado, incluindo aí o custo de vida da população e a vulnerabilidade social dos beneficiários e elegíveis de programas sociais”. Advogados afirmaram que a lei é dúbia em relação à concessão de reajustes de benefícios.
TRE-SP já registrou 2.868 candidaturas
- 6 de julho de 2010 |
- 20h49 |
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Categoria: Sem categoria
O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) divulgou na noite desta terça-feira , 6, que já registrou 2.868 pedidos de registro de candidaturas. Até as 20 horas, o TRE-SP já havia lançado no sistema de Acompanhamento Processual os 2.868 pedidos de registro de candidatura, sendo nove para governador e nove vices, 45 para o Senado, incluindo senadores e suplentes, 1.097 para deputado federal e 1.708 para deputado estadual.

