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Domingo, 27 de Maio de 2012
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Tarde de decisão no Pacaembu

Categoria: Brasileirão, Corinthians, Santos FC

SANCHES FILHO
VÍTOR MARQUES

O resultado do clássico entre Corinthians e Santos, que será disputado, no Pacaembu, às 16h, dirá – e muito – o que se pode esperar das duas equipes até o fim do Campeonato Brasileiro.

Do Corinthians, que caiu para terceiro lugar com as vitórias de São Paulo e Vasco, aguarda-se um fim à instabilidade. Ao perde e ganha que vem desde a derrota por 1 a 0 para o Cruzeiro, na 11ª rodada, há dois meses. Se não der um basta à sequência de tropeços – vem de derrota para o Fluminense – ,o título que muitos davam como certo escapará pelas mãos.

Neste domingo, 18, o rival é o Santos, quarta-feira, será o São Paulo, no Morumbi. Ou seja: o Corinthians poderá ir do céu ao inferno num intervalo de quatro dias.

“Para mim, é um jogo que pode decidir o título nacional. Uma derrota, pela nossa pontuação, não nos tira o título. Mas uma vitória seria muito importante”, afirmou Tite.

Mesmo com dois jogos a menos, o Santos não tem mais margem para erros. O clássico se transformou num jogo que dirá se o título ainda é um sonho possível na Vila Belmiro ou se é melhor pensar logo no Mundial de Clubes, em dezembro.

Na classificação, faltando 15 jogos para o fim do campeonato, são 14 pontos que separam o Santos do Corinthians na tabela. Se perder, a diferença aumentará para 17.

A favor do Santos está a melhora de rendimento que o time mostrou nas últimas rodadas. São três vitórias nos últimos três jogos. A instabilidade do rival será um de seus trunfos.

“Dou 50% de possibilidades de vitória para cada, em razão de o momento do Corinthians não ser tão bom e pelos desfalques do Santos”, disse o zagueiro e capitão Edu Dracena.

Tite e Muricy também têm suas armas para saírem vencedores do clássico. O corintiano se apoia no elenco completo, sem desfalques, e no Pacaembu, que estará lotado, com 33 mil torcedores. Já o treinador santista tem ausências importantes como Ganso e Elano, machucados. Mas tem Neymar, que sozinho é capaz de definir a partida. O craque é a diferença.

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