Palmeiras vence a Ponte Preta
- 17 de março de 2012 |
- 21h22 |
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Categoria: Campeonato Paulista
Palmeiras não teve uma grande atuação na noite deste sábado, 17, no Pacaembu, mas fez o suficiente para bater a Ponte Preta por 2 a 1 e assumir provisoriamente a primeira colocação do Campeonato Paulista, ultrapassando o Corinthians. O rival ainda joga nesta 14.ª rodada, domingo, contra o Comercial, em Ribeirão Preto, e se vencer reassume a ponta.
Depois de abrir 2 a 0 com gols de Juninho e Marcos Assunção (de falta), o Palmeiras permitiu que a Ponte Preta descontasse com Ferron. No fim do jogo, os visitantes pressionaram, chegaram diversas vezes à área alviverde, mas não conseguiram o empate.
Dessa forma, o Palmeiras continua invicto no Campeonato Paulista e também na temporada, chegando agora a 19 jogos oficiais sem perder. No Estadual, até aqui, são nove vitórias e cinco empates, somando 32 pontos, contra 30 do rival Corinthians. A Ponte está em sétimo lugar, com 24.
O jogo
Luiz Felipe Scolari surpreendeu na escalação. Depois de indicar que jogaria com dois atacantes (Ricardo Bueno substituiria o suspenso Maikon Leite), Felipão preferiu usar dois meias. Assim, Daniel Carvalho fez companhia a Valdivia e Barcos ficou sozinho na frente.
Com dois minutos de jogo a escolha já se mostrou acertada. Daniel Carvalho enfiou bola para Juninho, que recebeu em velocidade na área e deu leve toque por cima de Lauro para fazer o primeiro. E festejar.
Superior, o Palmeiras marcaria o segundo gol nove minutos depois. Marcos Assunção cobrou falta de longe e surpreendeu o goleiro ao mirar o canto superior direto de Lauro, que, mal posicionado, não conseguiu voltar a tempo de impedir o gol por cobertura: 2 a 0. Tudo parecia fácil.
Marcos Assunção, depois, quase atrapalhou o time. Aos 16, ele saiu jogando errado e entregou a bola para Renato Cajá, que chutou de longe e Deola teve trabalho para salvar. E foi inspirado no volante alviverde que a Ponte chegou ao seu gol.
João Paulo bateu escanteio da direita, Ferron apareceu sozinho no meio da área e descontou de cabeça.
O segundo tempo foi bastante disputado. A Ponte não se intimidou em ir para o ataque e buscar o empate e, da mesma forma que foi perigosa, também abriu espaço para o Palmeiras tentar ampliar. As chances foram diversas, para os dois lados. Pelo Palmeiras, quem levava perigo era sempre Barcos, que tentou de tudo quanto foi jeito, sempre assustando Lauro.
A Ponte quase marcou num chute cruzado de Rodrigo Pimpão. Deola deu rebote, que caiu nos pés de Roger. O atacante chutou e Leandro Amaro salvou em cima da linha.
Em Jundiaí
O Palmeiras volta a campo quarta-feira, em Jundiaí, no jogo de volta da Copa do Brasil, contra o Coruripe-AL. Pelo Paulistão, a próxima partida é domingo, o clássico com o Corinthians, no Pacaembu, com mando alvinegro. A Ponte tem a mesma sequência: quarta recebe o Sapucaiense, do Rio Grande do Sul, pela Copa do Brasil, e sábado tem clássico com o Guarani, no Moisés Lucarelli.
PALMEIRAS 2 X 1 PONTE PRETA
Palmeiras – Deola; Artur, Leandro Amaro, Adalberto Roman e Juninho; Márcio Araújo (Chico), Marcos Assunção, João Vitor, Valdivia (Maurício Ramos) e Daniel Carvalho (Tinga); Barcos. Técnico – Luiz Felipe Scolari.
Ponte preta – Lauro; Guilherme, Ferron, Diego Sacomán e Uendel; João Paulo, Gérson (Márcio Diogo), Agenor (William Magrão) e Renato Cajá; Enrico (Rodrigo Pimpão) e Roger. Técnico – Gilson Kleina.
Gols – Juninho, aos 2, Marcos Assunção, aos 11, e Ferron, aos 37 minutos do primeiro tempo.
Árbitro – Flávio Rodrigues de Souza.
Cartões amarelos – Artur, João Paulo e Agenor.
Renda – R$ 579.772.
Público – 19.152 pagantes.
Local – Estádio do Pacaembu, em São Paulo.
Palmeiras e São Paulo empatam em 3 a 3
- 26 de fevereiro de 2012 |
- 19h36 |
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Categoria: Campeonato Paulista, Palmeiras, São Paulo
GONÇALO JÚNIOR
O empate entre Palmeiras e São Paulo por 3 a 3, ontem, em Presidente Prudente, resgatou o significado da palavra clássico. Cheio de reviravoltas no placar, belos lances e a busca pelo gol até os minutos finais, o jogo saiu da mesmice e provou que dois times grandes podem fazer uma partida técnica e vibrante. Não foi uma obra de arte, não teve Neymar ou Messi, mas mostrou um pouco da pompa que o desgastado termo exige.
A tarde calorenta de Prudente – termômetros na casa dos 33ºC, mas sensação térmica pra lá dos 40º C – impôs duas paradas técnicas ao longo do jogo. O Palmeiras preferiu o uniforme branco para obrigar o rival a usar listras escuras, mas a influência do sol escaldante terminou aí.
O Verdão entrou com três volantes e Felipão se apressou para explicar que daria mais consistência defensiva ao meio de campo, liberando Daniel Carvalho para a armação. A realidade aperfeiçoou os rascunhos da prancheta de Felipão logo aos cinco minutos, quando João Vítor, um dos volantes, foi ao ataque e acabou atropelado por Casemiro na entrada da área. Na cobrança da falta, quando todos esperavam o chute mortal de Marcos Assunção, Daniel Carvalho foi esperto e cobrou rasteiro no canto de Denis para abrir o placar. Com uma marcação mais encaixada – outro termo de Felipão – e uma saída rápida com Maikon Leite, o Palmeiras dominou o primeiro tempo.
O São Paulo dependia exclusivamente das jogadas de Cortez pelo lado esquerdo. Chegando ao fundo ou armando o time pelo meio, ele levou Felipão a coçar a cabeça duas ou três vezes e fez aquilo que o apagado Jadson não fez na primeira etapa.
Inconformado com a apatia dos meias, Leão pediu aos berros que Cícero fosse ao ataque. A esperança do técnico era que ele repetisse o desempenho da partida anterior, quando foi atacante perigoso e inspirado no empate com o Bragantino. A esperança virou premonição. No lance seguinte, com a movimentação de várias peças, Cícero completou o bom cruzamento de Casemiro para marcar seu quarto gol no Campeonato Paulista.
Golaço de Barcos – O empate, no entanto, não corrigiu a atuação ruim da defesa do São Paulo. A exemplo do que aconteceu em todo o primeiro tempo, os volantes marcavam mal, sobrecarregando os zagueiros, também pouco inspirados e atabalhoados. O segundo gol do Palmeiras, aos 37, foi o retrato desse caos. Barcos fez bela jogada individual dentro da área, driblando Paulo Miranda e Piris para fazer um golaço: 2 a 1.
O lance foi um emblema da maneira como Felipão quer ver o Palmeiras jogar. Depois de tanto procurar uma boa dupla de ataque, ele percebeu a liga que existe entre Maikon Leite e Barcos. O primeiro traz velocidade; o segundo, precisão na área.
Nas cordas com o domínio palmeirense, Leão encontrou um ponto frágil a explorar: o lado direito da defesa rival, com a atuação insegura de Cicinho. Além de escalar o arisco Fernandinho, pediu que Cortez continuasse a incomodar o lateral.
Aos nove minutos, Cortez foi derrubado por Cicinho dentro da área. Willian José, com uma atuação apenas razoável até então, bateu bem e fez seu oitavo gol no campeonato. E, depois do empate, Fernandinho continuou a infernizar a defesa palmeirense, que começou a fazer água. Depois de um contra-ataque que começou na esquerda e terminou em arrancada de Lucas, Cícero acertou o travessão em uma bela cobrança de falta.
Os melhores momentos do jogo ficaram para o epílogo, como em qualquer clássico. Aos 26, Barcos aproveitou bobeira da zaga e fez com classe. Quatro minutos depois, Fernandinho marcou um golaço de direita: 3 a 3.
Se alguém pedir um exemplo de clássico, o Palmeiras x São Paulo de 26 de fevereiro de 2012 cairá bem para a explicação.
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Barcos, Campeonato Paulista, Cícero, Daniel Carvalho, Emerson Leão, empate, Fernandinho, Luiz Felipe Scolari, Palmeiras, Presidente Prudente, São Paulo, William José
Felipão prevê evolução psicológica após virada
- 6 de fevereiro de 2012 |
- 13h23 |
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Categoria: Palmeiras
O técnico Luiz Felipe Scolari destacou a importância psicológica de o Palmeiras ter batido o Santos por 2 a 1, de virada, com dois gols nos minutos finais do clássico, na tarde do último domingo, em Presidente Prudente, pela quinta rodada do Campeonato Paulista. O treinador lembrou que o resultado serviu para o time ganhar mais confiança neste momento em que luta por afirmação e vem sendo cobrado por há tempos não conseguir alcançar resultados de expressão nas competições que disputa.
“(Essa vitória) muda o ânimo da equipe, muda a forma como a gente pode focar alguns assuntos, primeiro de uma forma diferente, como é o caso da convicção de acreditar (no resultado positivo) até o último minuto”, disse o treinador, para depois lembrar que a virada no placar também serviu como incentivo para os reservas que estão na luta por uma vaga na equipe titular.
“A vitória muda o espírito (do time) porque todos que entraram sentiram que deram a sua contribuição. E os que vão entrar sentem que fazem parte de um grupo, de uma equipe, não só de um time de 11 (jogadores). Pelo jogo que fizemos hoje (domingo), foi a melhor partida do campeonato”, comemorou.
O lateral-esquerdo Juninho, por sua vez, ressaltou a força mental do time palmeirense, que conseguiu a virada mesmo depois de ter sofrido um gol de Neymar já no segundo tempo. “O Palmeiras garantiu a vitória por causa da sua organização dentro de campo e não nos deixamos abater pelo gol. Espero que seja o começo de um ano maravilhoso para o Palmeiras. Fico feliz por ter marcado o gol e quero dedicar a todos os funcionários do clube”, ressaltou o jogador, que chutou a bola que Maranhão desviou para dentro do próprio gol santista e decretou o placar de 2 a 1 no último domingo.
Agora é para valer
- 24 de janeiro de 2012 |
- 23h01 |
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Categoria: Campeonato Paulista
DANIEL AKSTEIN BATISTA
Ao falar que “jogamos o suficiente para vencer na estreia”, Marcos Assunção deixa bem claro que o Palmeiras ainda precisa melhorar muito para sonhar com títulos em 2012. Bem verdade que o time começou o Estadual com vitória, mas o que se viu contra o Bragantino, no domingo, foi uma equipe com os mesmos defeitos e acertos do ano passado. E o panorama não deverá ser muito diferente disso hoje, às 22h, no Pacaembu, contra a Portuguesa.
O Palmeiras ainda é um time em formação. Dos reforços, apenas Juninho começará jogando hoje, na lateral esquerda. Os outros três jogadores contratados vieram para ser titulares, mas ainda não estão prontos para isso: Daniel Carvalho ficará no banco e o zagueiro Román e o atacante Barcos ainda precisam entrar em forma.
Com uma formação quase idêntica à de 2011, Luiz Felipe Scolari mantém também o estilo de jogo. Enquanto o time se baseia nos cruzamentos de Assunção e na habilidade de Valdivia, os pontos negativos continuam sendo a instabilidade da defesa e a falta de pontaria do ataque – Ricardo Bueno foi mal na última partida, mas deverá ser mantido na equipe.
Marcos Assunção, que completará hoje cem jogos pelo Palmeiras, tem os números a seu lado: em 99 partidas, anotou 21 gols e deu 24 assistências – foi dele, inclusive, o cruzamento para o primeiro gol do time no Estadual. Mesmo assim, o volante tenta diminuir a sua importância para a equipe, para não menosprezar os companheiros.
“Se eu faço um gol de falta ou de um cruzamento, não quer dizer que o Palmeiras é dependente do Marcos Assunção”, falou ele. “Eu não penso assim, só trabalho para ajudar.”
Assim como o volante, Valdivia é o outro jogador no qual a torcida deposita bastante esperança. E confiança é justamente o que não falta ao chileno. “É mais uma oportunidade para mostrar ao torcedor que eu sei jogar bola”, declarou o meia, um dos destaques do time no amistoso contra o Ajax (1 a 0) e no jogo contra o Bragantino.
Recuperado de lesões e se dizendo pronto para ter um 2012 diferente, sem tantas polêmicas, Valdivia promete empenho para não deixar que o ano seja novamente marcado por conquistas dos rivais. “É difícil ver o Corinthians e o Santos serem campeões e não a gente. Mas temos de trabalhar e nos esforçar mais. Mas vejo um bom ambiente aqui e estou sentindo que vamos ter uma boa temporada.”
Se o Palmeiras começou bem o ano, a Portuguesa tenta dar hoje a volta por cima. O time decepcionou na estreia ao ser derrotado pelo Paulista no Canindé (2 a 0) e promete atitude diferente no Pacaembu. Alerta no Palmeiras? “É um clássico e temos de ter muito respeito por eles. Vai ser um jogo difícil, mas temos de conseguir os três pontos”, disse Marcos Assunção.
Palmeiras volta a negociar com Jonas
- 18 de janeiro de 2012 |
- 13h35 |
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DANIEL BATISTA
Após acertar a contratação do centroavante que Felipão queria, o Palmeiras agora volta suas atenções para atender a outro pedido do treinador e trazer um lateral-direito. E o nome é Jonas, do Coritiba.
Ele chegou a negociar com o Verdão no fim do ano passado, mas optou pelo Santos. Como o clube da Vila não se acertou com o Coritiba, o presidente Arnaldo Tirone resolveu fazer uma nova investida.
O empresário do atleta, Felipe Pereira, disse ao JT que Jonas não desmereceu o Verdão. “A proposta do Palmeiras foi maior do que a do Santos, mas ele queria voltar a trabalhar com o Muricy. Eles trabalharam juntos no São Caetano.”
O vice-presidente Roberto Frizzo admite que já houve um novo contato. “Sei que retomamos a negociação, mas não sei em que situação está.”
Jonas está proibido de dar entrevista e espera ter o seu futuro definido até o fim da semana. “O Campeonato Paranaense e o Paulistão vão começar, então ele tem de saber onde vai jogar”, disse Pereira.
A possibilidade de Jonas chegar para ser reserva de Cicinho não o incomoda. “Ele estaria indo para um dos maiores clubes do Brasil e chegaria para disputar posição.”
Cicinho aprova a possível chegada do concorrente. “ É um grande jogador.”
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