Surpresa, Verdão!
- 13 de outubro de 2011 |
- 0h42 |
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Categoria: Brasileirão
Flamengo 1 x 1 Palmeiras - Para quem esperava um time covarde, abalado com tudo que aconteceu nas últimas horas no clube, se surpreendeu. O Palmeiras mostrou boa disposição e conseguiu um empate por 1 a 1 com o Flamengo, no Rio. Sob o ponto de vista de classificação, o resultado foi ruim, principalmente para um time que ainda falava em brigar pela Libertadores. Mas dentro das circunstâncias o empate teve de ser comemorado como um grande feito.
Parece que os jogadores do Palmeiras entraram mais leves em campo, não dando muita importância para as polêmicas envolvendo João Vitor e Kleber. Mas quem teve a melhor oportunidade no primeiro tempo foi o time de Luxemburgo.
A sorte ficou com dó de tudo que aconteceu com o Palmeiras nos últimos dias e resolveu dar uma ‘forcinha’ ao time. Léo Moura cruzou para a área, Bottinelli cabeceou na trave, no rebote Thiago Neves tentou de cabeça e jogou em cima de Deola. No rebote, Léo Moura também tentou pelo alto e carimbou a trave.
Pouco depois de receber o cartão amarelo, que o tira do jogo contra o Fluminense, no domingo, Marcos Assunção sofreu uma luxação no ombro esquerdo e teve de sair. Era o Palmeiras perdendo sua principal arma, a bola parada.
Por falar em bola parada, Vanderlei Luxemburgo, sabedor da deficiência do Palmeiras neste quesito, mandou a equipe apostar nos cruzamentos. Assim, a cada bola na área era um Deus nos acuda na zaga alviverde.
No segundo tempo, Luxemburgo tirou o volante Willians, que já tinha cartão, e colocou o atacante Negueba. E sacou o inoperante Deivid e colocou Jael, que é mais forte na bola pelo alto. Além de fortalecer o ataque, o treinador fez o time passar do 4-5-1 para o 4-4-2. Felipão não tinha muito o que fazer.
Aos 10, Thiago Neves cruzou para a área. Jael, impedido, tentou desviar de cabeça, mas não tocou na bola e enganou Deola, que nada pôde fazer.
Sem entregar os pontos
Mas o que poderia significar o pontapé inicial para o Flamengo atacar e matar o jogo foi motivo para o time recuar. E o Palmeiras aproveitou. Aos 18, Cicinho enfiou a bola para Maikon Leite que bateu firme na saída de Felipe e deixou tudo igual.
E quem passou a ditar o ritmo foi o Verdão. Os flamenguistas sentiram o gol e se fecharam, enquanto o Palmeiras mostrava tranquilidade. Mesmo assim, a melhor oportunidade da etapa final foi do Fla. Aos 32, Jael recebeu na área, girou e Deola fez a defesa. Felipão colocou Tinga no lugar de Patrik para segurar a bola. Ele sabia que o empate seria mais do que desejável. E assim o Palmeiras saiu do purgatório e voltou do Rio sem derrota.
Palmeiras empata com Flamengo no Rio
- 13 de outubro de 2011 |
- 0h17 |
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Categoria: Brasileirão
Flamengo e Palmeiras empataram por 1 a 1, na noite desta quarta-feira, no Engenhão, pela 29ª rodada do Brasileirão. O resultado no Rio não alivia a grave crise palmeirense, que sofre com sérios problemas internos e vem colecionado resultados ruins nos últimos jogos. Do outro lado, diminui as chances flamenguistas de chegar ao título do campeonato.
Agora, o Palmeiras já soma quatro jogos sem vitória, sendo três empates e uma derrota, e chega aos 41 pontos, cada vez mais longe da briga pela vaga na Libertadores. E o Flamengo, com 48 pontos, aumenta a sua série invicta para seis partidas – são três vitórias e três empates -, mas desperdiça a chance de encostar nos primeiros colocados do campeonato.
O Palmeiras entrou em campo vivendo uma enorme crise. Após o volante João Vitor ser agredido por torcedores na tarde de terça-feira, os jogadores se rebelaram e decidiram adiar a viagem ao Rio – sem concentração, a delegação embarcou apenas na manhã desta quarta. Líder do protesto, o atacante Kléber discutiu com o técnico Luiz Felipe Scolari e foi afastado do time.
Além do afastamento de Kléber, o Palmeiras teve dois desfalques importantes nesta quarta-feira: o meia Valdivia estava retornando da seleção chilena e o goleiro Marcos foi poupado novamente. O Flamengo também teve uma ausência muito sentida, já que Ronaldinho Gaúcho não conseguiu voltar a tempo do México, após a disputa do amistoso do Brasil na noite de terça.
Apesar de tantos problemas, o Palmeiras começou o jogo melhor, marcando forte e levando algum perigo no ataque. Mas a primeira grande chance foi do Flamengo. Numa mesma jogada, aos 15 minutos, o time carioca acertou duas bolas na travessão, com cabeçadas de Bottinelli e Léo Moura – entre elas, o goleiro Deola ainda fez ótima defesa em cabeçada de Thiago Neves.
Aos 21 minutos, o Palmeiras criou uma chance de gol com o atacante Fernandão, que teve certa liberdade dentro da área, mas chutou muito fraco, nas mãos do goleiro Felipe. O Flamengo respondeu aos 26, quando Thiago Neves arriscou de muito longe e exigiu boa defesa de Deola. Nessa altura, o time carioca já dominava o jogo, controlando a posse de bola no ataque.
Para piorar a situação palmeirense, o volante e capitão Marcos Assunção caiu de mal jeito e machucou o ombro direito, sendo substituído aos 35 minutos – Rivaldo entrou em seu lugar. Mesmo sem um de seus principais jogadores, o Palmeiras criou ótima chance aos 39, quando Fernandão não alcançou a bola na área, mas Maikon Leite chegou chutando e Alex Silva evitou o gol.
O Flamengo voltou para o segundo tempo com uma formação mais ofensiva, após o técnico Vanderlei Luxemburgo trocar o volante Willians pelo meia-atacante Negueba – além disso, Jael substituiu Deivid no ataque. Assim, o time carioca acabou abrindo o placar aos 10 minutos, quando Thiago Neves chutou cruzado, Jael não alcançou e a bola entrou direto no gol.
O Palmeiras, no entanto, teve forças para reagir. Aos 18 minutos, Maikon Leite recebeu bom passe de Cicinho e chutou com categoria, empatando o jogo. Depois disso, os dois times tiveram chance para marcar. Do lado palmeirense, Luan mandou por cima. E no flamenguista, Deola fez linda defesa no chute de Jael. Assim, o confronto no Engenhão acabou mesmo empatado.
Ficha técnica:
Flamengo 1 x 1 Palmeiras
Flamengo – Felipe; Léo Moura, Alex Silva, Welinton e Junior Cesar; Airton (Fierro), Willians (Negueba), Renato e Bottinelli; Thiago Neves e Deivid (Jael). Técnico: Vanderlei Luxemburgo.
Palmeiras – Deola; Cicinho, Thiago Heleno, Henrique e Gabriel Silva; Chico, Marcos Assunção (Rivaldo) e Patrik (Tinga); Maikon Leite, Fernandão (Ricardo Bueno) e Luan. Técnico: Luiz Felipe Scolari.
Gols – Thiago Neves, aos 10, e Maikon Leite, aos 18 minutos do segundo tempo.
Árbitro – Emerson de Almeida Ferreira (MG).
Cartão amarelo – Marcos Assunção, Willians, Patrik, Cicinho, Thiago Heleno, Alex Silva e Negueba.
Renda e público – Não disponíveis.
Local – Estádio Engenhão, no Rio.
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1 a 1, 29ª rodada, Brasileirão, empataram, Engenhão, Flameng, Palmeiras
Felipão afirma que Kleber não joga mais
- 12 de outubro de 2011 |
- 18h07 |
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Categoria: Brasileirão
Daniel Batista
Kleber não joga mais no Palmeiras. Pelo menos não enquanto Felipão estiver no comando. A paciência da diretoria chegou ao fim após o atacante discutir com o técnico em decorrência da confusão do volante João Vitor com torcedores do clube. Na terça-feira, João Vitor apanhou de torcedores em frente à loja do Palmeiras na rua Turiaçu.
Kleber liderou um motim entre os jogadores para que o elenco não viajasse para o Rio a fim de enfrentar o Flamengo nesta quarta-feira. Foi a gota d’água para a conflituosa relação de Felipão com o jogador chegar ao fim. Ela já se arrastava desde o episódio entre Kleber e o Flamengo.
Após uma dura discussão entre os dois, Felipão colocou a diretoria contra a parede e avisou que só continuaria no Palmeiras em 2012 se Kleber fosse afastado do elenco. Ele não o quer mais no grupo. O vice-presidente de futebol Roberto Frizzo decidiu então afastar o atacante. Kleber será comunicado ainda nesta quarta-feira de que não joga mais enquanto Felipão estiver no comando da equipe. Ele foi o único dispensado do grupo para a partida com o Flamengo no Engenhão. Permaneceu em São Paulo.
Kleber deve treinar separado do restante do elenco e está liberado para procurar outro time interessado em seu futebol. Ele tem contrato até 2015, mas o Palmeiras não deve dificultar sua saída. O clube só não aceita pagar parte de seu salário para que ele jogue em outra equipe, como fez com Lincoln – o Palmeiras ainda paga parte do salário para o meia atuar no Avaí.
A relação entre Felipão e Kleber está desgastada há tempos. Apesar disto, o treinador reconhecia a importância do jogador para a equipe e aceitava algumas atitudes que atrapalhavam o ambiente do grupo. Mas a forma com que ele o peitou após a confusão com João Vitor, acusando-o de ter sido o culpado pela bronca da torcida com o volante por estar sempre falando mal do time, fez com que o técnico desistisse de contar com o atleta.
O Gladiador sempre reclamou que Felipão não defendia o elenco das críticas. Ao contrário, sempre que tinha oportunidade ele dava um jeito de menosprezar os jogadores. Felipão rebateu Kleber dizendo que o jogador e seu empresário, Giuseppe Dioguardi, seriam os ‘fofoqueiros’ que deixavam vazar as informações de tudo o que acontecia nos bastidores do futebol.
Primeiro entrevero
Em março ocorreu a primeira discussão pública. Felipão criticou Valdivia e Kleber por eles terem acompanhado o desfile de carnaval no Sambódromo do Anhembi enquanto se recuperavam de contusão. No Twitter, Kleber disparou contra o chefe: “Não é a primeira vez que isso acontece. Ele já falou mal do Palmeiras quando disse que era um time de casado contra solteiro, falou mal do Lincoln, do Valdivia… e agora me criticou. Nunca o vi proteger a gente.”
O presidente Arnaldo Tirone, que estava em um casamento na tarde da terça-feira, quando João Vitor foi agredido, acompanhou por telefone todo o episódio e deu carta branca para a decisão de Frizzo e Felipão.
Clássico: apenas um time mostrou vontade de vencer
- 9 de outubro de 2011 |
- 22h49 |
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Categoria: Palmeiras, Santos FC
DANIEL BATISTA
Para o torcedor mais distraído, ontem parecia que quem precisava da vitória na Vila Belmiro para brigar por uma vaga na Libertadores do ano que vem era o Santos e não o Palmeiras. Apenas um time mostrou vontade e coragem para vencer o jogo e foi premiado por isso. Com um gol de cabeça marcado por Borges, a equipe alvinegra venceu por 1 a 0 e só ajudou a aumentar a crise no lado verde.
O grande vencedor do jogo foi Muricy Ramalho, que mesmo sem quatro titulares (Neymar, Elano, Arouca e Edu Dracena) conseguiu montar um time que se não brilhou pela técnica, compensou com muita dedicação e vontade de vencer. No outro lado, o técnico Luiz Felipe Scolari resolveu apostar em um esquema com três zagueiros, já que não tinha Luan, suspenso pelo terceiro amarelo, para ajudar na marcação. O problema é que ele ainda não havia testado essa formação em nenhum jogo na temporada, e a falta de entrosamento foi clara.
A mudança tática foi um tiro pela culatra. a ideia do treinador palmeirense era reforçar a defesa para dar liberdade à Marcos Assunção no meio e Gabriel Silva e Márcio Araújo nas laterais. Mas nenhum deles se aventurou na frente, fazendo com que Pedro Carmona ficasse encarregado de organizar o jogo sozinho para o Palmeiras. O problema, porém, é que o meia, que fazia seu primeiro jogo como titular, não conseguia acertar um passe sequer.
Já Muricy resolveu apenas substituir peças, sem criar grandes transformações táticas. Aproveitou o espaço que tinha nas laterais para usar e abusar da jogada que mais gosta, os cruzamentos para a área. E foi justamente assim que conseguiu encurralar o Verdão.
No primeiro tempo, o que se viu foi um jogo sem graça e técnica de equipes que apesar de estarem com bastante desfalques, não poderiam protagonizar um duelo tão insosso. Nos primeiros minutos, até que os dois times mostraram vontade e brigaram pela bola. Mas antes mesmo dos 15 minutos da primeira etapa, a empolgação deu lugar a frustração. Os rivais passaram a disputar para ver quem errava mais passes. A bola, coitada, parecia queimar no pé da maioria dos atletas. Para outros, ela parecia quadrada e impossível de ser dominada.
O único lance de emoção do primeiro tempo parecia ser um aviso do que estava por vir. Danilo cruzou para Alan Kardec, que, sozinho, entrou como quis na área e cabeceou forte, mas a bola bateu na trave.
Prêmio aos corajosos…
No intervalo, o lateral Léo admitiu que a mudança tática de Felipão acabou favorecendo o Peixe. “Com certeza temos mais liberdade”, comemorou o lateral. Na volta para a segunda etapa, o Santos partiu com tudo para cima do Palmeiras, que recuou. Talvez estivesse satisfeito com o resultado, por pior que ele pudesse ser, pensando em termos de classificação.
Com o Verdão recuado, brilhou a estrela de Deola. Primeiro Alan Kardec teve mais uma oportunidade para marcar de cabeça, após cruzamento de Léo e o goleiro palmeirense fez uma grande defesa. Acuado, Felipão resolveu tirar Maikon Leite para colocar Ricardo Bueno, o que só facilitou a vida do Peixe. O time alviverde perdeu o que tinha de melhor, o contra-ataque.
A exemplificação do quanto o Palmeiras estava perdido e desatento aconteceu aos 15, quando Márcio Araújo foi cortar um cruzamento na área e acabou recuando para Deola, que pegou com a mão e o árbitro marcou recuo de bola. Ibson chutou e Henrique salvou o Palmeiras mais uma vez.
A tarde era de ataque contra defesa. Pouco depois da chance perdida por Ibson, Durval tentou de cabeça e novamente Deola fez uma grande defesa.
A coragem santista foi recompensada aos 29, quando Léo cruzou e Borges, para variar, sozinho, cabeceou e, desta vez, Deola nada pôde fazer. No mesmo lance, duas coisas que os torcedores estão acostumados a ver aconteceu: o Santos fez um gol em cruzamento para a área e a defesa do Verdão falhou no posicionamento.
Para o Santos, a vitória pouco significou já que o time está muito longe da briga pelo título nacional. Para o Palmeiras, foi mais um jogo para ser esquecido, como de costume.
Santos vence Palmeiras na Vila Belmiro
- 9 de outubro de 2011 |
- 18h15 |
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Categoria: Palmeiras, Santos FC
Demetrio Vecchioli, da Agência Estado
Em um clássico esvaziado pela ausência dos principais jogadores das duas equipes, brilhou a única estrela que restou. Com um gol de Borges, de cabeça, aos 30 minutos do segundo tempo, o Santos venceu o Palmeiras por 1 a 0, neste domingo, na Vila Belmiro, em jogo válido pela 28.ª rodada do Brasileirão. O gol (20.º do artilheiro da competição) nasceu na principal deficiência da defesa alviverde, a bola aérea, e pôs fim a um jejum de sete jogos sem o Santos vencer o Palmeiras. A última vez havia sido em abril de 2009.
O resultado dá novo ânimo ao Santos, que vinha de três derrotas, e volta a sonhar com o título brasileiro. A equipe santista foi a 38 pontos, a 12 do líder Vasco, mas com um jogo a menos. Já o Palmeiras, cada vez mais afundado em crise, parou nos 40, a seis do Botafogo, o último time dentro da zona de classificação à Libertadores.
Com diversos desfalques, Muricy e Felipão tiveram que se virar com o que tinham. O técnico do Palmeiras optou por escalar a sua equipe com três zagueiros e Pedro Carmona sozinho na armação. Já o Santos foi a campo com Crystian na lateral direita e quatro volantes no meio-campo, com Ibson e Danilo jogando mais adiantados que Henrique e Adriano.
A ausência das estrelas (Marcos, Valdivia, Kleber, Neymar, Elano e Ganso) fez com que o primeiro tempo fosse de pouca qualidade. Os dois times buscavam o ataque, mas esbarravam em suas próprias limitações, com ambas as equipes errando muitos passes. Mesmo assim o jogo teve emoções. Só bolas no travessão foram duas.
A primeira foi de Marcos Assunção. Aos 9 minutos, ele cobrou falta de longe e surpreendeu Rafael ao mandar direto para o gol, quando todos esperavam o cruzamento. O goleiro tocou com a ponta dos dedos e viu a bola explodir no travessão. O santista a acertar a trave foi Alan Kardec, mas mais por erro do que por mérito. Danilo cruzou na medida para o centroavante, que cabeceou muito forte para o chão.
De resto, poucas chances na primeira etapa, com destaque para um chute torto de Maikon Leite ao invadir a área pela direita e uma testada firme de Durval, que os palmeirenses secaram para que fosse à direita do gol de Deola.
O segundo tempo começou com Deola como protagonista. Ele salvou cabeceio de Alan Kardec aos 6 minutos, mas depois errou em pegar com a mão uma bola recuada por Márcio Araújo – no lance, o lateral tentou cortar, furou, mas tocou com o pé para o goleiro. Na cobrança em dois toques, os palmeirenses da barreira se adiantaram muito e Henrique chutou em cima da defesa. Aos 19, Deola faria outra ótima defesa, desta vez em cabeceio de Durval.
Na quarta chance clara de gol que o Santos teve pelo alto, a bola finalmente foi na cabeça de quem entende. Léo cruzou de perna direita e encontrou Borges livre na pequena área. O centroavante testou a queima-roupa e Deola nada pôde fazer para impedir que o Santos abrisse o placar.
Sem muitas opções no banco, Felipão não conseguiu mudar a forma de o Palmeiras jogar. A equipe tentou o empate, desorganizada, mas parou em boa defesa de Rafael na única chance clara, em um chute de Fernandão aos 36.
O Palmeiras volta a jogar na quarta-feira, às 21h50, contra o Flamengo, no Engenhão. Já o Santos vai a Sete Lagoas (MG), na quinta, às 20h30, para pegar o Atlético-MG.
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