‘O importante é saber jogar’
- 23 de agosto de 2012 |
- 21h29 |
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Categoria: Corinthians, Futebol
VITOR MARQUES
Ao acertar contrato com o Corinthians, Juan Manuel Martínez, ‘El Burrito’ Martínez, pegou referências com um companheiro de Vélez, o zagueiro Sebastián Dominguez que atuou no Timão ao lado de Tevez e Mascherano em 2005. “Ele me disse que é a maior equipe do Brasil”, disse Martínez, em entrevista exclusiva ao JT. Agora, o atacante quer seguir rumo próprio. Evita comparações com Tevez e também o lugar-comum de que brasileiro gosta de jogador argentino porque é mais aguerrido. “De nada serve ser aguerrido se não jogar bem. Futebol se joga dentro do campo.” Leia a entrevista com o jogador, que espera chance no time titular de Tite domingo contra o São Paulo.
JT: Você é muito identificado com o Vélez Sarsfield e já disse que um dia gostaria de voltar ao clube. Como está sendo essa fase de adaptação no Corinthians?
Martínez: Estou muito feliz aqui e creio que, dia após dia, vou me sentir mais cômodo, tanto dentro quanto fora do campo.
JT: Quais foram suas primeiras impressões do Corinthians?
Martínez: Eu já conhecia Corinthians porque é uma grande equipe, onde jogaram vários argentinos e um deles é meu amigo, o Sebastián Dominguez. E ele me falou como é o Corinthians. Aqui jogaram também o Tevez, o Mascherano, e é conhecido em grande parte por isso.
JT: O que o Sebá lhe disse sobre o Corinthians?
Martínez: Ele me disse que é a maior equipe do Brasil, que São Paulo é uma cidade grande, que o time tem muita torcida, e que quando eu chegasse aqui iria dar me conta do que é jogar na maior equipe do Brasil.
JT: Muitas pessoas comparam o Corinthians com o Boca Juniors. O que acha disso?
Martínez: Creio que são clubes distintos. O Corinthians é a maior equipe, uma das maiores do Brasil. Na Argentina, o Boca tem o River. Em quantidade de torcedores também são diferentes, por causa do tamanho do Brasil. Nos torneios internacionais o Boca tem uma diferença em relação a Corinthians, pela quantidade de títulos, como em Copas Libertadores. Nisso também se diferencia do River, que é uma equipe grande da Argentina, que ganha mais torneios locais. São duas histórias distintas.
JT: E em relação ao Vélez, seu antigo clube, há alguma comparação com o Corinthians?
Martínez: Não, são totalmente distintos quanto à torcida. O que se parece muito é o complexo de treinamento, nisso se parece muito.
JT: Mas o modo como as equipes estão jogando do ponto de vista tático são similares, não?
Martínez: Na maneira de jogar é similar, não igual, mas tem uma ideia muito parecida com a do técnico Tite, que é o 4-2-3-1. Jogamos igual, mas, claro, os companheiros são outros. Então tudo vai mudando de acordo com os companheiros.
JT: Você interessava ao Santos, ao Flamengo e a times da Europa como Valencia e Genoa. Por que optou pelo Corinthians?
Martínez: Sim, havia várias equipes e de diferentes mercados. Mas optei pelo Corinthians pela proximidade da Argentina, pelo momento do clube, campeão da Libertadores. Estar numa grande equipe e perto da família me influenciou.
JT: O Santos chegou perto…
Martínez: Falamos com o vice-presidente do Santos, mas eu disse que estava falando com gente do Corinthians e que depois lhe dava uma resposta. E dei: disse que não, que ia para o Corinthians.
JT: Você teme comparações com Tevez?
Martínez: Não temo, cada um faz seu caminho, sua história. Quero fazer o meu caminho aqui e que as coisas saiam da melhor maneira para Corinthians e para mim com a torcida.
JT: Tevez ganhou a torcida pela maneira de jogar, aguerrido, que é uma característica do jogador argentino. Concorda com isso?
Martínez: É uma característica do argentino ser aguerrido, mas o mais importante é jogar. De nada serve ser aguerrido se não jogar bem. Futebol é dentro de campo.
JT: Quais são as principais diferenças entre o futebol argentino e o brasileiro?
Martínez: Os estádios são maiores aqui. O contato físico na Argentina é maior, aqui marcam muito jogo de corpo. Na Argentina, para que te marquem uma falta tem que ser forte, lá se marca menos falta. Para mim aqui é melhor (risos).
JT: Gostou de jogar no Pacaembu e ver a torcida do Corinthians?
Martínez: É muito lindo e é sempre melhor começar como titular, como foi contra o Inter. Senti muito o carinho da torcida, e isso é muito importante para o jogador.
JT: Você marcou um gol contra o Santos, mas o Corinthians perdeu o clássico. Não deve ter sido tão bom assim o primeiro gol…
Martínez: Do lado pessoal foi bom, porque pude fazer meu primeiro gol pelo Corinthians. Mas não serviu muito, porque perdemos. Mas a equipe jogou bem e mereceu ganhar, mas por uma série de erros da arbitragem acabamos perdendo. É do futebol: um dia se equivocam contra você, outro dia a seu favor.
JT: Qual sua opinião sobre Neymar?
Martínez: É um grande jogador, nas vezes que vi. Quando jogou contra mim no Vélez nos o neutralizamos muito bem, mas é um jogador que faz a diferença.
JT: Vai a campo contra o São Paulo?
Martínez: Não sei, tenho de trabalhar esta semana para ser titular ou para ficar no banco. Penso em fazer o melhor para a equipe.
JT: Quando crê que será titular?
Martínez: Tem que perguntar a ele (risos).
JT: A posição na qual você vem jogando é parecida com a que jogava no Vélez?
Martínez: É muito similar, mas creio que o meu rendimento será melhor e vou me adaptar mais rápido.
JT: Quando começaram a chamar você de ‘Burrito’, em alusão ao ex-jogador Ortega?
Martínez: Começou quando eu jogava na base do Vélez, com 13 anos, faz muito tempo. Que te comparem com um jogador tão importante quanto Ortega é lindo.
JT: O que pensa de disputar o Mundial de clubes?
Martínez: Estamos nos preparando para ganhar todas as partidas do Brasileirão e quando chegar o Mundial em ganhar a primeira partida para poder passar à outra fase, sabendo que é muito difícil. O time mostrou isso na Libertadores, sendo campeão invicto
JT: Sonha em voltar a defender a seleção argentina?
Martínez: Essa é minha ideia, jogar bem no Corinthians para poder voltar à seleção.
JT: No Mundial?
Martínez: Como disse, é essa a minha ideia, mas primeiro preciso jogar bem no Corinthians para voltar à seleção, depois veremos, mas falta muito.
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Um cenário difícil de mudar
- 20 de agosto de 2012 |
- 22h30 |
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Categoria: Brasileirão, Colunistas, Futebol
Escrevo com muito gosto esta coluna aqui no JT há quatro anos e meio, e garanto que ainda não perdi a esperança de um dia enxergar motivo para acreditar que o futebol brasileiro voltará aos bons tempos em que era admirado (e temido) por sua qualidade técnica e seu estilo que envolvia os adversários. Mas basta acompanhar uma rodada completa e depois ouvir as declarações dos “professores” e jogadores para concluir que vai ser difícil o cenário mudar.
Não aguento ouvir os treinadores repetindo as “palavras mágicas” em suas entrevistas: “focado”, “trabalho” e “pegada”.
Parece que todos os males do time serão resolvidos com mais trabalho, mais pegada e mais “foco”. Esse discurso é irritante!
É como se os “professores” participassem de uma peça de teatro em que todos têm falas parecidas. E todos as decoram muito bem.
Em campo, suas equipes são o reflexo dessa falta de imaginação. Chutão pra cá, chutão pra lá, bola pra cima, chuveirinhos, toda atenção às bolas paradas, laterais sendo cobrados para dentro da área, mais volantes do que jogadores criativos, mais gente que corre do que gente que pensa…
Quando falam em “trabalho” é isso o que querem dizer? Se for, acho que deveriam trabalhar menos. Porque “aprimorar” esses itens citados acima não acrescenta nada ao futebol.
Exemplo de sinceridade
Cada vez que acaba uma rodada me ajeito no sofá para ver as entrevistas, sempre com a esperança de ouvir um treinador ou um jogador dizer: “O time precisa jogar mais com a bola no chão, ser mais criativo e ousado.” Mas lá vem “trabalho”, “focado” e “pegada”…
É por isso que adorei ler as declarações dadas semana passada pelo meia argentino Maxi Rodriguez, que voltou a jogar em seu país depois de dez anos na Europa. Ele disse que a qualidade dos jogos na Argentina caiu muito, que os times jogam com medo porque os técnicos temem ser demitidos se perderem três ou quatro jogos seguidos, que há muita correria e que ninguém liga mais para a técnica e a beleza do jogo. Isso é o que eu chamo de sinceridade.
Por aqui, técnicos e jogadores (e muita gente da imprensa também) ficam tentando iludir o torcedor com essa conversa mole de que o campeonato é empolgante, equilibrado, cheio de craques… E não aparece um “Maxi Rodriguez” para dizer a verdade. Para completar o quadro, temos José Maria Marin, Marco Polo Del Nero e Andres Sanches definindo o destino do nosso futebol. É o fim do mundo.
Baixinhos talentosos
Como estou no Rio, domingo vi com atenção o jogo em que o Galo derrotou o meu Fogão. E, apesar de ter dois cães de guarda que mais mordem as canelas adversárias do que fazem outra coisa, o time mineiro é o que joga o futebol mais agradável da competição.
O mérito é todo do Cuca, que aposta nos “anõezinhos” bons de bola. Não é preciso força nem ficar jogando bola alta na área para um poste, porque o Galo chega com bola no chão e velocidade. O Bernard joga muito, o Danilinho sabe das coisas, o Neto Berola também trata bem a bola, o Guilherme é outro que tem boa técnica. E o Ronaldinho está mais leve e tem sido muito importante para o time.
Será que o Cuca não consegue arrumar dois volantes menos botinudos do que Pierre e Leandro Donizete. Mandar o Pierre embora foi a melhor coisa que o Felipão fez nos últimos anos, porque ele só faz faltas. E seu parceiro é a mesma coisa.
Bem-vindo, Barcelona
Que bom que terminaram as férias no futebol europeu, porque assim pude matar a saudade do time que joga o futebol mais bonito do mundo: o grande Barcelona. O Guardiola saiu, seu auxiliar Tito Vilanova assumiu e o estilo de jogo continua o mesmo. A equipe começou o Campeonato Espanhol estraçalhando a Real Sociedad, e com aquelas jogadas em que a bola corre de pé em pé rasgando a marcação adversária. Isso sim é futebol, “professores”!
Vai ser dose aturar o Nuzman
Preparem-se para aguentar o arroz de festa Carlos Arthur Nuzman aparecendo direto nos próximos quatro anos. O presidente do COB adora sorrir para uma câmera e posar ao lado de um medalhista, mas apoiar os esportes que não atraem muito a mídia que é bom, nada. É por isso que o Brasil continua tendo desempenho modesto em Jogos Olímpicos. Atletas como os irmãos do boxe, a Sarah Menezes e a Yane Marques são heróis.
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Espanha não joga bem, mas bate a França e está na semifinal
- 23 de junho de 2012 |
- 21h27 |
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Categoria: Sem categoria
Mesmo sem conseguir impor o seu ritmo de jogo sobre a França, a Espanha venceu por 2 a 0, ontem, em Donetsk, na Ucrânia, e continua forte na briga pelo segundo título seguido da Eurocopa. Os gols foram marcados pelo volante Xabi Alonso. Ele abriu o placar de cabeça no primeiro tempo e fechou a contagem em cobrança de pênalti, no último minuto da etapa final.
Agora, na semifinal, a Espanha vai mais uma vez medir forças com Portugal, num jogo que, para os portugueses, é a revanche da derrota sofrida nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2010. Na ocasião, os espanhóis venceram por 1 a 0 e seguiram rumo ao título.
Eliminada, a França volta para casa sem ter convencido na Eurocopa. Empatou com a Inglaterra, perdeu da Suécia e conseguiu apenas uma vitória, sobre a Ucrânia.
Benzema, que chegou à competição como candidato a artilheiro, vai embora sem ter marcado nenhum gol. Nos três primeiros jogos, o centroavante do Real Madrid ainda tentou bastante (deu 16 chutes a gol), mas, ontem, mal apareceu, tanto que não tentou nenhuma finalização. Chutes a gol, aliás, foram raridade em Donetsk. Em 90 minutos, as duas equipes deram apenas 13 arremates: nove para a Espanha, quatro para a França. Destes, somente seis foram em direção à meta.
Ajudou para isso a escalação conservadora da Espanha, sem um atacante de ofício. E, para piorar, Iniesta, David Silva e Fábregas, os três homens mais ofensivos, jogaram mal. O gol foi um achado. Aos 18 minutos, Jordi Alba fez jogada individual pela esquerda e cruzou na área. Xabi Alonso, vindo de trás, apareceu sem marcação e cabeceou no canto direito, sem chances para o goleiro Lloris.
O jogo continuou bastante truncado, com a Espanha tendo ligeira superioridade. Precisando empatar, a França se lançou ao ataque no segundo tempo e conseguiu roubar dos rivais o domínio da posse de bola.
O problema é que a equipe não conseguia trocar passes com eficiência e se aproximar da área espanhola.
Já no fim, Pedro foi derrubado dentro da área por Réveillère. Pênalti para Xabi Alonso cobrar, marcar e confirmar a classificação da Espanha.
“É verdade que criamos poucas chances de gol, mas estivemos o tempo todo com a partida sob controle. O mais importante é que estamos nas semifinais. É para ficarmos muito contentes com o resultado”, disse o volante, que comemorou ontem 100 jogos com a camisa da Fúria.
Portugal preocupa
O técnico Vicente del Bosque minimizou a fraca atuação da sua equipe e projeta mais um jogo complicado contra Portugal. “Desde que a defesa vá bem, estaremos mais perto da vitória, porque sempre vamos ter pelo menos uma oportunidade para marcar”, disse.
Pato está com um pé no Paris Saint-Germain
- 11 de janeiro de 2012 |
- 22h56 |
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Categoria: Futebol, Outros clubes
LUÍS AUGUSTO MONACO
O Milan não aceitou a proposta de 28 milhões de euros (R$ 64,4 milhões) mais bônus que podem chegar a 5 milhões de euros (R$ 11,5 milhões) para vender Pato ao Paris Saint-Germain, mas deu sinais de que fechará o negócio se o clube francês subir um pouco sua oferta. O vice-presidente Adriano Galliani viajará hoje para a Inglaterra a fim de avançar nas negociações com o Manchester City para contratar Tevez, operação que só será possível se o clube italiano levantar dinheiro vendendo Pato.
O objetivo do Milan é conseguir o empréstimo de graça do argentino por seis meses e em junho pagar 25 milhões de euros (R$ 57,5 milhões) ao City – mesma proposta feita pela rival Inter. A viagem de Galliani à Inglaterra para mudar a oferta (inicialmente o clube não queria ter a obrigação de comprar Tevez em junho, podendo devolvê-lo ao fim do empréstimo) é vista como um indício de que a venda de Pato está bem encaminhada.
O procurador de Pato, Gilmar Veloz, deve embarcar amanhã para Milão. Em entrevista dada ontem ao JT, ele admitiu que Pato já teve contato com o clube francês. “O diretor do PSG é o Leonardo, grande amigo do Pato. O técnico é o Ancelotti, que se dá muito bem com o Pato. É claro que já houve contato. Mas respeitaremos a decisão do Milan. Se decidirem vender o Pato, tudo bem. Se resolverem não vender, tudo bem também.”
Veloz discorda da opinião de que trocar o Milan pelo Paris Saint-Germain seria um retrocesso na carreira de um jogador de 22 anos. E, com uma dose de ironia, discorreu sobre as vantagens da troca. “Será que é mau negócio jogar num clube que foi comprado pela família mais rica do Catar e que está gastando uma fortuna para transformar o time num dos mais fortes do mundo? Será que é ruim trabalhar com um dos melhores treinadores da Europa? E acho que não deve ser muito ruim viver em Paris… Até que a cidade não é feia, né?”
Seguramente não deve ser mau negócio. Na Itália o que se diz é que o PSG oferece a Pato um salário anual de 7 milhões de euros (R$ 16,1 milhões), bem mais do que os 4,5 milhões de euros (R$ 10,3 milhões) que ele recebe hoje.
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Felipe Melo na mira do Timão
- 18 de julho de 2011 |
- 7h30 |
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Categoria: Brasileirão, Corinthians, Futebol, Futebol Internacional, Outros clubes, São Paulo, São Paulo FC
Enquanto trabalha para trazer Tevez, o Corinthians se movimenta em silêncio para contratar Felipe Melo. O volante não faz parte dos planos da Juventus, que nem o relacionou para a pré-temporada nos Estados Unidos e Canadá.
Segundo a imprensa italiana, apesar de os direitos de Felipe Melo custarem A 10 milhões (R$ 22, 2 milhões), a Juve aceitaria abrir uma negociação por valor um pouco menor. Corinthians, Galatasaray, da Turquia, e PSG, da França, foram os clubes que procuraram a Juve para obter informações sobre o volante de 28 anos.
“O jogador disse que gostaria de voltar ao Brasil. Isso mexe com o mercado. Existe o interesse para saber qual é a situação”, admitiu o gerente de futebol, Edu Gaspar. “Não queremos ficar atrás, porque podem aparecer oportunidades.”
Bem servido
Mas o Timão não deve ir com muito sede ao pote. Além do alto investimento que o clube faria para contratar Tevez, o que diminuiria o poder de compra para outra grande contratação, Edu acha que o corinthians está bem servido de volantes.
“Hoje o grupo está muito forte. Temos de ver se temos carência na posição e ver o que ele poderia fazer a mais. Mas, sem dúvida, é um grande jogador.”
O São Paulo também admitiu o interesse pelo jogador, mas entende que é uma negociação muito complicada.
“É mais um interesse do que uma negociação. Existem coisas que atrapalham, como salário e tempo de contrato”, disse o vice-presidente de futebol do Tricolor, João Paulo de Jesus Lopes.
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