Botafogo derrota o Corinthians
- 13 de outubro de 2011 |
- 0h21 |
- Tweet este Post
Categoria: Sem categoria
Com uma estratégia eficiente e uma sólida defesa, o Botafogo neutralizou o líder Corinthians nesta quarta-feira, no Pacaembu, e saiu de campo com uma vitória por 2 a 0, placar construído ainda no primeiro tempo. O time carioca disputou a maior parte da segunda etapa com um jogador a menos em campo, por causa da expulsão de Cortês.
O revés deixou o Corinthians estacionado nos 51 pontos no Campeonato Brasileiro e abriu espaço para o Vasco retomar a liderança. O time carioca, com 50, reassume a primeira colocação se vencer o ameaçado Atlético-PR, nesta quinta, na Arena da Baixada. Um empate beneficiará o Corinthians, que manterá a ponta, por apresentar uma vitória a mais na tabela.
O Botafogo, por sua vez, volta a vislumbrar o topo da classificação. Com 49 pontos, na terceira colocação, o time de Caio Júnior ainda tem um jogo a menos que os rivais. A partida atrasada, contra o Santos, será disputada na próxima quarta, na Vila Belmiro.
Antes disso, a equipe botafoguense enfrentará no domingo o Atlético-PR, no Engenhão. No mesmo dia, também às 16 horas, o Corinthians buscará a reabilitação diante do Cruzeiro, em Sete Lagoas (MG).
O jogo
Diante de um Botafogo cauteloso, o Corinthians não teve dificuldade para dominar o meio-campo nos instantes iniciais da partida. O time de Tite valorizava a posse de bola, cercava a área carioca, mas pouco criava e, sem gerar perigo, era neutralizado pela sólida defesa do adversário.
Do outro lado, o Botafogo exibia maior eficiência com sua estratégia mais contida. Jogando fora de casa, contra o líder do campeonato, Caio Júnior decidiu reforçar o meio-campo, com a entrada de Felipe Menezes, substituto de Herrera, que ficou no banco de reservas. Loco Abreu liderava, solitário, o ataque botafoguense.
Mas, mesmo esvaziado, o setor ofensivo carioca mostrou maior poder de fogo no primeiro tempo. Logo aos 4 minutos, Fábio Ferreira e Marcelo Mattos aproveitaram confusa linha de impedimento da defesa corintiana, após cobrança de falta na área, e, em posição regular, tabelaram dentro da área antes da finalização certeira de Mattos para as redes. O árbitro, porém, assinalou o impedimento e anulou o gol de forma equivocada.
Firme em sua tática de apostar nos contra-ataques, o Botafogo não desperdiçou sua segunda boa oportunidade na partida. Aos 11, Elkeson cruzou da direita e, após desvio da defesa, Loco Abreu cabeceou para o fundo do gol.
A vantagem dos visitantes aumentou aos 33, após jogada individual de Maicosuel. O meia avançou pela esquerda, cortou para o meio e bateu da entrada da área. A bola desviou na zaga corintiana e enganou o goleiro Júlio César: 2 a 0.
O time da casa acusou o golpe e caiu de rendimento, principalmente no ataque. Em toda a etapa inicial, só levou perigo em duas oportunidades. Na primeira, aos 17, Paulo André subiu sozinho na área e cabeceou rente à trave esquerda de Renan. Aos 40, Alex cobrou falta com categoria, mas parou na grande defesa do goleiro botafoguense, substituto de Jefferson, titular da seleção brasileira no amistoso com o México, na terça-feira.
Com a desvantagem no placar, o Corinthians partiu para cima no segundo tempo e impôs pressão sobre a defesa carioca. Paulinho, duas vezes, Castán e Alex, em cobrança de falta na trave, tiveram boas chances, sem sucesso. O time paulista seguia com dificuldade para furar a consistente zaga do Botafogo.
A pressão ganhou força aos 14 minutos, com a expulsão de Cortês. O lateral-esquerdo recebeu o segundo cartão amarelo por fazer falta dura em Jorge Henrique – ele recebera o primeiro, ainda na etapa inicial, por atrasar a reposição de bola em arremesso lateral.
O técnico Tite aproveitou a vantagem numérica para arriscar. Sacou o volante Moradei e reforçou o ataque com a entrada de Adriano, que pouco produziu em sua segunda partida com a camisa do Corinthians – estreara diante do Atlético-GO, no domingo.
O Botafogo resistiu e não sucumbiu ao maior volume de jogo do anfitrião. Recuado, neutralizou a maior parte das jogadas do rival. E, quando a zaga foi surpreendida, contou com boas defesas do reserva Renan, grande destaque do segundo tempo, que fechou o gol e assegurou a vitória fora de casa.
Ficha Técnica:
Corinthians 0 x 2 Botafogo
Corinthians – Júlio César; Alessandro (Ramírez), Paulo André, Leandro Castán e Fábio Santos (Welder); Moradei (Adriano), Paulinho, Alex e Danilo; Jorge Henrique e Willian.
Técnico: Tite.
Botafogo – Renan; Alessandro, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Cortês; Marcelo Mattos, Renato, Felipe Menezes (Gustavo), Elkeson (Herrera) e Maicosuel (Bruno Tiago); Loco Abreu.
Técnico: Caio Júnior.
Gols – Loco Abreu, aos 11, e Maicosuel, aos 33 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos – Jorge Henrique (Corinthians); Alessandro (Botafogo).
Cartão vermelho – Cortês (Botafogo).
Árbitro – Elmo Alves Resende Cunha (GO).
Renda – R$ 1.097.396,50.
Público – 32.450 pagantes (34.593 no total).
Local – Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP).
Posts Relacionados
Tópicos Relacionados
2 a 0, Botafogo, Campeonato Brasileiro, Corinthians, neutralizou, Pacaembu
São Paulo e Inter ficam no 0 a 0
- 12 de outubro de 2011 |
- 18h12 |
- Tweet este Post
Categoria: Brasileirão
Rafael Franco
São Paulo e Internacional empataram por 0 a 0, nesta quarta-feira à tarde, na Arena Barueri, e ficaram mais distantes da briga pelo título do Campeonato Brasileiro, objetivo maior que as duas equipes almejam neste momento. Com o resultado, o time do Morumbi chegou aos 48 pontos e ficou a três do líder do Corinthians, que joga ainda nesta quarta à noite, e a dois do vice-líder Vasco.
Já para o Inter, o resultado não foi de todo ruim, por ter sido obtido fora de casa, mas deixou a equipe com 44 pontos, ainda bem distante dos ponteiros da tabela.
O empate também foi decepcionante para Luís Fabiano, que agora amarga três jogos sem marcar desde quando reestreou pelo São Paulo. “Em casa, qualquer resultado que não é vitória é decepcionante. Criamos pouco”, lamentou o atacante, logo após o duelo.
O jogo
Mesmo contando com apenas um atacante de ofício e armado em um cauteloso esquema 4-5-1, o Internacional foi o primeiro a apresentar as primeiras jogadas ofensivas no duelo desta quarta. Com Dellatorre isolado em meio aos zagueiros adversários, o time tentava aproveitar as investidas de D”Alessandro, Andrezinho e Ilsinho, mas não tinha sucesso na hora do último passe.
Rapidamente, porém, o São Paulo começou a tomar conta do jogo. E, aos 6 minutos, assustou pela primeira vez o goleiro Muriel, após Dagoberto cruzar da esquerda e Luís Fabiano cabeceou por cima do gol. No minuto seguinte, o Inter teve grande chance de abrir o placar, mas Ilsinho, já na grande área, não conseguiu passar para D”Alessandro, que entrava livre pelo meio.
A partir daquele lance, porém, o São Paulo passou a monopolizar as ações ofensivas. Primeiro com Juan, que viu Ilsinho tirar a chance dos gols de seus pés após cobrança de falta de Rogério. E, em seguida, Cícero finalizou duas vezes em um intervalo de quatro minutos, exigindo difícil defesa de Muriel no segundo arremate.
Já aos 28 minutos, Dagoberto desperdiçou aquela que foi a melhor oportunidade de gol do time do Morumbi no primeiro tempo. Após passe preciso de Cícero, o atacante recebeu pelo lado direito da área, deu um corte seco no zagueiro e, na cara do gol, chutou fraco para Muriel defender.
O Inter, apostando nos contra-ataques, só foi dar algum trabalho a Rogério Ceni aos 37 minutos, quando Andrezinho cobrou falta a um passo da risca da grande área, mas no meio do gol, facilitando a vida do goleiro são-paulino.
Na etapa final, o São Paulo voltou para campo com Xandão no lugar de João Filipe, que se machucou em um choque com Rivaldo no final do primeiro tempo, após um cruzamento em que o meio-campista se antecipou para tirar a bola da área.
O Inter, que seguiu montado no esquema 4-5-1, continuava dependente do avanço forte de seus meias ao ataque para chegar ao gol de Rogério. E, logo aos 3 minutos, D”Alessandro finalizou forte de fora da área, mas a bola explodiu em cima de Dellatorre, que estava no caminho e atrapalhou o próprio companheiro.
O São Paulo, preso na forte marcação do Inter, precisou contar com uma falha da zaga do Inter para aparecer pela primeira vez na cara de Muriel na etapa final. Aos 10 minutos, Bolatti perdeu a bola para Luís Fabiano na zaga e o atacante tocou na direita para Dagoberto, que tinha opção de finalizar ou passar no meio para Rivaldo, mas não conseguiu fazer uma coisa nem outra e tocou mal para a zaga cortar.
E, se tinha apenas Dellattorre como atacante de ofício em campo, Dorival Júnior resolver tirá-lo de campo para entrada do meio-campista Fabrício. Mesmo assim, o Inter seguia perigoso em raras estocadas no ataque. Em uma delas, Ilsinho fez passe preciso para D”Alessandro, que de primeira chutou com perigo por cima do gol de Rogério, um minuto antes de Rivaldo também assustar em chute forte de fora da área.
E, vendo o São Paulo com pouco poder de penetração na área do Inter, Adilson Batista resolveu sacar Carlinhos Paraíba e colocar Casemiro para ajudar na armação de jogadas. Porém, foi por meio de um zagueiro que o time iniciou a bela trama que quase resultou no primeiro gol da equipe, aos 27 minutos. Xandão cruzou, Luís Fabiano tocou de cabeça para Dagoberto, que também testou para Rivaldo, na cara do gol, chutar de primeira à esquerda de Muriel.
O Inter, refém de seu esquema e que acabara de trocar Ilsinho por João Paulo, ainda quase voltou a marcar aos 29min, quando Andrezinho achou D”Alessandro nas costas da zaga e tocou à esquerda de Rogério, que saía no abafa.
No final, João Paulo ainda desperdiçou duas boas chances de tirar o zero do placar, sendo que, na segunda delas, após grande jogada, ficou na cara do gol e chutou por cima de Rogério.
Marlos ainda entrou em campo pelo São Paulo, enquanto Tinga foi colocado em campo para dar mais gás ao Inter. Mas o placar acabou ficando mesmo no 0 a 0.
Ficha técnica:
São Paulo 0 x 0 Internacional
São Paulo – Rogério Ceni; Jean; João Filipe (Xandão), Rhodolfo e Juan; Wellington, Carlinhos Paraíba (Casemiro), Cícero e Rivaldo; Dagoberto (Marlos) e Luís Fabiano. Técnico: Adilson Batista.
Internacional – Muriel; Nei, Rodrigo Moledo, Índio e Kleber; Bolatti, Guiñazu, Ilsinho (João Paulo), D”Alessandro e Andrezinho (Tinga); Dellatorre (Fabrício). Técnico: Dorival Júnior.
Juiz: Evandro Rogério Roman (PR).
Cartões amarelos: Guiñazu, Ilsinho e Kléber (Internacional); Juan e João Filipe (São Paulo).
Renda e público: não disponíveis.
Local: Arena Barueri, em Barueri (SP).
Posts Relacionados
Tópicos Relacionados
0 a 0, Arena Barueri, Campeonato Brasileiro, empataram, Internacional, São Paulo
Corinthians de volta à liderança
- 9 de outubro de 2011 |
- 22h58 |
- Tweet este Post
Categoria: Corinthians
VÍTOR MARQUES
O Corinthians entregou a Adriano um time em ascensão e que volta à liderança do Campeonato Brasileiro após três rodadas.
Ontem, aos 34 minutos do segundo tempo, contra o Atlético-GO, quando o Imperador, enfim, fez sua aguardada estreia, a partida já estava decidida (3 a 0) e a primeira colocação retomada por causa da derrota do Vasco também por 3 a 0 para o Internacional.
Não havia pressão, o jogo estava sob o controle, e Adriano não precisou fazer papel de salvador, como alguns temiam, uma vez que está clara a falta de condição física do atacante, que não jogava uma partida oficial desde janeiro.
Também ficou claro no jogo de ontem que a Fiel está ao lado de Adriano, tamanha a euforia que envolvia o Pacaembu antes do jogo. Só se falava nisso nas arquibancadas: em que momento Tite vai colocar o Imperador?
A ânsia de ver um novo ídolo em campo foi tão grande que os instantes que precederam a entrada de Adriano causaram uma cena surreal.
Um parte do estádio chamou o técnico de burro, mesmo vencendo por 3 a 0, quando Tite mandou Edenílson a campo e não o Imperador.
Mas quem estava certo era o técnico, e não a torcida. Os minutos serviram para que o Imperador fizesse uma estreia simbólica. Não recebeu uma bola limpa, não deu chute a gol ou uma cabeçada. Deu quatro toques na bola e fez o trabalho de pivô.
Poderia até ter feito um gol caso Edenílson tivesse passado uma bola uma pouco mais rápido e não tão longe de seus pés, já nos descontos.
A retomada da liderança com os 3 a 0 também coincide com a melhora técnica de jogadores que até então eram responsáveis pela queda livre da equipe.
O criticado e por muitas vezes chamado de sonolento Danilo se mostra, nesse momento, cada vez mais fundamental na nova engrenagem de Tite, que por causa de uma série de desfalques na frente montou um time sem centroavante.
Os quatro da frente – os dois meias e os dois atacantes – se revezam e trocam de posições com uma certa constância. E Danilo vem se mostrando uma ótima opção em jogadas aéreas.
Foi assim que a goleada começou. Aos oito minutos, Danilo subiu sozinho – como fez contra o Vasco – mas a bola foi para escanteio. Na cobrança feita por Alex, Castán fez 1 a 0.
A liderança foi recuperada neste instante, e isso fez com que o Corinthians passasse a jogar como tal. Pressionando e esmagando os goianos.
Com caminho aberto, Willian, outro que vivia um ingrato jejum de gols, voltou a marcar. Bateu colocado, aos 37, no canto direito de Márcio.
Dono do meio de campo, o Corinthians chegou ao terceiro gol num lance de lucidez de Danilo, roubando a bola no meio de campo e enfiando para Alex, que fuzilou o goleiro: 3 a 0.
No segundo tempo, o Corinthians tocou a bola de lado, controlando o jogo, à espera do recomeço do Imperador.
Posts Relacionados
Tópicos Relacionados
Adriano, Atlético-GO, Campeonato Brasileiro, Corinthians, liderança
Técnico Adilson lamenta falhas do São Paulo
- 6 de outubro de 2011 |
- 11h54 |
- Tweet este Post
Categoria: Brasileirão
O São Paulo virou para cima do Cruzeiro e esteve duas vezes na frente no placar, mas acabou ficando no empate por 3 a 3, na noite de quarta-feira, em Sete Lagoas (MG). Apesar de não ter conseguido a vitória na abertura da 28ª rodada do Campeonato Brasileiro, o técnico Adilson Batista comemorou as diversas oportunidades criadas pelo ataque são-paulino durante a partida.
“O São Paulo vem crescendo, jogando bem. Tivemos uma grande atuação, um jogo bem controlado”, declarou Adilson Batista, após o empate em Sete Lagoas. “Criamos situações, mas poderíamos ter feito dois gols também de bola parada. Controlamos o jogo, mas não conseguimos o nosso objetivo que era a vitória.”
As bolas paradas, mas na parte defensiva, foram o principal problema são-paulino na partida em Sete Lagoas. Os últimos dois gols do Cruzeiro aconteceram em cruzamentos na área, justamente quando o São Paulo era amplamente superior na partida. “O nosso time vem sendo superior aos adversários, mas infelizmente tivemos desatenção nas bolas paradas”, avaliou Adilson Batista.
Para completar a frustração, ainda não foi desta vez que o atacante Luis Fabiano voltou a marcar pelo São Paulo. Apesar da boa partida, chegando a dar assistência para o primeiro gol da equipe, de Cícero, ele perdeu algumas chances em sua segunda partida desde que se recuperou da grave lesão. A principal dela aconteceu ainda na primeira etapa, quando perdeu uma cobrança de pênalti.
”O Rogério Ceni me perguntou se eu estava confiante para bater (o pênalti) e eu disse que sim. Infelizmente o goleiro (Fábio) acertou o canto. A minha volta está sendo mais sofrida do que o esperado, mas estou aqui para lutar. Não vou baixar a cabeça e o gol uma hora vai sair”, afirmou Luis Fabiano, que já tinha passado em branco no último domingo, na derrota para o Flamengo.
Após nova derrota, Muricy Ramalho cobra evolução do Santos
- 6 de outubro de 2011 |
- 11h41 |
- Tweet este Post
Categoria: Brasileirão
O Santos chegou à sua terceira derrota consecutiva no Campeonato Brasileiro, ao perder por 1 a 0 para o Grêmio, na noite de quarta-feira, no Estádio Olímpico, em Porto Alegre. O retrospecto recente da equipe, que já havia perdido para Figueirense e Fluminense, irritou o técnico Muricy Ramalho. E ele cobrou uma evolução imediata do time santista.
“Nós não jogamos bem. Um time que é campeão paulista, da Libertadores, precisa jogar melhor. Criamos algumas oportunidades, mas não foi nada consistente. Foi porque temos jogadores que fazem a diferença individualmente. Temos de melhorar bastante”, avaliou Muricy, após a derrota santista no Olímpico. “Não jogamos como precisamos jogar”, completou.
Apesar da insatisfação, o treinador negou que o grupo já esteja pensando no Mundial de Clubes, que disputará em dezembro, no Japão, e, com isso, tenha deixado a disputa do Brasileirão em segundo plano. Para ele, o jogador que atua em uma equipe como o Santos tem a “obrigação” de estar motivado em cada partida que entrar em campo.
“Acho que a palavra motivação não existe, é uma grande mentira no futebol. O cara está no Santos, recebe o quanto recebe, tem o tratamento ideal e você tem que motivar o cara? Ele já tem que estar motivado. Ninguém precisa me motivar, eu estou lá todo dia trabalhando duro. É obrigação nossa trabalhar”, afirmou Muricy.
(Agência Estado)
- : Douglas desfalca o Tricolor contra o Bahia http://t.co/JOxA768b 12 hrs ago
- : Série A: Macaca arranca empate http://t.co/YwcfHb43 12 hrs ago
- : Série A: Vasco vence a Portuguesa e lidera http://t.co/IEU92ryv 12 hrs ago
- : Schumacher lidera treino, mas punição dá pole a Webber http://t.co/ZONNE9GE 16 hrs ago
- : Brasil vence Dinamarca por 3 a 1 http://t.co/SZYQSZaY 16 hrs ago
- More updates...
Posting tweet...
Powered by Twitter Tools


RSS