Bruno Senna diz que treino foi ‘loteria’
- 17 de março de 2012 |
- 17h18 |
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Categoria: Fórmula 1
Insatisfeito com seu desempenho na classificação deste sábado, Bruno Senna avaliou o treino do GP da Austrália como uma “loteria”. Para o brasileiro, era difÃcil prever a 14ª colocação no grid de largada porque ele não pôde aproveitar ao máximo os treinos livres de sexta-feira.
“É um pouco de loteria quando você não consegue ter um dia completo de treinos na sexta, mas o carro está bom”, avaliou o piloto da Williams. Senna treinou menos que o esperado por causa do mau tempo na sexta. Mas, como aconteceu nas sessões livres, o brasileiro foi novamente superado pelo companheiro de equipe, Pastor Maldonado.
“O Pastor se classificou entre os dez primeiros, o que é um bom sinal para o time”, comentou o brasileiro, que pediu calma à torcida. “Ainda teremos 19 treinos classificatórios neste ano. Tenho certeza de que, com mais experiência, tudo ficará melhor. Amanhã será um dia diferente, então vamos ver o que pode acontecer”, afirmou.
Massa se diz decepcionado com seu carro
- 17 de março de 2012 |
- 17h14 |
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Categoria: Fórmula 1
Felipe Massa reconheceu neste sábado, 17, que a Ferrari, uma das decepções dos testes da pré-temporada da Fórmula 1, teve desempenho ainda mais baixo do que esperava. O brasileiro foi apenas o 16º mais rápido da classificação do GP da Austrália, enquanto Fernando Alonso foi o 12º. Nenhum dos dois avançou até a última sessão do treino.
“Estou muito decepcionado. Este não era o inÃcio de temporada que eu esperava. Está sendo difÃcil desde o começo do terceiro treino livre”, admitiu o brasileiro. “O carro não apresentou um balanço adequado e eu não consegui obter uma volta ”limpa”. Estava sempre sofrendo com a falta de aderência, tanto nos pneus médios quando nos macios”.
Por conta do fraco desempenho, a Ferrari ficou distante da briga pela pole, dominada pela McLaren de Lewis Hamilton e Jenson Button. Romain Grosjean e Michael Schumacher também duelaram pela primeira colocação, enquanto a Red Bull apenas assistiu à disputa. Mark Webber foi o quinto mais rápido, enquanto o bicampeão Sebastian Vettel foi o sexto.
“Estamos claramente atrás dos demais, talvez mais do que esperávamos. E ainda há outras equipes que evoluÃram bastante em comparação ao ano passado. Temos que trabalhar para encontrarmos a direção correta no aperfeiçoamento do carro”, avaliou Massa.
Fernando Alonso também cobrou rápida evolução da Ferrari. Para o espanhol, a equipe tem condições de melhorar nas próximas corridas. “Há ainda muito espaço para aperfeiçoarmos o carro”, avaliou o piloto, que evitou polemizar sobre a queda de aproveitamento da equipe. “Esta será uma longa temporada e tudo o que podemos fazer é trabalhar. Não há motivo para se irritar, porque isso não vai adiantar nada.”
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Pato está com um pé no Paris Saint-Germain
- 11 de janeiro de 2012 |
- 22h56 |
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Categoria: Futebol, Outros clubes
LUÃS AUGUSTO MONACO
O Milan não aceitou a proposta de 28 milhões de euros (R$ 64,4 milhões) mais bônus que podem chegar a 5 milhões de euros (R$ 11,5 milhões) para vender Pato ao Paris Saint-Germain, mas deu sinais de que fechará o negócio se o clube francês subir um pouco sua oferta. O vice-presidente Adriano Galliani viajará hoje para a Inglaterra a fim de avançar nas negociações com o Manchester City para contratar Tevez, operação que só será possÃvel se o clube italiano levantar dinheiro vendendo Pato.
O objetivo do Milan é conseguir o empréstimo de graça do argentino por seis meses e em junho pagar 25 milhões de euros (R$ 57,5 milhões) ao City – mesma proposta feita pela rival Inter. A viagem de Galliani à Inglaterra para mudar a oferta (inicialmente o clube não queria ter a obrigação de comprar Tevez em junho, podendo devolvê-lo ao fim do empréstimo) é vista como um indÃcio de que a venda de Pato está bem encaminhada.
O procurador de Pato, Gilmar Veloz, deve embarcar amanhã para Milão. Em entrevista dada ontem ao JT, ele admitiu que Pato já teve contato com o clube francês. “O diretor do PSG é o Leonardo, grande amigo do Pato. O técnico é o Ancelotti, que se dá muito bem com o Pato. É claro que já houve contato. Mas respeitaremos a decisão do Milan. Se decidirem vender o Pato, tudo bem. Se resolverem não vender, tudo bem também.â€
Veloz discorda da opinião de que trocar o Milan pelo Paris Saint-Germain seria um retrocesso na carreira de um jogador de 22 anos. E, com uma dose de ironia, discorreu sobre as vantagens da troca. “Será que é mau negócio jogar num clube que foi comprado pela famÃlia mais rica do Catar e que está gastando uma fortuna para transformar o time num dos mais fortes do mundo? Será que é ruim trabalhar com um dos melhores treinadores da Europa? E acho que não deve ser muito ruim viver em Paris… Até que a cidade não é feia, né?â€
Seguramente não deve ser mau negócio. Na Itália o que se diz é que o PSG oferece a Pato um salário anual de 7 milhões de euros (R$ 16,1 milhões), bem mais do que os 4,5 milhões de euros (R$ 10,3 milhões) que ele recebe hoje.
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Sonho ou pesadelo?
- 27 de novembro de 2011 |
- 22h53 |
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Categoria: Brasileirão, Futebol
FÃBIO HECICO
Florianópolis – Assim que Liedson fez o gol da vitória por 1 a 0 sobre o Figueirense, os corintianos que foram ao Orlando Scarpelli soltaram o grito: “É campeão!†Só que aà Alecsandro marcou para o Vasco contra o Fluminense, no Rio de Janeiro, e veio o silêncio. Cinco minutos depois, Fred empatou para o Flu e a festa corintiana recomeçou, para acabar de vez após sete minutos. O gol de Bernardo no Rio obrigou o Corinthians a adiar a comemoração de seu quinto tÃtulo brasileiro por uma semana.
Apesar da compreensÃvel decepção, os corintianos não têm muito do que se queixar. Afinal de contas, só existe uma combinação de resultados capaz de tirar o tÃtulo do Timão no domingo que vem: derrota corintiana para o Palmeiras, no Pacaembu, e vitória do Vasco sobre o Flamengo, no Engenhão.
Tite passou os últimos dias dizendo que seu time jogaria no ataque contra o Figueirense. O discurso era bonito: só a vitória interessava, então ela seria buscada incessantemente, custasse o que custasse, e por aà vai. Só que não foi isso o que a torcida alvinegra viu no gramado do Orlando Scarpelli, pelo menos nos 45 minutos iniciais.
Talvez por causa do forte calor, mas muito mais provavelmente por causa do medo de perder (a equipe jogou com respeito excessivo ao adversário, que vinha de uma surra por 4 a 0 para o Fluminense, também em Florianópolis), o Corinthians cadenciou demais o ritmo da partida na primeira etapa e praticamente não exigiu nada do goleiro Wilson. Foram apenas duas finalizações, e muito ruins: uma cabeçada para o alto do zagueiro Paulo André e um chute sem direção de Willian. E mais nada. Não que o rival fosse muito superior, diga-se de passagem, mas pelo menos o Figueirense acertou a trave com um chute de Júlio César e buscou mais o gol na primeira metade do jogo.
Alex mudou tudo
Como o futebol mostrado no primeiro tempo foi muito fraco para uma equipe que poderia sair de campo campeã brasileira, Tite decidiu repetir a estratégia que deu certo na virada sobre o Atlético-MG, uma semana antes, no Pacaembu: a entrada do meia Alex, jogador que o técnico considerava peça importante para o jogo de ontem, mas preferiu não escalar entre os titulares.
E Alex não decepcionou. Por causa de sua entrada, o defensivo Corinthians do primeiro tempo mudou de cara e igualou as coisas com os catarinenses. Mesmo assim, quem assustou primeiro foi o esperto Wellington Nem, que exigiu uma boa defesa de Júlio César. No minuto seguinte, Alessandro mandou uma cabeçada que saiu raspando a trave do Figueirense, mas Wellington Nem logo voltou a aprontar e chegou a arrancar o grito de gol de muitos torcedores catarinenses. Ele mandou um chute que passou muito perto da trave, Júlio César demorou para cair e a bola bateu na rede, mas pelo lado de fora. Um susto e tanto para os corintianos.
Surgiu, então, Alex. O meia recebeu no meio de campo e arrancou com a bola grudada em seu pé esquerdo. A defesa abriu, esperando por um chute para o gol, mas ele fugiu do óbvio: foi até o fundo e cruzou na cabeça de Liedson, que não perdoou os donos da casa: 1 a 0, aos 23 minutos do segundo tempo.
Dali por diante, bastava se fechar na defesa e torcer contra o Vasco. O time se fechou mesmo e conseguiu conter o Ãmpeto do Figueirense, que entrou em desespero nos minutos finais, mas o gol de Bernardo estragou a festa. Ou, no mÃnimo, adiou-a por uma semana.
Ibson vai perdendo corrida rumo a Mundial
- 21 de novembro de 2011 |
- 23h24 |
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Categoria: Brasileirão, Futebol, Santos FC
SANCHES FILHO
Ibson voltou a decepcionar na derrota do Santos B diante do Coritiba, domingo, no Paraná, e aos poucos deixa de ser visto como a primeira opção para o meio de campo se Elano continuar em má fase e passando mais tempo no departamento médico do que em campo até a estreia no Mundial de Clubes da Fifa, em dezembro, no Japão.
A esperança de Muricy Ramalho era que o ex-flamenguista aproveitasse as chances no time alternativo para enfim mostrar o futebol de há dois anos, quando foi eleito o melhor meia-direita do Campeonato Brasileiro, e justificasse os R$ 9 milhões gastos na sua contratação, uma das mais caras da história do clube.
Se até a estreia no Mundial, dia 14 do próximo mês, Ibson e Elano não estiverem bem, o treinador deverá formar o meio de campo com Adriano, Arouca, Henrique e Ganso ou então escalar Alan Kardec ou RenterÃa para ser o terceiro atacante, trocando o esquema 4-4-2 pelo 4-3-3.
Logo após a conquista da Copa Libertadores da América, a comissão técnica e a diretoria trabalharam rapidamente para que o Santos chegasse ao Mundial de Clubes com um meio de campo de alta qualidade. Na visão do treinador essa é a única possibilidade do seu time surpreender o temido Barcelona, da Espanha. Jogadores articulando as jogadas para Neymar e Borges decidirem na frente.
Henrique foi o escolhido para ser o volante por ser técnico e saber marcar. Para a meia, o preferido de Muricy era Cleiton Xavier, seu conhecido desde os tempos de Internacional. Mas o Metalist Kharkiv, da Ucrânia, pediu um valor muito alto para liberá-lo. O segundo da lista era Ibson, que o treinador considera um jogador ‘diferente’.
“Quando chegou, mesmo fora de forma, Ibson mostrou que joga muitoâ€, elogiou o treinador, recentemente. “Ele estava evoluindo, mas a contusão atrapalhou.â€
O jogador explicou que estava sem jogar na Rússia ao ser contratado pelo Santos. “Tive uma boa sequência de cinco jogos e depois sofri uma lesão de grau dois. Agora, estou voltando. O Muricy sabia que eu estava com dor no adutor e só nos últimos jogos fiquei bom.â€
Depois de 17 jogos e nenhum gol marcado, o meia só deverá ter nova chance na última rodada, no clássico contra o São Paulo, para mostrar que tem condições de brigar por um lugar no time do Mundial.

