Verdão mais perto do abismo
- 9 de setembro de 2012 |
- 22h11 |
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Categoria: Brasileirão, Futebol, Palmeiras
ATLÉTICO-MG 3 X 0 PALMEIRAS
RAPHAEL RAMOS
A situação do Palmeiras no Brasileirão continua crítica. Ontem, o Alviverde sofreu a sua 13ª derrota no campeonato – é o time que mais vezes perdeu na competição. Não por acaso, continua atolado na zona de rebaixamento. É o 18º colocado com 20 pontos, cinco a menos do que o Coritiba, o primeiro time fora da zona de degola.
O grande problema da equipe ontem foi a atuação desastrosa da defesa no segundo tempo, porque no primeiro o time até que conseguiu jogar de igual para igual com o Galo. Mal parecia um jogo entre uma equipe que briga pela liderança contra outra que luta para fugir do vexame de disputar a Série B.
Atlético-MG e Palmeiras fizeram um primeiro tempo equilibradíssimo, com muita pegada. Os dois times concentraram a marcação no meio de campo na tentativa de anular o setor de criação do adversário. E deu certo. Ronaldinho Gaúcho pouco fez, assim como Valdivia. A melhor alternativa para se aproximar do gol era usar as beiradas do campo, mas tanto o Galo como o Palmeiras preferiram insistir nas jogadas pelo meio.
Nos primeiros 45 minutos foram pouquíssimas as chances de gol criadas pelos dois times. E quase sempre em jogadas pelo alto. Foi assim, por exemplo, que Luan exigiu ótima defesa de Victor numa cabeçada após o levantamento de Tiago Real já aos 39 minutos de jogo.
O lance foi sintomático, porque o atacante passou praticamente todo o primeiro tempo preocupado apenas em marcar Marcos Rocha, lateral-direito do Atlético-MG, e na única vez que deu as caras no ataque não marcou por muito pouco.
No segundo tempo a história do jogo mudou completamente. Cuca colocou o Galo mais no ataque ao fazer duas substituições no intervalo. Danilinho saiu para a entrada de Leonardo e Escudero entrou no lugar de Leandro Donizete. As alterações deixaram o time mineiro mais leve e solto. A equipe trocou os lançamentos longos pelos passes curtos. Ou seja, passou a fazer exatamente o que manda a cartilha dos times bem organizados.
O gol era só questão de tempo. Aos cinco minutos, Ronaldinho deu ótimo passe para Marcos Rocha, que desperdiçou a chance chutando para fora. Dois minutos depois, Ronaldinho (sempre ele) cobrou escanteio com precisão na cabeça de Leonardo Silva, que mesmo marcado de perto por Luan e Thiago Heleno testou forte para abrir o placar.
Só depois de estar em desvantagem é que o Palmeiras resolveu se arriscar mais ao ataque. Felipão tirou Tiago Real e Artur e colocou Maikon Leite e Márcio Araújo. O problema é que faltava sintonia à equipe. Valdivia, com Pierre no seu encalço, não conseguia fazer os homens de frente jogar.
Para piorar, na ânsia de fazer o gol de empate a equipe acabou oferecendo o contra-ataque para o Galo. Um erro fatal. Aos 38, Bernard avançou em velocidade e bateu cruzado na saída de Bruno: 2 a 0 e fim de linha para o Palmeiras. Mas ainda havia tempo para mais. Nos acréscimos, Leandro Amaro falhou feio e Bernard fechou o caixão alviverde.
Timão bate Galo e embola luta pela liderança
- 2 de setembro de 2012 |
- 22h11 |
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Categoria: Brasileirão, Corinthians, Futebol
CORINTHIANS 1 X 0 ATLÉTICO-MG
PAULO FÁVERO
O Corinthians fez um favor aos perseguidores do Atlético Mineiro. No Pacaembu lotado, o campeão da América teve lucidez para corrigir os erros que o levaram a ser dominado no primeiro tempo e a disposição que tanto agrada à Fiel para segurar a vitória por 1 a 0 depois que Emerson foi expulso e o Galo partiu para o abafa.
A marcação, ponto forte corintiano, não funcionou na primeira metade da partida. Danilinho, Bernard e, principalmente, Ronaldinho Gaúcho, tinham muito espaço para jogar. E dar espaço para jogadores técnicos e criativos pode ser fatal.
Aos dez minutos Ronaldinho mostrou o tamanho do estrago que poderia fazer. Depois de uma linda finta em Douglas no campo de defesa do Galo, atravessou o gramado pelo lado direito sem ser incomodado e tocou na esquerda para Bernard. O garoto rolou no meio para Jô, mas seu chute saiu fraco e parou nas mãos de Cássio.
O Gaúcho mandou no jogo por mais uns 20 minutos, e sempre que ele pegava na bola a Fiel prendia a respiração. Mas a partir do momento em que o Corinthians passou a marcar como Corinthians e Ralf encostou no craque atleticano o jogo começou a mudar.
Na etapa final, o Corinthians voltou melhor, com Emerson, Douglas e Romarinho mais inspirados. E logo aos dois minutos chegou com perigo. Romarinho fez linda jogada e cruzou, mas Victor conseguiu segurar.
Pouco depois, aos 11, Cássio lançou Emerson em velocidade. Ele protegeu a bola e tocou para Romarinho, que mandou por cima apesar de estar livre. O gol, que parecia estar amadurecendo, saiu aos 17 minutos em uma jogada de bola parada: Douglas cobrou escanteio da direita, Paulo André se antecipou no primeiro pau e desviou de cabeça.
Ânimos exaltados
O Atlético sentiu o golpe, e parecia sem forças para reverter a situação – ou para pelo menos chegar ao empate. Mas a expulsão de Emerson aos 31 minutos devolveu o ânimo à equipe dirigida por Cuca.
Com Neto Berola e Guilherme – dois atacantes rápidos e habilidosos – em campo, o Galo foi para cima. E aí o Timão precisou de organização tática e muita luta para manter a vitória.
No finalzinho Guilherme balançou a rede, depois de receber um passe de cabeça de Leonardo Silva. Mas o árbitro marcou falta do zagueiro sobre Alessandro e anulou o lance.
Essa decisão revoltou os jogadores do Atlético. Junior Cesar foi expulso por reclamação e ficou claro que a série de três jogos sem vitória está mexendo com os nervos de um time que vinha navegando em águas tranquilas.
Corinthians derrota o líder Atlético-MG
- 2 de setembro de 2012 |
- 20h01 |
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Categoria: Brasileirão, Corinthians
O Corinthians conseguiu a reabilitação no Campeonato Brasileiro e os concorrentes ao título – Fluminense, Grêmio e até o Vasco – agradecem. Neste domingo, o time paulista derrotou o líder Atlético-MG por 1 a 0, no estádio do Pacaembu, em São Paulo, pela 21.ª rodada, e encerrou um jejum de três jogos sem vitórias. Com o gol do zagueiro Paulo André, aos 17 minutos do segundo tempo, o campeão da Copa Libertadores chegou aos 28 pontos, no meio da tabela de classificação.
Como todos no Corinthians haviam planejado, o triunfo deixa a disputa pelo título mais equilibrada. Depois de ter tirado pontos do Fluminense no meio de semana, fez o Atlético permanecer com 44 pontos, mesma pontuação dos cariocas, mas com um jogo a menos. Os mineiros seguem na liderança por terem uma vitória a mais – 13 a 12. Na cola deles aparecem o Grêmio, com 41 pontos, e o Vasco, com 38.
Pela 22.ª rodada, na próxima quarta-feira, Corinthians e Atlético jogarão fora de casa. Os paulistas viajam até Florianópolis para enfrentarem o lanterna Figueirense, às 22 horas. Um pouco mais cedo, às 19h30, os mineiros encaram o Bahia, em Salvador.
O jogo
O começo da partida mostrou um Atlético mais atrevido que o Corinthians, não se importando com o fato de estar jogando como visitante. Com mais posse de bola, o time mineiro buscava as jogadas pelas laterais, especialmente a direita com Marcos Rocha. Na primeira que deu certo, aos 10 minutos, a bola chegou na segunda trave para Bernard, que tocou para o meio para Ronaldinho Gaúcho. No entanto, o craque chutou prensado com Chicão e a bola ficou fácil para a defesa de Cássio.
Quando o Corinthians conseguia criar alguma coisa no ataque, a bola estava sempre com Emerson. O atacante driblou, fez passes, provocou dois cartões amarelos para a defesa atleticana, mas pouco chutou. Com o resto do time, a mesma coisa. Aos 24 minutos, Danilo arriscou de longe e a bola passou por cima do gol. Seis minutos depois, uma boa tabela pelo meio e por pouco, por causa do corte da zaga, a bola não chegou para o arremate de Emerson dentro da área.
O início do segundo tempo seguiu igual à primeira etapa. O Atlético tinha mais posse de bola e passou a jogar mais pelo lado esquerdo. A arma do Corinthians era o contra-ataque e ele começou a mudar as coisas na partida. Aos 11 minutos, Emerson, em alta velocidade, avançou pelo meio e tocou na direita para Romarinho, que recebeu, entrou na área e chutou por cima do gol. Quatro minutos depois, novo contragolpe corintiano com a dupla de ataque, que desta vez Emerson chutou para fora.
Tanta pressão resultou rapidamente no gol do Corinthians. Aos 17 minutos, em escanteio cobrado por Douglas na direita, o zagueiro Paulo André se antecipou à zaga atleticana e cabeceou cruzado no ângulo direito alto do goleiro Victor.
Com a vantagem no placar, o Corinthians teve mais tranquilidade para tocar a bola e por pouco não conseguiu ampliar o marcador. No entanto, um momento de nervosismo de Emerson quase colocou tudo a perder. Poucos minutos depois de reclamar de um pênalti não marcado sobre ele, o atacante colocou a mão na bola em uma disputa e, como já tinha um amarelo por reclamação, recebeu o cartão vermelho. Também nervoso com o árbitro carioca Péricles Bassols Pegado Cortez, o técnico Tite foi expulso.
A partir daí, o Atlético tentou o empate de qualquer maneira. Conseguiu algumas jogadas, especialmente com Ronaldinho Gaúcho, mas nada de efetivo até os últimos minutos, quando teve uma grande oportunidade com Guilherme, que recebeu livre na área e tece o chute defendido por Cássio. O Corinthians, mais fechado e com um jogador a menos, se segurou e conseguiu a reabilitação.
FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 1 x 0 ATLÉTICO-MG
CORINTHIANS – Cássio; Alessandro, Chicão, Paulo André e Fábio Santos (Wallace); Ralf, Paulinho, Danilo e Douglas (Edenilson); Emerson e Romarinho (Martínez). Técnico: Tite.
ATLÉTICO-MG – Victor; Marcos Rocha (Neto Berola), Leonardo Silva, Réver e Junior César; Pierre, Leandro Donizete (Escudero), Bernard, Danilinho e Ronaldinho Gaúcho; Jô (Guilherme). Técnico: Cuca.
GOL – Paulo André, aos 17 minutos do segundo tempo.
CARTÕES AMARELOS – Alessandro, Chicão, Cássio, Paulo André e Douglas (Corinthians); Réver, Ronaldinho Gaúcho, Leonardo Silva e Leandro Donizete (Atlético-MG).
CARTÕES VERMELHOS – Emerson (Corinthians); Junior César (Atlético-MG).
ÁRBITRO – Péricles Bassols Pegado Cortez (Fifa/RJ).
RENDA – R$ 1.088.599,72.
PÚBLICO – 36.493 pagantes.
LOCAL – Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP).
Faltou atenção com o goleiro Félix
- 27 de agosto de 2012 |
- 23h46 |
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Categoria: Futebol
Fiquei duplamente chocado com a morte do ótimo goleiro Félix. Primeiro, porque perdi um grande amigo e um ser humano espetacular. E em segundo com a pouca atenção que o fato recebeu da mídia, dos dirigentes da CBF e do Fluminense e até mesmo dos companheiros que participaram da conquista do tricampeonato mundial em 1970 — o que mostra que a classe dos jogadores de futebol continua a ser muito desunida.
Não vi um representante do Flu nem da CBF no velório e no enterro do grande Papel — que é como a gente chamava o Félix porque ele era muito magro quando jogava.
Em cima do caixão, junto com a bandeira brasileira, havia uma da Portuguesa. Mas não apareceu ninguém para levar uma do Fluminense, clube onde ele ganhou vários títulos.
Vi que o presidente da CBF, o senhor José Maria Marin, esteve no Pacaembu domingo para acompanhar o clássico entre Corinthians e São Paulo. O velório e o enterro do Félix foram no Araçá, que é colado no estádio, mas ele não passou por lá nem sexta nem sábado. Mandou a secretária enviar uma coroa de flores e ficou por isso mesmo.
Também não tenho notícia de que o arroz de festa do Marco Polo Del Nero, que vive grudado no Marin em viagens pelo mundo, tenha gasto cinco minutos do seu tempo para ir lá dar um abraço na família.
Para completar, domingo só lembraram de fazer o minuto de silêncio em homenagem ao Felix no intervalo do jogo no Pacaembu. Antes do começo da partida fizeram um minuto de silêncio pela morte do conselheiro de um dos clubes.
O Papel, assim como o Gérson, fumou demais durante muitos anos. Os dois não fumavam, eles comiam cigarro. O Félix tinha parado há uns dez anos, mas o estrago já estava feito.
Ele tinha uns ataques de tosse muito feios, e se cansava bastante. Algumas vezes o vi de cadeira de rodas para se locomover.
O que vou dizer pode parecer “chororô”, mas é uma constatação não apenas minha, mas de muitos jogadores que foram campeões em 58, 62 e 70: o pessoal que jogou na Seleção de 94 para cá é tratado com mais carinho pela mídia e pela CBF do que nós. E foram os jogadores mais antigos, principalmente os de 58, que colocaram o Brasil no mapa do futebol.
O Papel se foi sem poder usufruir da justa e tardia aposentadoria especial que será paga aos jogadores que foram campeões do mundo pela Seleção.
Mas pelo menos a sua família receberá esse presente a partir de janeiro.
Gênios em ação
Os geniais Neymar e Ronaldinho salvaram dois clássicos na rodada do fim de semana.
Sábado, no Pacaembu, o Palmeiras correu mais. E só, o que é pouco para sua grandeza. O Santos também não foi grandes coisas, mas tem um cracaço. E ele resolveu o jogo.
Fico irritado quando vejo jogadores como o João Vitor e o Adriano fazendo o que fizeram. O palmeirense entrou com a função de parar o Neymar a qualquer custo, e não teve pudor em fazer um monte de faltas para tentar cumprir sua missão. E o Adriano fez o mesmo com o Valdivia. Marcação é uma coisa, antijogo é outra.
O clássico mineiro teve alguns bons lances, mas foi muito violento. Quando eu falo que o Pierre só sabe fazer faltas tem gente que reclama, mas viram domingo? Começou a bater logo cedo e foi expulso por uma falta estúpida. Ainda bem que o Ronaldinho estava em campo. Aquele gol foi uma obra-prima.
O campo que o Fla merece
O Flamengo convenceu a CBF a adiar o jogo contra o Atlético-MG com o argumento de que o gramado do Engenhão estava muito ruim. Mas pelo que tenho visto, o time não merece jogar num campo bom. Pra correr, dar chutão e parar as jogadas com falta não é preciso jogar num tapete. Qualquer gramado careca e esburacado serve. O clássico de domingo contra o Botafogo foi ruim de dar dó, e o meu Fogão também tem culpa no cartório por isso.
Túlio no Fogão é dose…
Só encontro uma palavra para expressar o que sinto com essa volta do Túlio ao Botafogo para jogar num time mambembe em busca do milésimo gol (isso nas contas dele…): palhaçada. Da parte do Túlio isso não me espanta, porque ele sempre foi um fanfarrão que não tem senso do ridículo. Agora, a diretoria do Fogão embarcar nessa é demais pra minha cabeça… E a torcida, carente de ídolos, comprou essa ideia lamentável…
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É só não fazer besteira
- 20 de agosto de 2012 |
- 23h01 |
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Categoria: Copa Sul-americana, Futebol, São Paulo, São Paulo FC
FERNANDO FARO
Em paz após reencontrar o caminho das vitórias no Campeonato Brasileiro ao bater a Ponte Preta (3 a 0), o São Paulo volta ao Morumbi para uma missão teoricamente bem mais simples: confirmar sua classificação na Copa Sul-Americana contra o Bahia. Como venceu por 2 a 0 em Salvador, só perde a classificação caso seja derrotado por três gols de diferença ou se o adversário vencer por placares superiores a 3 a 1 — os gols fora de casa são critério de desempate.
Embora o cenário seja confortável e a equipe já comece a pensar no clássico de domingo com o Corinthians, o técnico Ney Franco sinalizou que não pretende poupar ninguém. A exceção será Luis Fabiano, que se recupera de um estiramento muscular na coxa esquerda e ficará fora hoje para enfrentar o arquirrival no fim de semana. Rhodolfo, que estava suspenso, volta. Por outro lado, Douglas deve continuar sem jogar e pode dar lugar a Rodrigo Caio. Outra opção é manter Paulo Miranda como “falso” lateral-direito e promover a entrada de Cícero no meio.
Com o time a seis pontos do G-4 no Brasileirão e distante 14 pontos do líder Atlético-MG, a diretoria enxerga na Sul-Americana a derradeira oportunidade de levantar um troféu na temporada e recolocar o time na Libertadores após dois anos de ausência. O presidente Juvenal Juvêncio já avisou que pretende montar uma equipe muito forte para a próxima temporada se vier a vaga na Libertadores. Dentro do clube há quem enxergue a Sul-Americana como caminho mais fácil para cumprir a meta.
Mesmo com o bom resultado e a possibilidade de perder por até um gol, os jogadores descartam relaxamento e prometem manter a atenção do início ao fim. “Estamos conversando, e tanto nós quanto o Ney temos falado da importância de entrarmos ligados desde o primeiro minuto. Aquele jogo ficou para trás e agora está 0 a 0, não podemos bobear porque se sofrermos um gol no começo do jogo pode complicar”, afirmou Cortez.
A confiança voltou
Para os jogadores, se a equipe repetir o comportamento demonstrado no jogo de ida, quando impôs seu ritmo e dominou o tempo todo, a classificação pode ser facilitada.
“Não podemos abrir mão de nenhum campeonato, é isso que estamos fazendo. Agora vamos pensar no Bahia e depois falaremos de Brasileiro. Não podemos perder a concentração”, disse Ademilson.
O triunfo sobre a Ponte Preta devolveu um pouco da tranquilidade e aliviou a pressão que vinha crescendo pela série de derrotas no Brasileiro. Os jogadores acreditam que o clima mais leve ajudará a equipe a entrar mais tranquila. “Estava um clima ruim com aquela sequência, ninguém sorria. Mas a alegria está de volta”, declarou Ademilson.
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