Um novo Rubinho
- 29 de abril de 2012 |
- 23h30 |
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Categoria: automobilismo
ALESSANDRO LUCCHETI
O Anhembi recebeu uma versão de Rubinho mais relaxada e de bem com a vida. O décimo lugar, em tese um mau resultado para um piloto que corre em casa e sobre quem se depositou tanta expectativa, parece ter sido bem recebido pelo veterano, que se mostra cada vez mais à vontade na Indy.
“Esta foi a corrida mais emocionante das que eu tive no Brasil. Pedi para que todos os que me acompanhavam em Interlagos viessem para cá, e na parada dos pilotos (o desfile dos competidores antes da largada) senti uma das maiores emoções que já tive na minha vida. O Viso (o piloto venezuelano Ernesto Viso, seu colega na KV), que estava comigo, até chorou. Em Interlagos ou o público está dum lado ou do outro. No Sambódromo, fica dos dois lados, e quando vi o povo levantando e gritando o meu nome, me emocionei bastante.â€
Frases que fariam a alegria dos marqueteiros do Grupo Bandeirantes foram ditas por Rubinho na coletiva. “Na Indy tem emoção do começo ao fim. Foi uma tarde cheia de aventura”.
Barrichello já se sente confortável até mesmo para tripudiar de seus crÃticos. “Já tentaram me enterrar várias vezes, mas é disso (automobilismo) que eu gosto, e não vou parar. Se eu gostar do tal do oval, vou correr até os 67 anos. Mas se não gostar vou estar aà sentado junto com vocêsâ€, brincou.
Desde já, Rubinho aguarda ansiosamente seu contato com o oval do Texas, em Fort-Worth, dia 7, onde vai haver um teste voltado para os novatos. “Meu coach (treinador) Tony Kanaan vai me passar tudo. Vou me sentir como uma criança que vai dar uma voltinha. Farei só o que ele deixar.â€
Fort-Worth é um oval em alguns aspectos até mais desafiador do que o de Indianápolis, por ser mais inclinado. A inclinação nas curvas de Indianápolis é de nove graus. Em Fort-Worth é de 24. “Acho que vou gostar, porque sempre gostei muito de andar em curvas de alta.â€
Batida oportuna – Tony Kanaan, que deu uma bronca nos estrategistas de sua equipe antes de rumar para a coletiva, teve poucas lembranças boas para guardar da edição deste ano da São Paulo Indy 300.
“Para mim, o melhor momento da corrida foi quando bati pela primeira vez. O povo da arquibancada começou a gritar ‘tira, tira, tira’ para o pessoal que faz a remoção dos carros (para recolocá-los na pista). Como metade da equipe é de brasileiros, todos foram trabalhar no meu carro. Perguntei no rádio em que posição fiquei depois do acidente e fiquei feliz. Bati em 15º e voltei em 13º. Deu até vontade de bater de novo.â€
Hélio Castroneves o só lamentou a ousadia do japonês Takuma Sato, que pulou de quinto para terceiro em uma manobra arriscada no S do Sambódromo. “Lá é difÃcil passar um carro, quanto mais três. Mas ele segurou o carro. Não fosse essa manobra do Sato, eu poderia ter ido ao pódioâ€, disse.
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Alessandro Luccheti, anhembi, Fórmula Indy, Rubens Barrichello
Para acabar com o jejum
- 28 de abril de 2012 |
- 23h00 |
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Categoria: Santos FC, São Paulo
FERNANDO FARO
SANCHES FILHO
Não é apenas a oportunidade de derrotar o badalado time de Neymar e Ganso que o São Paulo terá neste domingo quando entrar no gramado do Morumbi a partir das 16h para disputar uma vaga na final do Paulistão. O clássico dará a chance à equipe de Emerson Leão de reverter uma marca histórica extremamente incômoda: ainda não sentiu o gostinho de derrotar o rival em mata-matas neste século. A última vitória foi no Estadual de 2000, quando fez a final com o adversário.
Os últimos fracassos aconteceram justamente em semifinais do Estadual. Em 2010, foram duas vitórias dos Meninos da Vila (3 a 2 no Morumbi e impiedosos 3 a 0 na Vila Belmiro) e a coroação do primeiro tÃtulo da nova geração de craques. No ano seguinte, a desforra foi impedida por atuações brilhantes de Neymar e Ganso, que marcaram um gol cada e levaram o Santos ao triunfo por 2 a 0 no duelo único, jogado no Morumbi.
Além dos tropeços regionais, o Santos levou a melhor no Brasileiro de 2002 (com o time liderado por Robinho e Diego) e na Copa Sul-Americana de 2004.
O retrospecto desfavorável não intimida os são-paulinos, pelo contrário. A emocionante vitória por 3 a 2 na fase de classificação serviu para dar confiança e mostrar que é possÃvel bater o adversário e finalmente levar a melhor em uma série eliminatória. O time acredita que se conseguir reeditar o espÃrito aguerrido daquele duelo, as chances de avançar à final são enormes. “É um grande time, que joga um futebol muito bonito de se ver, mas mostramos antes que temos condições de vencê-losâ€, afirmou o Casemiro.
Para encerrar a freguesia, o São Paulo precisará superar o importante desfalque de Luis Fabiano, suspenso. A ausência do seu principal atacante deixou Leão na dúvida por optar entre Willian José, de caracterÃsticas semelhantes, ou um velocista, que pode ser Fernandinho ou Osvaldo. Outra dúvida é sobre qual esquema o treinador vai escolher. A exemplo do que aconteceu na primeira fase, a tendência é que o time esqueça a formação com três atacantes e reforce o meio com Casemiro.
Perto do tri
Se vencer o São Paulo, o Santos ficará muito perto de comemorar a conquista do tricampeonato paulista, repetindo o feito do fim dos anos 60, no auge do reinado de Pelé.
Não bastassem o desgaste da derrota por 2 a 1 diante do BolÃvar na altitude, o cansaço em decorrência das viagens de ida e volta a La Paz, o Alvinegro terá a desvantagem de enfrentar um adversário melhor fisicamente, que não jogou no meio de semana pela Copa do Brasil.
Além disso, Muricy Ramalho não poderá contar com Fucile e Juan, seus laterais titulares. O primeiro não curou a tempo a torção no tornozelo esquerdo e Juan não poderá jogar porque ainda está vinculado ao São Paulo. Na direita vai continuar Maranhão e na esquerda volta Léo.
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Pole, Will Power rejeita favoritismo
- 28 de abril de 2012 |
- 17h07 |
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Categoria: automobilismo
Leandro Silveira
O australiano Will Power ampliou neste sábado o seu impressionante retrospecto no circuito de rua do Anhembi, ao faturar pelo segundo ano consecutivo a pole position da etapa de São Paulo da Fórmula Indy. Vencedor das duas edições anteriores da corrida, o piloto da Penske preferiu adotar um discurso cauteloso e tentou descartar o óbvio rótulo de favorito para a prova deste domingo.
“A pole aqui ajuda o piloto a não se envolver em acidente na largada, mas a caracterÃstica do circuito dá a certeza de que se os caras forem mais rápidos do que eu, eles vão me ultrapassar”, declarou Power, que bateu o recorde do circuito de rua do Anhembi ao fazer a pole position, neste sábado, com o tempo de 1min21s4045.
Apesar disso, Power reiterou que o circuito do Anhembi é um dos seus preferidos e admitiu que se sente muito bem em São Paulo. “Me sinto em casa aqui. Até pedi para um amigo me arrumar um apartamento”, comentou o australiano.
Power lembrou que foi apenas 44 centésimos de segundo mais rápido do que o escocês Dario Franchitti (Chip Ganassi) no treino de classificação. “Acho que não é tanto tempo assim. A concorrência é muito dura, temos que ver o que acontece amanhã (domingo)”, afirmou o australiano.
Ele também admitiu que a concorrência de Franchitti, que o derrotou na luta pelos últimos dois tÃtulos da Indy, o preocupa para a corrida em São Paulo. “Achei que ele tinha conseguido a pole na última volta”, disse Power, que deixou o escocês em segundo lugar no grid. “Ter ele atrás, saber que ele está chegando é uma pressão. É bom saber que já somei pontos importantes.”
Guarani garante vaga para semifinal
- 22 de abril de 2012 |
- 21h06 |
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Categoria: Campeonato Paulista
Quem apostava que as semifinais do Campeonato Paulista teriam dois clássicos acertou. Mas, diferente do que acreditava a maioria, um deles não envolverá Corinthians e Palmeiras e sim os dois times de Campinas. Depois da Ponte Preta, foi a vez de o Guarani se garantir na semifinal ao vencer o Palmeiras por 3 a 2, neste domingo, no Brinco de Ouro da Princesa. Na outra chave estão São Paulo e Santos.
O clássico de Campinas, provavelmente no domingo à noite, terá mando de campo do Guarani, que tem campanha melhor do que a da Ponte Preta. Há 24 anos o time bugrino não ficava entre os quatro melhores do Paulistão. Já o Palmeiras, em crise, passa a focar na Copa do Brasil. Seu próximo jogo é nesta quarta-feira, contra o Paraná, às 21h50, no Durival de Britto.
O jogo
Luiz Felipe Scolari acreditava ser possÃvel ganhar o jogo na base da mentira. Fechou os treinos da semana e divulgou uma falsa lista de relacionados. Só quando o Palmeiras chegou ao Brinco de Ouro é que se descobriu que Luan e Valdivia, que o clube divulgou que estavam fora da partida por lesão, na verdade estavam aptos a jogar. O atacante começou como titular, o meia ficou no banco (entrou no segundo tempo).
Em campo, um primeiro tempo abaixo da crÃtica. O Palmeiras foi um pouco melhor porque tinha Barcos. O argentino, brigador, criou todas as cinco chances dos visitantes. Na prática, porém, nenhuma levou real perigo ao goleiro Emerson, que só teve que trabalhar um pouco mais numa pancada de Luan, que aproveitou chute travado de Barcos.
A melhor chance da primeira etapa acabou sendo do Guarani. Aos 42, Fabinho Souza cruzou da esquerda e encontrou Danilo Sacramento livre no segundo pau. O meia, cara a cara com o goleiro, pegou muito mal na bola e mandou para fora.
O segundo tempo começou muito melhor. Em oito minutos foram três gols. O primeiro foi de Fumagalli, um golaço olÃmpico, encobrindo Deola – o goleiro deu um passo para frente para marcar Neto e deixou a bola passar.
Pouco depois saiu o segundo do Guarani. Oziel puxou o contra-ataque pela direita e cruzou rasteiro para o meio da área. A bola passou por Deola e Oziel apareceu sozinho para escorar de carrinho e ampliar.
Menos mal que o Palmeiras respondeu no minuto seguinte. Luan fez jogada individual e chutou cruzado. Emerson deu rebote para o meio da área e o veterano Marcos Assunção foi mais rápido que a zaga para pegar a sobra e descontar.
Atrás no placar, Felipão teve que recorrer ao baleado Valdivia. O chileno, porém, pouco fez. O Palmeiras, assim, continuava dependente de Barcos, que criou boa chance que acabou com chute de Luan para fora. O gol quase veio na bola parada. Marcos Assunção bateu falta, Emerson deu rebote, mas conseguiu se recuperar em seguida e salvar o Guarani. A defesa do jogo, porém, foi de Deola, que fez milagre ao defender chute forte, quicado, de Fabinho Souza.
Aos 35, o árbitro Vinicius Furlan deu uma forcinha para o Palmeiras ao não expulsar Márcio Araújo. O volante fez falta em Fabinho Souza, chutou o adversário no chão (na frente de Furlan), mas só levou o cartão amarelo por isso.
O Palmeiras não pressionou o suficiente e, nos acréscimos, levou o terceiro gol – igualzinho o segundo. Oziel cruzou rasteiro da direita e Fabinho Souza marcou no segundo pau. A diferença é que a falha de Deola foi mais grotesca, passando reto pela bola. Ainda deu tempo de, nos acréscimos, Henrique aparecer na área, dar uma de centroavante, e fazer o segundo.
Guarani 3 x 2 Palmeiras
Guarani – Emerson; Oziel, Domingos, Neto e Bruno Recife; Willian Favoni (Ewerton Páscoa), Fábio Bahia, Danilo Sacramento e Fumagalli; Fabinho Souza e Bruno Mendes (Bruno Peres). Técnico: Vadão.
Palmeiras – Deola; Cicinho, MaurÃcio Ramos, Henrique e Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção, João Vitor (Valdivia) e Daniel Carvalho (Fernandão); Luan (Patrik) e Barcos. Técnico: Luiz Felipe Scolari.
Gols – Fumagalli, aos 5, Fabinho Souza, aos 7 e aos 45, Marcos Assunção, aos 8, e Henrique, aos 47 minutos do segundo tempo.
Ãrbitro – Vinicius Furlan.
Cartões amarelos – Bruno Recife, Willian Favoni, Márcio Araújo, Juninho, Fernandão, Barcos, MaurÃcio Ramos e João Vitor.
Renda – Não disponÃvel.
Público – 15.005 pessoas.
Local – Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas.
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Brinco de Ouro, Campeonato Paulista, Corinthians, Guarani, Palmeiras, Ponte Preta
Ponte Preta elimina o Corinthians no Paulistão
- 22 de abril de 2012 |
- 19h42 |
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Categoria: Campeonato Paulista, Corinthians
DEMÉTRIO VECCHIOLI
Em uma partida marcada por duas falhas do goleiro Júlio César, a Ponte Preta venceu o Corinthians por 3 a 2, no Pacaembu, neste domingo, 22, pelas quartas de final do Paulistão, e avançou à semifinal do estadual. A melhor campanha da fase de classificação acabou sendo inútil para os corintianos, que agora focam apenas na Libertadores. O fim do jogo foi emocionante, com o time da casa pressionando em busca do empate.
A eliminação no Paulistão aumenta a preocupação da torcida corintiana com relação à equipe do técnico Tite em mata-matas. Desde que o treinador chegou ao clube, foram cinco confrontos eliminatórios. O Corinthians venceu apenas Oeste (num 2 a 1 suado) e Palmeiras (nos pênaltis), no Paulistão passado. Perdeu para Santos (na final do estadual passado), Deportivo Táchira e agora para a Ponte.
Antes de enfrentar o vencedor de Palmeiras e Guarani na semifinal do Paulistão, no próximo domingo, a Ponte Preta encara o São Paulo pelas oitavas de final da Copa do Brasil. O jogo de ida é nesta quinta-feira, em Campinas. A volta acontece na outra quarta, no Morumbi. Neste mesmo dia o Corinthians volta a campo, para pegar o Emelec, no Equador, pelas oitavas da Libertadores.
O jogo
Desde os primeiros minutos, a Ponte Preta mostrou uma postura de time visitante que não tem medo de jogar. Marcou bem o Corinthians no campo de defesa e saiu rápido para os contra-ataques, passando sempre a bola pelos pés do talentoso Renato Cajá. Taticamente, a equipe de Campinas era amplamente melhor. Aos 12 minutos, o garoto de Marquinhos, de apenas 17 anos, substituto do lesionado Chicão, fez falta em Roger na intermediária. Willian Magrão bateu rasteiro, Júlio César chegou na bola, mas não segurou. A falha do goleiro colocou a Ponte Preta na frente do placar.
O gol acordou o Corinthians, que foi para o ataque. Era tudo o que queria a Ponte Preta, que foi ao Pacaembu querendo jogar no contra-ataque. Aos 27, Cicinho cruzou da direita, Cajá não conseguiu o domÃnio, mas a bola sobrou para João Paulo. O volante chutou de primeira e mandou por cima.
Nova chance no contra-ataque, aos 34, a Ponte não perderia. Uendel cruzou, Roger se antecipou a Castán, bateu de primeira, sem chances para Júlio César, fazendo 2 a 0 para o time do interior.
A prova de que o Corinthians jogava mal é que no intervalo Tite mudou todo o setor de criação. Tirou Jorge Henrique e Danilo por Douglas e Alex. O time até ganhou em volume de jogo, passou a rondar mais a área ponte-pretana, mas seguiu sem ameaçar o gol de Bruno Fuso. A Ponte continuava chegando no contra-ataque.
A terceira mudança aconteceu aos 18 minutos. Tite ousou: tirou o zagueiro Marquinhos e colocou o atacante Willian. Na primeira chance, ele quase marcou. Emerson fez jogada pela esquerda, cruzou rasteiro, e tanto Willian quanto Liedson por pouco não desviaram para dentro do gol.
Depois, foram dois chutes cruzados de Willian, ambos da ponta da área. O primeiro, aos 27, passou raspando a trave. O atacante entendeu o que precisava consertar. No segundo, dois minutos depois, mandou um pouquinho mais à direita, desta vez para dentro do gol. A Ponte Preta reclamou muito (Gilson Kleina foi até expulso) porque o lance nasceu de uma falta de Douglas em Cajá. O meia ponte-pretano ficou caÃdo no chão, ninguém jogou a bola para fora para que houvesse atendimento ao jogador, e o Corinthians aproveitou para descontar.
O Corinthians seguiu pressionando. Aos 42, Paulinho recebeu na direita da área e deu um toquinho para encobrir o goleiro. Willian tentou cabecear em cima da linha, mas a zaga tirou.
Aos 44, Júlio César voltou a aprontar. Bateu um tiro de meta nas costas de Leandro Castán e deu a bola de presente para Renato Cajá. O meia aproveitou a desatenção da zaga, que foi pega de surpresa e lançou Rodrigo Pimpão. Apavorado, o goleiro saiu mal do gol. O atacante aproveitou e fez o terceiro.
Quando tudo já parecia decidido, Alex arriscou chute de fora da área, a bola desviou na zaga e entrou no ângulo direito do gol de Bruno, batendo na trave antes. Precisando de mais um gol, o Corinthians foi para a pressão total nos cinco minutos de acréscimo dados pelo árbitro. Paulinho e Emerson tiveram boas chances, mas desperdiçaram. No outro lado, Júlio César fez excelente defesa em chute de Cicinho após contra-ataque da Ponte.
Corinthians 2 x 3 Ponte Preta
Corinthians – Júlio César; Edenilson, Marquinhos (Willian), Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho e Danilo (Douglas); Jorge Henrique (Alex), Emerson e Liedson. Técnico: Tite.
Ponte Preta – Bruno Fuso; Guilherme, Willian Magrão, Ferrón e Uendel; João Paulo, Cicinho, Gérson (Xaves) e Renato Cajá; Caio (Rodrigo Pimpão) e Roger. Técnico – Gilson Kleina.
Gols – Willian Magrão, aos 12, e Roger, aos 34 minutos do primeiro tempo. Willian, aos 29, Rodrigo Pimpão, aos 44, e Alex, aos 45 minutos do segundo tempo.
Ãrbitro – Rodrigo Braghetto.
Cartões amarelos – Liedson, Ralf, Bruno Fuso, Willian Magrão, Cicinho, Renato Cajá, Guilherme e Roger.
Renda – R$ 908.481,00.
Público – 26.494 pessoas.
Local – Estádio do Pacaembu.
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