Corinthians vence o Fluminense e leva Copa São Paulo
- 25 de janeiro de 2012 |
- 12h57 |
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Categoria: Futebol
O Corinthians confirmou a sua condição de maior vencedor da Copa São Paulo de Futebol Júnior e faturou nesta quarta-feira o tÃtulo da 43.ª edição do torneio ao derrotar o Fluminense, de virada, por 2 a 1, em partida disputada no Estádio do Pacaembu. O oitavo tÃtulo do time paulista na competição, conquistado no dia do aniversário de 458 anos da cidade de São Paulo, teve o zagueiro Antonio Carlos, autor dos dois gols da equipe na decisão, como principal herói.
O tÃtulo garantido nesta quarta-feira premia a irretocável campanha do Corinthians nesta Copa São Paulo. A equipe venceu as oito partidas que disputou no torneio, sendo as sete primeiras em Jaguariúna, com 30 gols marcados e apenas dois sofridos. Além disso, nas semifinais, massacrou o Atlético-PR por 6 a 0. Apesar disso, essa conquista foi garantida de modo sofrido, com uma virada na decisão, disputada contra um forte adversário.
Os outros tÃtulos do Corinthians na Copa São Paulo foram conquistados em 1969, 1970, 1995, 1999, 2004, 2005 e 2009. E com a nova conquista, o time do Parque São Jorge se isola ainda mais do Fluminense como maior vencedor da competição. Segunda equipe com mais tÃtulos, o clube das Laranjeiras foi campeão em 1971, 1973, 1977, 1986 e 1989.
O Fluminense teve um inÃcio irregular nesta edição da Copa São Paulo e avançou para o mata-mata apenas como um dos melhores segundos colocados da fase de grupos. Depois, porém, evoluiu no torneio e eliminou, em sequência, Bahia, Grêmio, Desportivo Brasil (SP) e Coritiba para chega na decisão. Nas semifinais, impressionou ao golear o time paranaense por 4 a 0.
Antes da Copa São Paulo, o Fluminense havia sido vice-campeão dos outros principais torneios das divisões de base do futebol nacional. O time carioca perdeu as decisões da Taça Belo Horizonte de Futebol Júnior e do Campeonato Brasileiro Sub-20, ambos disputados no segundo semestre de 2011, e voltou a cair em uma final.
O JOGO
Corinthians e Fluminense fizeram nesta quarta-feira uma decisão à altura da história dos dois times na Copa São Paulo, que foi observada no estádio por Tite, treinador do time paulista, e Ney Franco, coordenador das categorias de base da seleção brasileira.
Apesar do apoio do torcedor que lotou o Pacaembu, o Corinthians teve muita dificuldade diante da velocidade imposta pelo Fluminense e, principalmente, do habilidoso atacante Marcos Júnior. Mas com garra e dois gols em jogadas de bola parada, a equipe dirigida pelo ex-jogador Narciso faturou o tÃtulo da Copa São Paulo.
O inÃcio da final no Pacaembu foi movimentado. Aos cinco minutos, o atacante Marcos Júnior foi lançado em velocidade e finalizou cruzado. O goleiro Matheus espalmou a bola para escanteio e impediu que o Fluminense abrisse o placar. A resposta do Corinthians foi imediata. No lance seguinte, o lateral Cristiano avançou pela direita e chutou para bola defesa de Silézio.
O Corinthians voltou a ameaçar em jogada pelos lados do campo, dessa vez pela esquerda, aos 14 minutos, quando Denner cruzou para Douglas, que cabeceou para fora. Já o Fluminense apostava no talento de Marcos Júnior, que era sempre procurado pelo meia Eduardo e teve três boas oportunidades, para marcar, mas não teve sucesso.
Aos 16 minutos, o atacante quase marcou um golaço, ao tentar encobrir o goleiro Matheus, que fez boa defesa. Após tabela com Eduardo, o meia Higor cruzou para Marcos Júnior, que cabeceou para fora, aos 21 minutos. Aos 23, em contra-ataque, o atacante desperdiçou ótima oportunidade após ser lançado por Eduardo e chutar cruzado, na saÃda de Matheus, para fora.
Com bom toque de bola e atuando em velocidade, o Fluminense assumiu o controle da partida. Aos 34 minutos, Higor chutou forte de fora da área, para boa defesa de Matheus. O Corinthians respondeu no final do primeiro tempo. Aos 41, Silézio fez boa defesa em cobrança de falta de Matheuzinho.
O Fluminense voltou melhor no segundo tempo e abriu o placar aos quatro minutos, após falha do goleiro Matheus. Marcos Junior cruzou na área, o goleiro trombou com Anderson e não conseguiu fazer a defesa. Michael aproveitou para cabecear para as redes. Com o controle do jogo, o Fluminense quase ampliou aos dez minutos, quando Fabinho completou cruzamento de cabeça. Dessa vez, porém, Matheus fez excelente defesa.
Com o Corinthians em desvantagem, o técnico Narciso promoveu a entrada de atacantes, com a intenção de sufocar o Fluminense. E a equipe conseguiu arrancar o empate aos 20 minutos, com o zagueiro Antônio Carlos, de cabeça, após cobrança de escanteio.
Depois do empate corintiano, o Fluminense reassumiu o controle da decisão e viu o Corinthians perder o goleiro Matheus, contundido. No primeiro lance do substituto, Higor cobrou bem falta frontal, que foi defendida por Ravi.
Mas foi o Corinthians quem marcou e definiu a final da Copa São Paulo, que se encaminhava para a disputa de pênaltis. Aos 43 minutos, em nova cobrança de escanteio, o zagueiro Antônio Carlos cabeceou para as redes, virou a decisão para 2 a 1 e definiu a oitava conquista corintiana na competição.
Leandro Silveira
Agora é para valer
- 24 de janeiro de 2012 |
- 23h01 |
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Categoria: Campeonato Paulista
DANIEL AKSTEIN BATISTA
Ao falar que “jogamos o suficiente para vencer na estreiaâ€, Marcos Assunção deixa bem claro que o Palmeiras ainda precisa melhorar muito para sonhar com tÃtulos em 2012. Bem verdade que o time começou o Estadual com vitória, mas o que se viu contra o Bragantino, no domingo, foi uma equipe com os mesmos defeitos e acertos do ano passado. E o panorama não deverá ser muito diferente disso hoje, à s 22h, no Pacaembu, contra a Portuguesa.
O Palmeiras ainda é um time em formação. Dos reforços, apenas Juninho começará jogando hoje, na lateral esquerda. Os outros três jogadores contratados vieram para ser titulares, mas ainda não estão prontos para isso: Daniel Carvalho ficará no banco e o zagueiro Román e o atacante Barcos ainda precisam entrar em forma.
Com uma formação quase idêntica à de 2011, Luiz Felipe Scolari mantém também o estilo de jogo. Enquanto o time se baseia nos cruzamentos de Assunção e na habilidade de Valdivia, os pontos negativos continuam sendo a instabilidade da defesa e a falta de pontaria do ataque – Ricardo Bueno foi mal na última partida, mas deverá ser mantido na equipe.
Marcos Assunção, que completará hoje cem jogos pelo Palmeiras, tem os números a seu lado: em 99 partidas, anotou 21 gols e deu 24 assistências – foi dele, inclusive, o cruzamento para o primeiro gol do time no Estadual. Mesmo assim, o volante tenta diminuir a sua importância para a equipe, para não menosprezar os companheiros.
“Se eu faço um gol de falta ou de um cruzamento, não quer dizer que o Palmeiras é dependente do Marcos Assunçãoâ€, falou ele. “Eu não penso assim, só trabalho para ajudar.â€
Assim como o volante, Valdivia é o outro jogador no qual a torcida deposita bastante esperança. E confiança é justamente o que não falta ao chileno. “É mais uma oportunidade para mostrar ao torcedor que eu sei jogar bolaâ€, declarou o meia, um dos destaques do time no amistoso contra o Ajax (1 a 0) e no jogo contra o Bragantino.
Recuperado de lesões e se dizendo pronto para ter um 2012 diferente, sem tantas polêmicas, Valdivia promete empenho para não deixar que o ano seja novamente marcado por conquistas dos rivais. “É difÃcil ver o Corinthians e o Santos serem campeões e não a gente. Mas temos de trabalhar e nos esforçar mais. Mas vejo um bom ambiente aqui e estou sentindo que vamos ter uma boa temporada.â€
Se o Palmeiras começou bem o ano, a Portuguesa tenta dar hoje a volta por cima. O time decepcionou na estreia ao ser derrotado pelo Paulista no Canindé (2 a 0) e promete atitude diferente no Pacaembu. Alerta no Palmeiras? “É um clássico e temos de ter muito respeito por eles. Vai ser um jogo difÃcil, mas temos de conseguir os três pontosâ€, disse Marcos Assunção.
Foi no tudo ou nada
- 21 de janeiro de 2012 |
- 23h30 |
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Categoria: Campeonato Paulista, Corinthians, Futebol
VÃTOR MARQUES
O campeão brasileiro começou oficialmente o ano vencendo uma partida da maneira que lhe é mais comum: de virada e na raça, mesmo jogando mal.
Foi dificÃlimo sair do Pacaembu ontem com a vitória sobre o Mirassol por 2 a 1.
O Corinthians só conseguiu ser melhor que o adversário a partir do momento em que estava com um homem a mais em campo, e com uma escalação que demonstrava o desespero de Tite.
Havia nada menos que quatro atacantes e dois meias no time quando Elton empatou a partida, aos 30 minutos do segundo tempo.
E o gol salvador veio só aos 43 minutos, depois que Alex cruzou rasteiro e Dezinho atirou a bola para suas próprias redes.
O Corinthians que iniciou a partida é o que venceu o Brasileiro. Nenhum jogador foi vendido. A formação escolhida por Tite para começar o Paulista também é conhecida: o 4-2-3-1.
Em tese, nada poderia dar tão errado, mas uma série de erros quase matou o Corinthians, sobretudo no primeiro tempo.
Um deles é incompreensÃvel para uma equipe que se conhece bem: a falha na cobertura defensiva. O lado mais problemático era o esquerdo, com Fábio Santos, que tinha gás para subir ao ataque, mas não conseguia voltar.
O gol do Mirassol evidenciou a pane dos laterais: Alessandro perdeu a bola no ataque, a bola sobrou para Esley. Ele cruzou na área e Xuxa fez cabeça, aos 28. Fábio Santos, seu marcador, parou de correr e quando a rede balançou já estava abaixado, com as mãos no joelho, cansado.
Alex não conseguia ser o armador de que o time precisava, e Emerson Sheik não mostrava a menor objetividade.
No segundo tempo os problemas persistiam. A troca de Willian por Jorge Henrique foi inócua. Alessandro continuava mal, e Tite foi inteligente em colocar Danilo no lugar do lateral. Jorge Henrique, assim, virou ala.
A maré começou a virar quando Alex Silva, que já tinha amarelo, foi expulso por jogar a bola para fora sem necessidade.
Outra bola dentro de Tite: sacou um zagueiro, colocou Elton e empurrou o Mirassol para seu campo de defesa. Aos 30, Elton, num chute rasteiro, empatou a partida um minuto após sua entrada.
A virada veio no fim, mas o aquecimento para a Libertadores não começou bem.
Corinthians vence o Mirassol por 2 a 1
- 21 de janeiro de 2012 |
- 20h36 |
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Categoria: Campeonato Paulista
O Corinthians sofreu, mas conseguiu uma virada sofrida contra o Mirassol na estreia do Campeonato Paulista, neste sábado, no Pacaembu: 2 a 1, graças ao atacante Elton, que entrou no segundo tempo e deixou sua marca, e um gol contra de Dezinho, perto dos acréscimos da partida.
O time comandado por Tite não teve boa atuação no jogo, principalmente no primeiro tempo, quando os visitantes criaram as melhores oportunidades e abriram o placar aos 29 minutos com o meio-campista Xuxa, sozinho, de cabeça, sem chances de defesa para o goleiro Júlio César.
Na etapa final, na base do abafa, o clube alvinegro até teve uma melhora, mas só acordou mesmo depois que o volante Alex Silva foi expulso após levar o segundo cartão amarelo. Aos 31 minutos, quando a Fiel torcida já vaiava a estreia desastrosa, Liedson ajeitou dentro da área, e Elton chutou no canto esquerdo de Fernando Leal para empatar.
A pressão continuou, e o Corinthians contou com a sorte para alcançar a vitória: aos 45, Alex arrancou pela esquerda, chutou cruzado, o zagueiro Dezinho se atrapalhou na hora de mandar a bola para escanteio e acabou empurrado-na para as próprias redes.
Na próxima rodada, já no meio da semana, o Corinthians visita o Guaratinguetá, enquanto o Mirassol recebe a recém-promovida Catanduvense. Os dois jogos acontecem na quarta-feira.
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Campeonato Paulista, Corinthians, Dezinho, Elton, Mirassol, Tite
Corinthians perde de 1 a 0 e Lusa leva Troféu Sócrates
- 18 de janeiro de 2012 |
- 23h24 |
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Categoria: Sem categoria
VÃTOR MARQUES
A Portuguesa estragou a festa do Corinthians. Carimbou a faixa do campeão brasileiro e ainda ficou com o Troféu Sócrates ao vencer o amistoso disputado no Pacaembu na noite desta quarta-feira por 1 a 0. O Timão repetiu o enredo do último fim de semana, quando empatou com Flamengo. Os titulares foram bem e os reservas, mal.
O gol da Lusa, marcado por Rafael, saiu aos 29 do segundo tempo, quando ambas as equipes estavam com os suplentes.
Foi o último ensaio antes da estreia das equipes no Campeonato Paulista, que começa neste fim de semana. A partida homenageou o ex-jogador e Ãdolo do Corinthians Sócrates, morto no dia 4 de dezembro.
As arquibancadas não estavam cheias, como geralmente acontece nos jogos do Corinthians no Pacaembu, mas foi algo natural em razão da chuva e da (pouca) importância do jogo.
Quem foi ao estádio ergueu o punho e gritou “É Sócrates! É Sócrates!†e levou faixas e balões em reverência ao eterno Ãdolo.
Mas quem foi ao Pacaembu também hostilizou um jogador que tinha tudo para ser um Ãdolo, mas está virando persona non grata no clube: Adriano. Ele foi xingado por vários torcedores, que pediram sua saÃda imediata do clube.
“Vamos com um pouco mais de calma, não vale perder Adriano por um deslizeâ€, disse Emerson Sheik, que do elenco é o mais ligado ao Imperador.
Como nem o Corinthians acreditava mais em Adriano, mesmo antes dessa nova falta a um treino, a diretoria contratou Elton, centroavante trombador que estava no Vasco.
Ele estreou nesta quarta-feira e atuou os 45 minutos iniciais, como estava previsto. Movimentou-se bem, tentou cumprir o papel de pivô e procurou marcar seu gol em jogadas pelo alto.
Mas ele não teve nenhuma chance clara de gol. Como também não teve o Corinthians na etapa inicial. Quando as duas equipes estavam com suas formações principais, foi a Portuguesa quem teve as melhores chances de abrir o placar.
Vandinho e Rodriguinho, os atacantes da Lusa, saÃam na cara de Júlio César até com certa facilidade e quase sempre na base da velocidade.
Danilo esteve bem marcado, e o ataque corintiano pouco produziu, o que atrapalhou muito o Timão. Só com reservas em campo o jogo ficou um pouco mais rápido, e melhor.
E a Lusa marcou seu gol num momento em que o Corinthians havia equilibrado o jogo, com Rafael pegando rebote do goleiro Danilo Fernandes.
Outro estreante do Corinthians, o meia VÃtor Júnior foi bem, acertou a trave num chute e cobrou uma falta com perigo. Mas foi só e a Lusa fez sua festa.
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