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	<title>Esportes</title>
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	<description>Esportes</description>
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		<title>Douglas desfalca o Tricolor contra o Bahia</title>
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		<pubDate>Sun, 27 May 2012 01:33:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasileirão]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo FC]]></category>

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		<description><![CDATA[O lateral-direito sentiu dores musculares no treino deste sábado e acabou sendo preservado pela comissão técnica. Seria o sexto jogo seguido do atleta, que passou um longo período se recuperando de uma lesão no púbis. Esta é a quarta baixa do elenco]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O lateral-direito Douglas é a nova baixa do São Paulo para o duelo deste domingo contra o Bahia, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Ele sentiu dores musculares no treino deste sábado e acabou sendo preservado pela comissão técnica. Seria o sexto jogo seguido do atleta, que passou um longo período se recuperando de uma lesão no púbis.</p>
<p>Douglas é a quarta baixa do elenco, que não terá também Bruno Uvini, Casemiro e Lucas, todos com a seleção brasileira. O técnico Emerson Leão vem reclamando constantemente dos problemas com o elenco.</p>
<p>Com isso, o paraguaio Piris deve herdar a posição e voltar à equipe. O São Paulo deve entrar em campo com Denis, Piris, Rhodolfo, Paulo Miranda e Cortez; Denilson, Cícero e Jadson, Fernandinho, Rafinha e Luis Fabiano.</p>
<p>Confira a lista com todos os relacionados</p>
<p>Goleiros: Denis e Léo<br />
Zagueiros: Rhodolfo, Luiz Eduardo, Paulo Miranda e Edson Silva<br />
Laterais: Piris e Cortez<br />
Meio-campistas: Jadson, Denilson, Rodrigo Caio, Cícero e Maicon<br />
Atacantes: Fernandinho, Osvaldo, Rafinha, Luis Fabiano e Willian José</p>
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		<title>Série A: Macaca arranca empate</title>
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		<pubDate>Sun, 27 May 2012 01:31:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O Atlético-GO chegou a sair na frente, com um golaço de Bida, mas não segurou a vantagem e cedeu o empate à Ponte Preta, por 1 a 1, no Serra Dourada, em Goiânia, pela segunda rodada do Brasileirão. Com o resultado, time campineiro conquista seu primeiro ponto]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Atlético-GO chegou a sair na frente, com um golaço de Bida, mas não segurou a vantagem e cedeu o empate à Ponte Preta, por 1 a 1, neste sábado, no Serra Dourada, em Goiânia, pela segunda rodada do Brasileirão.</p>
<p>Com o resultado, o time da casa acumula seu segundo empate, enquanto o time de Campinas chega ao seu primeiro ponto &#8211; perdeu do Atlético-MG, em casa, na estreia. &#8220;O dever de casa tem de ser feito, mas a gente não fez&#8221;, lamentou William, atacante atleticano, após ver seu time sair sob vaia da pequena torcida (1.703 pagantes).</p>
<p>Mesmo atuando fora de casa, a Ponte tomou mais iniciativa no primeiro tempo e levou maior perigo ao gol de Roberto. Ocupou melhor os espaços, mas as suas melhores chances de marcar pararam no travessão, com Roger, aos 8 e aos 16 minutos, e Cicinho, aos 18 minutos.</p>
<p>Mais eficiente, o Atlético abriu o placar em sua melhor chance. Aos 10 minutos, Elias cruzou da esquerda e Bida pegou de primeira, de voleio, acertando o ângulo de Lauro. &#8220;Saímos em desvantagem mas vamos reagir no segundo tempo&#8221;, prometera o atacante Roger no intervalo.</p>
<p>A promessa acabou sendo cumprida. Assim que o segundo tempo começou, a Ponte Preta avançou em busca do empate, com Marcinho e o &#8221;quarteto de Mogi&#8221;, formado com Thiago Alves, Baraka, João Paulo Silva e René Júnior dominando as ações.</p>
<p>E logo, aos 8 minutos, André Luiz cruzou, o zagueiro Paulo Henrique falhou e o atacante Roger escorou e igualou o placar. Com o empate, o time do Atlético se acomodou em campo e ainda perdeu duas boas chances de virar, com Bida, aos 16, e Felipe, aos 38 e aos 44 minutos.</p>
<p>Na próxima rodada, o Atlético receberá o Grêmio na quarta-feira, no Serra Dourada (GO). A Ponte Preta vai enfrentar o Flamengo no mesmo dia, no Moisés Lucarelli, em Campinas (SP).</p>
<p><strong>ATLÉTICO-GO 1 x 1 PONTE PRETA</strong></p>
<p>ATLÉTICO-GO &#8211; Roberto; Joilson, Gilson, Paulo Henrique e Ernandes; Pituca, Marino, Fernando Bob (Felipe), Bida e Elias (Danilinho); Diogo Campos (William). Técnico: Adilson Batista.</p>
<p>PONTE PRETA &#8211; Lauro; Cicinho, Thiago Alves, Diego Sacoman e João Paulo (Uendel); Baraka, João Paulo Silva, René, Marcinho (Nikão) e André Luiz (Maranhão); Roger. Técnico: Gilson Kleina.</p>
<p>GOLS &#8211; Bida, aos 10 minutos do primeiro tempo. Roger, aos 8 minutos do segundo tempo.</p>
<p>CARTÕES AMARELOS &#8211; Danilinho e Marino.</p>
<p>ÁRBITRO &#8211; Manoel Nunes Lopo Garrido (BA).</p>
<p>RENDA &#8211; R$ 28.260,00.</p>
<p>PÚBLICO &#8211; 1.703 pagantes.</p>
<p>LOCAL &#8211; Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO).</p>
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		<title>Série A: Vasco vence a Portuguesa e lidera</title>
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		<pubDate>Sun, 27 May 2012 01:23:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasileirão]]></category>
		<category><![CDATA[Portuguesa]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta foi a primeira derrota da Lusa, que tinha empatado com o Palmeiras, por 1 a 1, e ocupa a 15.ª posição. O time carioca se isolou na liderança, com seis pontos, porque na estreia tinha batido o Grêmio, por 2 a 1, em São Januário]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um golaço de bicicleta, marcado por Alecsandro, decretou a vitória do Vasco da Gama sobre a Portuguesa, por 1 a 0, neste sábado à noite, no Canindé, em São Paulo, na abertura da segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Esta foi a primeira derrota da Lusa, que tinha empatado com o Palmeiras, por 1 a 1, e ocupa a 15.ª posição. O time carioca se isolou na liderança, com seis pontos, porque na estreia tinha batido o Grêmio, por 2 a 1, em São Januário.</p>
<p>O herói da noite, Alecsandro, preferiu trocar os elogios pelo belo gol para dividir a vitória com seus companheiros, abatidos depois da eliminação na Copa Libertadores, após derrota para o Corinthians, por 1 a 0, na última quarta-feira. &#8220;Estou feliz porque a gente precisa levantar a cabeça depois da eliminação da Libertadores. Foi difícil sair daquele jeito, porque jogamos melhor e perdemos. Por isso, chamei todo mundo para comemorar comigo&#8221;, comentou.</p>
<p>Na Portuguesa, o técnico Geninho optou por armar a o time com três zagueiros, liberando os laterais &#8211; Luis Ricardo e Raí &#8211; além de deixar seu meio-campo menos sobrecarregado na marcação. O Vasco parecia perdido com a forte marcação da Lusa.</p>
<p>Mas, de repente, apareceu um fator diferente no futebol: o talento. O atacante Alecsandro marcou um golaço de bicicleta, aos 21 minutos. Após o levantamento de Fagner, pelo lado direito, o atacante, de costas para o gol, e fora da área, pedalou de primeira. Nem ajeitou a bola no peito.</p>
<p>Este gol tirou a tranquilidade da Lusa, que só chutou uma bola com perigo aos 44 minutos. Após troca de passes, Boquita chutou forte, mas nas mãos de Fernando Prass, que fez a defesa em dois tempos.</p>
<p>Na volta dos vestiários, os dois times não mudaram. Somente aos 15 minutos é que Geninho mexeu em dose dupla na Lusa. Entraram Rodriguinho e Maicon para as saídas, respectivamente, de Ricardo Jesus e Henrique. A Lusa já pressionava o Vasco em seu campo defensivo, depois de diminuir os espaços.</p>
<p>Aos 18 minutos, houve a reclamação de um pênalti para a Lusa, quando o zagueiro Douglas entrou com força excessiva sobre Maicon. Aos 30 minutos, outro lance duvidoso. Rodriguinho entrou nas costas da defesa e marcou, mas a arbitragem anotou o impedimento de Ananias, que estava na jogada. O lance gerou muitas reclamações do técnico Geninho.</p>
<p>O Vasco, muito acuado, não tinha mais a opção dos contra-ataques. E preferiu segurar o resultado, mesmo correndo o sério risco de sofrer o empate, que não aconteceu por pura incompetência dos atacantes da Lusa. Ainda atrás de sua primeira vitória, a Portuguesa só volta a campo no dia 6 de junho, diante do Coritiba, na capital paranaense, pela terceira rodada. O Vasco vai receber o Náutico, em São Januário, no Rio.</p>
<p><strong>PORTUGUESA 0 X 1 VASCO</strong></p>
<p>GOLS &#8211; Alecsandro, aos 21 minutos do primeiro tempo.</p>
<p>PORTUGUESA &#8211; Gledson; Rogério, Renato e Gustavo; Luis Ricardo, Léo Silva (Vandinho), Boquita, Henrique (Maicon) e Raí; Ananais e Ricardo Jesus (Rodriguinho). TÉCNICO &#8211; Geninho.</p>
<p>VASCO &#8211; Fernando Prass; Fagner, Renato Silva, Rodolfo (Douglas) e Dieyson; Nilton, Fellipe Bastos (Chaparro), Allan e Diego Souza (Carlos Alberto); Éder Luis e Alecsandro. TÉCNICO &#8211; Cristóvão Borges.</p>
<p>ÁRBITRO &#8211; Héber Roberto Lopes (PR).</p>
<p>CARTÕES AMARELOS &#8211; Allan (Vasco); Rodriguinho e Gustavo (Portuguesa).</p>
<p>RENDA &#8211; R$ 109.205,00.</p>
<p>PÚBLICO  &#8211; 4.638 pagantes.</p>
<p>LOCAL &#8211; Estádio do Canindé, em São Paulo (SP).</p>
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		<title>Kia Joorabchian pode voltar ao Corinthians</title>
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		<pubDate>Sat, 26 May 2012 21:13:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corinthians]]></category>
		<category><![CDATA[Andres Sanches]]></category>
		<category><![CDATA[CBF]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Kia Joorabachian]]></category>

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		<description><![CDATA[Questionado pelo JT no sábado em Hamburgo se tinha algum plano para voltar a investir no time de Parque São Jorge, o empresário iraniano não rejeitou a ideia. "Temos uma surpresa. Espere." Kia foi visto com Andrés Sánchez, diretor de seleções da CBF


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jamil Chade</p>
<p>Hamburgo &#8211; Kia Joorabchian pode estar voltando com projetos ao Corinthians. Questionado pelo <strong>JT</strong> no sábado em Hamburgo se tinha algum plano para voltar a investir no time de Parque São Jorge, o empresário iraniano não rejeitou a ideia. &#8220;Temos uma surpresa. Espere.&#8221;</p>
<p>Kia estava no estádio onde o Brasil enfrentou a Dinamarca e, no intervalo, foi visto cumprimentando Andrés Sánchez, ex-presidente do Corinthians e hoje diretor de seleções da CBF.</p>
<p>Questionado sobre qual seria essa surpresa, Kia hesitou. &#8220;Deixa eles primeiro ganharem a Libertadores&#8221;, declarou. O empresário que havia desembarcado no Brasil com milhões de dólares da MSI para assumir os investimentos no Corinthians aposta em seu ex-time para vencer o Santos na semifinal. &#8220;Eles vão ganhar a Libertadores.&#8221;</p>
<p>Desde que saiu do Corinthians, num esquema ligado ao envolvimento do russo Boris Berezovsky, Kia continuou ativo no mundo do futebol e negociando jogadores na Europa. Dificilmente perde um jogo da seleção na Europa.</p>
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		<title>Schumacher lidera treino, mas punição dá pole a Webber</title>
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		<pubDate>Sat, 26 May 2012 14:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Michael Schumacher foi o mais rápido do treino classificatório para o GP de Mônaco de Fórmula 1, que acontecerá neste domingo, mas por conta de uma punição largará apenas na sexta colocação. Melhor para Mark Webber, da Red Bull, que conseguiu o segundo melhor tempo deste sábado e herdou a pole. Companheiro do alemão na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Michael Schumacher foi o mais rápido do treino classificatório para o GP de Mônaco de Fórmula 1, que acontecerá neste domingo, mas por conta de uma punição largará apenas na sexta colocação. Melhor para Mark Webber, da Red Bull, que conseguiu o segundo melhor tempo deste sábado e herdou a pole. Companheiro do alemão na Mercedes, Nico Rosberg largará em segundo.</p>
<p>Schumacher anotou 1min14s301 no final do treino e conseguiu sua primeira pole desde que voltou à Fórmula 1, em 2010. Mas o piloto havia sido penalizado com a perda de cinco posições no grid por conta de um acidente com Bruno Senna, no GP da Espanha, há duas semanas. Melhor para Webber, que marcou 1min14s381 e largará na primeira colocação pela primeira vez nesta temporada. Seu companheiro de Red Bull, Sebastian Vettel, preferiu guardar pneu para domingo, não foi à pista na Q2 e vai sair em nono. O brasileiro Felipe Massa estará logo atrás de Schumacher, na sétima colocação. Ele anotou o tempo de 1min15s049 e voltou a ser mais lento que seu companheiro de Ferrari, Fernando Alonso, que largará em quinto e marcou 1min14s948.</p>
<p>A principal decepção do dia ficou por conta de Jenson Button, que não conseguiu avançar à Q3 e foi o 13.º, bem atrás de seu companheiro de McLaren, Lewis Hamilton, que marcou 1min14s583 e largará em terceiro. Logo atrás de Button estará o brasileiro Bruno Senna, que também não teve bom desempenho, parou na Q2 e foi o 14.º.  </p>
<p>Vencedor da última etapa, na Espanha, o venezuelano Pastor Maldonado terá uma difícil tarefa para repetir o desempenho no domingo. No último treino livre para o GP de Mônaco, na manhã deste sábado, ele bateu em Sergio Pérez e foi penalizado com a perda de dez posições no grid. Depois de conseguir o nono melhor tempo, largará em 19.º.</p>
<p>Após se envolver no acidente com Maldonado e chamar o venezuelano de &#8220;louco&#8221; pelo rádio, Pérez voltou a bater, desta vez no guardrail, logo no início do treino classificatório. Por isso, o mexicano da Sauber será o último no grid de largada deste domingo.</p>
<p>A etapa de Mônaco de Fórmula 1, uma das mais aguardadas do calendário da categoria, será disputada neste domingo, às 9 horas (horário de Brasília).</p>
<p><strong>Confira o grid de largada do GP de Mônaco:</strong></p>
<p>1.º &#8211; Mark Webber (AUS/Red Bull)</p>
<p>2.º &#8211; Nico Rosberg (ALE/Mercedes)</p>
<p>3.º &#8211; Lewis Hamilton (ING/McLaren)</p>
<p>4.º &#8211; Romain Grosjean (FRA/Lotus)</p>
<p>5.º &#8211; Fernando Alonso (ESP/Ferrari)</p>
<p>6.º &#8211; Michael Schumacher (ALE/Mercedes)</p>
<p><strong>7.º &#8211; Felipe Massa (BRA/Ferrari)</strong></p>
<p>8.º &#8211; Kimi Raikkonen (FIN/Lotus)</p>
<p>9.º &#8211; Sebastian Vettel (ALE/Red Bull)</p>
<p>10.º &#8211; Nico Hulkenberg (ALE/Force India)</p>
<p>11.º &#8211; Kamui Kobayashi (JAP/Sauber)</p>
<p>12.º &#8211; Jenson Button (ING/McLaren)</p>
<p><strong>13.º &#8211; Bruno Senna (BRA/Williams)</strong></p>
<p>14.º &#8211; Paul di Resta (ESC/Force India)</p>
<p>15.º &#8211; Daniel Ricciardo (AUS/Toro Rosso)</p>
<p>16.º &#8211; Jean-Eric Vergne (FRA/Toro Rosso)</p>
<p>17.º &#8211; Heikki Kovalainen (FIN/Caterham)</p>
<p>18.º &#8211; Vitaly Petrov (RUS/Caterham)</p>
<p>19.º &#8211; Pastor Maldonado(VEN/Williams)</p>
<p>20.º &#8211; Timo Glock (ALE/Marussia)</p>
<p>21.º &#8211; Pedro de la Rosa (ESP/Hispania)</p>
<p>22.º &#8211; Charles Pic (FRA/Marussia)</p>
<p>23.º &#8211; Narain Karthikeyan (IND/Hispania)</p>
<p>24.º &#8211; Sergio Perez (MEX/Sauber)</p>
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		<item>
		<title>Brasil vence Dinamarca por 3 a 1</title>
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		<pubDate>Sat, 26 May 2012 13:30:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Hamburgo &#8211; Com uma equipe cheia de garotos e sem o astro Neymar, o Brasil teve boa atuação e derrotou a Dinamarca por 3 a 1, neste sábado, em Hamburgo, na Alemanha. A vitória convincente alivia um pouco a pressão sobre o técnico Mano Menezes e mostra que a seleção brasileira está no caminho certo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hamburgo &#8211; Com uma equipe cheia de garotos e sem o astro Neymar, o Brasil teve boa atuação e derrotou a Dinamarca por 3 a 1, neste sábado, em Hamburgo, na Alemanha. A vitória convincente alivia um pouco a pressão sobre o técnico Mano Menezes e mostra que a seleção brasileira está no caminho certo na preparação para a Olimpíada de Londres.</p>
<p>No compromisso que abriu a série de quatro amistosos que a seleção está fazendo como preparação para a Olimpíada, Mano escalou uma equipe com média de idade de 22 anos. E o Brasil teve sucesso no primeiro jogo desde que o novo presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin, assumiu o cargo em março.</p>
<p>Marin já avisou que a continuidade de Mano na seleção depende da performance na Olimpíada. Diante disso, a boa vitória deste sábado é muito importante para o treinador. Mesmo porque, foi contra uma Dinamarca que ocupa o 10º lugar no ranking da Fifa e se prepara para a disputa da Eurocopa, que começa no dia 8 de junho.</p>
<p>Mano teve desfalques importantes neste sábado. Daniel Alves e David Luiz foram cortados por contusão, enquanto Alexandre Pato não pôde jogar porque está fora da melhor forma física. Além disso, Neymar, Ganso e Rafael foram liberados do amistoso com a Dinamarca para defender o Santos na última quinta-feira, pela Libertadores.</p>
<p>Com esses desfalques, Mano abriu ainda mais espaço para os jovens na escalação da seleção. No time titular deste sábado, foram oito jogadores com idade olímpica &#8211; as exceções eram Jefferson, Thiago Silva, Marcelo e Hulk. Por isso tudo, o treinador admitiu que o Brasil corria risco diante de uma Dinamarca com força máxima.</p>
<p>Mas o que se viu em campo foi um Brasil amplamente superior no primeiro tempo. Fazendo uma marcação forte já no campo de ataque, ao pressionar bastante a saída de bola da Dinamarca, e contando com a velocidade de jogadores como Oscar, Lucas e Hulk, a seleção brasileira não demorou para abrir o placar e tomar o controle da partida.</p>
<p>Mesmo diante da imensa maioria de torcedores dinamarqueses no estádio lotado por 50 mil pessoas &#8211; Hamburgo fica perto da fronteira com a Dinamarca -, o Brasil mostrou tranquilidade em campo. Para isso, ajudou bastante o gol marcado por Hulk logo aos sete minutos, num chute de longe que contou com a falha do goleiro Sorensen.</p>
<p>O segundo gol saiu logo depois, aos 12 minutos, graças à principal virtude do Brasil no amistoso: a marcação sob pressão. Hulk roubou a bola no campo de ataque e Oscar aproveitou para fazer linda jogada antes de cruzar para o meio da área. Aí, antes de Hulk poder finalizar, o volante Zimlig tentou cortar e marcou contra.</p>
<p>A Dinamarca foi obrigada a trocar dois jogadores por contusão &#8211; o goleiro Sorensen e o meia Schöne saíram já aos 24 minutos. E, aos poucos, começou a equilibrar as ações dentro de campo. Mas o Brasil voltou a marcar aos 39, quando Oscar roubou a bola no ataque e Hulk aproveitou para escapar da marcação e fazer 3 a 0.</p>
<p>No segundo tempo, a Dinamarca assustou logo no primeiro minuto, quando Agger perdeu uma chance de gol incrível, após um impedimento não marcado pelo árbitro. Como o Brasil diminuiu um pouco o ritmo, administrando a vantagem conseguida no primeiro tempo, a seleção dinamarquesa começou a criar seguidas oportunidades de gol.</p>
<p>Com a queda de produção da seleção, Mano começou a mexer na equipe. Alex Sandro, Rafael, Wellington Nem, Bruno Uvini, Casemiro e Giuliano entraram &#8211; todos com idade olímpica. Mesmo assim, o Brasil não evitou o gol da Dinamarca, aos 25 minutos, quando o árbitro não deu o impedimento e Bendtner aproveitou para marcar.</p>
<p>Após o gol marcado, a Dinamarca ainda tentou pressionar mais, sonhando com a possibilidade de buscar o empate. Mas, apesar da queda brusca de rendimento no segundo tempo, prevaleceu o bom futebol mostrado pelo Brasil na etapa inicial, quando abriu boa vantagem no placar e construiu a importante vitória deste sábado.</p>
<p>Agora, a seleção brasileira parte uma série de três amistosos nos Estados Unidos. Na quarta-feira, enfrenta os donos da casa em Washington. Depois, já em junho, encara o México no dia 3 em Dallas e a Argentina no dia 9 em Nova Jersey. E, para os próximos jogos, terá o reforço de Neymar e Rafael, além da provável volta de Pato.</p>
<p><strong>BRASIL 3 X 1 DINAMARCA</strong></p>
<p>BRASIL &#8211; Jefferson; Danilo (Rafael), Thiago Silva, Juan e Marcelo (Alex Sandro); Sandro (Casemiro), Rômulo e Oscar; Lucas (Giuliano), Hulk (Bruno Uvini) e Leandro Damião (Wellington Nem). Técnico: Mano Menezes.</p>
<p>DINAMARCA &#8211; Sorensen (Andersen); Wass, Kjaer, Agger e Simon Poulsen; Christian Poulsen (Jakob Poulsen), Zimling, Eriksen (Rommedhal) e Schöne (Kahlenberg); Bendtner e Kron-Dehli (Pedersen). Técnico: Morten Olsen.</p>
<p>GOLS &#8211; Hulk, aos sete e aos 39, e Zimlig (contra), aos 12 minutos do primeiro tempo; Bendtener, aos 25 minutos do segundo tempo.</p>
<p>ÁRBITRO &#8211; Felix Brych (Alemanha).</p>
<p>RENDA E PÚBLICO &#8211; Não disponíveis.</p>
<p>LOCAL &#8211; Imtech Arena, em Hamburgo (Alemanha).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um castigo merecido</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 02:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasileirão]]></category>
		<category><![CDATA[Corinthians]]></category>

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		<description><![CDATA[Timão foi mal no ataque e falhou no gol do Flu]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>FÁBIO HECICO<br />
A competição é diferente e Tite escalou a equipe reserva, mas a estreia desastrosa do Corinthians no Campeonato Brasileiro serve bem de alerta para a decisão da vaga nas semifinais da Libertadores, quarta-feira, diante do Vasco: o time precisa aproveitar as chances de gol quando enfrenta um adversário de qualidade.<br />
Mesmo dominando a posse de bola e tendo as melhores oportunidades, o Timão largou desperdiçando três pontos em casa com derrota por 1 a 0 para o Fluminense – que jogou mais na defesa, explorando os contragolpes, como o Vasco deve fazer quarta-feira pela Libertadores.<br />
Ontem, numa partida em que alguns jogadores esperavam levar dor de cabeça a Tite na briga por uma vaga entre os titulares, ficou a certeza de que o treinador não tem, no momento, 11 melhores do que os que descansaram para o jogo de quarta. Douglas, Willian e Liedson deixaram a desejar.<br />
A torcida saiu do estádio com uma pulga atrás da orelha. Se Tite optar por essa equipe alternativa por mais rodadas no Brasileiro, o Corinthians corre o risco de perder muitos pontos neste início de competição e ficar em situação difícil para lutar pelo bicampeonato.<br />
Com uma formação cheia de meninos, o Flu entrou em campo para se defender. O empate seria um bom resultado, e a vitória, se viesse, seria um lucro além do imaginado contra uma equipe que tinha vários jogadores tarimbados e jogava em casa.<br />
O problema é que o desentrosado time carioca não conseguia fechar bem os espaços, e oferecia ao Timão a chance de criar situações de gol.<br />
Mas criar não basta, era preciso colocar a bola na rede. E nesse ponto o Corinthians teve uma tarde para ser esquecida, com seus jogadores mostrando uma irritante falta de precisão nas finalizações.<br />
O Fluminense teve muito menos oportunidades para marcar, mas foi embora com os três pontos graças à bola parada e a um erro coletivo da defesa alvinegra. Depois da cobrança de um escanteio pela esquerda, o zagueiro Leandro Euzébio subiu no meio da área e cabeceou cruzado. Foi o primeiro gol sofrido por Cássio em cinco partidas como titular.<br />
Tite terá de conversar muito com alguns jogadores, em especial Willian e Douglas. O atacante recebe muitas bolas, mas exagera no egoísmo e quase sempre escolhe a jogada errada. E o meia está completando quatro meses de clube e aparenta não conseguir entrar em forma. Ontem ele teve uma grande chance para marcar, mas correu em marcha lenta e chutou sem jeito, mandando na trave.<br />
Que Alex, Danilo, Emerson e Jorge Henrique tenham observado bem o jogo para ver o que não podem fazer quarta-feira.</p>
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		<title>O Tricolor não aguentou Herrera</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 02:30:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Herrera]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Tricolor]]></category>

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		<description><![CDATA[DANIEL BATISTA Uma substituição feita no intervalo pelo técnico Oswaldo de Oliveira transformou o que caminhava para ser uma boa vitória do São Paulo em uma derrota acachapante para o Botafogo no Engenhão por 4 a 2. A ação decisiva do treinador botafoguense foi trocar o inoperante Loco Abreu por Herrera quando seu time perdia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>DANIEL BATISTA<br />
Uma substituição feita no intervalo pelo técnico Oswaldo de Oliveira transformou o que caminhava para ser uma boa vitória do São Paulo em uma derrota acachapante para o Botafogo no Engenhão por 4 a 2.<br />
A ação decisiva do treinador botafoguense foi trocar o inoperante Loco Abreu por Herrera quando seu time perdia por 1 a 0. O argentino aproveitou as falhas são-paulinas, marcou três gols e foi o nome do jogo.<br />
O Botafogo entrou em campo ansioso, porque o fracasso no Campeonato Carioca e na Copa do Brasil deixou a torcida brava. Na ânsia de sair na frente, o time jogava com pressa. E essa pressa provocava muitos erros.<br />
Mais organizado, e com jogadores de mais qualidade, o São Paulo balançou a rede logo na primeira chance que teve. Aos 11 minutos, Lucas fez boa jogada pela direita e cruzou para trás. No coração da área a bola encontrou Jadson, que bateu de primeira e mandou no cantinho direito.<br />
O jogo ficou a caráter para o Tricolor, que poderia explorar o contra-ataque diante de um time nervoso. Mas faltou determinação para ir em busca do segundo gol e matar logo o jogo.<br />
Veio o intervalo, e Oswaldo de Oliveira teve a boa ideia de trocar Loco Abreu por Herrera. A substituição não demorou para dar resultado.<br />
Logo aos quatro minutos o argentino empatou o jogo, completando de cabeça um cruzamento feito por Lucas. Por um erro de posicionamento da defesa, sobrou para o baixinho (1,71m) lateral Douglas disputar a bola pelo alto com Herrera.<br />
O gol fez o São Paulo acordar, e por um breve intervalo de tempo o time recuperou o domínio da partida. E aos 16 voltou a ficar em vantagem. Jadson cruzou, Luis Fabiano cabeceou, a bola desviou em Brinner e enganou Jefferson.<br />
Falhas da defesa<br />
Aos 22 minutos, o barco começou a afundar. Paulo Miranda derrubou Herrera na área e o juiz marcou pênalti. O argentino cobrou bem e deixou tudo igual outra vez.<br />
Com o empate, o Botafogo passou a sufocar o São Paulo, que se defendia como podia. Os zagueiros davam chutão para todo lado, e Denis fazia o que podia. Se não fossem suas defesas, o placar teria sido mais dilatado.<br />
O goleiro só não conseguiu evitar que seus companheiros colocassem tudo a perder. Aos 27 Vitor Júnior cobrou falta, Cícero saltou para interceptar a bola e desviou de cabeça para o canto oposto ao que estava Denis: 3 a 2. E cinco minutos depois ele ficou vendido de novo.<br />
Maicon tentou driblar Fellype Gabriel na meia-lua, mas foi desarmado e viu a bola chegar limpa para Herrera. Livre dentro da área ele fuzilou o goleiro e estufou a rede.<br />
A chance de reação do São Paulo acabou ali. E os últimos 15 minutos foram um martírio para seus torcedores. </p>
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		<title>O Rei está preocupado</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 02:30:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Copa]]></category>
		<category><![CDATA[Pelé]]></category>
		<category><![CDATA[Seleção Brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[Pelé se mostra incomodado com os atrasos nas obras para a Copa do Mundo de 2014 e, principalmente, com o fato de a Seleção Brasileira de Mano Menezes ainda não ter uma base]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ROBERTO BASCCHERA</p>
<p>Quando foi convidado pela presidente Dilma Rousseff para ser embaixador da Copa do Mundo do Brasil, em julho do ano passado, Pelé não imaginou que teria de fazer o papel, como ele mesmo diz, de “bombeiro”. Sua função seria promover o evento de 2014 no País e no exterior. Afinal, ele participou dos comitês dos Mundiais dos Estados Unidos (1994), da Coreia do Sul e do Japão (2002) e da África do Sul (2010). No Brasil, no entanto, Pelé se viu diante de muitas obras atrasadas, indefinições, desentendimentos entre dirigentes, disputas clubísticas e até mesmo construtoras sob investigação. “Não tem porquê haver tantos problemas”, diz o Rei. “Há muita coisa atrasada, mas, se Deus quiser, vamos<br />
nos sair bem.”<br />
Outro motivo de desconforto para Pelé é a situação da Seleção Brasileira. Ele acredita que o Brasil trará a medalha de ouro dos Jogos Olímpicos de Londres, mas critica a ausência de Arouca, volante do Santos, nas listas de Mano Menezes. Ele também acha que o zagueiro Dedé, do Vasco, tem lugar certo no time (o jogador, no momento, está machucado), mas a sua principal crítica é outra: o Rei acredita que o treinador da Seleção está muito indeciso.<br />
“Tem de haver decisão. Dizer ‘a equipe é essa’ e treinar, senão a equipe olímpica fica na dificuldade que a profissional (a principal) está tendo, sem uma base.” Pelé menciona como exemplo João Saldanha, que usou Santos e Botafogo, os dois melhores times do País no final dos anos 60, para montar a espinha dorsal do time tricampeão mundial no<br />
México, em 1970.<br />
No mais, como sempre cheio de compromissos profissionais e ansioso pela conclusão de seu grande projeto no momento, o Museu Pelé, em Santos, o Rei continua encantado com Neymar e, profético, previu na última quarta-feira que o Santos terá dificuldades para eliminar o Vélez Sarsfield. Se passar, levará a Libertadores.<br />
 <br />
Os prazos da Copa estão apertados e um relatório recente da Fifa mostra que as obras de alguns estádios estão muito atrasadas. O que acha disso?<br />
Eu fiz uma brincadeira e disse que a Dilma me convidou para ser embaixador e estou aqui para apagar fogueiras (risos). Há coisas que não dá para a gente entender. Nós somos brasileiros&#8230; Um exemplo: a presidente me pediu para ir ao Rio Grande do Sul porque estava dando aquele problema com o Grêmio e o Internacional. A Copa das Confederações já estava decidida que seria no campo do Inter. O Inter atrasou um pouco as obras, o Grêmio adiantou a construção do seu campo e queria dar uma rasteira no Inter. Eu fui falar com o governador (Olívio Dutra): “Somos todos brasileiros, por que essa briga?” Agora, infelizmente, aconteceu esse negócio lá no Rio, no Maracanã, esse problema por causa da (Construtora) Delta, do (Carlinhos) Cachoeira. No próprio Brasil, um evento aqui dentro e essas brigas&#8230; Não tem porquê, não dá para entender.<br />
 <br />
Como integrante do comitê organizador você conseguiu fazer alguma coisa?<br />
A minha missão é mais conversar, como fiz lá no Rio Grande do Sul. Felizmente resolvemos o problema, assim como foi resolvido o do Itaquerão, que não se definia. Felizmente, parece que agora vai.<br />
 <br />
Hoje, você está mais otimista ou preocupado<br />
com a Copa?<br />
É evidente que nós somos brasileiros e achamos que temos de fazer a melhor Copa do Mundo. Só como exemplo: eu, como brasileiro, me orgulho muito de ter sido embaixador da Copa do Japão e da Coreia, a convite deles. Houve a briga porque achavam que deveria ser só no Japão e depois entrou a Coreia, e eu estava trabalhando com o comitê japonês, mas saiu tudo bem. Quando os Estados Unidos pleitearam a Copa, eu trabalhei na organização. Eles fizeram uma das Copas mais organizadas, com dinheiro de empresas privadas, sem dinheiro público. Na África do Sul, o (Nelson) Mandela pediu para dar uma ajuda e entregamos a Copa. No meu país, você acha que vou aceitar que dê algum problema? Essa é a minha preocupação, mas, se Deus quiser, a gente vai se sair bem. Só que está muito atrasado.<br />
 <br />
Você também agiu na crise do Jérôme Valcke, secretário-geral da Fifa, por causa do famoso “chute no traseiro”?<br />
O ministro Aldo Rebelo (Esporte) ficou muito triste, muito chateado com a declaração do Valcke. Eu trouxe o (Joseph) Blatter (presidente da Fifa) aqui. Quando estive no Gabão, falei com o presidente Blatter que ele precisava vir aqui e ele veio. Graças a Deus houve essa união, porque foi indelicada pra chuchu aquela declaração do Valcke. Agora está tudo bem. Pelo menos o bombeiro funcionou, porque o presidente Blatter não queria vir aqui conversar com a Dilma.<br />
 <br />
Estamos a menos de três meses da Olimpíada.<br />
Qual sua opinião sobre a base convocada por Mano Menezes?<br />
A lista teve algumas surpresas, também pelo fato de ele poder usar jogadores acima do limite de idade de 23 anos. Pelo que vimos nesses últimos anos, eu acho que o Arouca tinha de ter sido convocado, pelo que vem jogando. Falta o Dedé, do Vasco. O Brasil não enfrenta dificuldades porque tem muitos jogadores bons. Só acho que tem de haver uma decisão, dizer “a equipe é essa” e treinar, senão fica na dificuldade que a profissional está tendo, não tem uma base. Uma coisa que muitos esquecem, ou melhor, se lembram, mas não elogiam: o João Saldanha, que era treinador interino do Botafogo, era jornalista, e o que ele fez em 70? Estava com dificuldade, pegou os dois melhores times brasileiros, Santos e Botafogo, e fez a base da Seleção. Depois trouxe Tostão, trouxe Rivellino, mas tinha uma base, coisa que nós não temos ainda.<br />
 <br />
Então o Mano Menezes está devendo?<br />
Falta um ano e meio para a Copa do Mundo e ainda não temos base, ele está retardando essa decisão. Espero que depois da Olimpíada ele possa fazer um time e o deixá-lo jogar, treinar.<br />
 <br />
O Neymar prometeu a medalha de ouro para o<br />
presidente da CBF&#8230;<br />
Você já ouviu falar num tal de Pelé (risos)? Dizem que o Brasil não tem um título olímpico porque o Pelé não jogou. Naquela época, profissionais não podiam jogar e eu, com 17 anos, já era profissional. Mas o Brasil tem todas as condições de trazer (a medalha de ouro dos Jogos Olímpicos de Londres). Acho que o Neymar vai trazer pra gente.<br />
 <br />
E na Libertadores da América, vai dar Santos mais uma vez?<br />
Esse confronto com o Vélez é o mais importante. Contra um time argentino, que tem mais experiência. Se passar, com os brasileiros (Corinthians ou Vasco, na semifinal) não tenho muita preocupação, porque eles se conhecem. Mas no futebol nunca se sabe. Quem diria que o Barcelona ficaria fora da Copa dos Campeões da Europa? E, aqui em São Paulo, entrariam Ponte e Guarani nos lugares de Corinthians e São Paulo (no Campeonato Paulista)?<br />
 <br />
Imagino que o Museu Pelé, que<br />
você vem preparando em Santos, seja a realização de um sonho<br />
pessoal. Aos 71 anos, ainda existem outros?<br />
É aquela história: se você está vivo, vive sonhando. Essa coisa do trabalho com as crianças, com os jovens, é muito importante e é um sonho, um legado ao País que eu gostaria de deixar, a educação das nossas novas gerações. Tenho várias ideias para escolinhas do Pelé, como o Litoral, que eu tenho em Santos. E depois dar prosseguimento a isso com o Edinho, que já é treinador lá no Santos. Já deixei o DNA lá, né (risos)? O Edinho não teve a sorte que o pai teve, porque quebrou o joelho num jogo com o Palmeiras, mas está no Santos agora como auxiliar técnico.<br />
 <br />
Qual será a peça principal do seu museu?<br />
Tem tanta coisa importante&#8230; Tem o troféu de Atleta do Século, tem peças de ouro, brilhantes, esmeraldas, como a coroa que eu recebi lá de Minas Gerais. Tem também a caixa de engraxate, com um valor sentimental muito grande. E, junto com ela, os primeiros 400 réis que eu ganhei engraxando sapatos dos amigos do meu pai, que jogavam no BAC<br />
(Bauru Atlético Clube). Eu entreguei o dinheiro<br />
para o meu pai. Minha mãe guardou esse dinheiro e a caixa de engraxate. Eu tinha 12, 13 anos. O valor disso é inestimável.<br />
 <br />
Quem você vai convidar para a inauguração do<br />
museu?<br />
Tem tanta história, tanta gente, que ainda não dá para saber direito. Mas vai ser um chamariz de turismo muito grande para Santos. E, durante a Copa, muita gente deve visitar.</p>
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		<title>A Europa se pinta de azul</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 02:07:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Copa dos Campeões]]></category>
		<category><![CDATA[Bayern]]></category>
		<category><![CDATA[campeão]]></category>
		<category><![CDATA[Chelsea]]></category>

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		<description><![CDATA[Chelsea derrota o Bayern nos pênaltis e é campeão continental pela 1ª vez. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há quatro anos, o zagueiro John Terry, símbolo do Chelsea, teve em seus pés a chance de dar ao clube seu primeiro título da Copa dos Campeões da Europa. Bastava a ele transformar em gol seu pênalti na decisão contra o Manchester United para o time de Londres fazer a festa, mas Terry falhou e a taça foi para o rival. Ontem o filme se repetiu, apenas com um personagem diferente: Didier Drogba, outra bandeira do Chelsea. E ele não errou. Com um gol de seu artilheiro, a equipe azul bateu o Bayern de Munique na decisão por pênaltis, após empate por 1 a 1 no tempo normal, e levantou a taça que era uma obsessão desde 2003, quando o russo Roman Abramovich comprou o clube.<br />
O Chelsea venceu a decisão da Copa do mesmo jeito que havia eliminado o Barcelona nas semifinais, resultado que chocou o mundo da bola: jogando na defesa, aguentando uma dose enorme de sofrimento e contando com a sorte em momentos-chave. Ontem o time se salvou da derrota a poucos minutos do fim, evitou um gol de pênalti do Bayern no comecinho da prorrogação e esteve atrás no placar em boa parte da decisão por pênaltis. Ufa! É exatamente aquilo que os supersticiosos chamam de sorte de campeão.<br />
Ao Bayern, as lágrimas. É muito pouco provável que a equipe alemã tenha outra chance de ser campeã europeia em seu estádio. O fato de ter chegado tão perto da glória só aumentou a dor dos jogadores e dos torcedores do Bayern, clube que não conquista a Copa dos Campeões desde 2001 e amargou o segundo vice-campeonato em três anos. Por coincidência, na última vez que um time havia tido a chance de fazer a final em casa, também havia perdido a taça nos pênaltis. Foi a Roma, em 1984.<br />
Sem contar com o volante Luiz Gustavo, que estava suspenso, o técnico Jupp Heynckes escalou seu time com Schweinsteiger e Kroos no meio, Ribéry e Robben pelas pontas e Thomas Müller próximo do centroavante Mario Gomez. Uma formação muito ofensiva, que fez o que se esperava dela: sufocou o Chelsea desde o começo.<br />
Roberto di Matteo, por seu lado, fez uma clara aposta na marcação, inclusive escalando o lateral-esquerdo Bertrand no meio de campo – sua missão era ajudar Ashley Cole a marcar Robben. Por incrível que pareça, ontem Bertrand fez sua estreia em jogos de Copa dos Campeões – ninguém jamais havia feito isso em uma final.<br />
Exatamente como havia acontecido nos dois jogos contra o Barcelona, Drogba travou uma luta solitária contra a defesa do Bayern. Do outro lado do gramado da Arena Allianz, a equipe alemã tocava a bola para lá e para cá, mas não conseguia entrar na área do Chelsea. E quando isso acontecia, os atacantes do Bayern erravam o alvo – especialmente Mario Gomez, em uma jornada deplorável.<br />
A história não mudou no segundo tempo: era o Bayern atacando sem sucesso e o Chelsea se defendendo com sucesso. De vez em quando a equipe inglesa chegava à área alemã, mas era só para aliviar um pouquinho o sofrimento de sua defesa.<br />
De tanto insistir, o Bayern marcou aos 37 minutos. Müller aproveitou muito bem um cruzamento de Kroos e marcou de cabeça. Aí o Chelsea se mandou com tudo para o ataque e a tática suicida funcionou. Aos 43, um escanteio cobrado por Mata terminou em gol de cabeça de Drogba.<br />
Logo no início da prorrogação, Drogba fez pênalti em Ribéry e Robben se apresentou para bater, mas chutou mal e Cech fez a defesa. Abatido pelo gol levado no finzinho do tempo normal e o erro de Robben, o Bayern se entregou. E o Chelsea sempre quis a decisão por pênaltis.<br />
O erro de Mata logo na primeira cobrança deixou o Bayern perto do título, mas depois Olic e Schweinsteiger falharam e deram a Drogba a chance de virar herói. O resto é história.</p>
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