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Segunda-feira, 28 de Maio de 2012
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Série A: Vasco vence a Portuguesa e lidera

Categoria: Brasileirão, Portuguesa

Um golaço de bicicleta, marcado por Alecsandro, decretou a vitória do Vasco da Gama sobre a Portuguesa, por 1 a 0, neste sábado à noite, no Canindé, em São Paulo, na abertura da segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Esta foi a primeira derrota da Lusa, que tinha empatado com o Palmeiras, por 1 a 1, e ocupa a 15.ª posição. O time carioca se isolou na liderança, com seis pontos, porque na estreia tinha batido o Grêmio, por 2 a 1, em São Januário.

O herói da noite, Alecsandro, preferiu trocar os elogios pelo belo gol para dividir a vitória com seus companheiros, abatidos depois da eliminação na Copa Libertadores, após derrota para o Corinthians, por 1 a 0, na última quarta-feira. “Estou feliz porque a gente precisa levantar a cabeça depois da eliminação da Libertadores. Foi difícil sair daquele jeito, porque jogamos melhor e perdemos. Por isso, chamei todo mundo para comemorar comigo”, comentou.

Na Portuguesa, o técnico Geninho optou por armar a o time com três zagueiros, liberando os laterais – Luis Ricardo e Raí – além de deixar seu meio-campo menos sobrecarregado na marcação. O Vasco parecia perdido com a forte marcação da Lusa.

Mas, de repente, apareceu um fator diferente no futebol: o talento. O atacante Alecsandro marcou um golaço de bicicleta, aos 21 minutos. Após o levantamento de Fagner, pelo lado direito, o atacante, de costas para o gol, e fora da área, pedalou de primeira. Nem ajeitou a bola no peito.

Este gol tirou a tranquilidade da Lusa, que só chutou uma bola com perigo aos 44 minutos. Após troca de passes, Boquita chutou forte, mas nas mãos de Fernando Prass, que fez a defesa em dois tempos.

Na volta dos vestiários, os dois times não mudaram. Somente aos 15 minutos é que Geninho mexeu em dose dupla na Lusa. Entraram Rodriguinho e Maicon para as saídas, respectivamente, de Ricardo Jesus e Henrique. A Lusa já pressionava o Vasco em seu campo defensivo, depois de diminuir os espaços.

Aos 18 minutos, houve a reclamação de um pênalti para a Lusa, quando o zagueiro Douglas entrou com força excessiva sobre Maicon. Aos 30 minutos, outro lance duvidoso. Rodriguinho entrou nas costas da defesa e marcou, mas a arbitragem anotou o impedimento de Ananias, que estava na jogada. O lance gerou muitas reclamações do técnico Geninho.

O Vasco, muito acuado, não tinha mais a opção dos contra-ataques. E preferiu segurar o resultado, mesmo correndo o sério risco de sofrer o empate, que não aconteceu por pura incompetência dos atacantes da Lusa. Ainda atrás de sua primeira vitória, a Portuguesa só volta a campo no dia 6 de junho, diante do Coritiba, na capital paranaense, pela terceira rodada. O Vasco vai receber o Náutico, em São Januário, no Rio.

PORTUGUESA 0 X 1 VASCO

GOLS – Alecsandro, aos 21 minutos do primeiro tempo.

PORTUGUESA – Gledson; Rogério, Renato e Gustavo; Luis Ricardo, Léo Silva (Vandinho), Boquita, Henrique (Maicon) e Raí; Ananais e Ricardo Jesus (Rodriguinho). TÉCNICO – Geninho.

VASCO – Fernando Prass; Fagner, Renato Silva, Rodolfo (Douglas) e Dieyson; Nilton, Fellipe Bastos (Chaparro), Allan e Diego Souza (Carlos Alberto); Éder Luis e Alecsandro. TÉCNICO – Cristóvão Borges.

ÁRBITRO – Héber Roberto Lopes (PR).

CARTÕES AMARELOS – Allan (Vasco); Rodriguinho e Gustavo (Portuguesa).

RENDA – R$ 109.205,00.

PÚBLICO  – 4.638 pagantes.

LOCAL – Estádio do Canindé, em São Paulo (SP).

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Um castigo merecido

Categoria: Brasileirão, Corinthians

FÁBIO HECICO
A competição é diferente e Tite escalou a equipe reserva, mas a estreia desastrosa do Corinthians no Campeonato Brasileiro serve bem de alerta para a decisão da vaga nas semifinais da Libertadores, quarta-feira, diante do Vasco: o time precisa aproveitar as chances de gol quando enfrenta um adversário de qualidade.
Mesmo dominando a posse de bola e tendo as melhores oportunidades, o Timão largou desperdiçando três pontos em casa com derrota por 1 a 0 para o Fluminense – que jogou mais na defesa, explorando os contragolpes, como o Vasco deve fazer quarta-feira pela Libertadores.
Ontem, numa partida em que alguns jogadores esperavam levar dor de cabeça a Tite na briga por uma vaga entre os titulares, ficou a certeza de que o treinador não tem, no momento, 11 melhores do que os que descansaram para o jogo de quarta. Douglas, Willian e Liedson deixaram a desejar.
A torcida saiu do estádio com uma pulga atrás da orelha. Se Tite optar por essa equipe alternativa por mais rodadas no Brasileiro, o Corinthians corre o risco de perder muitos pontos neste início de competição e ficar em situação difícil para lutar pelo bicampeonato.
Com uma formação cheia de meninos, o Flu entrou em campo para se defender. O empate seria um bom resultado, e a vitória, se viesse, seria um lucro além do imaginado contra uma equipe que tinha vários jogadores tarimbados e jogava em casa.
O problema é que o desentrosado time carioca não conseguia fechar bem os espaços, e oferecia ao Timão a chance de criar situações de gol.
Mas criar não basta, era preciso colocar a bola na rede. E nesse ponto o Corinthians teve uma tarde para ser esquecida, com seus jogadores mostrando uma irritante falta de precisão nas finalizações.
O Fluminense teve muito menos oportunidades para marcar, mas foi embora com os três pontos graças à bola parada e a um erro coletivo da defesa alvinegra. Depois da cobrança de um escanteio pela esquerda, o zagueiro Leandro Euzébio subiu no meio da área e cabeceou cruzado. Foi o primeiro gol sofrido por Cássio em cinco partidas como titular.
Tite terá de conversar muito com alguns jogadores, em especial Willian e Douglas. O atacante recebe muitas bolas, mas exagera no egoísmo e quase sempre escolhe a jogada errada. E o meia está completando quatro meses de clube e aparenta não conseguir entrar em forma. Ontem ele teve uma grande chance para marcar, mas correu em marcha lenta e chutou sem jeito, mandando na trave.
Que Alex, Danilo, Emerson e Jorge Henrique tenham observado bem o jogo para ver o que não podem fazer quarta-feira.

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Santos: Deus para o gasto

Categoria: Brasileirão, Corinthians

Daniel Batista
O Santos precisou de apenas 14 minutos de futebol para vencer a desesperada Portuguesa por 2 a 0, ontem, no Canindé, em um jogo marcado pelo excesso de erros de ambos os times. Ficou claro o motivo de a Lusa estar tão mal na tabela e a razão de os jogadores que atuaram ontem serem reservas no Peixe.
Nos primeiros 45 minutos, parecia que os atletas resolveram brincar com o 1º de abril e mentiram que iriam jogar futebol. O segundo tempo foi um pouco melhor. Envergonhados pela atuação na primeira etapa, os times voltaram mais dispostos, pelo menos por alguns minutos.
A Portuguesa começou o jogo com maior posse de bola, mas a marcação das duas equipes fez com que pouca coisa de bom acontecesse no primeiro tempo. Para a Lusa só restava arriscar de fora da área e buscar os cruzamentos, sem êxito. O Santos tentava levar perigo no contra-ataque, com Felipe Anderson. Elano, que poderia ser um diferencial, não conseguiu acertar um cruzamento sequer.
Ficou claro que do lado santista o problema era o nervosismo. A bola queimava nos pés dos jogadores, talvez ansiosos em mostrar trabalho para Muricy Ramalho. No lado rubro-verde, o problema era o desespero de um time que está cada vez mais próximo da zona da degola.
No segundo tempo, o Santos voltou se impondo. Para facilitar sua vida, logo no primeiro ataque abriu o placar. Elano acertou sua primeira cobrança de escanteio para a área, a bola passou por Bruno Rodrigo, mas não por Rafael Caldeira, que cabeceou forte e fez 1 a 0. Esse lance, aliás, foi o único de destaque de Elano durante todo o jogo.
Bastou sair o gol para a torcida lusitana começar a protestar, pedindo reforços, a saída do presidente Manuel da Lupa e xingando o time. Enquanto isso, os jogadores tentavam a todo custo chegar ao empate com cruzamentos para a área, mas era um chute mais torto do que o outro. Os reservas do Santos tentavam administrar o resultado.
O que se viu foram mais alguns lances em que castigaram a bola. E antes de voltar à ruindade do primeiro tempo, o Santos tratou de garantir a vitória. Aos 13, Felipe Anderson partiu em velocidade pela esquerda e, na saída do goleiro Rodrigo Calaça, cruzou rasteiro para Dimba mandar para as redes e fechar o placar.
Desespero
Com a Portuguesa abalada e o Santos acomodado, a falta de criatividade dos dois times voltou à tona. A Lusa ficou mais com a bola no pé, mas tocava para lá e para cá e teve ainda duas chances. De falta, com Ivan, e em um chute dentro da área de Guilherme. Em ambos, Aranha fez a defesa.
Nos minutos finais, Jorginho tentava desesperadamente mexer no time, mas falta jogadores de qualidade ao treinador, que após passar um ano de alegria na Lusa, em 2011, cai na dura realidade que é a Primeira Divisão.
Ao Santos de Muricy serviu para ficar claro ao treinador que o melhor é o torcedor e ele próprio rezarem para que nenhum dos principais titulares (como Neymar e Ganso) se machuque na sequência da temporada. Porque a diferença dos reservas para o titular é algo absurdo.

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Timão mostra como se faz

Categoria: Brasileirão

Opinião – Vitor Marques
Se Liedson tivesse, em todos os jogos, chances de gol como teve contra o Oeste, ele jamais ficaria 13 partidas sem marcar. Os dois que ele fez ontem (e poderiam ter sido quatro) acabam com o estado de jejum, palavra maldita para qualquer atacante.
Se o Corinthians tivesse, em todos seus jogos, tantas chances claras de gol como teve em Presidente Prudente, tampouco seus placares seriam sempre mínimos, e suas partidas, entediantes. O resultado de 3 a 0 comprova que o time pode fazer muito mais do que vem fazendo se tiver ambição para isso.
A vitória mantém o time na segunda colocação do Campeonato Paulista com os mesmos 40 pontos do São Paulo, que tem melhor saldo de gols (20 a 15).
A goleada, apesar de tímida, também deve servir como modelo para Tite, ainda que pesa o fato de o rival, que já não é grande coisa, ter jogado desde os 31 minutos do primeiro tempo com um homem a menos.
O Corinthians só se tocou que podia – e tinha a obrigação – vencer e bem no segundo tempo, porque o primeiro foi uma repetição de tudo que o time fez até aqui, seja no Paulistão, seja na Libertadores.
O time se valia daquela posse de bola enganosa e que não tem comparação alguma com os exemplos que vêm de fora. Salvo jogadas individuais do rápido Emerson Sheik pela esquerda, a busca pelo gol inexistia.
E ao final do primeiro tempo, o Oeste, com dez em campo, perdia uma chance de gol incrível a poucos metros de Júlio César.
A passividade corintiana também tinha outra explicação, a de um meio de campo pouco criativo. Douglas está fora de rotação na engrenagem armada por Tite. Falta-lhe o passe em profundidade. E como ele não é Alex, o time perde em pegada e poder marcação na saída de bola.
Outra constatação que pode explicar o baixo poder de fogo corintiano, a falta de velocidade que o time possuía quando jogava com três atacantes.
Dois dos três gols saíram depois que Tite mexeu no time e mandou dois atacantes abrirem pelos lados, deixando Liedson enfiado no meio da defesa. Como o Oeste já perdia por 1 a 0 e tentou empatar jogando de igual para igual, o Corinthians ganhou a partida na base do contra-ataque.
Liedson marcou o primeiro do jogo, desviando chute de Emerson, aos nove minutos, e o terceiro, aos 45, num contragolpe que colocou quatro corintianos contra um rival do time do interior. Foi tão fácil e óbvio quanto é um time grande passar de fase nessa fórmula do Estadual.
Willian marcou o segundo gol do Corinthians três minutos depois que ele havia entrado no lugar de Douglas. Ele recebeu ótimo passe de Liedson, disparou pela ponta e saiu na cara do gol.
Um pouco de velocidade, afinal, não faz mal a ninguém, e em alguns jogos Tite pode apostar nessa fórmula novamente. Opções para isso ele tem de sobra no elenco. Willian é reserva do time, e Jorge Henrique, outro velocista, não atuou ontem.
Certamente Liedson não vai reclamar se tiver mais opções para jogar ao seu lado. Como diz Tite, ele “cheira a gol”, mas a bola tem de chegar redonda.
Liedson acabou com jejum em grande estilo
O chute de Emerson cruzado na área vinha forte e não tinha endereço certo até que o pé de um atacante, então brigado com as redes, entrou em cena. Liedson pôs fim à seca de gols aos nove minutos do segundo tempo e abriu a vitória sobre o Oeste.
E fazia um bom tempo que uma cena tão comum quanto essa para um artilheiro não acontecia. Seu histórico recente era muito incômodo: Liedson não marcava em jogos oficiais desde 27 de novembro do passado quando ele fez o gol da vitória em cima do Figueirense pelo Campeonato Brasileiro. Neste ano, ele só havia feito um gol no primeiro jogo do ano, num amistoso contra o Flamengo durante a pré-temporada.
Ao fim da partida, o atacante estava aliviado. “Tirei um peso das costas, vai dar mais tranquilidade, sem dúvida”, afirmou o atacante, que ainda ressaltou a paciência que o time e também o técnico Tite tiveram com ele.
“Eu agradeço a confiança do clube, que me ajudou demais durante esse período, confiando no meu potencial. Como eu sempre digo, o importante é que a equipe venceu, e estou feliz.”
Coincidência ou não, Liedson foi o capitão do time. E, ao lado de Emerson, um dos destaques do time.
O atacante, além de marcar duas vezes, participou do gol de Willian, o segundo do Corinthians na partida. Ele roubou uma bola no meio de campo, puxou um contra-ataque e deixou o caminho livre para o companheiro marcar.
“Não era porque estava passando por uma situação difícil que ia mudar meu jeito de jogar. Sempre fui solidário e tento tirar proveito disso”, afirmou ele, que já havia dado uma de garçom deixando Emerson na cara do goleiro no primeiro tempo.
Antes de marcar o terceiro gol do jogo, Liedson teve duas chances de balançar a rede. Mas ele as desperdiçou, como se ainda vivesse seus piores dias de jejum. Quase nos acréscimos, porém, foi premiado com mais um gol.
A expectativa para que Liedson marcasse era tanta que todos os companheiros estavam torcendo por ele.
“Todo mundo sofria junto com ele durante esse jejum. Isso mostra o companheirismo da equipe, a gente vai precisar dele durante toda essa temporada”, disse o goleiro Júlio César.
Os gols de Liedson também foram uma vitória para Tite, que vinha sendo pressionado, e até questionado, por mantê-lo entre os titulares. O técnico, que dizia ter certeza que o jejum acabaria logo, estava certo.

Goleiro Júlio César tem dia de superstar

Categoria: Brasileirão, Corinthians, Futebol

FÁBIO HECICO
O goleiro Júlio César vive um conto de fadas. Enquanto os companheiros aproveitam as férias para viajar e descansar, o camisa 1 corintiano, único titular revelado no terrão do Parque São Jorge, ainda comemora a conquista do pentacampeonato brasileiro e aproveita, após 11 anos de clube, para curtir a fama.

E sonhar ainda mais alto. “Se ganharmos a Libertadores, vão ser 30 dias de feriado em São Paulo. Vamos parar a cidade por um mês para festas”, imagina, ao presenciar mais de 500 pessoas se acotovelando para vê-lo. O título da América não sai de sua cabeça, e vai ocupar bons dias de suas férias.

“Vou estudar todos os nossos adversários, seus pontos fortes, o que mais trazem de perigo”, revela. Tudo para evitar surpresas no Grupo 6 com Deportivo Táchira, Cruz Azul e o representante do Paraguai ainda não definido, como aconteceu em 2010 com o Tolima, na fase prévia.

Apesar do cuidado, ele acredita que o Corinthians possa ir longe na competição desta vez. “Com o espírito que apresentamos no Brasileiro, temos tudo para desempenhar um papel.”

Novo xodó
Júlio César viu o quanto é querido pelos torcedores ao atender ontem (8) pedido do amigo de infância Thiago, dono da ‘Todo Poderoso’ de Guarulhos e aparecer para sessão de fotos e autógrafos. Com pessoas desde as 7 horas formando fila no local – a loja abriu às 9 horas –, até batucada teve para apoiar o novo ídolo.

“Sei que vou ser lembrado pelo penta daqui a 50 anos, mas ainda não caiu a ficha. Vou comemorar até quando puder, pois é um sonho de criança”, afirma. “É muito gratificante esse carinho. No estádio, eles vão para ver o time; aqui vieram para me ver. É gratificante ter o reconhecimento do torcedor do clube que eu sempre gostei e torci.”

Foram quatro horas dando autógrafos. Para o goleiro, o dia em que “mais trabalhou” com as mãos. “Um trabalho que te deixa satisfeito.”

Amanhã, Júlio César promove um jogo beneficente – Jogando Pelo Bem – no estádio Primeiro de Maio, em São Bernardo do Campo, com algumas estrelas. Na quinta-feira, viaja a Los Angeles, nos Estados Unidos, para oito dias de descanso. Lá, verá jogos de futebol americano e de basquete universitário.

“Infelizmente é uma cidade sem time da NFL, e a NBA só começa no dia 25”, lamenta esse admirador do time de basquete do Orlando Magic (viu a final de 2008) e do Oakland Raiders (para ele, um time como o Corinthians, por ter enorme torcida) e Miami Dolphins do futebol americano.

Volta para passar o Natal em família, ao lado da mulher e dos pais, e iniciar a preparação para 2012. Além de se cuidar fisicamente e evitar extravagância nas festas de fim de ano, ele vai começar os estudos para a tão sonhada Taça Libertadores.