Muricy Ramalho mudou o jogo
- 30 de abril de 2011 |
- 22h24 |
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Categoria: Campeonato Paulista, Futebol, Santos FC, São Paulo FC
O jogo teve dois tempos bem distintos. Você já leu/ouviu isso antes? Claro que sim, afinal esse é um dos clichês mais irritantes do mundo da bola. Mas à s vezes os clichês dizem verdades indiscutÃveis. Foi o caso do clássico de ontem no Morumbi.
Apesar de um inÃcio um tanto vacilante, o São Paulo mandou no primeiro tempo e poderia perfeitamente ter ido para o intervalo com vantagem no placar. Mas não foi e viu o Santos mudar o rumo da conversa na segunda etapa e passar a dar as cartas. E o principal responsável por essa mudança foi Muricy Ramalho. Pronto, falei.
Aos treinadores é dada exagerada importância no futebol moderno, isso é fato. Em parte porque estão faltando craques, especialmente no Brasil, mas também porque os homens das pranchetas são bons de papo e, assim, ganham as manchetes. Exaltar os técnicos, e apenas eles, é uma maneira mÃope de ver o futebol, mas em alguns momentos é preciso dar o braço a torcer. E Muricy bem que mereceu essa torção do membro superior.
Notadamente a partir da metade da primeira etapa, o São Paulo dominou as ações. Especialmente pela direita, com a sociedade Jean-Ilsinho, o Tricolor ia fazendo buracos na defesa santista. Dagoberto circulava por todos os lados do ataque e confundia os defensores alvinegros. O apito final da primeira etapa soou para o Santos como o gongo que toca para salvar do nocaute um boxeador acuado pelos socos do oponente.
O Peixe se mostrava incapaz de ficar com a bola. Incomodado com a marcação feita pelo adversário no campo alvinegro de defesa, o time visitante tentava a sorte com lançamentos longos para frente, mas eles raramente encontravam Neymar e Zé Eduardo em boas condições. Paulo Henrique Ganso vagava pelo campo sem participar da partida e Elano apenas corria atrás dos são-paulinos.
No intervalo, Muricy decidiu intervir. Ele tirou Zé Eduardo e colocou Bruno Aguiar. E os torcedores santistas se assustaram. Afinal, técnico que tira atacante para colocar zagueiro sempre enfraquece seu ataque, certo? Errado.
A ideia do treinador era colocar mais gente de preto e branco no meio de campo e, ao mesmo tempo, liberar Ganso e Elano para jogar perto da área tricolor. E deu muito certo. Com mais jogadores no meio, o Santos teve mais posse de bola do que o São Paulo. E, com Ganso e Elano livres para jogar, o time ganhou talento nos metros finais. E foi assim que ganhou o clássico.
P.S.: Resta saber se essa ideia brilhante de Muricy vai funcionar tão bem em outros jogos, com outras circunstâncias.
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Indy: Kanaan perde seis posições
- 30 de abril de 2011 |
- 18h39 |
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Categoria: automobilismo
O resultado do treino de classificação da etapa de São Paulo da Fórmula Indy, neste sábado, se tornou ainda mais desastroso para Tony Kanaan. O piloto brasileiro, que havia garantido a 15.ª posição no grid, foi punido pelos comissários da categoria com a perda de seis colocações por ter trocado o bico do seu carro. Assim, irá largar apenas do 21.º lugar.
“Na primeira saÃda descobri um problema no bico, resolvi trocar, mas não deu tempo de fazer a melhor volta. O regulamento diz que não vale a troca do bico sem quebra. Tiraram seis posições, não dá para entender a razão. Se foi errado, que me colocassem na última colocação”, reclamou Kanaan.
O brasileiro ficou decepcionado com o desempenho do carro da KV-Lotus no treino de classificação e a eliminação na primeira parte da atividade. “Não era o que esperava, tinha carro para mais, mas a corrida é longa, dá para ultrapassar e conseguir um bom resultado”, afirmou.
Confira como ficou o grid de largada da etapa de São Paulo da Fórmula Indy, que tem largada prevista para as 13 horas de domingo, depois da punição a Kanaan:
1.º – Will Power (AUS/Penske) – 1min21s8958
2.º – Ryan Hunter-Reay (EUA/Andretti) – 1min21s2975
3.º – Scott Dixon (NZL/Ganassi) – 1min22s3628
4.º – Ryan Briscoe (AUS/Penske) – 1min22s3937
5.º – Graham Rahal (EUA/Ganassi) – 1min22s8978
6.º – Dario Franchitti (ESC/Ganassi) – 1min22s6103
7.º – Hélio Castroneves (BRA/Penske) – 1min22s6283
8.º – Justin Wilson (ING/Dreyer&Reinbold) – 1min22s6471
9.º – Mike Conway (ING/Andretti) – 1min22s6986
10.º – Takuma Sato (JAP/KV-Lotus) – 1min22s7379
11.º – James Hinchcliffe (CAN/Newman/Haas) – 1min22s8450
12.º – Sebastien Bourdais (FRA/Dale Coyne) – 1min22s9084
13.º – Simona de Silvestro (SUI/HVM) – 1min23s6807
14.º – Vitor Meira (BRA/AFS) – 1min23s3196
15.º – Marco Andretti (EUA/Andretti) – 1min23s7682
16.º – Oriol Servia (ESP/Newman/Haas) – 1min23s4015
17.º – Danica Patrick (EUA/Andretti) – 1min24s0967
18.º – Charlie Kimball (EUA/Ganassi) – 1min23s7126
19.º – Raphael Matos (BRA/AFS) – 1min24s1890
20.º – Alex Tagliani (CAN/Sam Schimidt) – 1min23s7801
21.º – Tony Kanaan (BRA/KV-Lotus) – 1min23s6838
22.º – JR Hildebrand (EUA/Panther) – 1min23s8443
23.º – Sebastian Saavedra (COL/Conquest) – 1min24s2963
24.º – James Jakes (ING/Dale Coyne) – 1min23s8482
25.º – Bia Figueiredo (BRA/Dreyer&Reinbold) – 1min24s8246
26.º – Ernesto Viso (VEN/KV-Lotus) – sem tempo
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Santos vence São Paulo por 2 a 0
- 30 de abril de 2011 |
- 18h28 |
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Categoria: Futebol, Santos FC, São Paulo FC
De nada adiantou o São Paulo fazer a melhor campanha na primeira fase do Campeonato Paulista. Neste sábado, no Morumbi, o time tricolor sucumbiu ao talento de Ganso, Neymar e Muricy Ramalho, perdeu por incontestáveis 2 a 0 e viu o Santos se classificar à final do estadual.
Depois de se limitar a marcar no primeiro tempo, o Santos mudou de postura no segundo graças a uma substituição de Muricy, que queria adiantar Elano e Ganso. E foram exatamente os dois que marcaram os gols da vitória santista.
Em busca do bicampeonato, o Santos agora espera para conhecer o seu adversário na final. Palmeiras e Corinthians fazem a outra semifinal. A segunda partida da decisão só será na Vila Belmiro se o Corinthians avançar nos pênaltis, já que, assim, o Santos ultrapassaria o rival na somatória de pontos no torneio. Já o São Paulo chega à sua quinta eliminação seguida na semifinal do Paulistão.
Primeiro tempo tricolor
Apesar do temor de desgastar seus principais jogadores para o jogo contra o América, no México, na terça-feira, Muricy Ramalho optou por mandar a campo no Morumbi todos os seus titulares. Pelo São Paulo, nenhuma surpresa também. Rhodolfo, com um edema na panturrilha, deu lugar a Xandão, conforme previsto.
Mas foi outro zagueiro do São Paulo que deu origem à primeira boa chance de movimentar o placar. Alex Silva tentou driblar Neymar, errou a passada, tentou de novo e perdeu a bola. O atacante saiu na cara de Rogério e bateu forte. Depois de um desvio do goleiro, a bola acabou explodindo na trave. No lance seguinte, Jonathan bateu cruzado e Ceni espalmou.
Apesar de a primeira boa chance ser santista, era o São Paulo que tinha amplo domÃnio do jogo. A equipe tricolor, porém, parava num paredão montado por Muricy na entrada da área santista. Dagoberto, Ilsinho, Marlos, Jean, Carlinhos ParaÃba e Juan trocavam a bola na intermediária, mas não conseguiam criar chances de marcar, até pela falta de uma referência na área. Tanto que, até os 30 minutos, o time só criou uma oportunidade, com Marlos, em jogada individual no contra-ataque.
O Santos se limitava a marcar e tentar aproveitar possÃveis erros do São Paulo. Com Ganso e Elano absolutamente sumidos e com o árbitro Raphael Claus optando por não marcar falta em qualquer choque, os donos da casa dominavam o meio-campo com muitos desarmes. Os visitantes só não passaram o restante do primeiro tempo em branco porque a zaga tricolor saiu jogando errado pelo menos três vezes e abriu a possibilidade de Neymar tentar criar jogadas. Numa delas, a bola sobrou para Léo, que bateu forte e exigiu outra boa defesa de Rogério.
A partir dos 30 minutos, o São Paulo conseguiu soluções para ultrapassar a barreira da zaga santista. Aos 31, Dagoberto fez a jogada que está se tornando tÃpica para ele, bateu da entrada da área e Rafael fez defesa segura. No lance seguinte, o atacante recuperou bola pela esquerda, Marlos recebeu na área e devolveu para Dagoberto, que bateu para o gol. Rafael defendeu. No rebote, Ilsinho tentou e o goleiro voltou a salvar o Santos.
AÃ, o problema são-paulino voltou a ser a finalização. Aos 34, Marlos deu ótimo passe em profundidade para Jean – tal qual Rivaldo havia feito duas vezes contra o Goiás – e o volante, homem surpresa do esquema tricolor, mais uma vez errou o chute e mandou por cima. Aos 40, Ilsinho pegou um rebote na entrada da área, bateu de sem pulo , mas a bola passou raspando o travessão.
Segundo tempo santista
Na saÃda para o intervalo, a torcida são-paulina ecoou o nome de Muricy Ramalho, ex-treinador da equipe. Talvez lembrando de sua passagem pelo clube do Morumbi, o técnico decidiu voltar para o segundo tempo com três zagueiros no Santos. Zé Eduardo saiu para a entrada de Bruno Aguiar. Em entrevista, deixou clara a intenção: adiantar Elano e Ganso.
Pelo lado do São Paulo, a ordem de Carpegiani parece ter sido: se não dá pra passar pela zaga, chuta de fora da área. Em dez minutos, Dagoberto, Carlinhos, Jean e Casemiro tentaram assim, sem assustar Rafael.
A orientação de Muricy, por sua vez, fez efeito. O Santos ganhou território, passou a dominar o meio de campo, e abriu o placar. Aos 15 minutos, Ganso chegou à linha de fundo pela esquerda e colocou a bola na cabeça de Elano, na pequena área. O volante, nas costas de Juan, cabeceou no chão, sem chances para Rogério, e fez seu 11.º gol no Campeonato Paulista, do qual é artilheiro ao lado de Liedson, do Corinthians.
Carpegiani agiu na hora. Tirou Casemiro – que, no primeiro tempo, foi o melhor homem do São Paulo – e colocou Fernandão para ser o centroavante do time. Henrique, que tem feito esse papel, nem no banco ficou. Depois, ouviu os pedidos da torcida e trocou Marlos, muito vaiado, por Rivaldo. Os dois veteranos, porém, foram nulos no tempo em que ficaram em campo.
Era a interferência de Muricy que continuava a decidir o jogo. Aos 27 minutos, Paulo Henrique deu lançamento perfeito para Neymar, nas costas da zaga. O atacante teve a chance de cair quando recebeu a marcação de Miranda, que já tinha amarelo, e depois, na área, quando Xandão encostou. Respeitando o conselho do treinador, manteve-se em pé. Parou a jogada no lado direito da área, esperou e só rolou para Paulo Henrique Ganso, que chegava na área. O meia deu um tapa na bola, entre Rogério e Miranda, e fez um belo gol.
Desprovido de qualquer organização tática depois dos dois gols santistas, o São Paulo não conseguia assustar Rafael. A única jogada era Rivaldo ou Dagoberto cair pelas pontas do campo e tentar erguer a bola na área.O Santos tentava o contra-ataque e quase marcou depois de ótimo passe de Ganso para Neymar, que saiu na cara de Rogério Ceni e perdeu excelente chance.
SÃO PAULO - Rogério Ceni; Xandão, Alex Silva e Miranda; Jean, Carlinhos, Casemiro (Fernandão), Ilsinho (Willian) e Juan; Marlos (Rivaldo) e Dagoberto. – Paulo César Carpegiani.
SANTOS - Rafael; Jonathan, Durval, Edu Dracena e Léo (Alex Sandro); Arouca, Danilo, Elano (Adriano) e Paulo Henrique Ganso; Neymar e Zé Eduardo (Bruno Aguiar). – Muricy Ramalho.
Gols - Elano, aos 15, e Paulo Henrique Ganso, aos 27 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos - Casemiro, Miranda, Juan e Paulo Henrique Ganso.
Ãrbitro - Raphael Claus.
Renda - R$ 1.232.468.
Público - 44.675 pagantes.
Local - Estádio do Morumbi, em São Paulo.
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Indy 300: Will Power domina em SP
- 30 de abril de 2011 |
- 17h49 |
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Categoria: Outros esportes, Velocidade
O australiano Will Power colocou a Penske mais uma vez na pole position na Fórmula Indy. Ele fez incrÃveis 1min21s8958, neste sábado à tarde, e garantiu sua quarta pole seguida na temporada 2011, confirmando seu domÃnio na disputa. E começa a prova deste domingo, à s 13 horas, já com um ponto a mais na classificação.
Ele ficou à frente do norte-americano Ryan Hunter-Reay (Andretti), o segundo colocado, e do neozelandês Scott Dixon (Ganassi). O atual campeão, o escocês Dario Franchitti, também da Ganassi, foi apenas o sexto. Todos garantiram tempos quase seis segundos melhores que os do ano passado, aproveitando o novo piso do circuito de rua do Anhembi e o bom tempo, com 28ºC de média.
O melhor brasileiro colocado no grid é Hélio Castroneves (Penske). Não é, porém, o que ele esperava: é o sétimo colocado. Foi eliminado na segunda sessão, a três décimos de segundos do último classificado para a superpole – passavam os seis melhores. Não gostou muito, mas não perde a esperança de conseguir vencer.
Primeiro grupo
Logo os tempos despencaram para cerca de 1min23. Para os brasileiros, não faltou esforço, mas faltou carro. Eram cinco entre os 12 que disputaram as seis vagas na fase seguinte. E somente Castroneves passou, com o segundo melhor tempo, atrás de Graham Rahal (Ganassi).
A partir daÃ, só decepção. Tony Kanaan não escondia a irritação com seu KV-Lotus e com a eliminação. Vai largar apenas em 15.º lugar. Raphael Matos (AFS) ficou apenas com a 21.ª posição. E Bia Figueiredo (Dreyer&Reinbold) é a penúltima, em 25.º – todos em posição Ãmpar por serem do Grupo 1 da sessão classificatória.
Os eliminados no Grupo 2 ficaram com as posições pares do 14.º lugar para trás. E foi aà que Vitor Meira (AJ Foyt), o único representante do PaÃs nesta turma, também ficou aquém do que pretendia, sendo eliminado. Com isso, sairá na 14.ª posição.
Ernesto Viso (KV-Lotus), por não conseguir treinar após o acidente na segunda sessão de treinos livres – seu carro atingiu a barreira de pneus no fim da reta dos Bandeirantes -, será o último colocado. (Milton Pazzi JR.)
Grid de largada
1.º – Will Power (AUS/Penske), 1min21s8958
2.º – Ryan Hunter-Reay (EUA/Andretti), 1min21s2975
3.º – Scott Dixon (NZL/Ganassi), 1min22s3628
4.º – Ryan Briscoe (AUS/Penske), 1min22s3937
5.º – Graham Rahal (EUA/Ganassi), 1min22s8978
6.º – Dario Franchitti (ESC/Ganassi), 1min22s6103
7.º – Hélio Castroneves (BRA/Penske), 1min22s6283
8.º – Justin Wilson (ING/Dreyer&Reinbold), 1min22s6471
9.º – Mike Conway (ING/Andretti), 1min22s6986
10.º – Takuma Sato (JAP/KV-Lotus), 1min22s7379
11.º – James Hinchcliffe (CAN/Newman/Haas), 1min22s8450
12.º – Sebastien Bourdais (FRA/Dale Coyne), 1min22s9084
13.º – Simona de Silvestro (SUI/HVM), 1min23s6807
14.º – Vitor Meira (BRA/AFS), 1min23s3196
15.º – Tony Kanaan (BRA/KV-Lotus), 1min23s6838
16.º – Oriol Servia (ESP/Newman/Haas), 1min23s4015
17.º – Marco Andretti (EUA/Andretti), 1min23s7682
18.º – Charlie Kimball (EUA/Ganassi), 1min23s7126
19.º – Danica Patrick (EUA/Andretti), 1min24s0967
20.º – Alex Tagliani (CAN/Sam Schimidt), 1min23s7801
21.º – Raphael Matos (BRA/AFS), 1min24s1890
22.º – JR Hildebrand (EUA/Panther), 1min23s8443
23.º – Sebastian Saavedra (COL/Conquest), 1min24s2963
24.º – James Jakes (ING/Dale Coyne), 1min23s8482
25.º – Bia Figueiredo (BRA/Dreyer&Reinbold), 1min24s8246
26.º – Ernesto Viso (KV-Lotus), sem tempo.
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Tite fecha treino para ‘armar a surpresa’
- 30 de abril de 2011 |
- 17h45 |
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Categoria: Sem categoria
Os 11 titulares todos sabem na ponta da lÃngua: serão os mesmos da vitória por 2 a 1 sobre o Oeste, sábado. Mas como vão jogar, isso Tite promete ser surpresa para o Palmeiras. O técnico corintiano fechou o treino da manhã deste sábado, 30, para aprimorar a “armadilha” na qual ele espera que o adversário caia, domigo.
E qual seria o antÃdoto para superar a melhor defesa? “Temos a segunda defesa e o melhor saldo”, disparou. Depois, pensou, respirou e até falou: “Vou buscar uma bola parada diferente para poder surpreender”, observou Tite.
Mais uma vez, o técnico fugiu de muitas perguntas, não quis falar sobre Felipão e sobre a arbitragem de Paulo César Oliveira. Diferentemente daquele técnico brincalhão, ele demonstra estar bastante estressado com o clássico.
“Me preparo para ficar concentrado no nosso trabalho, pois posso controlar meu trabalho, a orientação a meu atleta, as minhas manifestações públicas”, falou, mais uma vez evitando falar sobre o adversário. Nem sobre como acha que será o jogo de amanhã ele deu palpite.
Alessandro, autor do gol da vitória da primeira fase, espera por duelo truncado. “Num jogo como esse, os ânimos ficam exaltados. Temos de ter calma para que não se transforme numa guerra. Que ela seja só com a bola.”
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