Timão torce contra o Milan para ter Tevez
- 31 de dezembro de 2011 |
- 20h56 |
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Categoria: Sem categoria
O Corinthians ainda sonha em repatriar Carlitos Tevez e, para isso, terá de torcer contra o Milan. Motivo: os italianos negociam com o Manchester City para contratar o argentino, mas não querem colocar a mão no bolso para comprá-lo.
A intenção do Milan é conseguir um empréstimo de seis meses praticamente de graça e, depois disso, tentar adquirir os direitos econômicos. Os ingleses batem o pé e querem negociar Tevez em definitivo agora.
Se a negociação continuar sem uma decisão nas vésperas do fechamento da janela de transferências da Europa, no dia 31 de janeiro, o Manchester City pode emprestar o atacante argentino para o Corinthians por seis meses, apostando em uma valorização para vendê-lo na janela do meio do ano.
Os dirigentes do City acreditam que podem conseguir muito mais dinheiro do que o Milan pretende pagar caso Tevez se destaque atuando pelo Corinthians na Libertadores. Além disso, os principais clubes europeus costumam investir pesado apenas em julho, entre uma temporada e outra.
Apesar de ainda não trabalhar com a possibilidade de empréstimo e considerar a contratação complicada, o Corinthians se mantém esperançoso. Roberto de Andrade, presidente em exercÃcio do clube, disse que só não pretende repetir a proposta apresentada no ano passado.
O clube do Parque São Jorge ofereceu A 35 milhões (R$ 88 milhões) pelo argentino em julho do ano passado. A oferta apresentada pelo presidente Andres Sanches foi recusada pelo Manchester City.
“O Tevez é um pouco difÃcil porque não sabemos a manifestação do clube em relação a ele. Não sei se eles têm vontade de negociar com o Corinthians, não sei se vão querer emprestá-lo. O que sei é que se for uma verba exorbitante não vamos ter condiçõesâ€, disse Roberto de Andrade recentemente.
O sonho do Corinthians de ter Tevez ainda é possÃvel, desde que o Milan mantenha sua postura de não querer investir agora para contratar o atacante. Os corintianos começam o ano torcendo contra os italianos para ver o Ãdolo voltar ao clube.
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Palmeiras e São Paulo brigam pelo zagueiro Juan
- 31 de dezembro de 2011 |
- 19h39 |
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Categoria: Futebol
Marcius Azevedo
O Flamengo não está sozinho na disputa para trazer de volta ao Brasil o zagueiro Juan, da Roma, revelado na Gávea. O jogador de 32 anos foi oferecido ao São Paulo e ao Palmeiras por um empresário. Os arquirrivais aprovaram o nome de imediato e agora seus dirigentes trabalham para anunciá-lo como reforço.
O principal obstáculo é convencer a Roma a liberá-lo sem custo na janela europeia de transferências, que será aberta hoje. Os italianos até admitem abrir mão de Juan antes do fim do contrato, em julho 2013, mas eles gostariam de ficar com o jogador até julho deste ano.
Por outro lado, o zagueiro quer voltar ao Brasil imediatamente para atender ao pedido da famÃlia – ele atua na Europa desde 2002, quando trocou o Flamengo pelo Bayer Leverkusen, da Alemanha. Para isso, Juan perdoaria uma dÃvida que a Roma tem com ele.
O Flamengo aposta na relação afetiva que tem com o jogador para convencê-lo a defender o clube, mas São Paulo e Palmeiras prometem abrir os cofres para oferecer um salário maior do que o clube carioca, além de um valor generoso de luvas à vista.
No São Paulo, a possibilidade de contar com Juan foi considerada um tÃpico negócio de ocasião que não pode ser descartado. Apesar de ter contratado dois zagueiros – Paulo Miranda e Edson Silva –, o clube quer um jogador para tomar conta da posição, já que Rhodolfo caiu de produção no segundo semestre, depois de receber uma proposta da Juventus, da Itália.
A primeira opção era Breno, revelado pelo clube e que está no Bayern de Munique. O negócio, porém, complicou-se porque o zagueiro foi preso por ter supostamente incendiado sua própria casa. O caso ainda está aberto e Breno precisa de autorização da Justiça para sair da Alemanha.
Juan seria titular sem contestação da equipe são-paulina, ao lado de Rhodolfo, com três opções no banco de reservas: João Filipe e os recém-chegados Paulo Miranda e Edson Silva. Xandão vai deixar o clube para defender o Sporting, de Portugal, enquanto os jovens Bruno Uvini e Luiz Eduardo podem ser emprestados para ganhar experiência.
O primeiro ‘camarão’
Titular da Seleção Brasileira nas últimas duas Copas do Mundo, em 2006 e 2010, Juan chegaria ao Palmeiras para ser o homem de confiança de Luiz Felipe Scolari na defesa. O setor deu muitos problemas em 2011 por causa dos altos e baixos dos zagueiros. Nenhum deles se firmou0
.
Até Henrique, que chegou ao clube cheio de moral, decepcionou Felipão e ficou no banco de reservas em algumas partidas. Tanto que o jogador cogita até deixar o clube se perceber que não será titular absoluto.
Juan seria o primeiro “camarão†palmeirense para 2012, como definiu Felipão, em seu linguajar peculiar, ao falar sobre os reforços que deseja ver no clube na próxima temporada. Por enquanto, o treinador recebeu apenas o lateral-esquerdo Juninho, que se destacou pelo Figueirense no Campeonato Brasileiro.
“Não adianta se afobar e trazer jogadores que não vão corresponder. Não podemos errar, temos de analisar e ter cautelaâ€, comentou o presidente Arnaldo Tirone, sobre os jogadores de alto nÃvel pedidos por Felipão.
O clássico entre São Paulo e Palmeiras por Juan promete aquecer os primeiros dias deste ano, mas o Flamengo não pode ser considerado carta fora do baralho e tem chances de deixar os rivais paulistas só na vontade de contratar um ótimo zagueiro.
Na chuva, São Silvestre valeu pela bagunça
- 31 de dezembro de 2011 |
- 19h31 |
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Categoria: Atletismo
Apesar da forte chuva que atingiu ontem a cidade de São Paulo, muitos paulistanos foram às ruas para assistir à São Silvestre e dar apoio aos corredores. A mudança no percurso da prova (a principal alteração foi a do local da chegada, que passou da Avenida Paulista para o Obelisco do Ibirapuera) também não foi um problema para o público, que parece ter aprovado a novidade. A mudança vinha sendo discutida havia alguns anos e foi adotada por causa da festa de passagem de ano da Avenida Paulista, que reúne uma multidão no local poucas horas depois do encerramento da São Silvestre.
Corrida
Quem esperava que a versão masculina da 87ª edição da São Silvestre fosse marcada por um duelo entre Marilson Gomes dos Santos e os quenianos teve uma surpresa, pois a prova foi dominada de maneira assombrosa pelo etÃope Tariku Bekele. No novo percurso da corrida, agora com chegada no Obelisco do Ibirapuera, ele venceu com o tempo de 43min35.
Tariku Bekele é irmão de Kenenisa Bekele, um dos maiores fundistas da história do atletismo – ele é o atual bicampeão olÃmpico dos 10 mil metros e campeão olÃmpico dos 5 mil metros, além de ser dono dos recordes mundiais das duas distâncias. A vitória de Tariku foi a segunda da Etiópia na história da versão masculina da prova – a primeira foi a de Tesfaye Jifar em 2001.
O tricampeão Marilson correu com a esperança de se tornar o primeiro atleta brasileiro a ganhar a prova quatro vezes (ele venceu em 2003, 2005 e 2010), mas não conseguiu um bom desempenho e terminou em oitavo. Ele havia se queixado de não ter feito a preparação ideal para a prova por causa do Pan de Guadalajara. O melhor brasileiro foi Damião de Souza, em sétimo.
Show na chuva
Bekele esteve na liderança da prova o tempo todo. Inicialmente, ele fazia parte de um pelotão que incluÃa outros atletas africanos (Marilson ficou para trás ainda no começo do percurso), mas logo o etÃope e o queniano Matthew Kisorio começaram a se distanciar dos rivais.
Não demorou muito, porém, para Bekele deixar Kisorio para trás e transformar a São Silvestre em uma corrida de um homem só. Mesmo enfrentando uma chuva terrÃvel, o etÃope disparou e deu sinais claros de que poderia bater o recorde da prova, os 43min12 estabelecidos pelo queniano Paul Tergat em 1995 – o novo traçado da corrida mostrou-se mais rápido do que o anterior, tanto que o recorde foi quebrado na prova feminina.
Na subida da Avenida Brigadeiro LuÃs Antônio, no entanto, Bekele começou a diminuir o ritmo e isso acabou com suas chances de quebrar o recorde – a vitória, no entanto, não esteve ameaçada em momento algum.
Em segundo lugar chegou o queniano Mark Korir, que marcou o tempo de 43m58. Kisorio, aquele que chegou a dividir a liderança com Bekele, perdeu rendimento ao longo da prova e foi o terceiro. Em quarto terminou outro queniano, Martin Lel, bicampeão da Maratona de Londres e apontado por especialistas antes da prova como o principal rival de Marilson na disputa pela vitória. Em quinto, chegou Najin El Qad, do Marrocos.
Apesar de não ter conseguido a vitória ontem, o Quênia continua como o paÃs com mais vitórias na versão masculina da São Silvestre. O paÃs africano venceu a corrida 12 vezes, uma a mais do que o Brasil (contando apenas a fase internacional da prova, que teve inÃcio em 1945).
Mulheres
Nem as inúmeras modificações no percurso, que tornaram a São Silvestre mais rápida e mais técnica, nem a chuva forte impediram a supremacia das africanas.
Em uma chegada disputada, a estreante Priscah Jeptoo, do Quênia, venceu a etÃope Wude Ayalew e conquistou a primeira edição da prova no novo circuito da São Silvestre. A vencedora ainda quebrou o recorde de Alice Timbilili, de 2010, e marcou 48min48, melhorando a marca anterior (50min19). Priscah conquistou um prêmio de R$ 35 mil pelo primeiro lugar.
A terceira colocada foi Eunice Kirwa, também do Quênia, paÃs que continua dominando o atletismo de longa distância no mundo. A italiana Nadia Ejjafini foi a quarta colocada, seguida pela também queniana Rumokol Chepkanan.
Agora, o Quênia tem nove vitórias na prova feminina da São Silvestre, contra sete de Portugal e cinco do Brasil. As brasileiras, que não vencem a prova desde 2006, vão permanecer mais um ano na fila, para frustração dos torcedores que compareceram às ruas, mesmo com chuva. O melhor desempenho foi o de Cruz Damato, em sexto lugar.
Novos trechos
Sem chuva e com temperatura de 27ºC, a elite feminina largou pontualmente à s 17h. As modificações no percurso, como a mudança do local de chegada da Avenida Paulista para o Obelisco do Ibirapuera e a inclusão da descida da Avenida Brigadeiro LuÃs Antônio, não impediram que as africanas imprimissem um ritmo forte desde o começo.
A prova foi equilibrada apenas nos primeiros três quilômetros, em que a italiana Nadja Ejjafini esboçou uma reação e se manteve à frente até a Praça Charles Muller. A brasileira Marily dos Santos também acompanhava o grupo da frente.
Aos sete quilômetros, no entanto, a queniana Priscah Jeptoo e a etÃope Wude Ayalew dominavam a prova com mais de 500 metros de vantagem, antecipando a disputa pelo tÃtulo da corrida. Alheias aos novos trechos, as quenianas abriam vantagem e enfrentaram a subida e a descida da Brigadeiro atingindo a marca de 20 km/h, um dos fatores que justificaram a quebra do recorde da São Silvestre.
A etÃope não se intimidou e ultrapassou a adversária na subida da Brigadeiro. Foi assim, com várias alternâncias na liderança, que as duas competidoras africanas levaram a disputa até os metros finais. Mais alta e com passadas mais largas, Jeptoo levou a melhor, cruzando na frente em sua primeira participação na São Silvestre.
Na corrida pelo tetra
- 30 de dezembro de 2011 |
- 23h00 |
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Categoria: Atletismo
AMANDA ROMANELLI
VALÉRIA ZUKERAN
…
Um perigoso grupo de africanos está colocado entre Marilson Gomes dos Santos e a história. Se vencer hoje a 87ª edição da São Silvestre, ele será o primeiro brasileiro a ganhar a prova quatro vezes, mas, para que isso aconteça, o bicampeão da Maratona de Nova York terá de superar adversários com currÃculos respeitáveis, como os quenianos Martin Lel (bicampeão da Maratona de Londres) e Matthew Kisori, o etÃope Tariku Bekele (irmão de Kenenisa Bekele, campeão olÃmpico dos 5 mil e dos 10 mil metros) e o marroquino Najim El Qady. E Marilson também enfrentará compatriotas experientes, como Damião Anselmo de Souza. A largada da prova masculina será à s 17h30.
A São Silvestre não será difÃcil para Marilson apenas por causa dos fortes rivais. O percurso deste ano sofreu importante modificação, que levou a chegada da prova da Avenida Paulista para o Obelisco do Ibirapuera e tirou do vencedor das edições de 2003, 2005 e 2010 a vantagem de traçar com maior facilidade a estratégia para vencer.
Segundo o técnico de Marilson, Adauto Domingues, seu pupilo não pode ser considerado favorito porque teve menos tempo para treinar para a prova do que em 2010 – resultado da participação nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. Ainda assim, Adauto se mostra otimista. “O nÃvel é bastante aceitável porque a cobrança em cima dele é muito grande.â€
Para o técnico, os quenianos são a ameaça mais séria na luta pelo tetra, embora a mudança no percurso certamente embaralhe as cartas. “Pensei que o fato de Lel disputar a Maratona de Dubai em janeiro fizesse dele o principal adversário, mas depois do que ouvi na entrevista coletiva acho que o Kisori também pode ser perigoso.â€
A torcida do treinador é para que a mudança não tenha acabado com os tradicionais desafios da São Silvestre. “O Marilson normalmente se dá bem em percursos difÃceis, acidentados. Ele não é um atleta muito veloz e a mudança de ritmo sempre é positiva para eleâ€, comenta ele.
Campeão cuidadoso
Marilson mostrou respeito por seus adversários. “Todos os africanos que estão aqui são francos favoritos, inclusive o Lel. Ele vai fazer uma maratona em janeiro e, por isso, precisa estar na melhor forma (fÃsica) e é favorito.â€
Outros africanos também são levados em cota por ele. “Todos têm marcas expressivas. O irmão do Bekele é muito rápido nos 5 mil, tem o Duncan (Kibet, do Quênia), o Kisori também tem uma marca muito expressiva, a segunda melhor do ano da meia-maratona (58min46)â€, analisa ele. “São todos corredores de altÃssimo nÃvel, difÃceis de reunir em uma competição.â€
Os africanos mostraram respeito pelos anfitriões da São Silvestre, em especial, evidentemente, por Marilson. “Os brasileiros são sempre competidores fortes. Eu me lembro que Dos Santos tem sido um dos mais desafiadores em maratonasâ€, ressalta Lel. “Para mim, quenianos, etÃopes e brasileiros estão no mesmo patamarâ€, opina Bekele.
Tirone nega interesse de contratar Richarlyson
- 29 de dezembro de 2011 |
- 20h26 |
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Categoria: Palmeiras
O presidente do Palmeiras, Arnaldo Tirone, foi taxativo nesta quinta-feira ao negar o interesse do clube alviverde na contratação do volante Richarlyson, atualmente no Atlético-MG. Depois de ventilada a especulação de que o jogador poderia ser trocado pelo também volante Pierre, emprestado aos mineiros, a torcida protestou contra a negociação e chegou a ameaçar represálias caso a transação fosse confirmada.
“Nesse momento, o Palmeiras não tem interesse. O Richarlyson é bom jogador, mas não é esse jogador que estamos buscando. É um pouco de especulação, não sei por que. Não existe possibilidade nenhuma de ele vir, isso é especulação, para tentar valorizar o lado do atleta”, disse Tirone, em entrevista à Rádio Estadão/ESPN. O presidente alviverde, porém, elogiou Richarlyson e lembrou que o Palmeiras tentou a contratação do volante quando ele ainda jogava pelo Santo André.
Perguntado sobre o poder de veto da torcida em relação a um reforço, Tirone desconversou. “Claro que a gente sempre procura analisar todo o tipo de contratação, o pró e o contra, não é porque a torcida falou que a gente não vai trazer o Richarlyson. Nunca houve interesse”, disse o presidente alviverde, que completou: “A torcida pode ficar tranquila”.
Ainda sobre a negociação com o Atlético-MG, Tirone voltou a afirmar que o desejo do Palmeiras é que Pierre retorne ao clube após ter sido emprestado ao time mineiro. “Eu pretendo ter uma conversa com o Pierre no começo do ano e sentir o que está acontecendo. Gostaria que o Pierre retornasse ao Palmeiras, que não abriria mão desse jogador. No caso de outro tipo de posição, a gente vai analisar, mas a gente não pode ceder o Pierre, só se for em troca de um outro grande jogador.”
O presidente alviverde também negou a possibilidade de fazer dinheiro com Pierre. “O Palmeiras não precisa de dinheiro… O Palmeiras não está vendendo nenhum jogador, está querendo contratar. Não adianta pegar o dinheiro do Pierre e não trazer ninguém. Tem que trazer um jogador que seja pelo menos igual ou melhor que o Pierre, senão não adianta”, comentou.
Mais reforços
Até aqui o Palmeiras só acertou a contratação do lateral-esquerdo Juninho, que vem do Figueirense, além do retorno do lateral-direito Vitor, que estava emprestado ao Cruzeiro. A demora em reforçar o time vem causando crÃticas da torcida. Tirone se defende dizendo que o clube não está parado e que há bastante tempo ainda para ir atrás de jogadores.
“A intenção é equipar a equipe para o Paulista, ainda temos 30 dias praticamente. A gente não está parado, estamos trabalhando bastante. Não adianta a gente se afobar, não adianta trazer jogador que não vai corresponder no palmeiras, os jogadores que a gente quer estão fora do Brasil, está difÃcil de trazer, os valores são muito altos”, alegou.
Com relação ao zagueiro Adalberto Romã, do River Plate, Tirone foi só elogios. “Tivemos informações tanto do Riquelme quanto do Arce sobre o jogador. Dizem que é um grande jogador. É estilo do Gamarra, joga na seleção paraguaia, mas vamos analisar”, disse o dirigente, explicando que o defensor, rebaixado para a segunda divisão do futebol argentino com o River, foi oferecido por uma empresa parceira de fora do PaÃs. O jogador, porém, só jogou dois amistosos pelo Paraguai, ambos em setembro de 2010.
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