Brasileiro Marilson vence São Silvestre
- 31 de dezembro de 2010 |
- 17h47 |
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Categoria: Atletismo
Marilson Gomes dos Santos confirmou o favoritismo e venceu a edição 2010 da Corrida de São Silvestre. Inquestionável na prova, ele chegou ao tricampeonato na prova e se torna assim o maior vencedor do PaÃs na prova, inclusive quebrando o jejum de três edições sem vitórias de atletas nacionais na prova masculina.
Aos 33 anos e bicampeão da Maratona de Nova York, ele confirma a ótima fase na carreira e a aposta em voltar somente neste ano, quando se considerou realmente em forma para disputar a prova. Sua conquista foi ovacionada desde o trecho final, quando os torcedores comemoravam já na tradicional subida da avenida Brigadeiro Luiz Antonio.
Em segundo lugar chegou o queniano Barnabas Kosgei, vencedor da Volta da Pampulha deste ano. Esta é a 11.ª vitória de um atleta brasileiro na prova.
Juizado de Defesa do Torcedor
- 31 de dezembro de 2010 |
- 11h12 |
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Categoria: Futebol
O Tribunal de Justiça de São Paulo e o Ministério do Esporte firmaram um convênio, que tem validade até 31 de dezembro de 2011, podendo ser prorrogado, para a implantação do Juizado Especial de Defesa do Torcedor do Estado de São Paulo.
O novo juizado terá funcionamento permanente anexo aos juizados especiais cÃveis e criminais centrais da capital e também em caráter itinerante em todo o Estado, nos locais onde se realizarem eventos esportivos, anexo aos juizados especiais cÃveis e criminais de cada comarca.
Os juizados terão competência para processar, julgar e executar questões cÃveis e criminais. Pelo convênio, o Ministério do Esporte ficará responsável pelo repasse de verbas para a implantação e funcionamento dos juizados e o Tribunal de Justiça pela execução do projeto. (Solange Spigliatti)
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Corredoras brasileiras criticam etÃopes
- 30 de dezembro de 2010 |
- 23h31 |
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Categoria: Atletismo
Desde 1992, ano em que foi registrada a primeira vitória de um africano na São Silvestre, muito se comentou sobre as virtudes dos quenianos, que já somam 12 triunfos na prova masculina e seis na feminina. Mas são algumas corredoras da Etiópia, que venceram duas vezes a tradicional prova paulistana, os alvos da indignação das brasileiras.
Marily dos Santos, terceira colocada nos últimos dois anos, queixa-se de jogo sujo. E o adjetivo, nesse caso, é empregado de forma literal. A alagoana diz que já foi alvo de cusparadas e de “catarradas†de fundistas etÃopes. “Meus óculos são à prova d’água, não de catarro.â€
A desconcentração provocada pelo uso das táticas nojentas é grande. Na Meia-Maratona do Rio, Marily esperou com ansiedade que atingisse um posto de hidratação para que pudesse lavar um braço atingido pela cusparada de corredora etÃope.
Gilmário Madureira, marido e treinador de Marily, faz questão de destacar que as quenianas têm outro padrão de comportamento e correm de forma limpa. Ele ressalvou também que a etÃope Derartu Tulu, campeã da SS em 1994 e dona de duas medalhas de ouro olÃmpicas nos 10 mil metros, tampouco fez uso de jogo sujo. “A Tulu é uma atleta olÃmpica, muito correta. As que fazem esse tipo de coisa são as etÃopes mais jovens.â€
Apenas uma etÃope integra a lista de estrangeiras inscritas neste ano, Zert Worku Boku. Ela não foi localizada pelo JT para comentar as declarações de Marily, que não se conteve em sua indignação. “Isso me deixa incomodada. Depois é fácil criticar a Marily por não ter vencidoâ€, desabafou a atleta.
Até mesmo Edielza Alves dos Santos, que é hare krishna e procura cultivar a tolerância, fica perturbada com as atitudes antidesportivas. “É uma coisa que chega a desconcentrar. Eu procuro me afastar quando acontece algo assim.â€
Marily já chegou a mandar para o espaço a tática de corrida na ânsia de fugir das cusparadas e dos temÃveis pisões no calcanhar, que podem descalçar os tênis ou até provocar quedas. “Teve uma vez que eu fiz uma doideira. Acelerei o ritmo para escapar e acabei jogando fora a chance de uma vitória.â€
Por falar em chance de vitória, o favoritismo da queniana Alice Timbilili é grande. Em julho, ela correu uma prova de 15km em Tóquio em 48min15, dois minutos abaixo do recorde da SS.
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São Silvestre: Marilson não voltou à toa
- 30 de dezembro de 2010 |
- 23h30 |
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Categoria: Atletismo, Outros esportes
ALESSANDRO LUCCHETTI
É praxe na São Silvestre o discurso humilde, em que se procura valorizar a importância do pódio. Trata-se de uma tática inteligente empregada pela grande maioria dos corredores brasileiros, que assim evitam a cobrança por um eventual insucesso.
Marilson Gomes dos Santos não compartilha desse hábito. Bicampeão da prova (em 2003 e 2005), ele faz questão de deixar claro que não voltou à Avenida Paulista, onde será dada a largada às 16h47, apenas para participar. Ausente das quatro últimas edições por variados motivos, o brasiliense retorna com apetite.
“Sempre tive vontade de participar da São Silvestre. É uma prova que eu gosto de correr. Fiquei fora nos últimos anos por lesões e por demorar para me recuperar da Maratona de Nova Yorkâ€, afirma o corredor, referindo-se à corrida que venceu em 2006 e 2008 e é habitualmente disputada no inÃcio de novembro.
Pressionado por repórteres ansiosos para que confessasse que o verdadeiro motivo do seu retorno à prova é a pressão de patrocinadores, Marilson manteve-se firme. Seu treinador, Adauto Domingues, reforça os argumentos, citando o calendário.
A exposição da São Silvestre na mÃdia não é um benefÃcio grande o suficiente a ponto de justificar o comprometimento de metas mais importantes. E o técnico estabelece grandes objetivos. Tanto que até mesmo a Maratona de Nova York foi relegada a segundo plano para 2011.
No segundo semestre do próximo ano, Marilson deverá correr uma maratona que propicie a obtenção de uma marca histórica. Está no alvo a superação do tempo de outro vencedor da São Silvestre, Ronaldo da Costa, que fez a melhor marca do mundo na Maratona de Berlim de 98 (2h06min05). Trata-se do melhor tempo de um sul-americano na história.
“Quero que o Marilson corra em algo como 2h05min50. É para ele ganhar confiança para a Maratona OlÃmpicaâ€, afirma o treinador.
As elevadas ambições significam que é fichinha para Marilson a chamada pressão pela vitória na São Silvestre. “Outros atletas estariam se borrando de medo nesta entrevista coletiva se estivessem na situação do Marilson. Mas ele tira de letra. Por isso ele é diferenciadoâ€, diz Adauto.
O sólido preparo mental e a confiança, por outro lado, não significam que Marilson dê a vitória hoje como favas contadas. Ainda mais porque terá um adversário que igualmente batalha pelo tricampeonato, o queniano James Kipsang Kwambai.
“É um atleta que deve ser respeitado pelas marcas em maratona, meia maratona e provas mais curtas. Tem outros africanos que também vão dar trabalho. A prova está aberta. Vai depender muito do dia, do clima e de quem vai se adaptar melhor. Mas sem dúvida o Kipsang é franco favoritoâ€, assinala o fundista.
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Ronaldinho Gaúcho liberado
- 30 de dezembro de 2010 |
- 17h10 |
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Categoria: Sem categoria
O Milan já não conta mais com Ronaldinho Gaúcho. Assis, irmão e procurador do jogador, e Adriano Galliani, vice-presidente do clube italiano, chegaram a um acordo nesta quinta-feira de manhã e definiram a volta do craque para jogar no Brasil já a partir de janeiro. Assis ainda não confirma o acordo. Palmeiras, Grêmio e Flamengo disputam o futebol de Ronaldinho.
O craque, eleito o melhor do mundo em 2004 e 2005, está em Dubai treinando na intertemporada do Milan e deve embarcar na segunda-feira, dia 3 de janeiro, de manhã, com destino a São Paulo para, provavelmente, anunciar em que clube vai jogar na próxima temporada.
Assis não revelou o nome do time que seu irmão vai defender. O Grêmio é o favorito pelo apelo emocional -Ronaldinho começou a sua carreira no clube gaúcho. O Palmeiras teria feito a melhor proposta financeira e o Flamengo aposta em três parceiros para levar o craque.


