Santos goleia Linense e sobe na tabela
- 12 de fevereiro de 2012 |
- 22h05 |
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Categoria: Campeonato Paulista
Mesmo jogando com seu time reserva, o Santos voltou a golear no Campeonato Paulista, neste domingo, ao aplicar 4 a 1 no Linense, em São Bernardo do Campo, pela sétima rodada. Alan Kardec, Vinícius, Anderson Carvalho e Dimba foram os autores dos gols santistas.
Apesar do placar, os reservas do Santos estiveram longe de mostrar uma grande atuação. A goleada surgiu em lances de bola parada e vacilos da defesa do rival. A vitória empurrou o Santos para a sexta colocação da tabela do Paulistão, agora com 12 pontos. O Linense ocupa a 13ª colocação, com oito.
O técnico Muricy Ramalho poupou seus titulares neste domingo por conta da proximidade da estreia da equipe na fase de grupos da Copa Libertadores, na quarta-feira. A delegação santista viajará na segunda-feira para a Bolívia, onde enfrentará o The Strongest, pela primeira rodada.
Pelo Paulistão, o time volta a campo no próximo sábado para duelar com o Mirassol, fora de casa. No mesmo dia, o Linense enfrentará o Bragantino, diante de sua torcida.
O jogo
Com o time reserva, o Santos abdicou do entrosamento para investir nos contra-ataques e aproveitar os eventuais erros da defesa do Linense. E foi assim que, após bater cabeça nos primeiros minutos de jogo, o time santista abriu o placar.
Alan Kardec aproveitou a sobra, após bate-rebate na área, e encheu o pé para o fundo das redes aos 26. Com seu quinto gol no Paulistão, o atacante se redimiu do pênalti desperdiçado dois minutos antes. A finalização havia morrido na trave esquerda do goleiro Douglas.
Exceção, o gol não representava a equilibrada partida. O Linense era mais consistente, acertava mais passes e chegava ao ataque com mais propriedade. O goleiro Rafael, contudo, mostrava serviço debaixo do gol e neutralizava as investidas do rival.
O panorama do jogo ficou mais favorável ao Santos depois do intervalo. O time de Muricy passou a trocar mais passes no meio-campo, reduzindo o espaço do Linense. Mas não evitava as investidas perigosas dos visitantes.
A mudança de postura gerou dividendos ao Santos aos 16 minutos. Após cobrança de escanteio, o zagueiro Vinícius surpreendeu a defesa e converteu de cabeça.
O gol não desanimou o Linense, que manteve a iniciativa no ataque. Aos 21, Diego Macedo, que entrara no segundo tempo, descontou ao pegar rebote do goleiro, após boa troca de passes no ataque.
Mas o Santos não demorou para neutralizar a reação do Linense. Aos 28, Anderson Carvalho pegou mal na bola, ao finalizar de fora da área, mas contou com um desvio na defesa para enganar o goleiro Douglas: 3 a 1
Embalado, o time santista chegou ao quarto gol sem maiores esforços. Substituto de Rentería, Dimba recebeu enfiada de Anderson Carvalho na entrada da área e bateu no canto direito de Douglas, selando a goleada do Santos.
FICHA TÉCNICA:
SANTOS 4 X 1 LINENSE
SANTOS – Rafael; Vinícius, Bruno Rodrigo, Rafael Caldeira; Crystian (Pará), Anderson Carvalho, Ibson, Felipe Anderson (Breitner), Paulo Henrique; Rentería (Dimba) e Alan Kardec. Técnico: Muricy Ramalho.
LINENSE – Douglas; Bruno, Pablo, Anderson Luiz; Marlon, Marcelo (Wellington), Andrade, Neto (Diego Macedo), Tarracha (Alexandre Silva); Lenílson e João Henrique. Técnico: Pintado.
GOLS – Alan Kardec, aos 26 minutos do primeiro tempo. Vinícius, aos 16, e Diego Macedo, aos 21, Anderson Carvalho, aos 28, e Dimba, aos 30 minutos do segundo tempo.
CARTÕES AMARELOS – Anderson Luis, Felipe Anderson, Andrade, Bruno Rodrigo, Alexandre Silva, Alan Kardec.
ÁRBITRO – Marcelo Aparecido de Souza.
RENDA – R$ 96.555,00.
PÚBLICO – 4.226 pagantes.
LOCAL – Estádio Municipal 1º de Maio, em São Bernardo do Campo.
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Corinthians derrota o São Paulo e lidera
- 12 de fevereiro de 2012 |
- 19h41 |
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Categoria: Campeonato Paulista
No primeiro clássico do Trio de Ferro do Paulistão, o Corinthians derrotou o São Paulo por 1 a 0, neste domingo, no Estádio do Pacaembu. Com gol marcado pelo meia Danilo ainda no primeiro tempo, o time corintiano dominou a maior parte do eletrizante confronto, que contou com 26.166 pagantes, apesar da forte chuva que atingiu a capital paulista. Os são-paulinos tiveram a chance do empate, mas o meia Jadson desperdiçou a cobrança de pênalti.
A vitória corintiana atrapalhou o plano são-paulino de voltar à liderança e acabou ajudando o arquirrival Palmeiras, que, depois de vencer o Ituano no sábado, assumiu a primeira colocação. Agora, os palmeirenses têm os mesmos 17 pontos do vice-líder Corinthians, mas levam a vantagem no saldo de gols. E o São Paulo caiu para a quarta colocação, ainda com 14 pontos, ultrapassado também pelo Guarani, que venceu o Paulista por 2 a 1.
Corinthians e São Paulo entraram em campo sem força máxima. De olho no jogo de estreia na Libertadores, na próxima quarta-feira, contra o Deportivo Táchira, na Venezuela, o técnico Tite poupou três titulares corintianos: o meia Alex e os atacantes Liedson e Emerson. Do lado do São Paulo, Emerson Leão, que já vem se acostumando com os desfalques importantes por lesão do goleiro Rogério Ceni e do atacante Luís Fabiano, não conseguiu contar com a volta do lateral-direito paraguaio Piris, que não passou no teste físico e foi vetado.
O São Paulo começou a partida com uma postura um pouco mais aguerrida, com forte marcação e buscando mais o ataque. Com o campo molhado e alguns lances de falta um pouco mais duros, a equipe do Morumbi já tinha dois jogadores com cartão amarelo em menos de 10 minutos de clássico: o volante Wellington e o meia Cícero.
Aos nove minutos, o São Paulo teve a primeira chance mais intensa da partida, depois que o lateral-esquerdo Cortez chutou rasteiro de fora da área, para importante defesa do goleiro Júlio César, que espalmou a bola para o lado. A resposta corintiana foi imediata e ainda mais perigosa: aos 11, quando o meia Danilo, na grande área, acertou forte chute, para grande defesa do goleiro Denis, que espalmou milagrosamente para a linha de fundo.
O jogo continuou bastante brigado, com fortes disputas de bolas, mas sem grandes lances de gol até os 21 minutos, quando, depois de uma cobrança de escanteio do atacante Jorge Henrique, Danilo aproveitou falha da zaga são-paulina e acertou cabeçada indefensável para Denis, abrindo o marcador no Pacaembu para o Corinthians: 1 a 0.
Após o gol, o time corintiano passou a controlar melhor o jogo, mas o São Paulo não deixava de criar jogadas de ataque. Os lances mais agudos, no entanto, continuavam sendo executados pela equipe do Parque São Jorge, que perdeu algumas oportunidades de ampliar o marcador. Numa delas, aos 36, o lateral Fábio Santos escapou pela esquerda, entrou na área e chutou forte, para mais uma difícil defesa do goleiro Denis.
A partir dos 43, o São Paulo teve duas enormes possibilidades de empatar o jogo. A primeira veio de uma cobrança de falta, quando o zagueiro Rhodolfo cabeceou forte e o volante corintiano Ralf salvou quase em cima da linha. Na sequência do lance, a bola sobrou para Cortez, que invadiu a área e foi derrubado pelo lateral Alessandro.
De maneira correta, o árbitro Raphael Claus marcou pênalti para o São Paulo. Na cobrança, aos 44 minutos, Jadson chutou mal e mandou a bola muito acima do gol de Júlio César, para delírio da torcida corintiana.
O primeiro tempo eletrizante ainda teve tempo para uma bola na trave. Aos 46 minutos, depois de cobrança de falta de Chicão, o zagueiro corintiano Leandro Castán cabeceou a bola na pequena área e ela raspou o poste esquerdo do gol de Denis.
Para a segunda etapa, ambas as equipes voltaram sem mudanças. Atrás no placar, o São Paulo começou pressionando um pouco mais, mas o Corinthians mantinha o controle da partida, com lances de contra-ataque perigosos.
Vendo que o time do Morumbi ainda continuava com dificuldades para criar lances agudos de gol, o técnico Leão surpreendeu aos 13 minutos, fazendo três substituições de uma só vez: o atacante Fernandinho entrou no lugar do meia Jadson; o meia Maicon substituiu o volante Casemiro; e o atacante Osvaldo entrou no lugar do também atacante Willian José.
Leão não contava, porém, que, aos 15 minutos, o zagueiro João Felipe, que jogou improvisado na lateral direita, complicasse ainda mais a situação do São Paulo. Ele fez uma falta dura em Jorge Henrique e foi expulso corretamente pelo árbitro, com cartão vermelho direto.
Aos 18 minutos, o Corinthians levou grande perigo ao São Paulo, depois que o atacante Willian chutou forte e rasteiro, na entrada da grande área, para mais uma importante defesa do goleiro Denis, que espalmou a bola para a linha de fundo.
Aos 25, nova chance corintiana. Alessandro escapou pela direita e cruzou rasteiro. A bola chegou para Jorge Henrique, que, no meio da área, deu carrinho para o gol, mas Maicon interceptou o lance no momento exato e afastou a bola.
Aos 30 minutos, o São Paulo teve excelente oportunidade de empatar a partida, depois que Fernandinho pegou a bola na grande área e mandou um chute forte, para ótima defesa de Júlio César. No minuto seguinte, Ralf escapou da marcação, disparou para o ataque e teve uma ótima chance de ampliar o placar para o Corinthians, mas se atrapalhou com a bola na frente de Denis.
Mesmo com um jogador a menos, o São Paulo continuou pressionando o Corinthians, que passou a marcar mais e contra-atacar com menor intensidade. Os avanços são-paulinos não foram suficientes, no entanto, para igualar o placar, para festa da torcida corintiana nas arquibancadas.
Enquanto o Corinthians estreia na quarta-feira pela Libertadores, o São Paulo volta a campo no dia seguinte. A equipe do Morumbi enfrentará o Paulista, na quinta, pela oitava rodada do Paulistão.
FICHA TÉCNICA:
CORINTHIANS 1 X 0 SÃO PAULO
CORINTHIANS – Júlio César; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho e Danilo (Douglas); Willian (Gilsinho), Jorge Henrique e Elton. Técnico: Tite.
SÃO PAULO – Denis; João Felipe, Paulo Miranda, Rhodolfo e Cortez; Wellington, Casemiro (Maicon), Cícero e Jadson (Fernandinho); Lucas e Willian José (Osvaldo). Técnico: Emerson Leão.
GOL – Danilo, aos 21 minutos do primeiro tempo.
ÁRBITRO – Raphael Claus.
CARTÕES AMARELOS – Wellington, Cícero e Paulo Miranda (São Paulo); Paulinho, Fábio Santos, Alessandro e Chicão (Corinthians).
CARTÃO VERMELHO – João Felipe (São Paulo).
RENDA – R$ 786.728.
PÚBLICO – 26.166 pagantes.
LOCAL – Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP).
Mário Gobbi é o novo presidente do Timão
- 12 de fevereiro de 2012 |
- 17h12 |
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Categoria: Corinthians
Candidato da situação, Mário Gobbi confirmou o favoritismo e foi eleito neste sábado o novo presidente do Corinthians. Com o apoio decisivo de Andrés Sanchez, ele ganhou a eleição com facilidade, conseguindo enorme vantagem sobre o oposicionista Paulo Garcia. Assim, comandará o clube nos próximos três anos.
Delegado da Polícia Civil, Mário Gobbi Filho tem 50 anos e foi diretor de futebol em grande parte da administração de Andrés Sanchez, que comandava o clube desde a saída de Alberto Dualib em 2007. Assim, a plataforma de campanha do novo presidente do Corinthians foi a continuidade do trabalho que vinha sendo feito, com ênfase para a construção do futuro estádio em Itaquera, o CT Joaquim Grava, o novo estatuto e, claro, o título de campeão brasileiro de 2011.
Com a eleição de Mário Gobbi, pouca coisa mudará no Corinthians. A maior parte dos diretores vai continuar no cargo, entre eles Luis Paulo Rosenberg, diretor de marketing e um dos principais articuladores da construção do Itaquerão. O novo presidente, inclusive, terá a honra de inaugurar o estádio em 2013.
Dos cerca de 11 mil sócios do clube que estavam aptos a votar, apenas 3.300 participaram da eleição neste sábado, quando as urnas ficaram abertas das 9 às 17 horas no ginásio do Parque São Jorge. Apesar da campanha ostensiva dos dois candidatos, o clima foi de tranquilidade durante todo o dia, sem maiores confusões.
Na apuração, o ginásio ficou dividido entre simpatizantes dos dois candidatos. Mas a vitória de Mário Gobbi ficou clara logo nas primeiras urnas, tamanha sua vantagem sobre Paulo Garcia. Assim, o grupo liderado por Andrés Sanchez, o grande cabo eleitoral da vitória, pôde comemorar a permanência no poder.
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Felipão prevê evolução psicológica após virada
- 6 de fevereiro de 2012 |
- 13h23 |
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Categoria: Palmeiras
O técnico Luiz Felipe Scolari destacou a importância psicológica de o Palmeiras ter batido o Santos por 2 a 1, de virada, com dois gols nos minutos finais do clássico, na tarde do último domingo, em Presidente Prudente, pela quinta rodada do Campeonato Paulista. O treinador lembrou que o resultado serviu para o time ganhar mais confiança neste momento em que luta por afirmação e vem sendo cobrado por há tempos não conseguir alcançar resultados de expressão nas competições que disputa.
“(Essa vitória) muda o ânimo da equipe, muda a forma como a gente pode focar alguns assuntos, primeiro de uma forma diferente, como é o caso da convicção de acreditar (no resultado positivo) até o último minuto”, disse o treinador, para depois lembrar que a virada no placar também serviu como incentivo para os reservas que estão na luta por uma vaga na equipe titular.
“A vitória muda o espírito (do time) porque todos que entraram sentiram que deram a sua contribuição. E os que vão entrar sentem que fazem parte de um grupo, de uma equipe, não só de um time de 11 (jogadores). Pelo jogo que fizemos hoje (domingo), foi a melhor partida do campeonato”, comemorou.
O lateral-esquerdo Juninho, por sua vez, ressaltou a força mental do time palmeirense, que conseguiu a virada mesmo depois de ter sofrido um gol de Neymar já no segundo tempo. “O Palmeiras garantiu a vitória por causa da sua organização dentro de campo e não nos deixamos abater pelo gol. Espero que seja o começo de um ano maravilhoso para o Palmeiras. Fico feliz por ter marcado o gol e quero dedicar a todos os funcionários do clube”, ressaltou o jogador, que chutou a bola que Maranhão desviou para dentro do próprio gol santista e decretou o placar de 2 a 1 no último domingo.
Giants fatura título do Super Bowl
- 6 de fevereiro de 2012 |
- 9h04 |
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Categoria: Futebol, Futebol americano
A história se repetiu quatro anos depois. Assim como em 2008, quando superou o favorito New England Patriots no Super Bowl, o New York Giants derrotou a equipe do astro Tom Brady na noite de domingo, em partida disputada na cidade de Indianápolis, por 21 a 17 e faturou mais um título da liga de futebol americano.
A vitória de domingo foi comandada pelo quarterback Eli Manning, que venceu pela segunda vez o Super Bowl e foi eleito o MVP da partida decisiva. Já Brady perdeu a chance de se igualar a Terry Bradshaw e Joe Montana como o maior campeão da história, com quatro títulos.
A quarta conquista do Giants foi garantida apenas no instante final da decisão, quando Brady fez um lançamento do meio-de-campo para a endzone. Nenhum jogador do Patriots interceptou a bola, que caiu no chão. Assim, o placar de 21 a 17 favorável ao time de Nova York foi mantido.
O Giants teve um início de partida arrasador e abriu 9 a 0, com um erro de Brady e um touchdown. O Patriots, porém, reagiu antes do intervalo, que teve show de Madonna, e virou o placar para 10 a 9, com um field goal e um touchdown. E a equipe conseguiu um novo touchdown logo na retomada do duelo para abrir 17 a 9.
Com dois field goals, o Giants diminuiu a vantagem do Patriots para 17 a 15. Assim, o último período do Super Bowl começou completamente indefinido. Faltando um minuto para o final do duelo, Ahmad Bradshaw fez um touchdown para o Giants, facilitado pela marcação do Patriots, preocupado em deixar Brady com o máximo de tempo possível para definir a partida. A estratégia, porém, não deu certo. A defesa do Giants funcionou bem e garantiu o quarto título da equipe no Super Bowl.
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