Vizinhos da Praça Roosevelt querem mais obras
- 23 de março de 2011 |
- 23h30 |
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Categoria: Administração, Patrimônio, Urbanismo
SILVIA SONG
Os moradores das imediações da Praça Roosevelt, no centro da capital, querem que a Prefeitura amplie as obras de revitalização na região para ruas vizinhas. Desde setembro, a praça está passando por reforma, que deve ser entregue em 2012. Calçadas ecológicas no entorno da praça, plantio de árvores frutíferas, lixeiras mais resistentes (como as do Parque do Ibirapuera, exemplificam) e a retirada dos moradores de rua estão entre as novas melhorias que a população pede à Prefeitura. Na segunda-feira acontecerá uma reunião entre a comunidade local e a Prefeitura para discutir as novas propostas.
De acordo com o presidente da Ação Local Roosevelt, Luís Cuza, as novas ideias surgiram porque os moradores e comerciantes querem que toda a região fique ainda melhor, não somente a praça. “A Roosevelt passou muito tempo esquecida e degradada. Não precisamos somente de uma renovação da arquitetura. Queremos algo mais humano para que a praça volte a viver e ser ainda mais atrativa”, afirma Cuza.
Para melhorar ainda mais a aparência do local, a associação do bairro tem ideias que envolvem também os moradores, como a campanha para que todos os imóveis limpem diariamente as suas calçadas. “O volume de lixo é muito grande e, para que todos preservem a região, precisamos deixar o espaço sempre impecável. É isso que vai coibir os infratores de sujar o local”, explica Cuza.
A SP Obras, empresa da Prefeitura responsável pelo gerenciamento da obra na Praça Roosevelt, informou que ainda não recebeu as novas reivindicações da Ação Local Roosevelt. Em nota oficial diz ainda que participa das reuniões da entidade e que assim que forem comunicados irão tratar dos pedidos com atenção.
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24/03/2011 - 00:16 Enviado por: Eduardo Carlos CavicchiOlli De Oliveira Pinto
Ao ler e constatar neste veículo de comunicação o total abandono que se encontra a gloriosa Praça Roosevelt, venho conclamar os moradores e comerciantes que se unam e entrem com uma Ação Cível Pública contra o então subprefeito sr. Angelo Andrea Matarazzo e seu ex-assessor Luciano Gama por irresponsabilidade e má-gestão na máquina pública na cidade de São Paulo.
Agora, faço um apelo ao novo presidente da Associação Viva o Centro, dr. Henrique Meirelles; ao Reverendo da Iª Igreja Presbiteriana Independente de São Paulo, dr. Abival Pires da Silveira; diretoria da Associação Cristã de Moços; que tome medidas urgentes em defesa e reordenamento desta tão importante praça pública no coração da cidade. -
24/03/2011 - 10:58 Enviado por: http://arenadotimao.wordpress.com
Enquanto isso parece que a prioridade do prefeito é mudar de partido,e a cidade??????????????????????
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24/03/2011 - 16:16 Enviado por: Marcelo Danton
MORADORES DE RUA??
kkkkkkkkkk Caso vocês, cidadãos limpos e cumpridores do seus deveres, ousarem protestar contra esses porcos serão taxados de higienistas ,quando não de NAZISTAS, pelos padrecos e suas ratazanas de sacristia (todos arvorados em ONGs e com carinhas de poodles abandonados mas que moram bem longe desse imundos e viciados)
Poucos são o “moradores de rua” das antigas. Eram pessoas que queriam trabalhar e não conseguiam e/ou não tinha onde ficar. Hoje 90% são viciados em crack, alcoolatras e loucos varridos (tipo champinha). Esses loucos foram colocados nas ruas em virtude do filminho demagógico “bicho de 7 cabeças”. E tome tacadas de beisebol quando estiverem tranquilamente numa livraria..CULPA DE QUEM??!! Da classe média idiotizada que aceita tudo que a mídia joga na TV e nos jornais. Eu não tenho dó dessa gente e nunca terei. Tenho dó das pessoas que tem compostura social e sofre com lixo, barulho e violência por parde dos “pobres de espíritos”… -
24/03/2011 - 16:20 Enviado por: Silva
Passou da hora de retirar essas pessoas que não respeitam nada. Justificam-se, dissimuladamente, em cima da miséria, mas a verdade é que nada fazem para mudar sua situação, pelo contrário, chafurdam mais ainda, mais filhos, mais sujeiras mas desmatamentos. Intelectuais mediocres e absortos na metafísica ignóbil dos “pobres de espíritos” que só visam a construção da pobreza e criação de base para justificativas. Padres suspeitíssimos com segundas, terceiras intenções. O Brasil, respaldado pelos jornalistas, caminha para importar mão de obra, pois a nossa parasitária,somente cria justificativas pra viver a vida na flauta (quando deveriam se esforçar) e depois culpar a classe média pelos seu infortúnios.

