‘Não cometi erro’, diz autora de livro com erros do MEC
- 16 de maio de 2011 |
- 23h20 |
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Antes de chegar a 484.195 alunos do País por intermédio do Ministério da Educação (MEC), o livro Por uma Vida Melhor, que defende que a forma de falar não precisa seguir a norma culta, foi aprovado por uma comissão formada por professores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Por causa disso, a obra, da Coleção Viver e Aprender, foi alvo de polêmica, conforme revelou o Jornal da Tarde na sexta-feira passada.
Escrito por Heloísa Cerri Ramos, o livro afirma que o uso da língua popular – ainda que com seus erros gramaticais – é válido para estabelecer comunicação. “Você pode estar se perguntando: ‘Mas eu posso falar os livro?’ Claro que pode”, diz um dos trechos. Por uma Vida Melhor diz que, caso deixem de usar a norma culta, os alunos podem sofrer “preconceito linguístico”.
O MEC não comenta o mérito do livro – ressalta que coube a docentes da UFRN aprovar a obra e a cada escola a decisão de adotá-la ou não (leia mais abaixo). Em entrevista à reportagem, a autora comenta o assunto:
Foi um mal entendido?
Pegaram uma frase sem contexto. Dentro do capítulo que trata de concordância nominal e verbal, explico que, na língua oral, quando se diz “os livro é popular”, entende-se que é plural. Mas, na verdade, acho que houve falta de aceitação. A mídia diz que a escola não produz aprendizagem, mas quando se mostra um aspecto pedagógico ou didático, ela tem posição conservadora, trata com ironia.
A discussão, então, é antiga?
Há pelo menos 30 anos se fala disso entre os que se preocupam em democratizar o ensino. Talvez em um tempo em que só a elite ia para escola, a norma culta bastasse. Hoje, com o acesso da classe popular, a formação tem de ser mais ampla. Nosso livro é direcionado ao ensino de jovens e adultos. Foi feito para aquele que pode ter sido discriminado por falar errado. Não defendo uma escola que fique parada na linguagem popular. Com o aprendizado, o estudante se vê como um falante da sua língua e sabe que, sem a norma culta, não terá acesso a bens culturais e conhecimentos científicos.
O espanto, então, é por que você escreveu, colocou no papel, o que já se discute há tempos?
Sim. Acho que nenhum livro didático falou diretamente disso. Nosso livro tem a linguagem voltada para o aluno. Por isso, explicito essa questão da concordância. Recebi elogios de colegas. Muitos deles disseram que eu fui corajosa.
E como é receber críticas de professores e de membros da Academia Brasileira de Letras?
Estou muito tranquila. Não cometi nenhum erro conceitual. O livro é fruto da minha carreira. O que eu escrevi, já havia praticado com meus alunos. E o livro também recebeu pareceres antes da publicação. Os outros dois autores da coleção e eu sempre falamos: se ninguém quiser os nossos livros, nós queremos.
Rafael Moraes Moura e Ocimara Balmant
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16/05/2011 - 23:38 Enviado por: Thomas de Carvalho @dcarvalhothomas
Se fazer entender, um animal se faz, por meio de gestos. Não tem essa de “é um modo de se fazer entender”. Língua é língua e pronto.
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17/05/2011 - 12:17 Enviado por: Ilian
De que forma eles justificam os barbarismos que o Lula faz com nossa língua?
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Logo logo ele estará em nossa Academia de Letras.
E vejam de onde vem este livro, e de que Universidade.
A propósito, qual é a qualificação desses professores? -
17/05/2011 - 13:01 Enviado por: jACK BaUer
O projeto dos esquerdopatas é “evoluir” a língua portuguesa até o grunhido dos animais. E que todo mundo seja pobre, pois se esforçar e enriquecer é pecado.
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07/06/2011 - 09:26 Enviado por: Pinali
Concordo plenamente!!!
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16/05/2011 - 23:42 Enviado por: Daniel
É um absurdo! o mais irônico é que quem vai aprender errado são as crianças de escolas públicas, que portanto vão continuar tendo um ensino inferior, graças a esse tipo de gente como esta senhora. É uma completa inversão de valores o certo é errado e o errado é certo! Acho que ainda veremos Lula sendo aclamado catedrático da nova gramática brasileira!
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17/05/2011 - 15:04 Enviado por: Professor de Língua
Caro colega, em princípio sei que não és da área da Educação, pois cometestes um “pecado” em dizer que os livros são destinados às crianças. O ensino de EJA são para aqueles que não tiveram oportunidades de estudo enquanto crianças (é uma forma de compensar o tempo perdido por algum motivo)… Já enquanto o assunto, você querendo ou não o ensino irá mudar sua forma eletista… O Brasil é um país imenso e cada região tem suas peculiaridades, cabe-nos respeitá-las… E concordo com os autores ao colocar o ensino de línguas de duas formas bem simples: o que é adequado e o que não é adequado, e pronto!!! Não existe verdade absoluta!!! As escolas precisam fazer com que os alunos aprendam que existem variações em toda e qualquer outra língua do mundo… O que precisa é o professor está preparado para lidar com essas situações e administrá-las sabiamente.
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07/06/2011 - 09:25 Enviado por: Cintia
Concordo plenamente.
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16/05/2011 - 23:55 Enviado por: miguel
Mas, quem resolve isto??Há uma comissão que estuda o caso? Essa reforma passa pela USP,URJ,e outras autoridades? E o que faz o palerma do peixinho do Lula? Assiste e aplaude esta calamidade??Estamos ferrados!!Deve ser gente do PT!
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16/05/2011 - 23:56 Enviado por: Cimbelino
As pessoas aprendem a se comunicar de modo informal naturalmente. A escola deve ensinar o modo formal. Mas para que deixar quieto e não fazer bobagem, não é mesmo? Vamos tentar enfiar na cabeça das criancinhas preceitos da linguística e aí os professores que se cuidem. Quando tentarem ensinar qualquer linha de gramática vão ter que ouvir e engolir dos alunos que não existe jeito certo de se falar. Ensinar pra quê…
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17/05/2011 - 00:01 Enviado por: Rafael
Aqueles que realmente pesquisam a Língua Portuguesa sabem que o que essa senhora disse está corretíssimo. Existem pesquisas nessas áreas que comprovam tudo o que ela disse e, apenas para curiosidade, cito autores/pesquisadores como Marcos Bagno e Rosane Berlinck que entendem que a Língua não é algo estanque como, infelizmente, as pessoas querem crer. Pena que a opinião da maioria aqui é pautada por ideias equivocadas sobre a Língua, especialmente as dos repórteres. Assim, o que vemos é uma postura, por assim dizer, “antiquada” em relação ao ato de ler e de escrever.
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17/05/2011 - 11:32 Enviado por: a
Exatamente, afinal, crianças em fase de aprendizado devem questionar o que os mestres lhes ensinam sobre Português, pois este não é uma lingua estanque. Assim, qualquer forma que tais crianças usem para se comunicar não está errada e tentar “corrigir” seus “erros” é preconceito. Inclusive, os pais das crianças não devem corrigi-las, deixando-as se expressarem como bem entenderem.
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17/05/2011 - 11:39 Enviado por: jACK BaUer
Acabem logo com o mérito e instituam a aprovação automática. Enquanto isso a China aposta na educação formal e cresce 12% ao ano. Bando de incompetentes.
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17/05/2011 - 12:26 Enviado por: CapEnt
Que bobeira.
O que você disse é em essência o sumário de uma das praticas mais antigas de intelectuais de formação duvidosa querendo dar algum fundamento para sua pseudo-ciência quando sabe que o principio teórico não se sustenta sozinho: cria uma matéria para tentar dar alguma base teórica para sua sandice.
É o exato inverso do método científico. Aqui se pega a teoria pronta e tenta procurar o problema, “tunando” o resultado para se encaixar na teoria que estava pronta desde o inicio.
Neste caso, é a tal da “sociolinguística”, que de um estudo sério sobre as variações da língua portuguesa entre as diferentes camadas sociais, virou um antro de intelectuais de mentirinha tentando criar sua variação da guerra de classes.
O fato ignorado por você é simples: toda lingua tem um padrão, senão ela fragmenta e vira outra lingua. O padrão, chamado de “norma culta” é o certo e deve ser ensinado nas escolas, e pronto. Não é necessário ensinar alguém falar errado, ela já sabe.
Toda pessoa deve ser esforçar para aproximar sua fala informal ao máximo com a norma culta, ou a língua é pervertida para um monstro: já viu alguém que não usa ao menos o básico da normal culta no cotidiano tentando fazer isso numa seleção de emprego? É terrível. Que futuro uma pessoa assim irá ter? Processar um empregador qualquer por “preconceito linguistico” após ser reprovado na seleção por ser analfabeto funcional?
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17/05/2011 - 16:30 Enviado por: Ploni Osábio
Primeiro, um al de a falando em ensino de crianças, quando o livro não se destina a crianças. Mas afinal, a conhece a norma culta, mas não sabe ler.
Depois vem um tal de CapEnt, fazendo generalizações infundadas: “toda língua tem um padrão”. Bobagem total! O tal do CapEnt provavelmente mal e mal sabe uma língua só e fica dizendo coisas.
Aliás, cadê o “padrão” da “Língua Portuguesa”? E do Português do Brasil? É um padrão só? Quem determina esse padrão?
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17/05/2011 - 00:04 Enviado por: Carol
Muito interessante o ponto de Heloísa Cerri Ramos. É claro que o português formal deve ser ensinado, mas o preconceito linguístico deve acabar. Falar de um modo não-padrão não é, de forma alguma, indicativo de ignorância ou inferioridade, é apenas uma variação da nossa língua, que é tão rica e está sempre sujeita a mudanças. A língua deve se adaptar ao falante, e não o inverso.
Defendo, naturalmente, o uso da linguagem formal em livros, provas de vestibular, etc. Mas porque, numa conversa cotidiana, dizer “os livro” é tão absurdo assim?-
17/05/2011 - 11:35 Enviado por: jACK BaUer
Então pra quê ensinar Português na escola, não é mesmo? A pessoa aprende na rua. Não vamos discriminar o coitado que não sabe falar direito. Aliás, outra proposta é passar a motoniveladora em outras matérias, como por exemplo matemática, se o cara não sabe tabuada tudo bem, não vamos discriminá-lo afinal ele irá se tornar logo um engenheiro e projetar algumas pontes, aeronaves….
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17/05/2011 - 12:49 Enviado por: pasqualine
Que bom Carol, que você demonstra-se tolerante com a aplicação incorreta de singular/plural; “caso seus filho um dia esteja escrevendo errado”, não venha dizer que é culpa dos professores. Entenda, usar singular ao falar, corrobora infantilidade linguística, assim entendo Eu. Caso esteja certo nesta assertiva, no futuro teremos uma população inteira de infantes linguísticos, ainda bem que já sai da escola faz tempo… Cruz credo!?
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17/05/2011 - 14:41 Enviado por: Alice
Uma coisa é o estudo linguístico. Outra é o ensino fundamental.No ensino fundamental é absolutamente necessário que o aluno aprenda o uso da norma culta porque é esse conhecicmento que permitirá o acesso social. O lamentável nessa discussão é que o aluno sairá perdendo e não haverá “preconceito linguístico” que mude o gabarito do vestibular ou de concursos públicos. Ensine o correto. Informe o suficiente para que o aluno possa formar sua opinião e discutir esse ou qualquer assunto com clareza.
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22/05/2011 - 02:24 Enviado por: Carlos Augusto Valencia Vivas
Carol: Eu seu coulombiano. Eu quero aprender a lingua Portuguesa. Favor conseguir-me o correio electrónico da autora livro polémico “Os livro iustrado mais interessante estao emprestado” da colecao “Viver e Aprender”. Muito obrigado. Carlos A. Valencia V. e-mail: bracopor@gmail.com
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17/05/2011 - 00:06 Enviado por: Rafael
Respondendo ao Miguel, de fato há pessoas que estudam o caso. Em faculdades como USP, UNICAMP e UNESP há vários pesquisadores que entendem a língua da mesma forma que essa senhora: a língua como um fato social. O problema é que ninguém tem coragem de assumir isso, pois parece medonho. Aliás, a melhor forma de aprender gramática não é enfiando na cabeça dos alunos milhares de regras, mas sim incentivando-os a ler, pois todos nós já temos uma gramática internalizada. Mas, infelizmente ainda vivemos na idade da pedra em relação ao ensino da língua portuguesa. Triste época a nossa em que vivemos no mundo das redes sociais e ainda queremos “aprender” português como se aprendia na época de nossos avôs… e olha se não até como antes…
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17/05/2011 - 12:01 Enviado por: Lucas
Aprender como nossos avôs aprenderam é ruim por acaso? O ser humano só evolui quando há algum desafio, tem que ter um gradiente de dificuldade. Ficar diminuindo esse gradiente sob a idéia equivocada de “adaptar à realidade” não trará desafios aos estudantes, e, portanto, não contribuirá para o desenvolvimento mental dos mesmos.
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Quisera eu ter sido ensinado como nos tempos dos meus avôs!
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17/05/2011 - 00:09 Enviado por: Rafael
Carol, vc disse tudo. Há de se ensinar o “formal” e o “informal”, atentando sempre que a língua se constrói em contextos. Ou seja: em um recado de orkut, é mais informal; já em um documento, em um vestibular, é formal. Em nenhum momento a Heloísa disse que uma das formas deve ser abandonada, mas chamou a atenção, isso sim, para entendermos a língua de outra forma: como uma forma de comunicação eficiente, que é isso que ela é.
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17/05/2011 - 12:08 Enviado por: Lucas
“Você vai estar tendo que fazer”, “estarei tendo que fazer”, são formas eficientes?
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A língua informal/oral não são as formas mais eficientes de se falar, são apenas mais fáceis pois exigem menos uso das capacidades mentais. Alguém que fala corretamente está mais consciente daquilo que está transmitindo.
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17/05/2011 - 00:21 Enviado por: Felipe
Parabéns Heloísa Cerri Ramos! Pra que falar correto num pais onde se elegem analfabetos como politicos!
Vamos todos falar errado mesmo! É BRASIL!
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17/05/2011 - 00:34 Enviado por: Caio Cesar
Parabéns, Heloísa. É uma ótima ideia incentivar os alunos a pensarem linguagem, deixando de lado a velha crença de que só existe norma culta. As pessoas falam, escrevem, se manifestam e diferentes variedades e essas variações devem ser apresentadas não como erros para o aluno. O aluno deve estar conscientizado sobre a existência dessa dualidade e de como e onde cada variedade deva ser usada. É complicadíssimo falar em “erro” nos estudos em Linguística.
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17/05/2011 - 00:36 Enviado por: Lucas Aureli
A língua é a estrutura básica, primeiramente, da capacidade de pensar do indivíduo; segundo, da identidade de um povo. Destruir a língua (como parece que essa senhora pretende, com benefício do MEC), significa isentar o povo de sua capacidade crítica, trocada por uma conformação útil. Lamentável que estejamos vendo isso! Elimine as noções de grau, gênero e número e o estado terá trabalhadores q não pensam! É o q está fazendo o #MEC #lingua http://goo.gl/7AY7D
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17/05/2011 - 01:09 Enviado por: Lucas Aureli
Queria muito saber quanto a Digníssima autora recebeu do MEC para promover essa grande obra de Educação! Educação para que o povo não pense, evidentemente.
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17/05/2011 - 01:19 Enviado por: Gustavo Polli
Toma, mídia conservadora.
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17/05/2011 - 05:07 Enviado por: Mika Dimitriev
Alguém aqui leu o livro? E sim, a língua é como um organismo vivo que evolui ao passar do tempo. Caso não fosse, hoje ainda falaríamos Latin. PT, PT, PT… pô, vira o disco!
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17/05/2011 - 12:42 Enviado por: CapEnt
Sim, é como um organismo vivo. Já viu o que acontece com um organismo quando você corrompe seu DNA? Ele morre.
Uma “língua” existe desde que atenda certos critérios de construção da gramática e evolução bem específicos. E é bem tolerante a distorções. Mas… deixe a distorção sair do controle, que a língua morre, e nasce uma língua totalmente nova. Uma língua é considerada saudável se ao menos o básico de sua norma culta é mantida intacta mesmo na fala informal e utilizada ativamente pelo povo.
Se essa pratica estúpida de dizer que o errado é certo continuar, o que vamos ter é um Brasil com 3 ou 4 línguas diferentes “descendentes do Português” em menos de um século.
Jamais se esqueça que os erros cometidos por um Gaúcho em sua fala informal são bem diferentes dos erros cometidos por um Pernambucano a 6000km de distancia. Se os erros de cada parte do Brasil começarem virar regra em cada região, nossa língua acaba.
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17/05/2011 - 16:37 Enviado por: Ploni Osábio
Pô CapEnt, mais papo furado? ” Uma língua é considerada saudável se…” – você tira ideias da sua cabeça sem base nenhuma, se afoga na analogia biológica, e ganha o troféu da pomposidade.
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17/05/2011 - 05:21 Enviado por: aluisio de oliveira braga
Para que reforçar o que o aluno já sabe? Será que os vestibulares aceitarão isso em suas provas? E as empresas aceitarão? Faça-me o favor…
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17/05/2011 - 07:28 Enviado por: Clayton H. Brevilieri
Depois querem que essas crianças, ensinadas por professores desse nível, sejam o futuro do país.
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17/05/2011 - 08:54 Enviado por: fernando luiz romero
No minimo ela se formou nas escolas estaduais nos bairros de periferia de sao paulo, e falaram pra ela sobre linguistica, viu o caminho mais facil, conseguiu alguem para banca-la, e escreveu esta aberração. E o pior escreveu sem querer, pela falta de alfabetização que teve nas bases estaduais, mais uma vitima do estudo sem reprovação.
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17/05/2011 - 08:59 Enviado por: fernando luiz romero
Nois num ve erro na artora, nois intendemu tudo o que é dice, importante ela cunhece ou mio re-cunhece pessoas que falam diferente do seis. oje po calsa dela , leio bastante jorna, principalmente na pulitica. oje num me sinto mais anarfabeta na ora de vota. Ta certo que num intendo argumas coisas que o jorna iscrevi, mas so feliz.
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17/05/2011 - 09:25 Enviado por: andre luiz
com o governo do PT dava pra esperar !
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17/05/2011 - 10:38 Enviado por: Sylvia
Creio que já passou da hora de substituir o Ministro da Educação
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17/05/2011 - 10:47 Enviado por: RICARDO REVOLTADO
Um País que coloca tiririca como Deputado Federal! Esperar o quê?
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17/05/2011 - 10:49 Enviado por: a
Que absurdo! A quem interessa a falta de instrução dos alunos brasileiros?
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17/05/2011 - 10:54 Enviado por: Andre
Esta “professora” falou que é uma forma de comunicação? pelo que entendi, falar errado depende do contexto segundo ela? Então como me comunicar com a autora? Via “mugidos”, grunhidos?
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17/05/2011 - 10:56 Enviado por: Makrox
Assim é. O pior disso tudo é que se trata de ocorrências custeadas com nossos impostos , dinheiro que compulsoriamente versamos para sustentar chupins e afins. Financiamos , ignorância , descaso , incompetências e malandragens varias. Usque tandem???!!!
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17/05/2011 - 10:56 Enviado por: Valloy
A intenção é simples: garantir que a pessoa não tenha medo ou vergonha de se comunicar.
A Língua Portuguesa deve ser praticada, precisa muito ser falada e escrita. Se uma criança fala “errado” e é motivo de chacota, é desrespeitada em uma sala de aula, ela provavelmente não irá praticar próximo a quem pode lhe ensinar.
Mas o Brasil é lotado de doutores orfãos de livros, onde todos dominam os mais diversos saberes como economia, defesa, a nossa língua… e o preconceito rola solto! -
17/05/2011 - 10:57 Enviado por: Norberto
Isso é simplesmente mais um passo no caminho da degeneração total deste país. É próprio de esquerdistas para quem quanto maior a ignorância do povo mais espaço eles terão. Tudo começou quando um semianalfabeto arrogante se tornou presidente da república.
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17/05/2011 - 11:05 Enviado por: macaco
Por que então a escola? Se falar errado é certo, então a molecada deve ficar mesmo na rua, “democraticamente” escolhendo a vadiagem e a ignorância que tanto atrasam este ridículo país.
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17/05/2011 - 11:17 Enviado por: Wilson Silva
Que deu aula a esta Senhora foi o Lula….que absurdo.
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17/05/2011 - 11:21 Enviado por: Dirceu
Puta que Pariu!!!!!
Tá errado e, PRONTO!!!! -
17/05/2011 - 11:23 Enviado por: marcelo
O que mais impressiona nos comentários é que ninquém leu o livro, mas possuem opiniões e verdades prontas. Não sabem de nada, mas acusam a professora de ignorante.
O internet é realmente lugar de histéricos!-
17/05/2011 - 11:40 Enviado por: a
Eu não li o livro, mas apenas com base nas declarações dessa senhora, estou apto pra julgá-la e condená-la. A propósito, você leu o livro?
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17/05/2011 - 12:05 Enviado por: Sergio Puccetti
Sr. Marcelo do PT, qual o cidadão com estudo (verdadeiro) irá perder tempo em “ler” uma palhaçada desta? Aliás, creio que uma pessoa estudada nem saberia como ler esta aberração…
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17/05/2011 - 14:42 Enviado por: Isidro
Você leu o livro para defendê-lo?
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17/05/2011 - 11:34 Enviado por: Alencar Bastos
Isto pode ser chamado de efeito molusco, lamentavelmente chega aos livros didátícos aprovado por uma comissão de “professores da universidade federal do rio grande do norte”. Parece piada quando falam em democratizar o ensino, oras se falar errado está certo para que ir a escola? aprender o quê?
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17/05/2011 - 11:34 Enviado por: Ricardi Quarelli
O MEC é mais uma instituição brasileira desmoralizada. Com certeza cabide de emprego para muitas pessoas desqualificadas.
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17/05/2011 - 11:37 Enviado por: Leifsbudir
Uau! Independente de ler o livro, conforme crítica do Sr Marcelo, o que impressiona, é mesclar um conceito social com aprendizado!!!
Tão horrível quanto as tais cotas!
Essa professora (pobre dos seus alunos…) deveria ser a primeira a evitar falar em “preconceito linguístico”. A norma linguístia é uma só, como regras em outras matérias. Do modo como a professora pensa, logo logo, teremos uma… “democratização” na matemática e na física… De repente, para alunos socialmente desfavorecidos, 5+5 serão 20! E assim vai.
Ou seja, no brasil de hoje, o certo não é mais certo.
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21/07/2011 - 11:32 Enviado por: Daniel
Como assim??? Você REALMENTE acha que os conceitos sociais e a “aprendizagem” estão de alguma forma separados??
Ninguém reparou que as pessoas que conseguem passar pela escola são as que tem um capital cultural mais próximo da classe média? Se a nossa educação e os nossos professores são de classe média, têm a linguagem e os costumes da classe média e a única linguagem aceita por eles é aquela que a classe média aprende em casa, como esperar que os alunos de classes populares consigam passar por oito anos de ensino fundamental sendo corrigidos e tendo sua cultura rechaçada enquanto o queridinho que tem mais verba é elogiado e tira boas notas?
Acho que o livro da Heloísa (não, eu não li, e provavelmente ninguém aqui leu; estamos discutindo sem base nenhuma) é muito feliz se fizer com que os alunos compreendam que, EMBORA PRECISEM DA NORMA CULTA, como é explicitado no livro, a linguagem que eles trazem não é inválida, e eles podem se comunicar de diversas maneiras, podendo elas ser adequadas ou não.
O livro não “ensina a falar errado”. O livro ensina que você não é pior porque não aprendeu a falar “certo” em casa. E obviamente ENSINA a gramática conforme a lingua culta, pois ela é importante num universo cultural onde a linguagem é definidora de uma capacidade intelectual ou criativa.
O que, a propósito, não é verdade: grandes artistas brasileiros não falam segundo a norma culta. Guimarães Rosa distorcia a lingua e hoje (como faz parte do acervo da clase média) é exaltado. A linguagem do Claudinho e Buchecha, DEPOIS de ser gravada por artistas da MPB como Adriana Calcanhotto e Paula Toller, passa a ser aceita como artística.
São exemplos de como alguns desvios da norma culta são “aceitos” e outros são considerados “burrice”. Esse tipo de pensamento que caracteriza cultura popular como burrice é o que garante que as classes mais baixas continuem onde estão.(E parece estúpido ter que dizer isso, mas infelizmente é necessário: não, não sou do PT nem tenho nada a ver com o Lula. Por favor troquem o disco, o partido e o ex-presidente não têm nada a ver com essa discussão.)
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21/07/2011 - 11:50 Enviado por: Daniel
Antes que venham criticar todo o texto com base nesse erro, corrijo: 9 anos de Ensino Fundamental.
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17/05/2011 - 11:46 Enviado por: jACK BaUer
Axu muinto boua essa ideia di não discriminá as pessoa que fala erradu. Só num intendi como não passei na intrevista di empregu onte! ABACHO A DISCRIMINAÇÃUM
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17/05/2011 - 11:56 Enviado por: Alencar Bastos
O que se pretende não é o ensino da lingua portuguesa, é o ensino de uma outra lingua, chamada de BEREGUÊ, lingua esta que já precisamos de interprete para conseguir entender alguma coisa.
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17/05/2011 - 12:03 Enviado por: Sergio Puccetti
Esta senhora está completamente louca… Socorro, internem a paciente antes que torne-se furiosa e agressiva. Por favor, tirem esta mulher do convívio com a sociedade, ela escreve o que escreve e ainda ratifica que está certo!
Só mesmo o PT para fazer tanta burrice… -
17/05/2011 - 12:03 Enviado por: luiz otavio cardoso
Folks ;
Aquele velho dilema – Norma Culta vs Estilo Popular , todos os idiomas tem esses dois lados da moeda , o pobrema ,ops,quero dizer problema , eh que rapidamente essa nova geração está ficando alheia a norma culta ,as escolas parecem ir nesse mesmo ritmo ,preocupam-nos em relação ao perfil do brasileiro que se diz ,ou se dirá ,letrado , a norma culta ainda é o farol para posições academicas e científicas .Nao que o estilo popular deva ser discriminado , bem sabemos de nossas diversidades e desigualdades que refletem em nossa escolaridade .
Agora , eh certo que qdo voce tá ,está , em um ambiente onde todos seus integrantes falam diverso da norma culta ,vc acaba herdando o jeito diferente do falar ,num ..ops , não .. tem jeito. Qdo trabalhava em um importante banco de matriz britanica , era comum ouvir de colegas o tão propalado – nós vai ,nós almoça , dois real , dois pila – e acho que não será por isso que devam ser catalogados como analfabetos funcionais , muitos ateh jah tinham nivel superior completo em instituições privadas de peso.É um assunto de muita polemica , mas inda ,ops..ainda num ops .. , não é fim dos tempos .
Gto
Otavio-
17/05/2011 - 12:12 Enviado por: Ilian
Se não é para ensinar a lingua correta, para que serve a escola?
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17/05/2011 - 12:39 Enviado por: Marcelievsky
Engraçada essa sua colocação, todavia, só penso nos escritores, poetas, autores de livros afins, redigir um trabalho contendo “nóis”, “agente foi-fomos-fizemos” e toda a sorte de erros de gramática, concordância e coesão textual.
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17/05/2011 - 14:41 Enviado por: Jorge Roberto
Muito bem escrito! Ainda não é o fim dos tempos! Mas…, não será o início? O “velho” Camões, tão ilustre mestre da nossa pátria lingua portuguesa, lá pelos idos dos anos 50 e 60, quando fazia o primário, deve estar passando muito mal com isto tudo!
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17/05/2011 - 12:07 Enviado por: Sergio Puccetti
Acredito que esta ex-professora demente lecionou em Garanhuns…
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17/05/2011 - 12:23 Enviado por: Sergio Giardino
Interessante que quando a propaganda diz “a casas bahia” e não “as casas ” ou quando a imprensa diz: fulano e o filho dele e não fulano e seu filho, ninguém se incomoda. Este livro é na verdade um retrato do valor que os brasileiros atribuem à cultura e à forma linguística culta que a expressa: nenhum.
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17/05/2011 - 15:41 Enviado por: a
A propaganda diz claramente “as casas bahia”, presta atenção.
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17/05/2011 - 12:36 Enviado por: Marcelievsky
Parabéns a Rio Grande do Norte, reduto de intelectuais brasileiros como esta autora de livros didáticos.
Parabéns também ao MEC que em sua propaganda, terá que realizar pequenos ajustes quanto ao prazo a se alcançar a nota média de países desenvolvidos (alcançar o 6.0)
Parabéns aos pertencentes da comissão de educação que dentre eles está o Sr. Tiririca (nem sei o nome do dito cujo). Ele deve ter contribuido com esse “avanço” e reprimido o famigerado PRECONCEITO LINGUISTICO.
E por fim – e não menos importante – agradecer ao mentor e toda sua equipe, pois sem ele (e eles) nada disso estaria acontecendo: LULA E O PT! -
17/05/2011 - 13:07 Enviado por: Lucas Rayel
Antes de criticarem lendo apenas alguns paragrafos de uma reportagem, dêem-se o luxo de ver de perto e se aprofundar no livro que a autora propôs e em que contexto ela fez isso. Os argumentos dos leitores daqui contra o material da autora são tão fracos que qualquer aluno de Letras conseguiria derrubar. Primeiro saibam sobre o que é (e não através de UMA reportagem) e então criem repertório para poder tomar uma posição a favor ou contra.
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17/05/2011 - 13:25 Enviado por: jACK BaUer
Já que você sabe do assunto explique o que é PRECONCEITO LINGUÍSTICO. Não tive esta matéria.
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17/05/2011 - 13:31 Enviado por: Marcelievsky
“Criar repertório para poder tomar uma posição contra ou a favor”? Repertório? Eu já tenho minha posição, não é necessário ler o livro, não há contexto que se encaixe em escrever “o livros”. O certo é certo. O errado é errado. A escritora, das duas, uma: ou quis minimizar o erro que cometeu acidentalmente no livro; ou realmente quer fazer uma nova reforma ortográfica no país. Eu acho que ela vai ficar sozinha nessa!
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17/05/2011 - 13:44 Enviado por: Lucas Rayel
Preconceito linguisico é justamente o que está ocorrendo aqui: não aceitar uma outra variedade da língua que não a normativa. Um bom exemplo é o preconceito pela maneira que a pessoa fala: sotaque/girias nordestinas ou até mesmo uma pessoa que fala errado! Cria-se uma imagem irreal do falante por ele falar diferentemente da forma normativa ou com uma variedade diferente do ouvinte… Se eu falo “pra mim gostar” quer dizer que tenho menos cultura, venho de camadas mais baixas? Não, pois a lingua se modela ao homem e não é o homem que tem que se modelar à lingua. O que a autora propôs no livro foi justamente a quebra do preconceito linguistico (que ocorre mais do que se imagina, sem se perceber, e é aí que mora o perigo) mas com o ensino da gramática normativa, pois todos sabem que em um tribunal, documentos cientificos é necessário a formalidade, mas e quando numa conversa entre amigos? família? Pode prestar atenção que TODOS falam diferente da forma normativa. Ela não quer fazer uma revolução com a lingua, e sim esclarecer que não é errado falar de um jeito ou de outro.
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17/05/2011 - 14:36 Enviado por: Jorge Roberto
Caro Lucas: Todos devem ter a liberdade de se expressarem e defenderem suas idéias. O que voce propõe, ao faser a defesa da autora, tem a sua lógica. Mas…, pensando bem: se a maioria do povo brasileiro, por falta de apoio dos diversos níveis de governo, já fala e escreve bem mal, por que se deve ensinar com erros gramaticais? Acho que preconceito é uma coisa e educação regulamentar é outra coisa. Não vejo como encontrar justificativas para se ensinar o português fóra das suas regras e convenções internacionais, bem como isto ter aprovação do MEC.
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17/05/2011 - 14:50 Enviado por: Isidro
Caro Lucas, para uso informal não há norma, logo não há preconceito , nem necessidade de se dizer que você pode falar como quiser. Falar que é preconceito observar incorreção de algo é que é patrulhamento. Eliminar a noção de há uma forma melhor, ou geralmente mais aceita de se fazer algo é obscurantismo. Não me parece que seu heroísmo em enfrentar os que discordam dessa aberração educacional seja honrado. Ideologia pode ser engano.
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17/05/2011 - 14:54 Enviado por: jACK BaUer
Explica isso aí numa entrevista de emprego. Fala pro entrevistador não ser preconceituoso, achar que você não tem menos cultura e aceitar sua variedade normativa. Começa dizendo “Pra mim gostar” e termina com “menas perca”. Você verá surgir um belo PRECONCEITO.
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21/07/2011 - 11:40 Enviado por: Daniel
Gente, o livro ENSINA a norma culta, e não só: deixa claro que você deve usá-la em entrevistas de emprego e provas de concurso.
Sinceramente, você fala do mesmo modo com seus amigos e com seu chefe? Você escreve um post no twitter, um bilhete pra sua mãe e uma redação pro vestibular com a mesma linguagem?O que o livro vem dizer é que não existe linguagem “certa” nem “errada”, mas sim adequada ou não a determinada ocasião. O que é FATO.
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17/05/2011 - 13:07 Enviado por: Eloys
Ensine a um engenheiro civil que ele pode arredondar cálculos de concretagem. Se for 13, número do azar, arredonde pra 12 ou 14. Só não me peça pra ficar embaixo.
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17/05/2011 - 13:37 Enviado por: Adriano Varandas
Uma coisa é ensinar como não se deve escrever. Outra coisa é defender que falar errado ou escrever errado é democratizar o ensino da língua.
É como ir ao banheiro e insistir para deixar a porta aberta. Sabemos que falamos errado. Por que reforçar o erro? Por que, ao invés de reforçar o erro, não reforçamos o acerto?-
22/05/2011 - 02:43 Enviado por: Carlos Augusto Valencia Vivas
Senhor Adriano Varandas: Eu seu Coulombiano e quero aprender a Lingua Portuguesa. Favor conseguir-me o e-mail da Professora Heloisa Cerri Ramos autora do polémico livro “Os livro ilustrado, mais interessante estao emprestado”. MUITO OBRIGADO. Carlos A. Valencia V. Meu e-mail: bracopor@gmail.com
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17/05/2011 - 13:42 Enviado por: José Bendito tintori
Cômico senão fosse trágico. O nosso ensino é uma lástima. Os exemplos, péssimos: presidente que nunca leu livro algum; deputado, de alfebetização discutível, na comissão de educação e há outros mais! O linguajar popular já é suficientemente conhecido, não é necessário se fazer apologia ao erro. Mais um rito no pé do MEC. É claro que, ao Governo, quanto mais ignorante for o povo, melhor para se governar. Um povo que não lê e se o faz não entende, não contesta, não reivindica, não é conscio dos seus direitos e, muitas vezes de suas obrigações. Assim a corrupção e a impunidade deslancham em campo aberto,sem contestação, sob o olhar complacente dos órgãos competentes infiltrados pelos interesses escusos de quem mantém o poder. O “Para uma vida melhor” desmonta a tese do Tiririca: pode ficar pior, sim senhor.
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17/05/2011 - 13:49 Enviado por: Julio Nardini
temti envio otru conemtarri. axo qui num foi; Bão, vai ezze memu, Kau és o pobrema di falau herado o izcrive heraddu. os mistériu das dezedukassão dévi denocatrissa os ideoma.,; vamul Pará di bligau.
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17/05/2011 - 14:05 Enviado por: Hdpvlk
Do ponto de vista pedagógico, eu diria que a autora é uma jumenta. Do ponto de vista político, diria que isso é coisa do PT. É a tentativa de tornar seu analfabetismo uma “coiza normau”, né Luiz Inácio? É cada coisa que aparece nesse Brasil… E agora, o que é que eu falo para meu filho? Que se ele escreveu errado na prova de português e tirou zero foi vítima de “preconceito linguistico”?
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17/05/2011 - 14:12 Enviado por: Jonas
Será que para a Matemática é a mesma coisa?
Para estabelecer a comunicação é válido dizer que
2+2=5, 3×7=19, 6-1=7…..?
Ora me poupem!!! Pare que eu quero descer!!! -
17/05/2011 - 14:19 Enviado por: adailton pereira de araujo
esta senhora é besta ou quer aparecer, ninguém quer falar, escrever erroneamente.
como brasileiro peço a esta senhora que, caia na real e não no ridículo.
caso queira aparecer compre uma melancia ponha no pescoço ou onde lhe fica melhor…… deve ser onde você pensou. -
17/05/2011 - 14:23 Enviado por: Jorge Roberto
Os livro é popular. Impressionante como se pode achar que frase dita com erro de concordância é correto! Será que se escrita com erro, como no livro, será considerada correta também? Será que toda a nomenclatura gramatical da lingua portuguesa esta errada? Será que só os conceitos de portugues desta psudo escritora são os corretos? Será que o pessoal do MEC é alfabetizado? Belo retrato da cultura política vigente neste nosso Brasil! Camões, Rui Barbosa, Oswaldo de Andrade, Castro Alves, etc… devem estar tendo convulsões onde quer que estejam! (Ou será: …deve estar tendo convulsão onde quer que esteja!)?
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17/05/2011 - 14:37 Enviado por: Cristiano
Tenho um filho de 3 anos e ele está aprendendo a falar corretamente. Fico impressionado com a facilidade que ele tem para nos imitar. Agora, essa senhora é uma prestadora de serviços educacionais, pensem bem, ela vai criar uma legião de ignorantes “votadores” do PT. O Lula é um gênio. Como ninguém pensou nisso antes???? Meu filho estuda em escola particular. E tem educação formal, nada de aventuras pedagógicas. Ela deve achar lindo um adulto falando “nós vai”, “é nóis”, “poblema”…
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17/05/2011 - 14:43 Enviado por: W Rizzo
Preconceito linguístico! Não existe fala correta, existe escrita ortograficamente correta. O cidadão português fala a língua portuguesa de forma bem diferente do cidadão brasileiro. Qual deles é o errado, o brasileiro ou o português? Nenhum. Ambos são diferentes, mas válido em cada país. A língua é algo vivo e em constante transformação, como a sociedade, a cultura, a música, a dança. Discriminar formas de se falar, é puro preconceito e elitismo colonial.
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17/05/2011 - 14:51 Enviado por: Isidro
Não é preconceito, é um padrão, como o padrão ético: não roubar, não mentir, não falsear os fatos etc.
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17/05/2011 - 15:02 Enviado por: RoseF
O português falado em Portugal de fato é diferente do português falado no Brasil. Assim como diferem o inglês falado na Inglaterra, nos EUA e na Austrália. Ou o espanhol falado na Espanha, daquele do México e do falado na AL. Aliás, o espanhol da Argentina é diferente do da Colômbia, que é diferente no Perú e por aí afora. São as diferenças culturais e nenhum deles está errado. Agora, vá a qualquer um desses países ver se ensinam suas crianças a falar e escrever errado a sua língua-mãe e se eles sofrem muito sob o elitismo colonial preconceituoso que transforma seus jovens em adultos alfabetizados. Analfabetizar crianças é mais uma dessas jabuticabas: só dá no Brasil.
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17/05/2011 - 14:43 Enviado por: Ixe
Claro que se pode falar errado, o que não é aceitável é que uma escola ensine a falar e a escrever errado. Não é preciso escola para escrever errado; é só deixar a criançada sem escola e pronto. Nem o MEC devia ter comprado livros que ensinam errado para distribuir na rede pública. Por que o governo, os contribuintes, devem pagar por um livro que ensina a escrever errado ?
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17/05/2011 - 14:54 Enviado por: Tetsuo Shimura
A Coreia e a China são os exemplos da vez, isto porque se desconhece mais detalhes sobre a Índia e Rússia.
Pelo bem do Brasil, quero ardentemente acreditar que por volta de 2025 estaremos entre os grandes, mas este livreco Por uma Vida Melhor de autoria de Heloísa Cerri Ramos é um balde, ou melhor, um açude de água fria nos destinos do País. Quanto o MEC e seu titular, nem vale a pena qualquer comentário.
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17/05/2011 - 14:56 Enviado por: RoseF
O que não consigo entender, é por que cargas d’água quer-se ensinar crianças a falar e escrever errado??? Nesse caso, para que professores de português? Para que escolas? Para que uma UFRN? Falar ( e às vezes escrever ) errado aprende-se fora da escola. Por que meus impostos devem ser usados para analfabetizar crianças? O que se espera conseguir de uma criança que vai crescer achando que o errado é certo? Que não vai conseguir escrever um texto corretamente, que não vai conseguir entender um texto, ou que vai achar que pode entender o que quiser! Que raio de futuro se espera estar dando à criança, ao país? O que é isso? Só posso entender o tal livro, a tal d. Heloisa e esse negócio que chamam de mec como partes de uma engrenagem que pretende continuar a criar ignorantes, uma espécie de programa perpétuo de formação de eleitores petistas.
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17/05/2011 - 15:28 Enviado por: rodolfo
Brasileiro do Futuro: analfabeto, cotista, homossexual, maconheiro e … petista !!!!!
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17/05/2011 - 16:18 Enviado por: Onório
E faltou mais uma. Professorzinho de uma COMISSÃOZINHA de TAL de UFRN (leiam o primeiro parágrafo fo texto). Tinha de ser lá por cima mesmo.
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17/05/2011 - 15:43 Enviado por: Maria
A nobre professora “não cometeu nenhum erro”; isso quer dizer que cometeu vários, inúmeros, muitos erros. Ensino mané, povo mané. É isso aí, e “sarve-se queim pudé”.
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17/05/2011 - 16:10 Enviado por: Henry
Se já é difícil ensinar língua culta imagine um livro desse incentivendo o contra´rio , entÕ ireemos todos pra roça
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17/05/2011 - 16:13 Enviado por: hrysto
É inadmissível que pseudoeducadores, pagos a peso de ouro pelo governo, ou seja, por todos nós, escrevam imbecilidades desse jaez em livros didáticos! Claro é que existem inúmeras variantes linguísticas em um determinado idioma. Claro é que os linguistas as estudam, assim como estudam a etimologia das palavras, a gramática histórica, os dialetos, as variantes regionais, etc. Todavia, isto NÃO quer dizer que estudantes pré-universitários devam ser doutrinados na Teoria da Mediocridade, tão em voga neste Ministeriozinho da falta de Educação e da ausência de Cultura. Crianças, adolescentes e adultos que precisam estudar as matérias
pré-universitárias, o fazem porque almejam subir socialmente. Não precisam que lhes digam que podem falar
‘Nóiz vai pegá us peichi”. Esse tipo de mediocridade já está amplamente presente nas escolinhas públicas diurnas e noturnas. Precisam sim, saber se expressar segundo a norma culta da língua, escrita e falada. E quanto ao suposto “preconceito linguístico” é bom que ele exista mesmo, para que haja, ao menos, um bastião contra a mediocridade generalizada que toma conta do nosso país.\nAcaso essas AUTORECAS creem que a Coreia do Sul chegou ao que chegou porque se ensinou ali uma tal norma popular do coreano? Ou que a China está onde está porque ensina um tal de mandarim vulgar? Ou ainda, que Singapura é o que é porque lá se tolera a inferioridade intelectual? Talvez seja interessante que o MEC envie essas tais AUTORECAS, com diárias pagas por elas mesmo, para fazer um estágio no sistema educacional da Somália, com passagem pelo Haiti. Essas ideias estapafúrdias que elas têm devem se ajustar muito bem àquelas grandes nações intelectualmente superiores. Assim, a sociedade deve EXIGIR que o MEC RETIRE imediatamente de circulação essa obra feita por uma súcia de néscios. Acorda povo brasileiro, OS MEDÍOCRES ESTÃO TOMANDO DE ASSALTO A NOSSA NAÇÃO.!!!! OBS.: Não se esqueçam de falar para as tais AUTORECAS que eu foi irônico em muitas
passagens e que também usei a nova regra ortográfica, não sei se elas são intelectualmente capazes de perceber isso). -
17/05/2011 - 16:17 Enviado por: Emília
Professor de línguas que usa ‘enquanto’ totalmente fora de propósito, que escreve ‘eletista’… si ferremo!
As línguas precisam de uma gramática normativa, sim! A gramática descritiva, como o próprio nome diz, é para descrever os fatos da línguas, não para se tornar nova norma. Senão, como fazer na hora de assinar um contrato? Assina-se e depois ‘não é bem assim’, e alguém sai lesado.
Como todo esquerdista de meia-tijela, querem mudar uma ditadura por outra: acham que a gramática normativa é rigorosa, severa, uma velha de coque que faz cara feia e querem substituí-la por outra gramática mais descolada.
O problema é que esta nova gramática tem muito mais detalhes, visto que há, conforme os próprios linguistas asseguram, variantes e variações dentro de um mesmo idioma. Sendo assim, perderemos a uniformidade na escrita, esta sim conhecida de norte a sul e além-mar. Posso até não entender o que um luso fala, mas compreendo o que ele escreve. E se tiver dúvidas quanto a vocábulos, procuro no dicionário.
Mas se cada um escreve de maneira absolutamente individual, matando a forma escrita que nos une, corremos o mesmo risco da torre de Babel.
Por último, é direito de todos o acesso a uma boa educação, começando pela alfabetização. Esse nivelamento por baixo só reforça o preconceito existente contra os que estudaram.
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17/05/2011 - 16:55 Enviado por: Ricardo
Tia Heloísa, eu estou se perguntando: ‘Mais mim pode falar os livro?’. Pode tia?
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17/05/2011 - 16:55 Enviado por: Alessandra
Ridiculo. Cada vez pior, e ainda essa psico professora acha que pode defender o uso incorreto. Parece que ela nao vive em salas de aulas onde os alunos sequer sabem separar silabas simples! Isso nao é educação – é totalmente o inverso…
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17/05/2011 - 17:05 Enviado por: F.Carlos
O mal que os doutor do MEC faz
Como disse Paulo Francis, houve um tempo em que a educação era a transmissão de um acúmulo de conhecimentos. “Hoje, é uma adulação da juventude, que supostamente deve fazer o que bem entende”, lamentou o jornalista dez anos atrás.
No artigo passado eu dizia que a manada do Paulo Freire enterrou a idéia de que a escola deve tornar o aluno capaz de ler, escrever e contar, por julgar que tal concepção não contribui para a formação da cidadania. É a maldita “educação bancária”, como a chamam os freirianos, em que o professor ensina e o aluno aprende. No método do marxista Freire, é todo mundo igual: professor é aluno e aluno é professor, todo mundo aprende junto, ninguém sabe mais que ninguém. Leia o artigo completo no: http://www.midiasemmascara.org/artigos/educacao/12087-o-mal-que-os-doutor-do-mec-faz.html
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17/05/2011 - 17:12 Enviado por: Rodolfo Lobo
Nossa pelas opiniões inflamadas aqui estamos cheios de filólogos ! Gente que tem o ofício de estudar a língua. Esse assunto é para técnicos e não para amadores (na verdade estão mais interessados em ideologias), pois a intenção (má intenção) é atacar o MEC. “Filólogos do Estadão” vão estudar para falar besteiras!
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17/05/2011 - 17:19 Enviado por: Robson
Qual o sentido de ensinar o “ERRADO” o “INCORRETO”, os jovens que não tem a condição de serem educados em uma boa escola particular são obrigados a tentarem aprender algo nas péssimas escolas do estado, mesmo tendo eles toda a vontade, dão de frente com um livro onde o “ERRADO” e tido como “CERTO”. Já tão pouco é dado em termos de informação a esse jovem, aqui em São Paulo um semi-analfabeto acaba se formando no segundo grau, o que será que alguns desses Srs. “INTELECTUAIS???” estão querendo? SERÁ QUE É A POLÍTICA DO QUANTO PIOR MELHOR?
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17/05/2011 - 17:20 Enviado por: Kurt Zirk Huitts
Se existiram linguas que hoje estão mortas, podemos testemunhar que o português brasileiro está moribundo. Depois da fantástica reforma ortográfica, era isso que poderíamos esperar ? No final das contas, quem escrever e falar da forma aí denominada de adequada, será discriminado.
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17/05/2011 - 18:33 Enviado por: Ricardo Desengrini
‘Os outros dois autores da coleção e eu sempre falamos: se ninguém quiser os nossos livros, nós queremos’… Então que paguem por isso! Devolvam o dinheiro e recolham esta aberração!
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17/05/2011 - 23:02 Enviado por: Rô
Bem!
Se a proposta é aceitarmos os erros. Proponho uma revisão nas provas onde mede-se a capacidade de escrita da norma culta dos nossos alunos.
Provas exaustivas com textos de vários autores literários que também escrevem na norma culta.Que acabem as provas, já que os erros serão aceitos.
Que não tenha o IDEB das escolas já que poderemos e devemos aceitar os erros para não criar um preconceito.Acho válida a proposta desde que seja aceita de forma total.
Gostaria que o MEC também pudesse ver que os erros não são de nossos alunos e sim de um povo ao qual vocês também fazem parte.Grata
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17/05/2011 - 23:15 Enviado por: Rô
Uma coisa é eu aceitar o regionalismo, ou a licença poética onde penso eu que cabe até um palavrão como em letras de músicas como Gabriel o pensador e outros bons como ele.
Mas o que me deixa preocupada de verdade, é a imagem do errado. Um conceito aprendido de forma errada, o aluno levará para muitos anos de sua vida ou para toda sua vida.Gente, não entendi, juro que gostaria de entender, de dialogar com todo respeito.
Sei que para isso terei que ter o livro. Tudo bem, eu gostaria de receber um exemplar e gostaria de compreender essa proposta de ensino, já que sou uma alfabetizadora.
Obrigada mais uma vez
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17/05/2011 - 23:38 Enviado por: Rô
“Uma das autoras do livro, Heloisa Ramos afirmou, em entrevista ao Jornal Nacional, da Rede Globo, que não se aprende a língua portuguesa decorando regras ou procurando palavras corretas em dicionário”
Isso não se faz. Você estudou, usou dicionário, decorou regras como todo mundo decora.
Triste é fazer gozação com o povo brasileiro.
Senhores do MEC, por favor, revejam isso. -
19/05/2011 - 15:50 Enviado por: GILBERTO
Preconceito linguistico. Isto é algum tipo de piada de mau gosto?
Realmente este país não tem jeito. Ninguém conserta isto aqui.
Lamentével -
19/05/2011 - 19:36 Enviado por: Hrysto
É inadmissível que pseudoeducadores, pagos a peso de ouro pelo governo, ou seja, por todos nós, escrevam imbecilidades desse jaez em livros didáticos! Claro é que existem inúmeras variantes linguísticas em um determinado idioma. Claro é que os linguistas as estudam, assim como estudam a etimologia das palavras, a gramática histórica, os dialetos, as variantes regionais, etc. Claro é também que do ponto de vista linguístico é possível afirmar que não existe o certo e o errado. Todavia, isto NÃO quer dizer que estudantes pré-universitários, ainda mais de escolas públicas, onde a farsa da educação é mais do que sabida, devam ser doutrinados na Teoria da Mediocridade. Crianças, adolescentes e adultos que precisam estudar as matérias pré-universitárias, o fazem porque almejam subir socialmente, almejam sair de seus mundinhos pequenos e galgar posições melhores. Não desejam continuar a falar como falam seus pais, parentes e amigos. Desejam entender o complicado mundo que os rodeia, interpretar textos os mais diversos. Não precisam que lhes digam que podem falar ‘Nóiz vai pegá us peichi”. Esse tipo de mediocridade já está amplamente presente nas escolinhas públicas diurnas e noturnas, nas favelas, prostíbulos, crackolândias e assemelhados. Precisam sim, saber se expressar segundo a norma culta da língua, escrita e falada. Precisam terminar os estudos iniciais e serem capazes de compreender matematicamente o mundo, elaborar modelos, mesmo que não muito sofisticados, da realidade, pensar criticamente quando leem uma reportagem séria em um periódico sério. Desejam sair do mundinho simplório em que vivem e compreender melhor o mundo em que todos nós vivemos. Não é esse o momento e nem o local de se ensinar este tipo de questão linguística. Só para ilustrar o que digo. Os alunos aprendem que no mundo da matemática, a+b é igual a b+a (comutatividade), ou seja, 2+3 é igual a 3+2. No entanto, a propriedade da comutatividade somente é verdadeira no caso de grupos abelianos. Acaso, em sã consciência, algum beócio do MEC crê que esse tipo de saber deva ser ensinado no ensino fundamental ou médio, ainda mais no ensino público? Vamos nos ater ao que deve ser feito e fazê-lo bem feito. Acaso Singapura é o que é porque lá se tolera uma tal de inferioridade intelectual? Será que a China, crescendo como está, rumando para ser uma superpotência industrial e científica, está preocupada em nivelar por baixo, bem rasteirinho, os seus estudantes? O Japão e a Coreia do Sul são o que são porque implantaram a aprovação automática nas escolas públicas? Assim, a sociedade deve EXIGIR que o MEC RETIRE imediatamente de circulação essa obra feita por uma súcia de néscios. Acorda povo brasileiro, OS MEDÍOCRES ESTÃO TOMANDO DE ASSALTO A NOSSA NAÇÃO.!!!!
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22/05/2011 - 02:52 Enviado por: Carlos Augusto Valencia Vivas
Eu sou Coulombiano. Favor conseguir-me o e-mail da Professora Heloisa Cerri Ramos autora do livro polémico “Os livro ilustrado mais interessante estao emprestado”. Muito Obrigado. Carlos A. Valencia V. e-mail: bracopor@gmail.com
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28/05/2011 - 08:56 Enviado por: » Preconceito lingüístico é a PQP! Nihil Lemos
[...] este artigo do blog Cidade do site do Estadão a retardada da Heloísa Ramos se defende dizendo que não errou [...]
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04/06/2011 - 23:59 Enviado por: Fábio N. Almeida
É simplesmente uma afronta para o Brasil pessoas que criticam um livro sem saber seu real conteúdo! Quem leu o livro para poder falar sobre o conteúdo dele? Acho isso uma falta de respeito com a autora, independente do que ela fala ou deixa de falar, ela merece ter seu livro analisado antes das pessoas saírem por ai e se deixarem levar pelas reportagens maldosas e tendenciosas da maior parte da mídia.
O livro não diz que está certo nem errado falar “Os livro”, só diz que essa forma de falar existe e que quem fala dessa forma não é burro ou inferior por causa disso, que as pessoas falam dessa forma e que não vão para o inferno por isso. A autora defende a ideia de que não existe “certo” ou “errado” na língua e sim de formas adequadas de se falar dependendo da situação e que todos os alunos tem que aprender a usar essas formas, em algumas ocasiões tem que escrever pela norma culta e em outras pode usar uma forma mais aberta da língua, a falada por grande parte da população que não conhece a norma.
O livro também diz que é muito importante para todos aprender a usar a norma culta da língua, pois é essa que os alunos vão usar na vida acadêmica, nos vestibulares e em tantos outros contextos da vida. Eu sou aluno de letras e sei muito bem do que estou falando, será que a maior parte das pessoas que criticam esse livro pensou em conhecer um pouco de linguística antes de tomar partido?
Parabenizo Rafael Moraes Moura e Ocimara Balmant pela reportagem, pois eles ouviram e mostraram o ponto de vista da autora do livro, o qual foi muito pouco divulgado pelos outros meios de comunicação. -
17/09/2011 - 13:09 Enviado por: Luiz Antonio S. Chere
Por acaso o ministério da cultura está pretendendo criar um dialeto do português no Brasil ?
Podemos nos orgulhar de ser um país que convive com diversos sotaques e não temos problema de comunicação como ocorre em outros países. Sim, pois, ao pretexto de não discriminar a fala incorreta, creio que se está criando algo “parecido” como um dialeto, ou seja, se persistirmos nessa caminhada, quem sabe não teremos “variações oficiais da língua” no futuro ? Considero isso lastimável, principalmente partindo do próprio govero.
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