Estado.com.br
Quarta-feira, 22 de Maio de 2013
Cidade
Seções
Arquivos
Tamanho do Texto

Metrô terá nove ‘miniestações’

Categoria: Administração

BRUNO RIBEIRO

Das 55 novas estações que o Metrô promete entregar até 2016, nove delas podem ser descritas como “miniestações”. São paradas que estão sendo planejadas com uma demanda diária estimada em até 5 mil pessoas. Apenas como comparação, esse é o mesmo número que a estação mais vazia da rede recebe hoje, a Chácara Klabin, da Linha 2-Verde, na zona sul da capital.

Os dados obtidos pelo Jornal da Tarde estão no primeiro lote de informações repassadas por meio da Lei de Acesso à Informação, que desde maio obriga todos os órgãos públicos a fornecer dados a quem solicitar.

Essas estações serão todas de monotrilho, nas Linhas 2-Verde (até Cidade Tiradentes, no extremo leste), 17-Ouro (que vai para o Morumbi, na zona sul, passando pelo Aeroporto de Congonhas) e 18-Bronze (que ligará a capital às cidades do ABC). Na Verde, as “miniestações” são Camilo Haddad, Iguatemi e Jequiriçá. As obras da primeira fase dessa linha, que vai da Estação Vila Prudente até a Estação Oratório, ainda sem as “miniestações”, já estão em andamento.

Na Linha 17-Ouro, cujas obras também já começaram, a demanda pequena é esperada nas Estações Vila Cordeiro, Panamby e Estádio do Morumbi. E, na Linha 18-Bronze, que ainda está em fase de planejamento e deve ser objeto de uma Parceria Público-Privada (PPP), as paradas serão a Capitão Casa e a Djalma Dutra, em São Bernardo do Campo, e a Fundação Santo André, em Santo André, na Grande São Paulo.

Segundo o gerente de Planejamento do Metrô, Alberto Epifani, a demanda foi projetada com base na Pesquisa Origem-Destino do Metrô de 2007, dado mais recente. “A cidade é dividida por zonas e, a partir do traçado que definimos, vemos qual será a atração de passageiros para essa rota”, afirma. Mas fatores como o crescimento demográfico e até o preço da passagem podem alterar os cálculos, segundo Epifani.

Os números são estimados a partir de entrevista com moradores de toda a Região Metropolitana. “Mas há imprecisões”, afirma o professor do Departamento de Engenharia de Transportes da USP Cláudio Barbieri da Cunha.

Folga
Outro especialista, o professor de Engenharia de Tráfego Creso de Franco Peixoto, da Fundação Educacional Inaciana (FEI), explica que as estações têm de ser planejadas de forma a haver uma “folga” entre a demanda e a capacidade. Catracas e acessos podem ser adaptados caso a demanda se mostrar diferente do que foi estimado pelo Metrô. ::

67 Comentários Comente também
Fechar

Para continuar lendo o Estadão, faça já o seu cadastro. É rápido e fácil.

Seus dados serão guardados de forma segura e não serão compartilhados.

Quero me cadastrar Sou assinante Já sou cadastrado
SOU ASSINANTE - ACESSO
Esqueci minha senha
JÁ SOU CADASTRADO

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão.

Esqueci minha senha
QUERO CRIAR MEU LOGIN

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha.

ESQUECI MINHA SENHA

QUERO ME CADASTRAR

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo.

CADASTRO REALIZADO

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail .
Clique no link fornecido e crie sua senha.


Importante!
Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail está ativado.

QUERO ME CADASTRAR

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo.