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Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012
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Livro didático do MEC tem erro de português

Categoria: Educação

“Nós pega o peixe” ou “os menino pega o peixe”. Os erros gramaticais são apenas alguns encontrados no livro de língua portuguesa Por uma Vida Melhor, da Coleção Viver, Aprender – adotado pelo Ministério da Educação (MEC) e distribuído pelo Programa Nacional do Livro Didático para a Educação de Jovens e Adultos (PNLD-EJA) a 484.195 alunos de 4.236 escolas.

Na avaliação dos autores do livro, o uso da língua popular, ainda que contendo erros, é válido. Os escritores também ressaltam que, caso deixem a norma culta, os alunos podem sofrer “preconceito linguístico”.

Publicado pela Editora Global, o livro apresenta frases erradas e explicações para cada uma delas, como forma de ensinar a maneira correta de falar e escrever. “Você pode estar se perguntando: ‘Mas eu posso falar ‘os livro’?’ Claro que pode.

Mas fique atento, porque, dependendo da situação, você corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico”, diz um dos trechos. “Muita gente diz o que se deve e o que não se deve falar e escrever, tomando as regras estabelecidas para a norma culta como padrão de correção de todas as formas linguísticas.”

Correto e adequado 
Em nota divulgada pelo Ministério da Educação, a autora Heloisa Ramos justifica o conteúdo da obra. “O importante é chamar a atenção para o fato de que a ideia de correto e incorreto no uso da língua deve ser substituída pela ideia de uso da língua adequado e inadequado, dependendo da situação comunicativa.”

“Como se aprende isso? Observando, analisando, refletindo e praticando a língua em diferentes situações de comunicação”, acrescenta a autora em seu texto.

Heloisa também afirma que o livro tem como fundamento os “documentos do MEC para o ensino fundamental regular e Educação de Jovens e Adultos(EJA)”. Segundo ela, a obra leva em consideração as matrizes que estruturam o Exame Nacional de Certificação de Jovens e Adultos (Encceja).

Procurada pela reportagem, a Editora Global informou, por intermédio de sua assessoria, que é a responsável pela comercialização e pela produção do livro, mas não pelo seu conteúdo.

134 Comentários Comente também
  • 12/05/2011 - 23:43
    Enviado por: Waldemir Zanini

    Esse é o pior ministério do mundo, só a D.Dilma não vê, só faz trapalhadas que vai ficar caro para o nósso Brasil…..

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    • 13/05/2011 - 20:45
      Enviado por: julius

      Dupra Lula & Dilma cantando: O meu nome e’ Chico Bento, alegre e carpirao, chapeu de paia e pe’ nu chao….rs

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    • 17/05/2011 - 13:54
      Enviado por: ...

      “nósso”

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    • 23/05/2011 - 02:18
      Enviado por: Alice Ane

      Acorda para vida não foi o MEC quem elaborou a teoria sociolinguística, foi Labov, entre outros estudiosos. Vocês enchem a boca para ensinar a língua correta, alguém aqui já leu uma propaganda, por exemplo. Será que ela segue os moldes das normas gramaticais? Se começarem a observar as propagandas verão que esta segue exatamente um padrão digamos “não culto”, pois e´necessáriopara a adequação e aceitabilidade desse genero textual. Diriamos que quem escreve propaganda é analfabeto? Não eles sabem muito bem usar a língua, tanto o sabem que compreendem que o mais adequados no caso do gênero é o uso de uma variante em detrimento da norma culta. Procurem o poema “Malinculia” vejam quem é o autor e madem um e-mail para ele dizendo que não sabe as normas e, portanto necessita voltar aos bancos escolares. Alguém se habilita?.
      Outro ponto a ser observado, quantos de vocês poderiam afirmar que, por exemplo não suprimem o “r” dos verbos, como quando dizem chame tal pessoa aqui, pois preciso “fala” com ela, outro exemplo é fulana “ta” e,assim, por diante existem um grande número de exemplos que podem ser colocados e discutidos aqui bem como outros processos recorrentes na língua, inclusive culta,pasmem existem provas concretas que pessoas com grau de instrução elevado cometem certos erros quando suas falas não esta sendo monitorada. Procurem o projeto NURC.
      Sou professora de português e não concordo com o uso tanto com o desrespeito as normas quanto a tachação de apenas uma da língua correta. Sou realista, sei que vivemos em uma sociedade complexa com inumeras variantes linguísticas. Acredito nós professores devamos ensinar sim que existe uma norma que deve ser respeitada, mas retomem o caso da propaganda, acham que as crianças são burras e não vêem que existem diferenças entre a tal norma e uma propaganda, um texto legitimamente válido para a sociedade. Vale muito mais fazê-las observarem o uso da língua, quando é ou não adequado usar cada qual e aprendam a usá-la. Podem acreditar existem provas concretas de que os alunos são muito capazes de compreender quando é ou não permitido dizer ou não de uma forma ou de outra.
      A propósito se escapou algum erro no meu texto, antes de corrigi-lo corrijam o de vocês mesmos, pois observei erros gritantes nos textos que li.

      Alice Ane (linguísta aplicada e professora de português)

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  • 12/05/2011 - 23:52
    Enviado por: Pedro

    quero ver escrever na redação do vestibular ” nós somo o cara”
    aí é só pegar o livro do mec e dizer: ué? não tah certo fessora????

    PQP
    vergonha para o Brasil

    daqui a pouco 2+2 não é 4

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  • 12/05/2011 - 23:57
    Enviado por: Eder

    Não há “erros” no livro didático, trata-se de adequação linguística, análise das diferenças entre oralidade e escrita, coisas que qualquer livro de sociolinguística explica perfeitamente. Acho que vocês distorceram a informação para criar uma polêmica gratuita, uma vez o próprio título do texto já demonstra um profundo desconhecimento daquilo que chamamos de variação linguística. Sinceramente, sugiro que vocês leiam sobre o assunto antes de fazerem essas afirmações, pois de fato, o que estão fazendo é endossar o discurso do preconceito linguístico e dos ignorante, como o sujeito que comentou anteriormente.

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    • 13/05/2011 - 11:50
      Enviado por: jess

      Estou completamente de acordo com esse comentário. As pessoas deveriam ficar caladas diante de sua ignorância.

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    • 13/05/2011 - 12:41
      Enviado por: Luísa

      Idem.

      A matéria se referir às variedades mostradas como “erros” já demonstra a ignorância dos próprios jornalistas em relação ao assunto.

      Não se trata de ensinar a falar “errado”, nem de escrever “errado” no vestibular ou nas provas da escola.
      Se trata de acabar com a noção equivocada de “erro”.

      A importância com acabar com essa noção de “erro” infelizmente é entendida por poucos fora do nicho dos estudiosos da Linguística. Mas esperamos que isso mude.

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    • 13/05/2011 - 14:49
      Enviado por: Albert

      É melhor deixar os exemplos de erros para quem entende um pouco de linguística então. E jamais para quem está iniciando. Ora, agora uma criança de 7 anos vai conseguir distinguir e ainda se corrigir. Lembrem que esses vícios decorrem da má formação, ou sua inexistência, dos adultos que os circundam. Se você falar com um bebê corretamente, com certeza aprenderá a falar corretamente. Agora, se você falar com vícios para um bebê, ele aprende da forma como recebe sua formação.
      Repensem seus conceitos doutores!

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    • 13/05/2011 - 15:35
      Enviado por: pedro bó

      Meu “Padim pai de Cícero”, quer dizer que uma criança que está se alfabetizando tem de entender os meandros da complexa lingua portuguesa?????

      Só pode ser piada mesmo. O PT vai acabar com o país antes do que imaginávamos…

      Acorda Sucupira!!!

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    • 13/05/2011 - 16:39
      Enviado por: Sergio Giardino

      Ninguém duvida que existem diferenças entre as liguagens oral e escrita. O problema é colocar a norma culta como “opção” onde ela é devida, como por exemplo num livro didático.

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    • 13/05/2011 - 21:41
      Enviado por: Carmem

      Eder, pare de ler sobre o assunto (vc lê os teóricos que justamente defendem essa ideia idiota) e reflita um pouco. Onde querem chegar com isso, claro, impedir que os alunos pensem, que consigam ler um Machado de Assis, um Moacyr Scliar… vão entender só os discursos do Lula: Brasil, país da torre de Babel, ninguém se entende! Só na escola pública mesmo. Conclusão: não precisamos de linguistas!

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    • 14/05/2011 - 13:42
      Enviado por: Selma

      Existe o certo e o errado.
      A língua portuguesa é composta de regras, regras estas que deveriam ser obedecidas, e para isso ensinadas nas escolas. O Brasil deveria elevar seu nível cultural e respeitar sua língua, e não se submeter a erros aplicados por pessoas que por algum motivo não tiveram acesso a boa informação. O nível do ensino escolar vem caindo gradativamente desde antes da ditadura. Aonde vamos parar? Atualmente encontramos alunos cursando o que corresponde a antiga 4ª série primária sem saber ler. É um absurdo.

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    • 19/05/2011 - 21:03
      Enviado por: Rafael

      “dos ignorante”

      Tá cum livrinho ae cupadi? hehe Leia o capítulo “concordância”…

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  • 12/05/2011 - 23:58
    Enviado por: thalita

    Desde quando conjugar os verbos corretamente pode gerar preconceito lingüístico?
    tudo bem em adotar uma linguagem mais popular, mas também o total abandono da ortografia tira um pouco o sentido da leitura.

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    • 13/05/2011 - 12:45
      Enviado por: Luísa

      Não é total abandono.

      A matéria foi mal escrita se dá a entender que a intenção é abandonar a norma padrão. Não é.

      O problema é não adequarmos, como a autora diz. Achamos que só a padrão é boa, correta, porque é privilegiada. Achamos que é burrice não usar as regras da gramática tradicional, sendo que nunca usamos: usamos a língua. (Ou você sempre ouve “dê-me isso”, “não o fiz”…?)

      Não é total abandono do padrão, é parar com essa ignorância de virar a cara para o que é falado de fato.

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    • 13/05/2011 - 13:59
      Enviado por: Lucas

      Pra criança não existe meio termo. Como ensinar o que é apropriado ou inapropriado pra quem ainda cutuca o nariz e põe na boca? Você fala: “Olha, quando tiver sozinho, cutuca o nariz a vontade, relaxa”, ou, “Tira o dedo do nariz moleque!”?
      Criança tem de ser ensinada primeiro no “Sim” e “Não”. Aprende a andar antes de correr. Quando ficar mais velho vai aprender o “Talvez” e com sua maturidade terá condições de escolher se quer falar corretamente ou “da forma que bem entender”.

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    • 13/05/2011 - 14:54
      Enviado por: Larry Fine

      Concordo com o Lucas. Não se adota métodos sociolinguísticos com crianças do ensino fundamental, ensina-se a língua respeitando suas normas gramaticais. Quando mais velhas, se quiserem assoar o nariz nas páginas do Aulete é problema delas. Agradeço aos meus professores de Português pelos intermináveis exames e exercícios de redação aos quais fui submetido. Convido os defensores de tais estudos linguísticos a cursarem uma escola normal na França e tentarem redigir um texto adotando tais técnicas para que vejam qual será sua nota.

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  • 13/05/2011 - 00:00
    Enviado por: Maria

    É Lulês/Dilmês. Nóis pode?

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  • 13/05/2011 - 04:42
    Enviado por: Luís Lander

    Viram como é simples ensinar errado, começa com discriminação de quem é culto (Lula da Silva), avança com Ministro da Educação preocupado com ideologias e minorias, o clímax com a “Presidenta”, e só podia terminar com livro didático com erros gramaticais… Hoje é festa lá no meu apê, tem birita até amanhecer… Dá-lhe PT!

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  • 13/05/2011 - 05:47
    Enviado por: ALUISIO DE OLIVEIRA BRAGA

    Até quando governo, vamos ter barbaridades nos livros didáticos? O que acontece com o Ministério da Educação?

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  • 13/05/2011 - 09:48
    Enviado por: Luis Athanasis

    Eu sempre achei que se ia a escola para aprender, melhorar. Será que agora vamos ter que aprender as girias dos morros? os diferentes sotaquies do Brasil? vamos ter que aprender a lingua da “tropa de elite”? è fusivel ou fuzil?
    Quer saber? vamu tudo si fudi no final!
    Viva o arrastão!!
    Luis

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  • 13/05/2011 - 10:06
    Enviado por: Tiago Martins Lacerda

    O livro didático é baseado em princípios científicos, e, portanto, do ponto de vista sociolinguístico esta absolutamente certo. O Estadao errou nessa reportagem, nao entende nada do assunto.

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    • 13/05/2011 - 10:59
      Enviado por: luci

      baseado em principios científicos,e,do sociolinguístico esta absolutamente certo.Então podemos usar o que bem entender..nos vamo estudar,simbora pessoal ou agente comemos.
      Quando or portugêses dizem que somos analfabeto eles estão certo.

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    • 13/05/2011 - 12:47
      Enviado por: Luísa

      Exato. Concordo: o Estadao errou demais.

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    • 13/05/2011 - 15:24
      Enviado por: Tiago Martins Lacerda

      Eu apoio o estudo da gramática formal mas principalmente do hábito de leitura que é o verdadeiro treino do vocabulário e da habilidade de motar frases. Estudar gramática e repetir exercícios exaustivos nao ensina gramática a ninguem. Estudo da gramática acompanhada de muita leitura é o que funciona.

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    • 13/05/2011 - 15:27
      Enviado por: Tiago Martins Lacerda

      Mas a gramática nao é o único modo valido de comunicacao, e existe sim no Brasil um elitismo triste que tenta excluir quem fala com outros padroes. Nao existe lingua uniforme como boa parte dos gramaticos canonicos gostariam que existise, da mesma forma que fala certa e errada é uma forma de domínio. O Estadao errou.

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    • 13/05/2011 - 16:41
      Enviado por: Lucas

      Thiago Martins Lacerda,

      Pára com essa história de que existe uma conspiração da elite para excluir os pobres cara! Isso é coisa de perdedor, sério.

      Vamos analisar duas afirmações e julguemos qual é a mais razoável:

      1-Aqueles que você chama de “elite” aprendem o português padrão afim de se inserirem socialmente (e economicamente, vide concursos) através de uma linguagem comum a todos os cidadãos brasileiros.

      2-Aqueles que você chama de “excluídos” preferem ignorar o português padrão porque não acham importante aderir aos padrões de comunicação preferindo impôr aos seus interlocutores a sua versão da língua.

      Há de existir liberdade, mas com limites. Para que uma comunidade progrida, há que existir um consenso sobre quais regras devem ser seguidas.

      Essa história de que a língua é viva é muito míope para o caso brasileiro. As elites não estão criando uma língua nova para excluir pessoas.

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    • 13/05/2011 - 16:53
      Enviado por: Lucas

      Olha, segundo os meus padrões de Matemática, eu deveria ganhar 5x mais segundo os padrões de salário da sociedade.
      Aliás, vou criar o meu padrão de tempo também que faz minha jornada de trabalho equivalente a apenas 2h na jornada de trabalho socialmente aceita.

      Parece que uma mentira dita milhares de vezes acaba se tornando verdade…

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    • 13/05/2011 - 17:04
      Enviado por: Lucas

      Ficar só lendo o tempo todo não adianta nada. A língua é uma ferramenta, você aprende bem usando-a. É uma habilidade que avança em 3 frentes: falar, ler e escrever. Não dando ênfase a um deles acaba limitando o avanço dos outros 2.
      A linguagem falada não é necessariamente mais econômica do que a escrita. Ela é apenas mais fácil porque não se usa o cérebro o que resulta em coisas como “você vai estar tendo que fazer”. Se você não usa o cérebro quando está falando é porque tampouco está colocando esforço no conteúdo que você quer transmitir.

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  • 13/05/2011 - 10:37
    Enviado por: adurao

    Essa é de doer: “adequação linguística”, “análise das diferenças entre oralidade e escrita”, “sociolinguística” , “variação linguística”… E a gramática, fica onde??? Olha o texto de um defensor dessas teorias, como fica: “Sinceramente, sugiro que vocês leiam sobre o assunto antes de FAZEREM essas afirmações, POIS DE FATO (sem vírgula), o que estão fazendo é endossar o discurso do preconceito linguístico e dos IGNORANTE, como o sujeito que comentou anteriormente.

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  • 13/05/2011 - 10:39
    Enviado por: Denise

    A educação no Brasil anda tão desmoralizada que, qualquer um, sem o menor conhecimento sobre os temas que envolvem essa área do conhecimento, se sente autorizado a dar e publicar o que pensa, sem a menor preocupação em ser coerente e correto.
    Divulgam uma manchete apelativa, trazem leitores para o jornal e, no entanto, descumprem a tarefa social pela qual são responsáveis: informar.
    Seria importante e necessário se a imprensa, antes de publicar um absurdo como esse, se aprofundasse na discussão dos usos sociais da Língua Portuguesa e abrisse espaço para um debate que pudesse esclarecer e educar. Mas, talvez, essa prática não vendesse tanto jornal…
    Uma pena.

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  • 13/05/2011 - 10:47
    Enviado por: heusner de moura grael tablas

    A língua oficial não pode ser mudada a cada nova gíria ou modismo regional. O MEC que me desculpe, mas parece faltar qualidade nessa equipe específica do Governo.

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    • 13/05/2011 - 11:28
      Enviado por: Fessora

      não pede desculpa pro MEC não, ele que tem que pedir desculpas pra nação, e principalmento para os relegados
      do EJA.

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  • 13/05/2011 - 11:03
    Enviado por: luci

    *taxados de burros

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  • 13/05/2011 - 11:15
    Enviado por: Fessora

    Vamos aos fatos! Será que ninguém aí percebeu o que esse governo está tentando fazer com este país? Acorda Brasil!!!
    educação de qualidade é o que todos tem direito. Hoje eu gasto quase 300 reais por mês para fazer curso de português (pois a educação que recebí na escola não cumpriu seu papel a 30 anos atrás quando por lá passei) e se agora eu quero concorrer em concursos no mesmo nível dos melhores eu preciso demandar tempo e dinheiro. Mas e os pobres miseráveis do EJA; saem do trabalho ainda com fome, pra frequentar uma escola que nao vai dar conta nem de ensiná-lo o uso correo da língua. Simplesmente para nao constrange-los, e quando eles perceberem que nunca vão sair da dependencia do bolsa escola, vale gas, “programa cegonha” e todas as outras esmolas que os fazem refens de um certo partido político neo nazista e fascista, ah coitados! “nos vai pesca”

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  • 13/05/2011 - 11:21
    Enviado por: joão lúcio giglio

    Que vergonha! São um PTbando de despreparados, melhor que não façam nada.Só prejudicam o país e o pior é que infectaram todas as áreas…CHWU

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  • 13/05/2011 - 11:25
    Enviado por: Fessora

    Que país é esse? Um país que exclui uma grande massa relegada a incapacidade de evoluir pois não recebem educação de qualidade, essa é uma forma de nunca deixá-los independente da escratura da esmola, e sempre serão refens de governos. Na outra ponta exclui também os melhores, melhores cientistas, melhores pensadores, e os dão de graça para os países estrangeiros, pois estes acordaram a tempos do sonho da “grande nação” sabem que aqui não há futuro, não tecnologia de ponta, não seriedade. Mas este é o país do carnaval, do futebol, Este é o país do “fiquem à vontade”. Fale errado à vontade, amnaha será outro dia, aí nóis vai pescá!

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  • 13/05/2011 - 11:39
    Enviado por: Luciano

    Eles querem nos deixar falando igual ao presidente LULA! Relaxa Galera, nação: reflexo daquele que os própios elegeram. E o Tiririca também está envolvido no ministério da eduação né? Alguém pode me informar?

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  • 13/05/2011 - 11:55
    Enviado por: aderson cavalcanti

    RÁ!RÁ!RÁ!RÁ! ESTA FOI ÓTIMA.SE JÁ TIVEMOS UM PRESIDENTE QUE NUNCA LEU UM LIVRO NA VIDA (NEM AQUELA CARTILHA QUE DIZ:VOVÔ VIU A UVA).PARA QUE PEDIR AOS SEUS VASSALOS QUE SAIBAM A LÍNGUA PORTUGUESA?

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  • 13/05/2011 - 12:38
    Enviado por: Alex

    O Jornal descontextualizou propositalmente o conteúdo do livro, para polemizar e vender, ou seja, transformou informação em desinformação e sabão em pó. É lógico que o livro ensina também a gramática, a dita “Norma Culta”, mas não deixa de discutir a realidade, com base em estudos MUNDIAIS de línguística e sociolínguística. Mas, como essa parte do provoca polêmica, tudo foi calculadamente selecionado e distorcido.

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    • 13/05/2011 - 12:50
      Enviado por: Luísa

      A distorção da matéria aliada à ignorância dos leitores em relação a esses estudos linguísticos mundiais resultou mesmo, é claro, em desinformação.
      Prestem atenção nisso, demais leitores.

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    • 16/05/2011 - 08:17
      Enviado por: Andremir

      blá blá blá… Os intelectualóides adoram dar uma de sabedores das verdades do universo… e o povo se transformando em cabeça de gado zumbi, comonuncaantesneztepaiz. Quanto mais parecido ficarem com o Lulla, melhor!

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  • 13/05/2011 - 13:29
    Enviado por: Valloy

    A Língua é do povo, não de parte do povo que detém fluência em determinado idioma.
    Não existe norma certa ou norma errada, óbvio que é importante todos conhecerem a norma culta e aplicá-la, quando apropriado, mas muito do que falamos hoje provém exatamente disto. Ou alguém aqui diz Vossa Mercê? A língua é viva!

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    • 13/05/2011 - 13:42
      Enviado por: F.Carlos

      Mede-se a cultura de um povo, quando mais próxima está a língua falada da escrita.

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    • 13/05/2011 - 14:39
      Enviado por: Larry Fine

      Dizemos “Vossa Mercê” sim! Por meio do derivado “você” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Você). O que não se pode aceitar é a vulgarização completa da língua portuguesa admitindo-se todo e qualquer neologismo ou vício de linguagem.

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    • 13/05/2011 - 14:53
      Enviado por: Valloy

      Acredito que você está muito longe da verdade F.Carlos.
      E não dizemos “Vossa Mercê” Larry Fine, dizemos você.
      Vulgarizar a língua é um extremo, se ater a norma culta em todos os momentos, todos mesmo é outro extremo. Extremistas costuma não ajudar.
      F.Carlos e Larry Fine, por favor, caso tenham uns minutos, vão além do estudo da Língua Portuguesa do segundo grau, ou do Wikipedia e tomem a bibliografia de faculdades Federais ou Estaduais acerca do assunto.

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    • 13/05/2011 - 15:00
      Enviado por: Larry Fine

      Claro Valloy, provavelmente dentre tal bibliografia encontraremos os autores da obra que está a par das mais importantes contribuições ao vernáculo. E “você” É “vossa mercê”. VOSSA MERCÊ É UMA BESTA!

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    • 13/05/2011 - 17:58
      Enviado por: Valloy

      “VOSSA MERCÊ É UMA BESTA!”????
      VOSSA MERCÊ são palavras, não é uma besta. E me ofender para que? Você não é civilizado, apesar de defender a norma culta?????? “Você” deriva de “vossa mercê”, não É “vossa mercê” porque este caiu em desuso, provavelmente se você se referir desse modo a um jovem, digamos 10 anos, ele não entenderá. Vossa mercê não é você, um derivou do outro através do tempo, TEMPO.

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  • 13/05/2011 - 13:34
    Enviado por: F.Carlos

    Burrice pelo bem da humanidade

    Desde que o método freiriano tornou-se único e obrigatório, a façanha intelectual dos jovens brasileiros tem sido a assombrosa desenvoltura com que eles avançam em direção aos mais burros do mundo. Artigo completo no: http://www.midiasemmascara.org/artigos/educacao/12074-burrice-pelo-bem-da-humanidade.html

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  • 13/05/2011 - 13:43
    Enviado por: Lucas

    Compartilho a opinião de que aprendemos muito mais enfrentando dificuldades que estimulem nosso cérebro a pensar para resolver problemas do que apenas pela repetição ( não excluindo-a totalmente pois possui suas vantagens ). Adquirir informação é uma conseqüência.
    O que é bom vem de forma difícil. Querer ensinar para um pirralho essa coisa de “preconceito linguístico” é uma má idéia. Já estamos criando dentro das nossas crianças a idéia de que elas são injustiçadas, de que está tudo errado na nossa sociedade, estamos criando pessoas que crescerão para serem vítimas e constantemente reclamando da vida ( perdedores ). Falar corretamente não é difícil se você cria o hábito.
    “Sociolinguísticamente está correto e blablablabla…” para todas as idéias, até as mais absurdas, existe uma teoria. Não significa que estão corretas.
    Por que não aprendemos com os índios que exigem que seus filhos passem por rituais difíceis antes de serem aceitos na sociedade? E nem estamos pedindo que eles enfiem a mão no formigueiro ou que se cortem todo! Apenas que falem a forma padrão pois ela é importante para aproximar as pessoas socialmente tornando a forma de se comunicar igual. Estaríamos, de fato, diminuindo diferenças sociais e criando uma identidade mais forte.

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    • 19/05/2011 - 10:25
      Enviado por: Joelma

      Concordo com você, tantos debates e “xingamentos” e quase esquecemos qual a finalidade social da língua.Há diferenças, como se pode fechar os olhos e não ver isso. Dentro da linguagem são levadas em consideração tantos meandros, cultura, postura, família, etc… Não sei se sou simplória, mas fazer com que alguém deixe de falar “craro” e fale Claro, vai muito além de uma questão ortográfica, mas sim uma questão de vida e posicionamento de alguém dentro de sua existência.

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  • 13/05/2011 - 13:44
    Enviado por: voltaire ford de oliveira

    Repita comigo:
    Os livro da presidenta tao encima das mesa.

    É o molusco fazendo escola

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  • 13/05/2011 - 13:52
    Enviado por: voltaire ford de oliveira

    Pros petralhas, conhecimento é preconceito. É o jeito petralha de ser ignorante, justificar a preguiça e institucionalizar a incompetência.

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  • 13/05/2011 - 14:03
    Enviado por: voltaire ford de oliveira

    Tivemos a academia de Platao, os ensinamentos de Aristóteles, agora preparem-se para a escolinha do professô Lulalá!

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  • 13/05/2011 - 14:11
    Enviado por: Dr. Vernáculo Brasileiro

    MEC + EJA ENCEJA preconceito linguístico, logo viva a ignorância que tanto nos atravanca!

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  • 13/05/2011 - 14:31
    Enviado por: Larry Fine

    É isso aí! A GENTE VAMO APRENDE A LE I ISCREVE BUNITO, PURQUE A IGNORANÇA QUI É U POBREMA DU BRAZIL. VAMO TAMEN BATIZA NOÇOS FIO CUM NOME DE MAICON O CAROLAINI PRA MOSTRA QUI NOIS TAMEN SABI FALA INGREIS. NOIS NEM PRISSIZA DI DISSIONARIU PURQUE TA TUDO ISPRICADO NU LIVRU QUI U MINISTREIRIO DA EDUCASSAO E CURTURA DEU PRA NOIS NA ISCOLA.

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  • 13/05/2011 - 14:32
    Enviado por: Aldemir

    2 + 2 = 5

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  • 13/05/2011 - 14:40
    Enviado por: Albert

    Sempre achei que nos livros devesse aparecer somente o exemplo correto. Nos hospitais, mecânicas, laboratórios também poderia se adotar o exemplo do MEC, só de brincadeira, pra depois explicar porque as coisas não são bem assim, pode dar errado, se perde tempo explicando pelo mau exemplo…
    Taí a justificativa da prova do ENEM, é só pra ver se um dia vai funcionar direito mesmo!

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  • 13/05/2011 - 15:10
    Enviado por: JR

    Que tal à Dª Heloisa, baseado em seus argumentos, um médico prescrever medicação, por exemplo, com uso qualquer das palavras, mesmo que isso lhe custe a saúde, ou pior, a vida.

    A sua remuneração também, nos mesmos princípios, em mil réis!

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  • 13/05/2011 - 15:12
    Enviado por: Eduardo

    Não seria mais fácil, simples e objetivo excluir o “S” do alfabeto?????

    Depois, conjugação, concordância, etc…..

    Vamos implantar a linguagem dos sinais, pois assim ninguém mais vai reclamar ou discriminar “as fala” do povo. Além de economizar milhões em livros, professores, escolas, etc…

    Como dizia o velho personagem do Jô Soares: Me põe o Tubo!!!!!!!!!!!!

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  • 13/05/2011 - 17:28
    Enviado por: W Rizzo

    Está corretíssimo. Não existe modo certo e errado de se falar uma língua com tantas influências como a nossa. Existe o modo mais adequado de se falar em cada lugar ou ocasião, e o modo correto de se escrevê-la. O preconceito linguístico é mais uma forma de discriminação e de segregação social das elites. Vejam os EUA, por exemplo, falam um Inglês bem diferente do britânico e não estão nem aí para estes. Qual é o errado e qual é o certo, nesse caso?

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    • 13/05/2011 - 19:52
      Enviado por: Lucas

      A “elite opressora” não está criando uma língua nova para excluir/segregar/discriminar ninguém.
      Ela continua a mesma, quem decide alterá-la são aqueles que querem impor suas maneiras nos outros exigindo que eles aceitem. Ou você vai vir com algum papo de que falam errado como forma de “resistência contra o sistema”? Desculpa esfarrapada para a preguiça.
      Não conseguem sucesso na vida então desdenham do socialmente aceito, daquilo que nos une: a língua.
      “Eles estão se auto-excluindo a si mesmos próprios!”

      Vai dizer então que a elite está segregando/excluindo/discriminando com a sua Matemática. Outro dia encontrei uma menina de 24 anos que não sabia fazer conta de subtração. Deve ser porque a elite opressora não pagou os impostos para pagar pela sua escola pública né, ou não?

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  • 13/05/2011 - 17:56
    Enviado por: Hal Po

    Inquantu inçu a ingüinorânsa só almenta.

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  • 13/05/2011 - 17:56
    Enviado por: BOB

    A educação no Brasil é tão miserável, que o que mais ocorre não é o preconceito contra quem fala errado, mas contra quem fala certo.

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  • 13/05/2011 - 17:59
    Enviado por: Hal Po

    eu porzenpo me espremo mointo bein.

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  • 13/05/2011 - 19:07
    Enviado por: Cleber

    Errado é errado e pronto. É assim que se conjuga verbos? Não, portanto não se deve ensinar. Daqui a pouco vamos ter que encarar “agente semos”, “os pobrema” etc… Vergonha total.

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  • 13/05/2011 - 20:04
    Enviado por: julius

    Que absurdo ver gente apoiando esse livro ‘emburrecedor’. Bem feito para os eleitores de Lula, que sempre defendeu que o ensino nao e’ essencial, afinal ele se gaba de ter sido presidente sem ter feito o colegial. Primeiro rebaixou o ingles, incapaz que e’ de falar outra lingua, so’ lhe cabia rebaixa-la. Agora, sob Dilma o MEC assassina o portugues. Agora so’ faltam lancar livros, ensinando matematica errada.

    Ou sera’ que “a gente devemos” falar como o molusco? Oooh Pais do atraso!!

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  • 13/05/2011 - 20:33
    Enviado por: Jango

    Até para ensinar errado o MEC erra. Não é “nós pega peixe”, é “nóis pega pexe”; não é “os menino pega peixe”, é “os minino pega pexe”. Adespois num qué criá presconceto linguistico … Ói qui Lula vai gostá não, éin !

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  • 13/05/2011 - 20:58
    Enviado por: marc

    Ver uma notícia desta desanima mais ainda, não consigo ver perspectivas de melhora no futuro do Brasil. Já é muito triste ver adolescentes escrevendo ¨nein¨, ¨kero¨, ¨nois¨…e ainda, não saber sequer quanto é 3×9…Para onde o Brasil caminha? Que MEC é esse? Que ministro é esse? E a Dona Heloisa Ramos? A resposta é uma só, que continuem cegos aqueles que estão ofuscados por uma estrela vermelha fincada na testa, mas o ministério da ¨inducassão¨ é um exemplo claro de como esse governo age, só tem gente filiada ao partido, só aceita autores de livros didáticos que tem ligação com o partido, e agora é Lulês que deve ser falado no Brasil. Deus, até quando o Brasil vai viver assim? Fico muito decepcionado, sonho ainda ver o Brasil respeitado pela tecnologia, pela boa administração, pela justiça…mas do jeito que anda, só não ve quem não quer!

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  • 13/05/2011 - 21:01
    Enviado por: wilmma

    QUE PAÍS É ESSE????? Livro escolar defende os erros de concordância? Obra DIDÁTICA comprada pelo MEC para 4.236 escolas públicas… qual terá sido o acordo desta vez?
    Na minha opinião isso é mais uma vergonha nacional, melhor seria se o MEC liberasse todos os alunos das aulas de lingua portuguesa, pelo assim, talvez alguns conseguissem sair mais cultos da escola. Se houver algum movimento contra esse ato insano estou dentro. Onde estão nossos grandes intelectuais nessas horas? Cadê Cristovão Buarque? Chico Buarque? Fernando Henrique? Rubem Fonseca? João Ubaldo Ribeiro? Jô? Alguém pode salvar as crianças do Brasil?

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  • 13/05/2011 - 21:02
    Enviado por: wilmma

    QUE PAÍS É ESSE????? Livro escolar defende os erros de concordância? Obra DIDÁTICA comprada pelo MEC para 4.236 escolas públicas… qual terá sido o acordo desta vez?
    Na minha opinião isso é mais uma vergonha nacional, melhor seria se o MEC liberasse todos os alunos das aulas de lingua portuguesa, pelo assim, talvez alguns conseguissem sair mais cultos da escola. Se houver algum movimento contra esse ato insano estou dentro. Onde estão nossos grandes intelectuais nessas horas? Cadê Cristovão Buarque? Chico Buarque? Fernando Henrique? Rubem Fonseca? João Ubaldo Ribeiro? Jô? Alguém pode salvar as crianças do Brasil?

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  • 13/05/2011 - 21:16
    Enviado por: doctor lusitano paulistano reprimido silva

    Nosso idioma visto parece tem sua origem no Latim, então fico aqui pensando qual o significado dessa frase retirado do Texto, mas dita pela confuso doutora de português, mais confusa ainda enquanto Membro da Burocracia Nativa:

    “Muita gente diz o QUE se deve e o QUE não se deve falar e escrever,…” (não sei se é para rir ou chorar),

    Porém fico aqui pensando confuso, ou seja, um Idioma com tantos recursos de síntaxe e de morforlogia, com tanta riqueza de palavras:

    Qual mesmo o significado da palavra “que”?!

    A palavra “que” se tornou algo ou pau para toda obra, serve em tudo e em quaisquer lugares na escrita, embora esta não tenha nenhum significado.

    Ah!

    Exceto:

    Que!

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  • 13/05/2011 - 21:43
    Enviado por: Clever

    O problema não é a contextualização que foi dada por fulano ou ciclano, mas sim a vontade que impera sobre o Brasil, imaginem quem é mais fácil de se enganar; uma pessoa a partir do momento que tem acesso a informação e a transforma em conhecimento, se torna mais crítica e isso não é bom para os poderosos de hoje. Quanto menos se tenha conhecimento, melhor para se acatar regras e normas, pois não é dada a capacidade da argumentação ao cidadão. Um ministério que já fez tudo que fez, ENEM, SISU e agora essa, tem que ter muita costa larga. E o mais legal foi o “embromation” que a autora inventou como argumento. Só quero saber se nos concursos federais estes argumentos poderão ser levados em consideração. E por fim, to achando muito legal esse novo substantivo lançado como nossa querida Dilma, PRESIDENTA. Fui!!!!

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  • 13/05/2011 - 22:23
    Enviado por: José Saez

    Este País vai de mal a pior.
    Imaginem daqui a uns 5 anos.
    Quando o Lulla abria a boca eu sentia ansia de vômito, inaginem os jovens novos executivos falando em publico.

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  • 13/05/2011 - 22:25
    Enviado por: Ronner Luís

    Isso tá parecendo uma homenagem ao Lula…o povo brasileiro vai ter que falar igual ao Lula!!!
    Quando no futuro virmos os discursos do Lula, a partir do estabelecimento da nova ideia do MEC, não poderemos mais dizer que o companheiro fala errado…afinal ele estará falando correto!!! Meu Deus!!! É o 1984? Novilíngua? Cada vez mais dá vontade de pular desse barco…
    Sou professor e chamo tanto a atenção para que os alunos escrevam corretamente, e aí vem os gênios técnicos do MEC e fazem esta lambança…o que vou dizer aos meus alunos? A apologia à burrice está se tornando oficial!!! Nunca…nunca vemos notícias para melhoria, só para acabar com tudo de uma vez…
    Dá vontade de pedir as contas…

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  • 13/05/2011 - 22:31
    Enviado por: Carlos Gomes

    Menas, gente, menas…

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  • 13/05/2011 - 22:35
    Enviado por: Carlos Gomes

    O MEC libera os erros de português… O STF libera os ficha suja… O Senado libera Renan Calheiros para o Conselho de Ética…O Brasil libera tudo. O Brasil tolera tudo. O Brasil é uma casa de tolerância…

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  • 13/05/2011 - 22:38
    Enviado por: Carlos Gomes

    Pió qui tá vai ficá…

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  • 13/05/2011 - 22:48
    Enviado por: Glauco

    Está acontecendo o mesmo que picaretas como Shönberg, Stockhausen e os deCACOfônicos da vida fizeram com a Música: utilizaram sua formação para promover o BARULHO ao status de MÚSICA e assim grassa a plena LIBERTINAGEM fazendo com que percamos nossos referenciais internos de beleza e correção. Parabéns! Estão conseguindo! Preconceito linguístico sofrerá quem respeita o vernáculo, pois será apedrejado como ELITISTA. O próximo passo será a guilhotina.

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  • 13/05/2011 - 22:49
    Enviado por: waldemiro

    O negócio do MEC é ideologizar o ensino e doutrinar os alunos a serem petralhas, isso já está acontecendo e nós brasileiros ainda estamos rindo.

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  • 13/05/2011 - 22:49
    Enviado por: Glauco

    …viva a DEMO-cracia!

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  • 13/05/2011 - 22:59
    Enviado por: aluisio de oliveira braga

    O Ministério da Educação não precisa se preocupar em ensinar a falar e escrever errado, isso o aluno já sabe.

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  • 14/05/2011 - 00:57
    Enviado por: Anubis Rezende

    Esta ditadura de Estado realmente está beirando a loucura. Quando dividiram o Brasil em ricosXpobres, HomensXmulheres, SulistasXNordestinos, PretoXBrancos e agora Português histórico X Manifestaçào Linguistica atual chamam os primeiros de ZELITE para se colocar na posição de Pais dos Pobres, Salvadores da Pátria, Defensores dos Fracos, sei lá o que mais, NAcional Kid, Roubem Hud ou Curupira. Isto além de ser completamente inútil num livro didático, porque não é o foro para este tipo de debate, que deve ser feito antes na sociedade, abertamente e não subrepticiamente ser incluido em práticas em jargões oficiais. Ë um crime retirar das pessoas o direito a saber o que as regras estabelecidas e acordadas determinam e deixar QUE ELAS ESCOLHAM COMO QUEREM FALAR. Induzí-las a considerar qualquer forma válida é uma maneira de DESTRUIR a opção de escolha de quem aprende. Pior, tratar a norma culta como opressora ou excludente é o mesmo que dizer que tem lei de rico e lei de pobre, amor de rico amor de pobre, amigo de rico e amigo de pobre. Mas, como bem ensinou Maquiavel, é dividindo que se governa e o mal se deve fazer de uma só vez.

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  • 14/05/2011 - 04:09
    Enviado por: Carlos2

    Concordo plenamente com as adaptações da fala coloquial, afinal ninguém fala as direitas , mas “as direita” , “dez reau” em vez de dez reais , “azelitis” e não as elites , e por aí adiante ! E , como em Portugal , os pronomes são absolutamente inúteis , tipo “vê-lo-ei amanhã” !

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  • 14/05/2011 - 05:43
    Enviado por: Loren

    O ESTADAO ERROU! Há anos, antes do Lula, essa questão já era abordada em manuais de português consagrados! Vide Celso Luft (1996), por exemplo. Q tal lerem um texto sério da FOLHA? “Fissura na grafia”, entrevista com Sírio Possenti: http://circuitointegrado.folha.blog.uol.com.br/arch2010-05-09_2010-05-15.html

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  • 14/05/2011 - 06:08
    Enviado por: Kadrunco Véio

    Falemos a verdade: As maiores mudanças do nosso primeiro grande governo petralha brasileiro ocorreram na ética (q só piorou) e na gramática.
    Nunca antes neste país tivemos um presidente q falasse tanta coisa errada de uma só vez. (ou que, cuspisse tanta m#@$a na cabeça do povo idiota e iletrado), durante seus discursos mentirosos.
    Nunca antes neste país tivemos tantos livros produzidos por este governo com tamanha abundancia de erros de portugues.

    Para petralha, falar, escrever e interpretar errado o português, é norma e é chique.

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  • 14/05/2011 - 06:39
    Enviado por: Cloves Soares de Oliveira

    Imagino um jovem com esses ensinamentos tentando arrumar um emprego numa multinacional. Estão nivelando a educação por baixo, talvez para justificar o péssimo português dos atuais detentores do poder.

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  • 14/05/2011 - 07:54
    Enviado por: Ploni Osabio

    Impressionante quantos comentaristas são capazes de falar sobre educação e língua e incapazes de ler. O livro é para “Jovens e Adultos”, não para crianças. Toda essa indignação contra o “ensino errado” é da parte de retardados com problemas de compreensão de leitura.

    Jovens e Adultos têm capacidade de compreender os diferentes contextos de uso da língua, e é muito bom que um livro os apresente. A ideia de que existe um “português certo” único é cômica, típica de meia educação, zero reflexão e ignorância científica.

    Aí vai um exemplo bem concreto: o ministro Marco Aurélio Mello do STF faz declarações frequentes na mídia, e pode-se observar sua forma de expressão. Ele fala exatamente como escreve, usando as formas mais precisas e pedantes da língua. Tudo bem para uma figura pública ciosa da “dignidade do cargo”. Mas pensem no que seria usar esse linguajar no dia a dia… um verdadeiro desastre!. Ou seja, para uso normal, o “português correto” do ministro é completamente errado!

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  • 14/05/2011 - 09:31
    Enviado por: roberto ulhoa dos santos

    Será que mais esta imbecilidade do mec (minúsculo) não é proposital? Não seria interessante manter a população analfabeta para, a exemplo do ocorrido no governo militar, ter uma massa de manobra a vida inteira?
    Amanhã vão dizer que 2+2 = 5 está correto, dependendo da região e do idiota que falar!!!
    O duro é pensar que esses (i)responsáveis encarregados de aprovar os livros usados na rede pública de ensino (?) são mantidos com o MEU dinheiro!

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  • 14/05/2011 - 15:22
    Enviado por: wilmma

    Além deste livro há quem diga que livros do MEC, distribuídos aos alunos, contém elogios ao Governo Lula e críticas à Fernando Henrique. Melhor dar uma olha sobre como veicula a educação na Coreia do Norte, país onde a população sofre com o comunismo na sua forma mais radical. Onde há um culto obrigatório ao poder estabelecido pelo partido dos trabalahadores do local entre outras brutais situações impostas pelo governo. É assim que as coisas começam. Absurdo completo a distribuição deste livro. Onde estão nossos intelectuais, nossos universitários tão íntimos às redes sociais que não movem um ato contra o uso desta obra? Se Egípcios conseguiram derrubar um sistema de governo autoritário, será que os brasileiros não conseguem derrubar esta decisão insana que irá repercutir gravemente na evolução intectual das crianças do Brasil? Quem vai salvar as crianças desta? Melhor que estes livros sorvam às cooperativas de reciclagem de papel que cheguem a influenciar as mentes das crianças. Se nada for feito e os livros forem usados, melhor aguardar que o MEC aos poucos vá fechando todos os cursos de Letras do país. Estou plenamente indignada com este livro, com as desculpas pobres da autora, com as justificativas rasas do MEC e nada convincentes. Na minha opinião este é um ato perigoso para a intelectualidade destas crianças, é uma afronta declarada de intenções de manter uma população alienada e passível de obediências futuras, enfim, se eu tinha algum motivo para engrandecer o atual governo, esse livro matou com qualquer boa expectativa. Violência silenciosa que ataca a educação e pior: crianças.

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  • 14/05/2011 - 23:25
    Enviado por: Ary

    A tradução para o inglês é: The boy catches the fish. Usar catch ao invés de catches é errado, porque a terminação “es” é própria da segunda pessoa (he – êle). Qualquer semi-analfabeto americano saberia distinguir essas duas palavras. Agora convenhamos, a conjugação de verbos no inglês é muito mais fácil. Será que os autores desse livro estariam tentando caminhar nesse rumo de facilitação ridícula ? O verbo em português sempre foi conjugado. Algum maluco quer mudar isso ? Vocês acham que vai dar pra engolir essa irresponsabilidade? Ou seria mais uma invenção idiota como a de reintroduzir letras que nunca saíram do alfabeto (k-w-y), sumir com o trema, retirar o acento de (boia, colmeia, ideia e joia), retirar o hífen de (auto-peça, semi-novo e co-seno)? Parem de mexer na língua, seus incompetentes.

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  • 15/05/2011 - 01:08
    Enviado por: Iara Mola

    Pessoal,

    Honestamente, acho muito importante que o jornal promova esse espaço para os nossos comentários. E, como estes são abertos a todos, também quero manifestar o meu ponto de vista. Passado o meu estarrecimento inicial com a abordagem da matéria veiculada no SBT, juro que não tenho pretensão alguma de “convencer” alguém, embora, confesso, me sinta muito mais identificada com as opiniões dos colegas EDER, JESS, LUÍSA, TIAGO MARTINS LACERDA, ALEX, VALLOY e MOREN, que escreveram acima.

    A minha opinião consta publicada na página http://iaramolaescritora.blogspot.com/2011/05/sbt-brasil-material-didatico-aceito.html. Contudo, aqui, gostaria de refletir sobre o assunto sem atribuir “juízos de valores” ao mesmo, na “defesa” de “certo” x “errado”.

    O que gostaria de acrescentar ao texto que escrevi é: nos livros didáticos, é de praxe, por exemplo, que seja trabalhado o tema “Higiene e Saúde” – normalmente, reservado à parte de Ciências. Via de regra, lá são consideradas as “regras” para que se tenha uma boa saúde, citando a necessidade de que nos alimentemos de forma saudável e de que todos durmamos oito horas por noite. Muito bem. Isso é o “ideal” (e o “ideal” é aquilo que existe na “ideia”), contudo, não é o que corresponde à prática de milhões de pessoas. Mas, a fim de que se “preserve” o “ideal”, o livro não deve contemplar a existência das demais realidades nas quais isso não se aplica?… Não deve estabelecer uma relação com a parte de História (e Sociedade), a respeito da condição daquele imenso número de brasileiros que tem uma jornada dupla de trabalho, quando não tripla?… Referente à alimentação saudável, deve se abster de contemplar a existência da desnutrição e da obesidade infantis a fim de que a criança, leitora daquele material, “não seja influenciada”?… Por acaso, a constatação dessa realidade que não representa “o ideal” é, por assim dizer, “errada”?… As crianças desnutridas ou obesas são “erradas”?…

    A árvore genealógica apresenta os deseinhos dos avós paternos e maternos, a figura dos pais, da criança e dos seus irmãos, se os tiver. No espaço indicado, ela escreve o nome de cada um deles, entendendo a sua “origem” familiar. Esta é a versão “tradicional”. Porém, não é a única. Então, a pretexto de “preservar os valores e a tradição da instituição familiar”, o livro e o professor não devem contemplar que há crianças que não têm avós? ou que não têm pai nem mãe, mas que são criadas pelos avós? ou que têm irmãos, mas que estes não são “provenientes” do seu pai e mãe juntos, e sim de relacionamentos anteriores que um deles (ou ambos) teve(tiveram) com outro(s) cônjuge(s)?… Considerar a existência dessas diversas realidades é “errado”?… A criança cuja história não está ligada ao “ideal” não tem o direito de se identificar com a sua realidade também contemplada no livro didático, assim como as outras?… O aluno que não se adequa à composição da árvore genealógica é “errado”?… Se, de acordo com a nova lei, esta for uma criança adotada e os seus pais formarem um casal de dois homens ou de duas mulheres, ela é “errada”?… Um livro didático que venha a considerar essa possibilidade estará “incentivando” a união de homossexuais?…

    Pensemos, pois.

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  • 15/05/2011 - 09:31
    Enviado por: Celso

    Sendo assim, creio que podemos, por analogia, aplicar a teoria dessa tal Heloisa em outras disciplinas.
    Então podemos ter 5+5=11 (não está muito errado – erro de 10%…aceitável).
    A capital do Brasil? Goiania (perto também).
    Se as regras existem devem ser cumpridas. Quem seria essa mulher para propor diferente?
    Para mim não passa de mais uma IMBECIL querendo, de alguma forma, se dar bem na vida.

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    • 15/05/2011 - 17:36
      Enviado por: Ploni Osabio

      Mais um ignorante que não entende o que é língua, foi bitolado na escola com um monte de regras inexistentes e se acha um sabichão.

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    • 15/05/2011 - 22:44
      Enviado por: Celso

      Quem deve ser vc para me achar um ignorante?
      Provavelmente outro imbecil igual ou maior que ela.
      Já pra os bancos escolares!!!!!!

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    • 16/05/2011 - 00:00
      Enviado por: Ploni Osabio

      O que mostra sua ignorância são os seus comentários. A complementação mostra a prepotência.

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    • 16/05/2011 - 07:56
      Enviado por: Celso

      Essa é a sua visão (limitada, é claro).
      Quanto à prepotência, percebe-se que vc não sabe o seu significado, o que reforça a idéia de que vc não passa de mais um imbecil querendo mostrar alguma competência num ambiente de pouca visibilidade (talvez porque seja alguém de pouco ou nenhum sucesso na vida).

      Já para a escola.

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  • 15/05/2011 - 21:03
    Enviado por: Walter Savassi

    Constituição Federal:

    Art. 13o. – A língua portuguesa é o idioma oficial da República Federal do Brasil.

    Sendo assim, não haveria como ” aceitar” as alterações (ou “reformas”, “regras práticas”, etc.) no tal livro “Por uma vida melhor”, promovidas e endossadas pelo MEC.

    Além disso, estariam propondo novas regras para substituir outras? Qual a vantagem?

    O MEC, ou Heloisa Ramos e co-autores poderão desrespeitar a nossa Constituição?

    O que mais estaria sendo preparado para “promover nosso progresso cultural?”

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    • 16/05/2011 - 00:07
      Enviado por: Ploni Osabio

      Muito bem senhor constitucionalista! Faltou mostrar, além daquele artiguinho da nossa ridícula constituição, onde está definida a “língua portuguesa” a que ela se refere. Já que a “lei magna” se refere a ela, imagino que deva existir uma outra lei que a define, mas desconheço. Do jeito que tanta gente aqui insiste que existem regras que deve ser obedecidas, é porque existe uma lei, e ela devia ser divulgada. Conta prá mim, tá?

      Aliás, o próprio termo “língua portuguesa” também é ridículo; embora existam muitas semelhanças entre a nossa língua e a de Portugal, certamente o que se fala lá não é referência para o que se fala aqui.

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  • 15/05/2011 - 21:05
    Enviado por: Loren

    Língua Portuguesa é humanas, não exatas, zé

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  • 15/05/2011 - 23:44
    Enviado por: Iara Mola

    Pessoal, a quem se interessar, uma proposta para a nossa reflexão.

    Estes são versos extraídos de uma obra que dispensa comentários: OS LUSÍADAS, daquele a quem consideramos como sendo o “PAI DA LÍNGUA PORTUGUESA: LUÍS DE CAMÕES:

    “E não de agreste avena, ou FRAUTA ruda” (canto I, verso 5)

    “Doenças, FRECHAS, e trovões ardentes” (X, 46)

    “Era este INGRÊS potente, e militara” (VI, 47)

    “Nas ilhas de Maldiva nasce a PRANTA” (X, 136)

    “PRUMA no gorro, um pouco declinada” (II, 98)

    “Onde o profeta jaz, que a lei PUBRICA” (VII, 34)

    Será que Camões não sabia a norma “CULTA” da Língua Portuguesa? Será que foi ele quem “inspirou” o Maurício de Sousa a criar o Chico Bento? Camões teria sido o precursor do PT, prevendo que um dia Lula e Dilma seriam presidentes do Brasil?… Será que aquele que escreveu a obra-prima da nossa língua era um “ignorante” que “não sabia escrever”?!?… Será que, conforme pergunta a personagem criada por Marcos Bagno, “não houve uma só alma caridosa que dissesse a ele”:

    – Camões, seu burro! Tá errado! O CERTO é fLauta, fLecha, ingLês, pLanta, pLuma e pubLica!

    E aí? Alguém entre aqueles que estigmatizam a “ignorância” da classe popular que fala “pobrema” poderia explicar?…

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  • 16/05/2011 - 08:19
    Enviado por: Andremir

    blá blá blá… Os intelectualóides adoram dar uma de sabedores das verdades do universo… e o povo se transformando em cabeça de gado zumbi, comonuncaantesneztepaiz. A lingua oficial não é mais o português,e sim o PTurguês…

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  • 16/05/2011 - 08:43
    Enviado por: Miriam da Rocha

    Não acreditei quando soube e depois li sobre esses livros os quais nem me atrevo a repetir os títulos.
    Como autora de livros infantis e estudiosa do assunto, não concordo e nunca vou concordar que ensinar o errado é certo. Como poderemos ter um país culto? O regionalismo é forte, mas a língua culta, aquela que é nacional deve ser reforçada!!!
    Que país é esse??? Ou melhor, que governo é esse?????

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  • 16/05/2011 - 09:34
    Enviado por: Agnes

    Entenda o conceito da variação linguística e o ensino de Língua Portuguesa.

    http://www.acaoeducativa.org.br/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=2602&Itemid=2

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    • 16/05/2011 - 10:02
      Enviado por: Iara Mola

      Bom dia, Agnes.

      O link que você reproduziu no seu comentário não poderia ser mais elucidativo. Contudo, Agnes, o que percebo é que não há uma disposição da maior parte das pessoas em relação a sequer se permitir a analisar sob um outro ângulo, como se, talvez, fosse “errado” admitir uma opinião diferente, entende?

      Por mais que o texto da página seja esclarecedor, os argumentos permanecerão – e veja: não há “embasamento” maior do que o apelo para o “certo”. E o mais interessante é como a abordagem da matéria e o seu entendimento continuam sendo equivocados: ninguém está dizendo que a norma-padrão da Língua Portuguesa não deva ser ensinada nas escolas!

      Ainda com relação ao “embasamento”, veja que os “fatos” são ignorados. É, realmente, mais simples “apelar” para termos ofensivos (como os que tenho visto aqui, entre os participantes)– o que faz com que se perca a razão.

      Propus uma reflexão a respeito de versos escritos pelo Camões. Ontem à noite, fui dormir relendo a Revista Língua Portuguesa editada em agosto de 2010, na qual consta uma reportagem a respeito do centenário do Adoniran Barbosa. Será que era outro “ignorante” que “não sabia escrever”?… Deve-se proibir que qualquer menção às composições do autor de “Samba do Arnesto” seja feita nos livros didáticos, a pretexto de que “Nóis fumo e não encontremo ninguém” e “Da outra veiz nóis num vai mais” sejam versos que influenciem perniciosamente na aprendizagem de Língua Portuguesa?…

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  • 16/05/2011 - 13:47
    Enviado por: Fernando B

    “PÔTA QUIÚS PARIL!!!”
    O Ministério da Educação acaba de lançar um “avanço” no ensino do Português nas escolas públicas brasileiras.

    Na Literatura existe uma regra que é a de se puder usar expressões populares, criação de termos ou palavras que não se encontram nos dicionários e de até, textualmente, expor vícios de linguagem sem que isto signifique a aceitação academica de vícios de linguagem popularmente usadas como sendo o uso da língua de maneira certa esquecendo-se as bases da gramática e do emprego de tais erros como o uso correto do idioma.

    Há pouco saído de sua disfunção presidencial, vullgarizou em seus inúmeros discursos e pronunciamentos a esculhambação ampla, geral e irrestrita de nossa língua como um feito, ou efeito, de tornar mais “entendível” suas mensagens, usando o lema de “língua do povo para o povo”.

    Agora, o Ministério da Educação está implantando, em sua política de educação, o uso de tais vícios como aceitavéis e até como “corretos” no ensino do Português.

    Isto fere, primeiramente, a missão de qualquer orgão educacional, responsável pelo ensino da língua e o aprimoramento cultural de um país.

    A maioria do povo brasileiro fala e escreve nosso idioma de maneira até grotesca e vergonhosa, o fato de um orgão responsável pelo aprimoramento educacional da Sociedade estimular o uso errado da língua aprimora ainda mais a ignorância do povo, já extremamente ignorante e inculto, brasileiro.

    Não sei se tal medida foi lançada pelo tal Ministério como uma forma de tornar aceita a ignorância e deseducação do recém ex-presidente de maneira a torná-lo ainda mais um marco na história recente do país e tornar o idioma lulês e dilmês como o uso do Português oficial no Brasil.

    Um país que quer progredir e desenvolver-se precisa que seu povo seja educado e culto, pois só através destas armas, educação e cultura, pode um país desenvolver técnicas, hábitos, discernimento, saber de maneiras para alcançar uma melhor qualidade de vida ao seu povo.

    A aceitação pode ser considerado o primeiro passo para a oficialização de uma maneira de ser, e o ensino, sob o aval de tal “disMinistério”, será o lançamento, incontestável, do alastramento, do já infestado, “inculto, deseducado e ignorante mundo brasileiro” o que acarreta a preservação e até a disseminação da histórica corrupção, popularismo demagógico e malversação do erário público que tanto assola e vem a cada dia mais destruindo o trabalho de uma parte laboriosa e produtiva da nação há séculos.

    A doutora em sociolinguística Raquel Dettoni concorda que é preciso respeitar o falar popular, que não pode ser discriminado. Mas ela enfatiza que a escola tem um objetivo maior, que é ensinar a língua portuguesa que está nas gramáticas. “Se a escola neglencia em relação a este conhecimento, o aluno terá eternamente uma lacuna quando ele precisar fazer uso disso no seu desemplenho social. Nós não podemos desconsiderar que a função social da escola, com relação ao ensino da língua portuguesa, é – em princípio – prioritariamente ensinar os usos de uma norma mais culta”, destacou.

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  • 16/05/2011 - 15:01
    Enviado por: Anderson Souza

    Por deveriam ensinar alemão ou ingles na sala de aula.
    A lingua lusitana é pura o cacete, do que valeu as politicas de branqueamento para trazer o progresso para a população brasileira se um nordestino acaba contudo?
    Af…
    Essa lingua de merda, pelo menos quando usada correntamente servia muito bem para separar a sociedade de verdade e essa ralé de merda.
    È a Dilma enegrecendo ainda mais o país. Afe!

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  • 16/05/2011 - 15:45
    Enviado por: Maria

    Desculpem mas nada disto é português. É sim brasileiro mas não português. Nem a explicação do MEC nem os comentários estão escritos em português. É um idioma parecido mas por favor perdoem-me mas não digam que isto é português. Acho que o povo brasileiro tem direito à sua língua que até pode ter uma componente portuguesa mas chamar-lhe português? Comparem o que eu escrevi com todos os comentários e até o próprio corpo do texto e se quiserem vejam a diferença entre as duas línguas. Viva o Brasil! Viva Portugal!

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  • 16/05/2011 - 21:27
    Enviado por: Ary

    Para comparar, veja este comentário postado na Amazon, sobre um livro escrito por uma pessoa que nunca havia lido um livro: “Grate book! I use to be a Harvard inglish profeser. I reed this bok and now forgot how spel and use inglish. Plot was nyce, had good story and hot chicks. “. Se quiser ver pra crer:
    http://www.amazon.com/Shore-Thing-Nicole-Snooki-Polizzi/dp/1451623747 (o livro se chama: A Shore Thing)

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  • 17/05/2011 - 00:18
    Enviado por: Caio Cesar

    Pelo amor de Deus, vai ver quantos imortais da Academia de Letras, que ao colocar a língua em uso (em contextos de fala espontânea), produzem construções como “as pessoas num pensa”, “os menino esperto”, sem contar vastos processos morfofonológicos considerados “estigmatizados”. Sem hipocrisia, gente, vamos ensinar sim a existência de GRANDE VARIAÇÃO dentro do idioma e a SOBERANIA da norma culta por meras questões de ascenção/hierarquia social.
    A autora, em nenhum momento, está incentivando as pessoas a usarem as normas não-padrão em TODOS os contextos de língua. Ela deseja CONSCIENTIZAR os alunos sobre a existência dessas normas não-padrão, mas não como erros, sim variação. Claro, que junto a essa apresentação de forte cunho sócio-linguístico, deve-se apresentar a norma culta, que rege os textos escritos e literários.
    Longe de ‘desalfabetizar’ os estudantes, essa proposta é mais uma tentativa de incitar neles uma visão científica e analista da linguagem, reconhecendo diversas variações para diversos contextos sócio-econômico-culturais e sabendo quando usá-las corretamente.
    É DE UMA EXTREMA ARROGÂNCIA E PREPOTÊNCIA, ALÉM DE ESTUPIDEZ, ACHAR QUE A LINGUAGEM É FALADA ERRONEAMENTE E TRANSMITIDA ERRONEAMENTE PARA AS CRIANÇAS. VAI VER O TANTO QUE ESSA PESSOA NÃO FALA “”" ERRADO “”".
    Gente, vamos estudar, por favor.

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  • 17/05/2011 - 11:05
    Enviado por: Camila

    Falar direito é essencial! E corrigir quem fala errado não é preconceito e sim cuidado: cuidado com a língua portuguesa! Chega de desculpas para um sistema de ensino precário, professores mal remunerados e mal preparados e alunos preguiçosos!
    Contextualizar o coloquial em um livro pode ser feito sem que a língua seja agredida. É diferente quanto se escreve a fala de alguém em “Capitães da areia”, por exemplo, em um momento histórico em que grande parte da população ali não tinha acesso ao estudo. Hoje é diferente, estamos apenas dando desculpas e abrindo espaço para que a língua seja usada de forma INCORRETA!

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  • 17/05/2011 - 14:34
    Enviado por: Simone

    ‘Sem hipocrisia gente’, ensinar nas escolas que falar errado não é mais errado, é apenas inadequado; incluir em livros, ao invés de bons exemplos, maus exemplos, como trazer a linguagem errada, coloquial, como apenas inadequada é abrir uma fenda na gramática, que não será mais revertida. Gostaria de ver essas crianças prestarem vestibular e disputarem concorridissimos concursos públicos. Uma vez que não há mais certo e errado na linguagem, então assinalar a resposta incorreta numa prova, dar-lhes-á a chance do recurso quando a resposta??? Deus salve as nossas crianças, da ignorância e dos políticos!

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  • 18/05/2011 - 15:20
    Enviado por: Júlio

    “Quando os eruditos descobriram a língua, ela já estava completamente pronta pelo povo. Os eruditos tiveram apenas que proibir o povo de falar errado.” – Millor Fernandes.

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  • 19/05/2011 - 15:11
    Enviado por: O livro didático e as variantes orais da língua materna | Agência de Notícias da Livraria 30PorCento (Blog)

    [...] da norma culta. A imprensa divulgou a notícia com as seguintes variações de título: “Livro didático do MEC tem erro de português“, no JT; “MEC distribui livro que aceita erros de português“, do Globo; [...]

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  • 19/05/2011 - 15:45
    Enviado por: GILBERTO

    Realmente eles poderiam aperfeiçoar os textos.
    Em vez de “nós pega o peixe” eles poderiam adotar a linguagem falada pelo “ex”, ou seja “nóis pega o mensalão”.

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  • 22/05/2011 - 19:16
    Enviado por: Anabela Négrier

    Éder, o Sr. tocou no ponto mencionando “coisas que qualquer livro de sociolinguística explica perfeitamente”. Ora bem, já que é informado, sabe que livros de linguística são para professores e não para alunos do Fundamental ou Médio. Seu argumento é pífio. PROFESSORES têm que estar cientes de que nada é inadequado, nem pode ser discriminado como incorreto. ALUNO não é obrigado a saber Linguística. Trazê-la dessa forma até o livro didático é um atentado aos discentes, um atestado de incompetência. Transcreve-se uma fala inadequada de um aluno e pede-se ajuda aos colegas dele para adaptá-la à linguagem PADRÃO, aquela que permitirá ao aluno enfrentar o Enen e os Vestibulares. Meu caro, o que está por detrás disto é a partidarização do MEC, o pardidarismo do Lula e Dilma tomando conta de tudo com sua incompetência e corrupção. São regimes de partidarismo e não de meritocracia. Um desastre! Dois Brasis: quem aprende a linguagem padrão passa e dirige o país (se bem que isso é discutível com arremedo de português do Lula e “dioturnamente, mas também noturnamente” da Dilma… e eles governam…); aqueles que pega os peixe, ficam para massa de manobra. Está piorando e muito, e o MEC perdeu-se definitivamente.

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  • 23/05/2011 - 10:10
    Enviado por: Hamilton Costa da Silva

    Esta situação é tão absurda quanto o fato de as crianças e jovens não saberem de cor e salteado as tabuadas básicas, sob o argumento vesgo de que os alunos devem entender primeiramente como o processo de operações aritméticas é realizado. Isso no meu entendimento é um atraso geral no aprendizado da matéria MATEMÁTICA, que em grego quer diz “SABER PENSAR”. Precisamos fazer alguma coisa. Mas o que podemos fazer? Entupir o site do MEC com mensagens de protesto? Não sei! Não sei!! Não sei!!!

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  • 24/05/2011 - 16:10
    Enviado por: Ary

    Os gibi fôro emprestado: Tá certim (errado é forum)
    O minino pega os pêxe: Tá certim (errado é peichi)
    Nois pegar os pexe: Tá errado (Nóis e pêxe temo assento)
    Por uma vida mió: Tá errado (escreva-se milhó ou meió)

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  • 26/05/2011 - 16:19
    Enviado por: João V.

    Bom…Diante de tantas manifestações a respeito desse tema um tanto polêmico , é importante que todos expressem o seu ponto de vista , porém sem cometer equívocos e sobretudo com uma razão própria.Primeiramente gostaria de expor minha profunda insatisfação pela forma como a notícia foi vista pelos leitores.É extremamente lamentável que neste país as pessoas ainda são manipuladas pela mídia , todavia não generalizo tal argumento ,uma vez que percebi através dos comentários que ainda há pessoas lúcidas e com ponto de vista único sem depender de qualquer outra opinião , para se expressarem .É interessante como os políticos se manifestaram diante da publicação deste livro , afastando da sua rotina de trabalho , visando o “benefício do povo (ou talvez dos próprios) ,para utilizarem de argumentos tão enfraquecidos.Em momento algum o livro pretendeu afirmar que falar errado estaria certo , pelo contrário ele mudou uma forma de se pensar , fazendo uma crítica naquilo que vemos como “certo” ou “errado” ,pois tudo depende de um referencial único e conciso.O MEC queria através deste propor uma mudança , para pensarmos daqui para frente como algo sendo “adequado” ou “inadequado” a determinada situação e também de expressar à respeito da rica variação linguística presente em nosso país.Mas os diversos jornalistas que comentaram sobre o assunto , manipularam o verdadeiro desejo do MEC ao publicar o livro.O curioso é que todas as matérias feitas , citam o mesmo trecho , e se baseiam nele para a criação da crítica ,um tanto negativa.Todos esqueceram de pegar o livro , e examinar o contexto ao qual foi escrito este argumento.O livro propõe que o aluno ao falar essas expressões , procure discernir o momento adequado para tal , e também para que este busque o conhecimento da norma padrão.Então aparecem todos estes políticos equivocados e sem um conhecimento prévio para argumentar,que pegaram as informações presentes nas matérias dos nossos … “digníssimos” jornalistas.Segundo eles , o certo deveria se ensinar a norma culta.Mas eu pergunto , como ensinar algo que ninguém , nem mesmo os mais sábios da nossa sociedade , dominam?E por que condenar o MEC por uma atitude de inclusão e de maiores possibilidades para a sociedade?Não duvido que daqui a alguns anos , os nossos jornalistas e politicos se cansem de tamanho fingimento com falas prontas(por sinal,redigidas por assessores etc) e diante da sociedade passem a falar “os livro” ,uma vez que os mesmos não apresentam competência nem mesmo para controlar uma sociedade ou informar sobre os acontecimentos , como teriam então de dominar uma língua tão rica , como a nossa Língua Portuguesa?

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  • 26/05/2011 - 22:20
    Enviado por: Arthur Barbosa

    O que pensar sobre a decisão do MEC e toda a repercussão da mesma? Antes de tudo, é necessário entender que a língua padrão não é realmente correta para certas situações, como uma conversa com pessoas mais íntimas. E também há outro ponto: ninguém, a não ser que seja um autor renomado, um crítico de alta classe ou algo do tipo, domina completamente a língua padrão para falá-la fluentemente. O MEC, ao autorizar a distribuição de um livro que admite que uma pessoa fale “os livro” e “nós pega o peixe”, não cometeu, até certo ponto, nenhum equívoco. O livro, ao admitir isto, permite que o estudante sinta-se à vontade com sua língua, e muitas vezes até com mais vontade de aprender a língua padrão e culta. Pela situação da educação no país, que já não é das melhores se comparada em nível mundial, é dificílimo aceitar e se adequar a este tipo de situação, afinal de contas, em várias situações é necessário o uso da língua padrão, ou seja, é necessário que a pessoa conheça-a bem para adequar a mesma as devidas situações nas quais se deve utilizá-la. O único porém é que o livro não diz em momento algum que a variação “os livro” é adequada para todas as situações; pelo contrário, o livro diz que é preciso tomar cuidado com a situação em que esta é utilizada, pois pode-se sofrer “preconceito lingüístico”. É necessária uma maior liberdade quanto ao uso da língua, pois todos sabem que variações são mais que comuns e que sempre as utilizaremos em situações corriqueiras de nossas vidas. O problema não é o que o livro admite, mas sim o que a nossa sociedade constituiu, erroneamente. O problema é a ideia de que “isso ou aquilo é errado e acabou”. Variações lingüísticas sempre existirão, e por que não colocá-las em livros didáticos, colocá-las em aberto para quem desejar utilizá-las? É difícil, mas temos que aceitar tudo isso, é algo verdadeiro e, como dito antes: isto, sendo colocado em um livro didático, leva os estudantes da língua a desejar com mais afinco o aprendizado da mesma, para conhecer suas variações e em quais situações utilizá-las. Mas, como a sociedade tem na maioria das vezes aversão a isso, o MEC deveria tê-lo realizado, num primeiro momento, só para os livros de professores, ou como um material auxiliar aos mesmos e estes, se quisessem, falariam sobre isso e falariam de uma maneira talvez até mais adequada. Após algum tempo, para que os professores aceitassem tudo isso e concordassem (a maioria) com essa mudança, aí sim isso seria colocado nos livros didáticos destinados aos alunos. Mas, retomando a discussão anterior, agora que tudo já foi feito, é preciso que nos preparemos para isso. Os professores devem sempre direcionar os alunos a leituras e conhecimentos que aumentem a capacidade dos mesmos de saber diferenciar quando se deve utilizar uma variedade, ou a outra. E os pais também podem direcionar os filhos a não cometer erros quanto ao uso correto da língua. Tudo é uma questão apenas de aceitação do que é proposto e de adequação a isto, algo que a sociedade necessita aprender.

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  • 27/05/2011 - 08:53
    Enviado por: Natárcia

    A maioria dos comentários sobre a decisão do MEC é a mesma: o MEC aceita tudo, até mesmo que os alunos aprendam a falar “errado”, como por exemplo, a expressão “os livro”. Em um comentário que eu li na revista Veja, da autora Lya Luft, dizia o seguinte: “Um livro didático aprovado pelo Ministério da Educação promove o não ensino da língua-padrão, que todos os brasileiros, dos mais simples aos mais sofisticados, têm o direito de conhecer e usar.”, porém, em nenhum momento o livro deixa de ensinar a norma padrão da língua, mas mostra ao aluno que a forma não-padrão da língua também pode ser usada. A questão colocada pelo livro é a de que você pode falar “os livro”, se estivermos numa ocasião adequada e ainda alerta quanto ao preconceito lingüístico, que pode ocorrer se falarmos de uma maneira diferente da padrão em ocasiões em que esta variação lingüística não é adequada. Por exemplo, quando participamos de uma entrevista de emprego, devemos falar de acordo com a norma padrão, já que é uma situação formal. Quando conversamos com amigos, podemos falar de uma maneira mais coloquial, com gírias, expressões e concordâncias verbo-nominais diferentes, pois a situação é informal, descontraída. Em momento algum, o livro deixa de mostrar a forma padrão da língua, apenas ensina para os alunos, usando a variação lingüística, que a forma com que ela fala não é errada, e sim, adequada ou não à situação.
    PS – Ninguém, por mais culto que seja, fala perfeitamente a norma padrão da língua, e, se usasse, teria sérios de problemas de comunicação em qualquer situação e se uma pessoa falasse rigorosamente de acordo com a norma padrão, não conseguiria realizar seu objetivo principal: se comunicar.

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  • 01/06/2011 - 06:27
    Enviado por: celita

    Esta situação é tão absurda quanto o fato de ser um livro que vi ser distribuido unicamente para escolas publicas, ou seja o mec ta deixando bem claro ue so a elite pode receber boa educação.

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  • 05/06/2011 - 13:18
    Enviado por: andré

    Na verdade, lida a reportagem, a obra não incorre em erro. Lembrando que o Portugues que se fala hoje é oriundo do chamado “latim vulgar” não era o latim culto. latim que originou várias línguas

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  • 20/06/2011 - 19:21
    Enviado por: Lívia Lopes

    Eu não entendo como tantas pessoas que se quer possuem o conhecimento real (não estou falando de conhecimento que qualquer falante tem, mas do conhecimento que somente um estudante de letras possui) da língua portuguesa no Brasil, possam expressar tanto juízo de valor sobre o que é certo e o que é errado na língua. Como muitos de vocês que falam sem realmente possuir qualquer embasamento teórico, venho aqui explicar alguns pontos que devem ser considerados: 1. Nenhuma língua no planeta é homogênea como muitos pensam. Toda língua é heterogênea e plural, isto é possui inumeras variações linguísticas que devem ser levadas em conta. 2. Não entendo como meros jornalistazinhos têm a ousadia de inferir qualquer julgamento sobre a língua portuguesa se em seu curso somente pegam Língua Portuguesa Instrumental.
    Eu acredito que, antes de falar e julgar, vocês deveriam ouvir linguistas de verdade, deveriam ouvir pessoas que estudam a língua todos os dias, pessoas que desenvolvem pesquisas linguísticas e que com toda a certeza têm propriedade suficiente para manisfestar seus julgamentos com embasamentos teóricos.

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  • 26/06/2011 - 15:54
    Enviado por: Nélio Silva

    Faz sentido. Os analfas agora estão falando ingrês. No rádio e na televisão ouve-se a toda hora menas, gratuíto, subzídio,adéqua e outras barbaridades. Que os portugueses não saibam. Vão pensar que é piada.

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  • 18/08/2011 - 11:37
    Enviado por: Viviane Araújo

    Qual o “jeito certo de falar”? Aquele que estabelece comunicação. O uso correto é o situacional. Quem faz a língua é quem fala. Não estou contra o método adotado pela autora, até porque não se trata de crianças inexperientes, mas de jovens e adultos que já têm bagagem cultural e de vida; não é justo ignorar este fator, ele tem extrema relevância. A autora não se utilizou de erros gramaticais, mas articulou a linguagem popular de modo a mostrar que existe também a norma culta e que, para cada situação, um ou outro linguajar se faz correto ou até necessário. As pessoas são adestradas e fixam na mente as regras de um português erudito ou formal; esquecem da origem do idioma, do porquê de cada regra e de quem as utiliza. Isso é preconceito linguísto, algo que é, aliás, absurdo e inaceitável, dada a imensa mescla cultural do País. A varianção linguística não deve ser interpretada como “erro gramatical”, mas antes como um traço da cultura brasileira.

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