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	<title>Cidade</title>
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		<title>Pedágio de SP terá planos pré-pagos</title>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2012 02:07:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jugattone</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Estradas]]></category>
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		<category><![CDATA[desembolsar]]></category>
		<category><![CDATA[pedágio]]></category>
		<category><![CDATA[Sem Parar]]></category>

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		<description><![CDATA[ partir de 15 de junho, os usuários não precisarão mais desembolsar a taxa de adesão de R$ 66,72 pelo serviço Sem Parar, prestado pelo Grupo STP. Além disso, a mensalidade – que varia entre R$ 11,90 e R$ 15,76 – baixará para R$ 8 em modalidades pós-pagas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CAIO DO VALLE</p>
<p>O sistema de pagamento eletrônico de pedágios nas rodovias paulistas vai ganhar um serviço pré-pago, similar ao da telefonia móvel, flexibilizando os preços conforme a necessidade do motorista. </p>
<p>A partir de 15 de junho, os usuários não precisarão mais desembolsar a taxa de adesão de R$ 66,72 pelo serviço Sem Parar, prestado pelo Grupo STP. Além disso, a mensalidade – que varia entre R$ 11,90 e R$ 15,76 – baixará para R$ 8 em modalidades pós-pagas.</p>
<p>O novo plano pré-pago, por sua vez, também não cobrará adesão. Mas o motorista terá que pagar caução de R$ 40 pelo “tag”, o dispositivo instalado no veículo que registra a cobrança ao se aproximar da cancela do pedágio. Já a carga mínima de créditos terá de ser R$ 25. A máxima, R$ 150. Será cobrada uma taxa, de R$ 4 a R$ 15, por um dos novos depósitos.</p>
<p>A alteração feita pelo Grupo STP, que atualmente é o único que oferece esse tipo de serviço nas rodovias do Estado, tem uma explicação: a concorrência. Até o final de agosto, uma nova empresa, a DBTrans, passará a oferecer o mesmo serviço em São Paulo. Ele se chamará Auto Expresso.</p>
<p>A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) emitiu ontem autorização para a empresa trabalhar. O prazo para a instalação do novo sistema nas 144 praças de pedágio é de 90 dias.</p>
<p>Pelas estimativas da DBTrans, até o fim de 2013, cerca de um milhão de novos consumidores poderão ser atraídos com os novos planos de pagamento, especialmente os pré-pagos. Quem afirma é o diretor comercial da empresa, Marcelo Nunes.</p>
<p>“Tem bastante mercado para a gente trabalhar.” Isso, porque o modelo atual funciona por meio de mensalidades, tornando-o pouco atraente para as pessoas que não usam as rodovias com tanta frequência.</p>
<p>Uma parcela significativa dos que devem aderir aos novos planos é a de quem viaja nos feriados, por exemplo. Hoje em dia, boa parte dos 2,5 milhões de veículos que têm o Sem Parar instalado é dirigida pelo que a Secretaria Estadual de Logística e Transportes chama de “heavy user”, ou “usuário pesado”, aquele que precisa passar diariamente por uma rodovia para ir e voltar do trabalho.</p>
<p>O secretário Saulo de Castro Abreu Filho destaca que as facilidades atrairão os consumidores. “A pessoa vai quantas vezes para a praia? Com certeza, no carnaval e no Réveillon. Tem quem já queira fazer, para evitar as filas no pedágio. Agora vai poder, porque haverá o pré-pago. A pessoa só injeta créditos, põe no carro e utiliza.”</p>
<p>No caso do futuro serviço Auto Expresso, da DBTrans, a taxa de adesão aos planos pré-pagos será de R$ 57,12. Esse valor, diz a empresa, já inclui o preço do “tag”. A taxa de recarga será única, de R$ 6. Já a carga de créditos poderá variar de R$ 20 a R$ 100. A DBTrans também terá plano pós-pago e vale-pedágio para caminhoneiros.</p>
<p>O economista Francisco Carlos do Santos avalia como positiva a mudança no sistema, com a inclusão do pré-pago. “A grande vantagem é conseguir o melhor preço, estimular a competição e o cliente pagar pelo que ele está usando.”</p>
<p>O governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse que espera abrir a operação do sistema para mais empresas. “Queremos várias operadoras, com taxas de adesão, renovação e mensalidade mínimas ou gratuitas. ”  ::</p>
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		<title>Rua Vergueiro terá plantio de 123 árvores</title>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2012 02:05:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jugattone</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Rosa]]></category>
		<category><![CDATA[árvores]]></category>
		<category><![CDATA[mudas]]></category>
		<category><![CDATA[Paraíso]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>

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		<description><![CDATA[O trecho da Rua Vergueiro entre as estações Paraíso e Ana Rosa do Metrô, na zona sul, receberá o plantio 123 árvores nas calçadas e canteiros. As mudas serão colocadas no local por uma empresa privada que também fará a manutenção das espécies por três anos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CRISTIANE BOMFIM</p>
<p>O trecho da Rua Vergueiro entre as estações Paraíso e Ana Rosa do Metrô, na zona sul, receberá o plantio 123 árvores nas calçadas e canteiros. As mudas serão colocadas no local por uma empresa privada que também fará a manutenção das espécies por três anos, segundo projeto piloto de arborização da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente. Em troca, ela terá direito a publicidade ao longo da via.</p>
<p>O convite foi publicada no Diário Oficial da Cidade no dia 24. As empresas têm até 29 de setembro para apresentarem a proposta de cooperação. De acordo com a secretaria, a Rua Vergueiro foi escolhida por ser uma via importante da cidade e “que ainda não tem um projeto de arborização”.</p>
<p>Além disso, a pasta afirma que as calçadas – que em alguns pontos têm cerca de quatro metros de largura – “possuem dimensões adequadas para o plantio de árvores sem afetar a acessibilidade e circulação de pedestres”.</p>
<p>A Prefeitura já definiu 16 espécies de árvores e o ponto exato onde cada uma deverá ser plantado. Na lista estão 10 mudas de pau-brasil, 16 de verna – árvore que tem flores vermelhas quase alaranjadas – e ipês roxo, amarelo e branco. A proposta pode ser estendida para outras vias.</p>
<p>“A ideia é muito interessante, a cidade fica mais bonita. A preocupação é com o vandalismo. Será que as mudas vão vingar?”, diz o comerciante Victor Sanchez.  Dono de uma ótica na Rua Vergueiro, ele e seus vizinhos plantaram, há cinco anos, seis árvores na calçada entre as ruas Aristides e Doutor José de Queirós Aranha.</p>
<p>“Só cresceram porque ficamos de olho e cercamos”, diz. O quarteirão é um dos com mais árvores na calçada. “Poderia ter mais. Se eu pudesse me inscreveria, mas o trecho é longo e eu não teria como arcar com tudo e fiscalizar.” ::</p>
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		<title>Polícia resgata cão levado em roubo a prédio</title>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2012 02:04:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jugattone</dc:creator>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[animais]]></category>
		<category><![CDATA[Assalto]]></category>
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		<category><![CDATA[cristiano maffra]]></category>
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		<description><![CDATA[Após seis dias longe de casa, o cão Zeca, da raça Sttaffordshire, voltou ontem para os braços do dono, o personal trainer Cristiano Maffra, de 34 anos. Horas antes, o cachorro havia sido resgatado por policiais em uma favela da zona leste]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CAMILLA HADDAD</p>
<p>Após seis dias longe de casa, o cão Zeca, da raça Sttaffordshire, voltou ontem para os braços do dono, o personal trainer Cristiano Maffra, de 34 anos. Horas antes, o cachorro havia sido resgatado por policiais em uma favela da zona leste. Zeca havia sido roubado no dia 22, durante um arrastão em um prédio na Avenida Lacerda Franco, no bairro da Aclimação, na zona sul, onde vivia.</p>
<p>Desesperado, Maffra havia feito apelos na internet e divulgado imagens do animal em redes sociais na esperança de reencontrá-lo. O caso foi divulgado pelo JT. “Zeca! Zeca!”, gritava Maffra ontem à tarde, ao rever o cachorro no auditório do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).</p>
<p>“É como reencontrar um filho”, definiu o personal, que encerrou as aulas mais cedo para buscar o amigo inseparável. “É um vazio que agora está sendo preenchido.” Ao colocar o bicho de estimação sobre uma mesa da delegacia, o personal fez uma avaliação rápida em Zeca e notou que, aparentemente, ele não estava debilitado. “Vou levá-lo ao veterinário e fazer um check up”, contou Maffra.</p>
<p>Recompensa<br />
Segundo o personal, não houve pedido de resgate, mas se fosse necessário ele estaria disposto a dar uma recompensa por informações do paradeiro de Zeca.</p>
<p>Nem foi preciso. Após montar uma megaoperação para localizar a quadrilha – e principalmente o cachorro –, a polícia prendeu um acusado na quinta-feira e outros três no sábado, na zona norte. Com informações, a equipe da Delegacia de Investigações sobre Furtos e Roubos a Condomínios fez campana na Favela Cidade Kamel, na zona leste, e avistou o cachorro em um terreno baldio, brincando com duas crianças.</p>
<p>Muito dócil, o cão não hesitou em ser levado por um dos investigadores. Entrou na viatura descaracterizada e, ao chegar ao Deic, foi alimentado e bebeu água. Mesmo após seis dias longe de casa, Zeca ainda estava com a mesma coleira que usava no dia em que foi levado.</p>
<p>“Os criminosos abandonaram o cachorro no terreno”, disse o delegado Mauro Facchini, da Delegacia de Roubo a Condomínios, que vai indiciar as quatro pessoas presas por roubo, formação de quadrilha e crueldade contra animais. Ao ser questionado sobre uma possível onda de roubo de cães, Facchini definiu que o caso foi mais uma “crueldade”.</p>
<p>Antes de voltar para casa, Maffra afirmou que o cão seria presenteado. “Agora ele vai ganhar um spa e um pedaço de filé mignon.’’  Facchini explicou que, além dos quatro presos por envolvimento neste caso, ainda estão foragidos 11 homens.</p>
<p>“São pessoas violentas, receberam os policiais a tiros”, contou. No dia em que Zeca foi levado, bandidos também roubaram joias, relógios, dinheiro e roupas de grife. Só que até o momento, nenhum dos objetos de valor foi recuperado.</p>
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		<title>Comissão quer que bullying seja crime</title>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2012 02:03:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jugattone</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
		<category><![CDATA[crime]]></category>
		<category><![CDATA[juristas]]></category>
		<category><![CDATA[senado]]></category>

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		<description><![CDATA[A comissão de juristas do Senado que discute mudanças ao Código Penal aprovou ontem proposta para criminalizar a prática de bullying. O crime, que será considerado no anteprojeto de lei “intimidação vexatória”, terá pena de um a quatro anos de prisão]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>LUÍSA ALCALDE<br />
RICARDO BRITO</p>
<p>A comissão de juristas do Senado que discute mudanças ao Código Penal aprovou ontem proposta para criminalizar a prática de bullying. O crime, que será considerado no anteprojeto de lei “intimidação vexatória”, terá pena de um a quatro anos de prisão.</p>
<p>Pela proposta, pratica o crime quem “intimidar, constranger, ameaçar, assediar sexualmente, ofender, castigar, agredir ou segregar” criança ou adolescente “valendo-se de pretensa situação de superioridade”. O delito pode ser realizado por qualquer meio, inclusive pela internet. Se o crime for praticado por menores, ele será cumprido, em caso de condenação, em medida socioeducativa.</p>
<p>A comissão também propôs a criação do crime de stalking, conhecido popularmente por perseguição obsessiva. A proposta sugere a punição de até seis anos de prisão para alguém que perseguir outra reiteradamente, ameaçando sua integridade física ou psicológica ou ainda invadindo ou perturbando sua privacidade.</p>
<p>Para o promotor da Vara da Infância e Juventude de São Paulo Thales Cézar de Oliveira a proposta já nasce falha. “Só está protegendo o menor de 18 anos. Quem frequenta faculdade, trabalha ou é associado de clubes também não está sujeito a ser vítima de bullying?”, questiona.</p>
<p>Na opinião de Oliveira, a sugestão é apressada, da mesma forma como foi concebida a Lei Maria da Penha. “Ela só protege as mulheres de violência doméstica. É claro que na maior parte das vezes o agressor é o homem, mas nem sempre.” Ele pensa em enviar um ofício ao Senado para pedir que a proposta seja aprimorada. </p>
<p>O vice- presidente da Comissão Especial da Criança e do Adolescente da OAB, Ariel de Castro Alves, concorda com o promotor. Segundo ele, o Código Penal já prevê como crime a intimidação, o constrangimento, a ameaça, o assédio sexual, o castigo, a agressão ou a segregação. “Não acho necessidade de se agregar em uma proposta específica. Vejo essa atitude mais como marketing. Não vai ser uma solução mágica.”</p>
<p>Na opinião dele, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) já obriga educadores a comunicar violência e maus-tratos cometidos contra crianças e adolescentes. “O que precisa é colocar isso em prática. Os gestores de escolas deveriam ser responsabilizados quando se omitirem.”</p>
<p>A professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) Roseli Fishman diz que é importante a atenção que está sendo dada ao bullying, mas teme que, tornando-se crime, perca-se a dimensão do trabalho de educação sobre o respeito que tem que ser feito com crianças e adolescentes. “O Estado está tentando responder a um problema da sociedade”, considera.</p>
<p>O colegiado tem até o fim de junho para apresentar uma proposta de reforma do Código Penal ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Caberá à Casa decidir se transforma as sugestões em um único projeto ou as incorpora em propostas que já tramitam no Congresso.</p>
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		<title>Só 1 em cada 3 fumantes consegue abandonar o vício</title>
		<link>http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/so-1-em-cada-3-fumantes-consegue-abandonar-o-vicio/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2012 02:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jugattone</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[fumante]]></category>
		<category><![CDATA[Incor]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes]]></category>
		<category><![CDATA[tabaco]]></category>
		<category><![CDATA[tabagismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Dos 820 pacientes analisados por um estudo do Instituto do Coração (Incor), 257 (31,3%) chegaram a parar de fumar por um tempo, mas retomaram o vício. E apenas 276 (33,7%) foram bem-sucedidos em largar o tabaco. Os demais ou abandonaram o tratamento ou nunca conseguiram deixar o fumo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>MARIANA LENHARO</p>
<p>Passar por uma situação de estresse agudo, como perder o emprego, divorciar-se ou enfrentar a morte de um familiar, é a principal causa de recaídas para tabagistas em tratamento.</p>
<p>Dos 820 pacientes analisados por um estudo do Instituto do Coração (Incor), 257 (31,3%) chegaram a parar de fumar por um tempo, mas retomaram o vício. E apenas 276 (33,7%) foram bem-sucedidos em largar o tabaco. Os demais ou abandonaram o tratamento ou nunca conseguiram deixar o fumo.</p>
<p>O levantamento, apresentado neste ano no congresso da Society for Research on Nicotine and Tobacco, nos Estados Unidos, analisou a evolução clínica de pacientes inscritos no Programa de Assistência ao Fumante (PAF) – um software desenvolvido pela cardiologista Jaqueline Scholz Issa, diretora do Programa Ambulatorial de Tratamento do Tabagismo do Incor.</p>
<p>O programa permite a realização de análises retrospectivas do tratamento de cada paciente e busca características comuns àqueles que obtiveram sucesso ou insucesso no combate ao fumo. Outros dois gatilhos importantes apontados para a recaída, além do estresse agudo, foram a ansiedade intensa e o descuido (quando o paciente acredita que fumar um único cigarro não vai trazê-lo de volta ao vício).</p>
<p>“Conhecendo mais detalhes sobre o tabagismo, poderemos alertar os pacientes de como essas situações de estresse e ansiedade interferem no tratamento. Voltar a fumar, embora possa aliviar momentaneamente o sofrimento e o desconforto, não vai resolver o problema: vai criar mais um”, diz Jaqueline.</p>
<p>A médica observa que, em comparação com estudos anteriores, houve uma mudança do perfil dos pacientes que tiveram recaídas. No passado, a ansiedade aparecia como o principal motivo para fraquejar. Hoje, o fato de o estresse agudo ocupar o primeiro lugar demonstra que houve uma evolução do tratamento, com técnicas mais eficazes para controle da ansiedade.</p>
<p>A pesquisa indica ainda que a taxa de recaída não depende da estratégia de tratamento. Jaqueline frisa que apenas o fato de passar por um programa especializado já aumenta muito a chance de sucesso. Se no estudo do Incor 33,7% dos pacientes pararam de fumar, entre os que tentam deixar o tabaco sozinhos a taxa de sucesso não passa de 5%.</p>
<p>Jaqueline observa que pacientes que conseguiram abandonar o fumo logo na primeira tentativa tiveram uma taxa maior de comparecimento às consultas do programa: cinco visitas, em média, nos primeiros cinco meses de tratamento. Entre os que recaíram, a média foi de três consultas. Já os que fracassaram completamente, compareceram apenas uma vez.</p>
<p>A aposentada Solange Simão, de 57 anos, só conseguiu parar de vez com o cigarro após duas recaídas. E lembra que foi um momento de grande tensão que a fez procurar o fumo novamente em uma das vezes.</p>
<p>“Achei que o cigarro aliviasse aquele momento de ansiedade, mas o que o cigarro alivia é exatamente o sintoma de abstinência, que provoca grande agitação”, diz ela, que até escreveu um livro sobre o assunto.</p>
<p>Segundo dados do Ministério da Saúde, 200 mil pessoas morrem por ano no Brasil por causa do fumo. “O cigarro é sempre maléfico, ele reúne 4.720 substâncias conhecidas e sabe-se que entre 50 e 60 delas são cancerígenas. Existem 53 doenças relacionadas ao ato de fumar”, ressalta o pneumologista José Jardim, professor livre-docente da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).</p>
<p>Ele lembra que o tabagismo é também a maior causa dos problemas respiratórios. “Em 95% dos casos, os danos no tecido pulmonar causados pelo cigarro são irreversíveis”, completa.</p>
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		<item>
		<title>Governo de SP pode recuar sobre cálculo de pedágio</title>
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		<pubDate>Mon, 28 May 2012 16:02:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Artesp]]></category>
		<category><![CDATA[geraldo alckmin]]></category>
		<category><![CDATA[pedágio]]></category>

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		<description><![CDATA[Em vez do IPCA, como havia sido anunciado em janeiro, gestão Alckmin poderá voltar a utilizar o IGP-M, que ficou mais baixo no acumulado dos últimos 12 meses]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Caio do Valle</strong></p>
<p>O governo de São Paulo pode recuar sobre a decisão de qual indexador de inflação  será usado para o reajuste dos pedágios, previsto para 1.º de julho. O secretário estadual de Logística e  Transportes, Saulo de Castro Abreu Filho, afirmou nesta segunda-feira, 28, que o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) poderá voltar a definir o reajuste em vez do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), eleito  no início do ano pela gestão Geraldo Alckmin (PSDB) como o indexador padrão para o reajuste das tarifas.</p>
<p>Historicamente, o IPCA, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é menor do que o IGP-M, aferido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No entanto, no acumulado entre abril de 2011 e abril deste ano, o IPCA ficou maior: 5,1% ante 3,65% do IGP-M. Caso a tendência continue em maio, o aumento das tarifas será mais alto se o governo mantiver a alteração com base no IPCA.</p>
<p>&#8220;Estamos estudando, fazendo projeções de um e de outro (<em>indexador</em>). Ou fazer um mix, ou uma compensação, ou aplicar o mais barato. Vamos dar uma olhada, direitinho, mas, em breve, vamos analisar. É tudo o que posso antecipar. Nós ainda estamos em uma fase de negociação&#8221;, disse Abreu Filho.</p>
<p>O plano original da Artesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo) era usar o acumulado do IPCA entre junho do ano passado e maio de 2012 para fazer o cálculo do reajuste.</p>
<p>Não foi divulgada a data em que o governo se manifestará a respeito da possível mudança do indicador. &#8220;Nós já solicitamos à Artesp que faça os estudos. Então, a Artesp vai fazer os estudos e depois vai ser definido&#8221;, disse o governador Geraldo Alckmin.</p>
<p>Sete contratos de concessão, assinados nos últimos três anos, já usavam o IPCA como fonte de cálculo para seus reajustes. Outros 12 contratos, assinados antes de 2008, previam que os reajustes deveriam ser feitos segundo o IGP-M.</p>
<p><strong>Sem Parar</strong><br />
Alckmin também anunciou hoje mudanças no pagamento eletrônico nas rodovias do Estado. A partir de 15 de junho, não haverá mais taxa de adesão para o serviço Sem Parar. Antes, a taxa custava R$ 66,72 no pacote clássico. Haverá mudanças também nas mensalidades. Parte delas custará R$ 8. Antes, valiam até R$ 15,76.</p>
<p>As mudanças ocorreram após a abertura desse mercado. A partir de agora, a operadora DBTrans também passará a oferecer um serviço similar ao Sem Parar, com planos pré e pós-pagos. A previsão do governo é que em três meses o serviço esteja funcionando plenamente nos 144 pedágios de São Paulo.</p>
<p>A Artesp prevê que mais operadoras passem a compor esse segmento ainda neste ano.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Enem: nova regra triplica correção</title>
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		<comments>http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/enem-nova-regra-triplica-correcao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 May 2012 02:33:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[As novas – e mais rigorosas – regras de correção das redações do Exame Nacional do Ensino Médio, cujas inscrições começam nesta segunda-feira e vão até 15 de junho, devem triplicar o número de textos que vão para o terceiro corretor]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>PAULO SALDAÑA</p>
<p>As novas – e mais rigorosas – regras de correção das redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), cujas inscrições começam nesta segunda-feira, 28, e vão até 15 de junho, devem triplicar o número de textos que vão para o terceiro corretor, na comparação com o que ocorreu em 2011. A estimativa é de técnicos do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do Ministério da Educação (MEC) responsável pelo exame.</p>
<p>Na última edição do Enem, 360 mil redações, cerca de 10% dos textos corrigidos, foram para uma terceira avaliação por causa de discrepância de mais de 300 pontos entre as duas primeiras correções, conforme previa a regra antiga. É a primeira vez que esse número é revelado.</p>
<p>Agora, esse limite de diferença entre as duas correções iniciais caiu para 200 pontos. A terceira leitura poderá ocorrer ainda em outra situação: se as notas de pelo menos um dos cinco critérios de avaliação dos textos tiver discrepância maior que 80 pontos entre as duas correções iniciais, mesmo que na nota geral a diferença seja inferior a 200.</p>
<p>Pelo novo modelo de correção, anunciado semana passada, haverá mais uma instância para averiguação. Se mesmo com a terceira correção persistir a discrepância de avaliação, a redação será relida, dessa vez por uma banca presencial de 3 membros.</p>
<p><strong>Corretores</strong><br />
Com os novos critérios, mais de 1 milhão de redações devem ter mais de duas leituras, na previsão do Inep. O MEC já anunciou que as mudanças virão acompanhadas de um aumento de 40% no números de corretores para que todas as etapas consigam ser atendidas. A banca de corretores passará de 3 mil, como foi em 2011, para 4,2 mil profissionais.</p>
<p>Questiona-se, porém, se, mesmo com mais profissionais, o sistema dará conta de corrigir com qualidade no prazo necessário. Inep e MEC tentam, com as novas regras, acabar com as queixas em torno das notas de redação – situação que marcou as últimas duas edições do Enem.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>&gt; &gt; Inscrições: de hoje a 15/06<br />
 <br />
&gt; &gt; Taxa: R$ 35<br />
 <br />
&gt; &gt; Isenção: alunos da rede pública<br />
 <br />
&gt; &gt; Provas: 3 e 4/11, às 13h<br />
 <br />
&gt; &gt; Resultados: o gabarito sai em 7 de novembro e os resultados individuais, em 28 de dezembro</p>
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		<title>Metrô fará obras de nova linha em 2013</title>
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		<pubDate>Mon, 28 May 2012 01:34:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trânsito]]></category>

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		<description><![CDATA[O primeiro trecho, com 4,6 km, terá quatro estações (Orfanato, Água Rasa, Anália Franco e Vila Formosa) e deverá ficar pronto em 2017. A previsão foi divulgada na semana passada pela empresa. Trata-se de um prazo menor que o informado anteriormente ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CAIO DO VALLE</p>
<p>O Metrô de São Paulo pretende iniciar no ano que vem a construção da Linha 15-Branca, que ligará a Vila Prudente, na zona leste, às imediações da Rodovia Presidente Dutra, na zona norte. O primeiro trecho, com 4,6 km, terá quatro estações (Orfanato, Água Rasa, Anália Franco e Vila Formosa) e deverá ficar pronto em 2017. A previsão foi divulgada na semana passada pela empresa, durante audiência pública do projeto. Trata-se de um prazo menor que o informado anteriormente – 2020 –, o que sugere uma tentativa de antecipar o início da operação do ramal.</p>
<p>Quando a primeira fase estiver concluída, 1,134 milhão de passageiros circularão pela linha diariamente. O número leva em conta a demanda da Linha 2-Verde e de uma futura extensão dela, ligando a Estação Vila Madalena a uma parada na Rua Cerro Corá, zona oeste. A Linha 15 será uma continuação da Linha 2 a partir da Vila Prudente. Ou seja, as pessoas percorrerão as duas no mesmo trem.</p>
<p>Por isso, o Metrô estuda mudar a denominação da Linha 15 antes da inauguração. Ela poderá se chamar Linha 2 e ser identificada pela cor verde. O mapa futuro da rede metroviária da Secretaria Estadual dos Transportes Metropolitanos mostra o ramal desta forma.</p>
<p>A diretora de assuntos corporativos do Metrô, Alexandra Leonello Granado, disse que o decreto de desapropriações para a construção da Linha 15 será publicado pelo governo do Estado até o fim do ano. “A definição dos imóveis que serão desapropriados somente estará consolidada quando da conclusão do projeto básico (que já está em fase de elaboração).”</p>
<p>Ainda de acordo com ela, a segunda fase da linha, com 8,7 km e oito estações (Guilherme Giorgi, Nova Manchester, Aricanduva, Penha, Penha de França, Tiquatira, Paulo Freire e Dutra), tem previsão de abertura em 2019. Nessa fase, o ramal do Metrô entre as estações Cerro Corá e Dutra carregará 1,718 milhão de passageiros por dia útil. O volume é quatro vezes maior do que o total de usuários que Linha 2-Verde transportava diariamente no ano passado.</p>
<p>Ao longo do trajeto, a Linha 15 terá seis terminais de ônibus. “O que já existe na Estação Penha (onde haverá conexão com a Linha 3-Vermelha) será adaptado para a incorporação da linha”, disse Argimiro Alvarez Ferreira, gerente de concepção de projetos civis do Metrô. Os demais ficarão nas estações Água Rasa, Vila Formosa, Tiquatira, Paulo Freire e Dutra.</p>
<p><strong>Cerro Corá</strong><br />
A Linha 2-Verde também se expandirá para o oeste. Da Vila Madalena rumará para uma parada final na Rua Cerro Corá, com uma estação intermediária. Uma fonte do Metrô disse que essa extensão de 2,6 km é necessária para que a Linha 15-Branca funcione integralmente, sem que o intervalo dos trens seja afetado – equipamentos usados para manobra após Vila Madalena não seriam suficientes para a futura demanda.</p>
<p>Oficialmente, o Metrô só diz que o trecho integrará o projeto da Linha 20-Rosa (Lapa-Moema), com a qual a Cerro Corá se ligará.</p>
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		<title>Ipiranga muda e enfrenta onda de violência</title>
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		<pubDate>Mon, 28 May 2012 01:32:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[bairro]]></category>
		<category><![CDATA[Camilla Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[capital]]></category>
		<category><![CDATA[criminosos]]></category>
		<category><![CDATA[Ipiranga]]></category>
		<category><![CDATA[zona sul]]></category>

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		<description><![CDATA[Casarões antigos e pequenos estabelecimentos comerciais têm perdido espaço para novos prédios, lojas de grife, universidades, além do metrô. A mudança de perfil fez o tradicional bairro da zona sul da capital se tornar atraente para criminosos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CAMILLA HADDAD</p>
<p>O Ipiranga não é mais o mesmo. Casarões antigos e pequenos estabelecimentos comerciais têm perdido espaço para novos prédios, lojas de grife, universidades, além do metrô. A mudança de perfil fez o tradicional bairro da zona sul da capital se tornar atraente para criminosos. Nos primeiros quatro meses deste ano, os roubos em geral e furtos e roubos de carros cresceram mais de 40% em relação a igual período do ano passado.</p>
<p>A sensação de insegurança ficou mais presente no dia 18, quando o Ipiranga registrou o seu primeiro latrocínio (roubo seguido de morte) neste ano. O aposentado Hélcio Augusto, de 67 anos, foi morto a tiros por ladrões que queriam seu Pajero. O assassinato foi em frente ao edifício Palace Pierre Labatut, onde Augusto havia comprado um imóvel para morar com a família, na Rua Labatut.</p>
<p>Um outro assalto por pouco também não virou latrocínio dias antes: o consultor Fábio Akira, de 29 anos, foi baleado de raspão ao não entregar a moto em que estava, na Rua Brigadeiro Jordão. Ele e a namorada foram abordados em frente a um edifício. A moto do rapaz é avaliada em R$ 30 mil.</p>
<p>O zelador do prédio, Marcos Nascimento, de 37 anos, foi quem ajudou a socorrer Akira. “Chamei a ambulância e, após o socorro, guardei a moto dele”, disse. O zelador perdeu as contas de queixas de assalto. Orienta os moradores a ter o máximo de cuidado na rua e ao estacionar o carro. “Outro dia levaram uma Strada de um moço. Tinha código, mesmo assim eles (bandidos) conseguiram abrir.”</p>
<p>O setor de inteligência do 17.º Distrito Policial (Ipiranga) já identificou e mapeou os ‘hot spots’ (do inglês pontos quentes), que são os locais com maior incidência de delitos. As ruas – que não tiveram os nomes divulgados – serão alvos de uma megaoperação das polícias Civil e Militar. “Queremos flagrar os ladrões de carro, que é o nosso problema principal”, explica o delegado titular do 17.º DP, Evandro Luiz de Melo Lemos. A ideia é montar bloqueios.</p>
<p>Lemos esteve à frente da mesma delegacia de 2009 a 2010 e disse que, naquela época, os indicadores não eram alarmantes. “A média de carros roubados era de 26 por mês. Hoje, temos 45.” A explicação, segundo o delegado, pode estar ligada ao crescimento do bairro. “Aumentou o número de apartamentos, faculdades e temos estação de metrô, o que faz com que mais carros fiquem estacionados nas ruas e mais pessoas circulem”, observa.</p>
<p>A dona de uma papelaria há dez anos na Rua Agostinho Gomes está assustada. “Aqui eram lojas pequenas, de bairro mesmo. De um ano para cá surgiram lojas de grife, como essas que se vê na Oscar Freire”, comenta a comerciante, que não quer ter o nome divulgado. “Meu vizinho, dono de uma adega, fechou as portas por causa de assalto”, lembra. Moradores dizem que até mudaram a rotina. “Todo dia a gente vê roubo da janela, sem poder fazer nada”, afirma uma moradora, de 60 anos.</p>
<p>A dona de casa Elvira Santos, de 52, foi testemunha de um roubo a pedestre semana passada. “Fiquei traumatizada. Eram duas horas quando assaltantes em moto pararam e arrancaram a bolsa de uma menina.”</p>
<p>O presidente do Conselho Comunitário de Segurança do Ipiranga, Sérgio Yamada, confirma a mudança de perfil. “O Ipiranga era um lugar calmo. Com a chegada do metrô e prédios novos, os assaltos também aumentaram.” Segundo Yamada, faltam operações de abordagem na área. “Não está escrito na testa quem é bandido e quem não é. Precisamos de policiamento mais enérgico.”</p>
<p>Uma das propostas do Conseg é fazer com que PMs de toda a região façam rondas em mais ruas, não só nas determinadas na Operação Delegada. A resposta para a reivindicação ainda não veio. A corporação não informou se irá redirecionar o policiamento.</p>
<p>Para o capitão da PM Cleodato Moisés, porta-voz do Comando de Policiamento da Capital, quando há melhora social de um bairro, ocorre aumento de crimes. “Ladrões preferem locais de grande movimento e com bom poder aquisitivo.” Dados do Sindicato da Construção Civil (Secovi-SP) mostram que 1.024 unidades surgiram no bairro, entre 2010 e 2012. Na Vila Leopoldina, na zona oeste, região com perfil semelhante, por exemplo, foram 988 apartamentos no mesmo período, mas os crimes não aumentaram.<br />
<strong>DICAS</strong></p>
<p>1 &#8211; Mantenha sempre sua atenção na rua, no metrô, no ônibus e em centros comerciais<br />
 <br />
2 &#8211; Tenha especial atenção às pessoas à sua volta. Lembre-se: os assaltantes valem-se principalmente do<br />
fator surpresa e da desatenção para atacar suas vítimas<br />
 <br />
3 &#8211; Desconfie de estranhos com conversa envolvente que tentem aproximação<br />
 <br />
4 - Se o seu veículo for furtado ou roubado, não tente procurá-lo, ligue para o telefone 190 e forneça todas as<br />
informações possíveis, como características dos assaltantes<br />
 <br />
5 &#8211; Estacione o mais próximo possível de seu destino<br />
 <br />
6 &#8211; Procure estacionar sempre em condições de sair facilmente, caso surja algum problema<br />
 <br />
7 &#8211; Se for obrigado a estacionar na via pública, procure fazê-lo em locais movimentados e bem iluminados. Não deixe objetos à vista. Guarde todos no porta-malas sempre que possível</p>
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		<title>Recarga do bilhete único tem falhas</title>
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		<pubDate>Mon, 28 May 2012 01:31:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jornal da Tarde</dc:creator>
				<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Bilhete Único]]></category>
		<category><![CDATA[bilhetes comuns]]></category>
		<category><![CDATA[BRUNO RIBEIRO]]></category>
		<category><![CDATA[cartão]]></category>
		<category><![CDATA[falha]]></category>
		<category><![CDATA[JULIANA DEODORO]]></category>
		<category><![CDATA[metrô]]></category>
		<category><![CDATA[problema]]></category>
		<category><![CDATA[recargas]]></category>

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		<description><![CDATA[Usuários do bilhete único têm enfrentado, diariamente, pelo menos uma falha no sistema de recargas do cartão nas estações de metrô. É comum encontrar o sistema com algum tipo de problema que impede o serviço. A saída, então, é comprar bilhetes comuns de metrô]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BRUNO RIBEIRO E JULIANA DEODORO</p>
<p>Usuários do bilhete único têm enfrentado, diariamente, pelo menos uma falha no sistema de recargas do cartão nas estações de metrô. É comum encontrar o sistema com algum tipo de problema que impede o serviço. A saída, então, é comprar bilhetes comuns de metrô, que não dão desconto na integração com ônibus nem viagens gratuitas nos coletivos.</p>
<p>Só no primeiro trimestre deste ano, foram registradas 93 falhas no sistema de recarga, segundo o Metrô. E os números contam apenas as reclamações feitas pelos usuários. O Metrô não mantém fiscais para saber se as vendas são ou não realizadas. O número de queixas em 2012 já é 28% maior do que o primeiro trimestre de 2011.</p>
<p>Para o Metrô, a comparação entre os dois períodos fica prejudicada porque, de lá para cá, o número de pontos de recarga cresceu. “Deve-se considerar que houve, nesse novo modelo, um grande incremento na quantidade de equipamentos, sendo de 23 para 182 máquinas de autoatendimento e de 254 para 353 máquinas de recarga automática de vales-transporte e consulta de saldos, o que prejudica a comparação.”</p>
<p>O número dos problemas, porém, pode ser maior: é que a subnotificação das queixas é grande. Na Estação Barra Funda, por exemplo, 50% dos entrevistados tiveram algum problema com a recarga, mas não procuraram o Metrô para se queixar.</p>
<p>Hoje, há 4 empresas contratadas pela companhia para fazer a venda dos créditos nas estações. Elas começaram a operar em novembro. Antes, o serviço era feito por uma outra terceirizada.</p>
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