Educadores dão sinal verde para estudar com MSN, vídeo e música
- 23 de outubro de 2010 |
- 23h12 |
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Categoria: Educação
Isis Brum e Mariana Lenharo
É possível um jovem estudar e aprender ouvindo MP3, navegando na internet e com a janela de conversas instantâneas aberta na tela do computador? Sim, é a resposta de pedagogos e psicólogos, apesar da descrença ou desconfiança de alguns pais, educados em épocas menos interativas.
É consenso entre os educadores que os métodos tradicionais de estudo não combinam com o perfil cada vez mais dinâmico e acelerado dos jovens, que têm acesso irrestrito a informações e tecnologias. Se antes a recomendação era de se reservar um canto silencioso e vazio da casa para o ritual solitário do estudo, hoje existe a percepção de que a interatividade, a internet, a música e até os cheiros podem ser aliados no processo de aprendizado.
Para a psicóloga Rosa Maria Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da PUC de São Paulo, até o modo de raciocinar da nova geração sofre influência das tecnologias e, sendo assim, não se pode mesmo esperar que o estudo permaneça igual. “Dá impressão que os jovens raciocinam no formato de hiperlinks. Quando estão discutindo um assunto, juntam as fontes, fazem ligações como se estivessem navegando na internet.”
Rosa nota que as novas gerações desenvolvem funções cognitivas diferentes e que isso acaba confundindo, além dos pais que acompanham o estudo dos filhos, os professores, ainda despreparados para esse fenômeno.
O comportamento de Kiara Sauer, de 16 anos, estudante do ensino médio, é um sinal dos tempos. Ela só consegue estudar via MSN, programa de conversas instantâneas via internet, usando o canal para explicar aos amigos que estão online o tema que está aprendendo. E, nesse universo, não faz diferença para a jovem se o interlocutor de plantão está ou não interessado no assunto.
“Só assim consigo estudar e, para mim, dá resultado”, diz Kiara, que explica online detalhes de geografia aos amigos ao mesmo tempo em que ouve, no modo aleatório, as 3 mil canções que tem armazenadas no MP3.
“Hoje, o aluno conversa pelo Skype (programa de fala via internet), ouve música, responde e-mails, tudo ao mesmo tempo. Por isso, estudos apontam que as crianças têm uma complexidade neural 25% maior do que a de um adulto”, afirma a pedagoga Aline Sério, gerente pedagógica do sistema educacional Universitário.
Mas, com tanta informação disponível, é necessário filtrar e analisar os conteúdos, diz Aline. “Simplesmente receber informações aleatoriamente não leva a nada, provoca confusão.” Para ela, é tarefa dos adultos – pais e professores – ajudar os jovens a encontrar informações importantes e avaliá-las de modo crítico. Disciplina e organização, alertam especialistas, são elementos que não saíram de moda. “Temos de trabalhar a questão do ensinar a buscar informação, fazer o jovem entender o processo de transformar informação em conhecimento”, diz a educadora.
O diretor dos colégios Módulo e Paulista, Wagner Sanchez, enfatiza na geração “multitask”, ou multitarefa, a importância do uso dos cinco sentidos no aprendizado para se criar, na mente do estudante, referências que facilitem a absorção do conteúdo. Como exemplo, cita um professor que, na aula sobre reprodução de plantas, levou um pé de laranjeira para sala. “Aquilo tinha cheiro extraordinário. Quando o professor retomou o tema, os alunos imediatamente se lembraram do cheiro e do que tinham aprendido.”
O educador Silvio Barini Pinto, diretor do Colégio São Domingos, afirma que o fato de os alunos estudarem em lugares variados e romperem o antigo ritual de estudo também tem a ver com o perfil modificado das famílias. “O aluno acaba aprendendo a estudar em qualquer lugar. É mais uma condição do que necessariamente uma escolha”, acredita.
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24/10/2010 - 02:12 Enviado por: aluisio de oliveira braga
Estudar é coisa séria, não é brincadeira…
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24/10/2010 - 13:07 Enviado por: Fabricio Freire
Na boa, quem fez esta pesquisa, fez muito mal. Pegar um punhado de educadores que não são maioria e chamar de opinião consensual é realmente complicado. Isto é jornalismo?
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24/10/2010 - 20:13 Enviado por: marcelo
Concordo com você…
Sou professor e discordo desta pesquisa. Tente dirigir um carro falando no celular. Não vai dar certo, pois desvia a atenção e pode causar acidantes. Por isso é proibido.
A verdade é uma só: uma minoria elitizada do país não quer educação pública de qualidade. Ela quer mão de obra barata. A educação de qualidade deixa para as PARTICULARES, onde seus filhos estudam. Ora, sinceramente!!!
Quero ver um dia este jovem fazer uma entrevista em uma multinacional com o MP3 no ouvido….
Quero ver ele prestar o vestibular da mesma forma.
Cada coisa!!!
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24/10/2010 - 13:29 Enviado por: Tweets that mention Jornal da Tarde -- Topsy.com
[...] This post was mentioned on Twitter by Dani Marques and Marcelo, Jot@_Pe. Jot@_Pe said: http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/educadores-dao-sinal-verde-para-estudar-com-msn-video-e-musica/ [...]
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24/10/2010 - 14:23 Enviado por: Tio Xavier
É preciso repensar e compreender como os jovens de hoje processam as informações e adaptar-se às novas linguagens. Do contrário os alunos continuarão a nos ver como dinossauros rugindo e escrevendo com cal em quadros escuros. Uma questão de perspectiva.
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24/10/2010 - 15:37 Enviado por: Alexsandro
A presente reportagem nos dá a certeza que existe pessoas trabalhando para adequar a escola brasileira ao mundo em que vivemos.
Não há mais controle quando o assunto é acesso a informação.
A tecnologia está presente na vida de todos. O que significa dizer que a tecnologia tem de fazer parte do processo de formação dessa nova geração.Sou um estudante de Administração Pública. E essa é uma das minhas causas.
http://www.cidadedemocratica.org.br/topico/463-a-educacao-na-era-digital
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24/10/2010 - 15:54 Enviado por: Jaime Guimarães
Vamos com calma. Existe uma corrente de educadores que é entusiasta das novas tecnologias na educação, mas ainda há e deve haver espaço para o tradicional, sobretudo no ambiente escolar.
Essa “transição” de paradigmas e acesso à informação não deve acontecer de forma tão apressada – e uma das pedagogas diz que é necessário haver a orientação de pais e professores para lidar com a “overdose de informaçao” deste período – e a escola deve se familiarizar com as NTIC em seu espaço e no processo de ensino e aprendizagem. Mas isso leva algum tempo e do jeito que a política educacional neste setor vem acontecendo, ainda vai demorar.
O que é normal, pois vivemos em um período de transição: a nova geração que já lida com twitter, smartphone, skype e facebook com tranquilidade enquanto outra geração tenta acompanhar esses processos.
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24/10/2010 - 17:05 Enviado por: Alexsandro
Amigo Jaime,
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Tenho uma curiosidade enorme como é tratada essa questão. Tecnologia e educação nos países com excelência nesta área (Noruega, Finlândia e Coreia do Sul).
Mesmo sem saber, tenho a impressão que estamos bem atrasados.
Sou estudante universitário e trabalho. E nas duas situações tenho de me reinventar para corresponder. Porque o que a escola tradicional me ensinou, ficou para traz. -
24/10/2010 - 23:42 Enviado por: Claudio
Jaime, smartphones, iPads, Twitter, isso são tecnologias do presente, e vão se tornar obsoletas em pouquíssimo tempo. A Educação deve ter como objetivo a formação de pessoas com visão de longo prazo, formular e dar respostas a problemas, questionar o mundo em que vivemos. E não ensinar a apertar botões de gadgets eletrônicos.
Qual a importância de se saber “mexer” em um Blackberry? Isso até um chimpanzé bem treinado faria…
Caramba, será que isso é tão complicado de se entender?
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24/10/2010 - 16:13 Enviado por: andregv
O melhor que se poderia fazer pela educação brasileira seria fechar o ministério da educação e explodir todos os cursos de pedagogia. Esses cursos formam um bando de analfabetos funcionais preocupados em fazer revolução social no lugar de educar as crianças e jovens. Mas, pensando bem, como poderiam transmitir conhecimento se nunca estudaram de verdade?
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24/10/2010 - 22:34 Enviado por: Emília
Concordo plenamente.
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Pedagogos inventam teorias que nunca dão certo na prática, por isso o Brasil está na rabeira em educação.
Disciplina para estudar ainda é o melhor jeito de aprender. -
24/10/2010 - 23:34 Enviado por: Sônia
andregv, se o sr é educador porquê então fechar o ministério da educação, se já não temos como educadores direitos quase nenhum respeitados, imagine você não existindo nenhum órgão que regulamente nada . Você não pode rotular professor de analfabeto, acho que o que falta é sim governantes preocupados com uma educação de qaulidade ,isso passa també pela dignidade nos baixos salários que se paga a esses profissionais. Espero que você repense suas ideias e não vá atacando um profissional que já acusado de tantos erros que existe nesse âmbito. Você precisa ler mais e procurar outra solução, essa foi desastrosa.Inté
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24/10/2010 - 17:10 Enviado por: Marcia
Eu sempre digo para minha filha ”coitado de quem segue opinião de quem não sabe o que diz”.
Afinal…pra que estudar? não é mesmo? Os governantes não querem isso realmente. Como eles irão comandar pessoas que pensam? -
24/10/2010 - 17:24 Enviado por: Oswaldo Roberto Rodrigues
Se fosse com o dinheiros de cada um deles, não me importaria.
Mas gastar o dinheiro arrecadado com meus tributos em fingir que os professores ensinam e os alunos aprendem, não.
Isso é um tapa na cara do digno e honrado trabalhador que paga os escorchantes tributos que lhe é exigido!
Está na hora da desobediência fiscal! -
24/10/2010 - 17:25 Enviado por: J L
até mesmo os adultos tem aprendido muito mais se usufruem do acesso livre na net. Podemos entender sem especialização, de assuntos que antes precisávamos livro, faculdade e professor.
Façam um teste ! Tem alguma duvida juridica, faça uma busca e leia a Lei, com sua interpretação, por ex. -
24/10/2010 - 17:55 Enviado por: Murilo da Cruz
Achei o artigo muito superficial. Sou porofessor em uma escola séria e não vejo, entre meus colegas, nenhuma certeza sobre isso. Não acredito que o comportamento multitarefas possa substituir a atenção a uma única tarefa sem que haja prejuízos sérios. O maior deles é a superficialidade e outro é a ansiedade. Vivemos uma época em que estes dois problemas se realimentam em jovens, crianças e adultos.
Cresci com a TV e o computador fez parte do final da minha adolescência, mas hoje acredito que preciso brigar com a tendência a esse comportamento multitarefas que acabei aprendendo. Até que me provem o contrário, acredito que quanto mais foco houver, melhor é o trabalho, tanto em termos de resultado quanto de processo. -
24/10/2010 - 18:20 Enviado por: Sérgio Ribeiro Santos
Sou professor universitário e estou todos os dias da semana interagindo com os meus alunos, tanto em sala quanto em estudos pela internet. Já lí também pesquisas de universidades nos EUA e Europa sobre os alunos multifuncionais e constato na prática o que essas pesquisas apontaram em números. Ao contrário do que se propõe o estudo acima, esses alunos “digitais” tem grande dificuldade de concentração, não conseguem interpretar um enunciado com mais de 3 linhas e são dispersos em salas de aula. Para que houvesse a transição conforme aborda a reportagem, seria necessário uma transformação no cérebro humano, que deveria ser capaz de se concentrar em várias coisas ao mesmo tempo. Se assim não fosse, porque é proibido falar ao celular e dirigir ao mesmo tempo? Ou será que a educação é menos importante?
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24/10/2010 - 23:36 Enviado por: Claudio
O importante é consumir, Sérgio. Daí toda essa importância dada aos gadgets modernos. Não é à toa que o petismo vive anunciando seu orgulho em levar “milhões” para a classe média. Seremos um país de consumidores de bugigangas e apertadores de botão.
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24/10/2010 - 19:29 Enviado por: Rolando
O problema é que também existem estudos que mostram que ao fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo os jovens não conseguem aprender e fixar o que aprendem.
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24/10/2010 - 19:56 Enviado por: GILBERTO
Consenso de quem ? Ora o tal perfil acelerado e dinamico alegado pela reportagem hoje será o transtorno de ansiedade amanhã . Alguns já desenvolvem sindromes ao ficarem apenas um dia sem celular ou computador, e o que pseudo educadores lenientes fazem ? assumem uma postura confortavel de deixar o barco correr sozinho – vergonhoso para a profissao !!!
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24/10/2010 - 20:08 Enviado por: TEIXEIRA
TANTO BOBAGEM….ACHEI MAIS INTERESSANTE AS OPINIOES DOS LEITORES…A REPORTAGEM EM SI É SUPERFICIAL…POBRE DEMAIS!!!
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24/10/2010 - 20:40 Enviado por: sergio
Bem, interessante ouvir isso dos pedagogos no Brasil. Trabalho numa escola de segundo grau em Londres.E uma das regras da escola e que os alunos nao usem os celulares deles na escola em hipotese alguma, nem computadores e etc.
Nao acredito que tudo seja verdade, porem eu consigo escutar meu mp3 e ler um livro ao mesmo tempo. Na verdade o meu cerebro se desconecta da musica e se concentra na leitura que faco. A internete sim vicia e esta tornando os jovens de hoje menos sabios. Eles sabem de um monte de coisas relacionadas com o que acontece na net, basta perguntar a capital de um pais e eles ficam com cara de ue!! -
24/10/2010 - 21:02 Enviado por: marianne
professores socialistas tentando detonar a cultura ocidental. daquele tipo que odeia o serra45.
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24/10/2010 - 21:06 Enviado por: Rynaudo Costa
De fato, a maioria dos alunos hoje tem acesso facilitado a internet e a usar as redes sociais como ajuda para estudo.
Só que estudar é quando adquirimos um conhecimento daquilo que lemos e relemos com total atenção e dedicação, e caramba, não da pra estuda por msn, por que de qualquer jeito a pessoa vai se dispersar e ela não vai aprende porcaria nenhuma ! depois vai chega na hora que tem que estuda de verdade ai mete a cara no livro… que matéria estranha -
24/10/2010 - 22:24 Enviado por: Devandira Ferreira
A tecnologia é uma ferramenta aliada do estudante para busca de informações. O professor não terá dificuldade alguma em ensinar os alunos se souber usar esta ferramenta. Os dois podem conviver numa boa.
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24/10/2010 - 22:28 Enviado por: Marcos V
Eu acredito que os leitores que comentaram contra o texto não o compreenderam bem. Há nele a divulgação de novas perspectivas para otimização do desenvolvimento cognitivo utilizando-se novas tecnologias e quebrando paradigmas, normais em situações de transição. Veja por exemplo o ensino da literatura. Existe entre nós um superficialidade ao tratar do tema. Para nós, literatura só está nos livros, que juntam pó, traças e que definham…Literatura é mais que isso, é um organismo vivo que transcende o palpável, um reflexo de uma sociedade como um todo. Os clássicos gregos atravessaram séculos em pergaminhos. É válido aquele argumento de que gostamos do cheiro, de tocar o livro, etc, mas isso não pode ser paradigma para o desenvolvimento de gosto pela leitura. A net pode ajudar nisso, existem sites, blogs que tratam, levam temas literários, dão dicas de livros, tem debates entre leitores. E isso é bom.
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24/10/2010 - 23:31 Enviado por: Claudio
Li a matéria e achei um absurdo. E lendo opiniões de educadores sérios, vi que estava com a razão. Essa modalidade de estudo vai formar pessoas com sérios déficits de atenção, sem contar que jamais irão se aprofundar em algo.
Basta comparar a Educação na Coréia do Sul com a brasileira. Lá alunos realmente aprendem. Aqui vão se tornar meros apertadores de botão.
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24/10/2010 - 23:46 Enviado por: Sônia
A Educação no Brasil necessita de reformas, mas que elas venham para transformar o que já não está bom em algo melhor,isto com muita sensatez e responsabilidade,não será qualquer instrumento ,como o citado por alguns dos comentários que solucionará o problema. Há de se pensar algo muito mais profundo,cito :acesso a leitura ,escolas mais estruturadas, verbas mais consistentes ,investimentos que não fiquem só em projetos políticos, e acima de tudo governos comprometidos com a educação pública,etc.. coisa que estamos engatinhando,oxalá um dia eu veja algo de concreto na educação do jovem brasileiro.
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25/10/2010 - 02:13 Enviado por: William
Concordo plenamente com a pesquisa!
Estudar em silêncio total me desmotiva, me dá cansaço, sono, etc.
Estudar com msn ligado, musica, etc… se torna mais agradável e passo muito mais tempo estudando!
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25/10/2010 - 05:56 Enviado por: Eduardo
Eu e muitos não concordam com esta pesquisa, mensageiros instantâneos, websites de relacionamento, música e vídeo não contribuem com aprendizagem, muito pelo contrário.
O uso precoce de aparelhos eletrônicos como celulares, calculadoras e até mesmo o microcomputadores por jovens com menos de 15 anos prejudica muito a aprendizagem, o acesso a tais tecnologias deve ser negado pelos pais.
A partir dos 15 anos, o acesso deve ser liberado aos poucos, de preferência com controle dos pais, para que o jovem não se aliene com o mal uso de tais aparelhos.
Se o jovem tiver interesse em seguir carreira profissional na área de tecnologia da informação é aconselhável cursar durante o ensino médio o curso de técnico em informática para verificar se realmente tem vocação e interesse em trabalhar na área.
Se for para uso pessoal e/ou profissional, não leva mais do que 1 ou 2 meses para aprender a usar tais tecnologias, não sendo necessário “escravizar” os jovens a estes recursos fúteis que não agregam nada na vida pessoal, social, educacional e profissional. A leitura e as experiências “reais” de vida é o que prepara o jovem para a vida.
Em vez de por seu filho ainda criança em um curso de informática, ou liberar o acesso dele a estas tecnologias, matricule-o em um curso de línguas, artes, esportes e afins, será a melhor maneira de prepará-lo para a vida “real” em sociedade.
O uso incorreto destes recursos está criando uma geração de analfabetos funcionais, sedentários, imaturos, imbecilizados, displicentes, indisciplinados e totalmente dependentes “psíquicos” de “bugigangas” computacionais fúteis.
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25/10/2010 - 08:54 Enviado por: marcia
Engraçado! São pedagogos e psicólogos que concordam que dá para estudar por msn… Cadê a opinião e as pesquisas de PROFESSORES aqueles que lidam com a educação de fato?
O jogo dos pedagogos e educadores que não lidam com a sala de aula é sempre esse: se o Professor não tem resultados positivos, é porque não aplicou a teoria direito… -
25/10/2010 - 11:22 Enviado por: Matéria no Jornal da Tarde | Educa já
[...] Leia a reportagem na íntegra acessando AQUI [...]
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25/10/2010 - 13:13 Enviado por: Milene Massucato
Aprender de fato depende de uma série de itens: desde a personalidade do aluno até o momento histórico-social em que se dá a aprendizagem. Ora, se vivemos numa era de hiperlinks e excesso de informação, a maneira de aprender – e de ensinar – mudou!
Não acredito que ouvir música e papear do MSN dê resultado. Mas se a música motivar o aluno e o MSN estiver servindo de tira-dúvida, por que não? -
25/10/2010 - 21:45 Enviado por: Cicero
Tenho minhas dúvidas… Na sala de aula, vejo diariamente atitudes que parecem contrariar tudo isso. Os alunos, bombardeados por imagens multicoloridas e expostas sem reflexão – video games, efeitos especiais, etc – favorecem mais o pensamento concreto do que a reflexão em cima do abstrato, este sim uma grande conquista que possibilitou a filosofia. Vejo com muita cautela estas “pesquisas” que encorajam o uso indiscriminado da internet, pois é do interesse de muitas empresas que as pessoas continuem consumindo informação imprecisa, ideologias,etc.
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25/10/2010 - 22:18 Enviado por: Mauricio
Os educadores devem concordar com a pesquisa, quem não concorda são os professores, já que educador é todo cidadão e professor é um profissional qualificado. Como professor acho complicado confundir informação com conhecimento, os alunos tem acesso à tecnologia e não a informação e muito menos ao conhecimento esse, infelizmente fica restrito à escola.
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26/10/2010 - 11:30 Enviado por: Jose
O uso incorreto destes recursos está criando uma geração de analfabetos funcionais, sedentários, imaturos, imbecilizados, displicentes, indisciplinados e totalmente dependentes “psíquicos” de “bugigangas” computacionais fúteis.
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05/11/2010 - 11:37 Enviado por: Blog do Estadão – Jornal da Tarde – Seção Cidade (Educadores dão sinal verde para estudar com MSN, vídeo e música – Wagner Sanchez) « Colégio Módulo
[...] Isis Brum e Mariana Lenharo É possível um jovem estudar e aprender ouvindo MP3, navegando na internet e com a janela de conversas instantâneas aberta na tela do computador? Sim, é a resposta de pedagogos e psicólogos, apesar da descrença ou desconfiança de alguns pais, educados em épocas menos interativas. É consenso entre os educadores que os métodos tradicionais de estudo não combinam com o perfil cada vez mais dinâmico e acelerado dos jovens, que têm acesso irrestrito a informações e tecnologias. Se antes a recomendação era de se reservar um canto silencioso e vazio da casa para o ritual solitário do estudo, hoje existe a percepção de que a interatividade, a internet, a música e até os cheiros podem ser aliados no processo de aprendizado. Para a psicóloga Rosa Maria Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da PUC de São Paulo, até o modo de raciocinar da nova geração sofre influência das tecnologias e, sendo assim, não se pode mesmo esperar que o estudo permaneça igual. “Dá impressão que os jovens raciocinam no formato de hiperlinks. Quando estão discutindo um assunto, juntam as fontes, fazem ligações como se estivessem navegando na internet.” Rosa nota que as novas gerações desenvolvem funções cognitivas diferentes e que isso acaba confundindo, além dos pais que acompanham o estudo dos filhos, os professores, ainda despreparados para esse fenômeno. O comportamento de Kiara Sauer, de 16 anos, estudante do ensino médio, é um sinal dos tempos. Ela só consegue estudar via MSN, programa de conversas instantâneas via internet, usando o canal para explicar aos amigos que estão online o tema que está aprendendo. E, nesse universo, não faz diferença para a jovem se o interlocutor de plantão está ou não interessado no assunto. “Só assim consigo estudar e, para mim, dá resultado”, diz Kiara, que explica online detalhes de geografia aos amigos ao mesmo tempo em que ouve, no modo aleatório, as 3 mil canções que tem armazenadas no MP3. “Hoje, o aluno conversa pelo Skype (programa de fala via internet), ouve música, responde e-mails, tudo ao mesmo tempo. Por isso, estudos apontam que as crianças têm uma complexidade neural 25% maior do que a de um adulto”, afirma a pedagoga Aline Sério, gerente pedagógica do sistema educacional Universitário. Mas, com tanta informação disponível, é necessário filtrar e analisar os conteúdos, diz Aline. “Simplesmente receber informações aleatoriamente não leva a nada, provoca confusão.” Para ela, é tarefa dos adultos – pais e professores – ajudar os jovens a encontrar informações importantes e avaliá-las de modo crítico. Disciplina e organização, alertam especialistas, são elementos que não saíram de moda. “Temos de trabalhar a questão do ensinar a buscar informação, fazer o jovem entender o processo de transformar informação em conhecimento”, diz a educadora. O diretor dos colégios Módulo e Paulista, Wagner Sanchez, enfatiza na geração “multitask”, ou multitarefa, a importância do uso dos cinco sentidos no aprendizado para se criar, na mente do estudante, referências que facilitem a absorção do conteúdo. Como exemplo, cita um professor que, na aula sobre reprodução de plantas, levou um pé de laranjeira para sala. “Aquilo tinha cheiro extraordinário. Quando o professor retomou o tema, os alunos imediatamente se lembraram do cheiro e do que tinham aprendido.” O educador Silvio Barini Pinto, diretor do Colégio São Domingos, afirma que o fato de os alunos estudarem em lugares variados e romperem o antigo ritual de estudo também tem a ver com o perfil modificado das famílias. “O aluno acaba aprendendo a estudar em qualquer lugar. É mais uma condição do que necessariamente uma escolha”, acredita. Fonte: Jornal da Tarde Leia a matéria na íntegra [...]
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07/11/2010 - 17:38 Enviado por: álefe
Sou professora universitário e estou todos os dias da semana interagindo com os meus alunos, tanto em sala quanto em estudos pela internet. Já lí também pesquisas de universidades nos EUA e Europa sobre os alunos multifuncionais e constato na prática o que essas pesquisas apontaram em números. Ao contrário do que se propõe o estudo acima, esses alunos “digitais” tem grande dificuldade de concentração, não conseguem interpretar um enunciado com mais de 3 linhas e são dispersos em salas de aula. Para que houvesse a transição conforme aborda a reportagem, seria necessário uma transformação no cérebro humano, que deveria ser capaz de se concentrar em várias coisas ao mesmo tempo. Se assim não fosse, porque é proibido falar ao celular e dirigir ao mesmo tempo? Ou será que a educação é menos importante?
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21/11/2010 - 20:10 Enviado por: Elisabete Montero
Lamento que alguns não concordem com a tônica da reportagem, mas eu vi meu aluno escrevendo o trabalho de conclusão de curso no computador, me ouvindo e falando ao celular tudo ao mesmo tempo. Sou testemunha disto. Ele consegue assitir vídeos, falar no MSN e se ligar pelo celular também. A nova geração terá, sem dúvida, um diferencial neural que a minha geração infelizmente não teve. Fomos leitores, não produtores de idéias e participantes ativos de tantas redes sociais. A educação será cada vez mais plástica, sem fronteiras, bem vindos à nova era da cibercultura.
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30/12/2010 - 01:34 Enviado por: MiddletonPatsy24
I opine that to get the home loans from creditors you should have a good motivation. But, once I’ve received a term loan, just because I was willing to buy a bike.
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15/07/2011 - 12:51 Enviado por: car floor mats
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