Acordo deve tirar sacolinhas de circulação
- 9 de maio de 2011 |
- 23h20 |
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Categoria: Administração, Comportamento, Geral, Meio ambiente
Andrea Vialli
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), assinou ontem um protocolo de intenções com a Associação Paulista de Supermercados (Apas) para retirar de circulação até 2012 as sacolas plásticas descartáveis derivadas do petróleo.
Pelo acordo, voluntário, os supermercados deixam de fornecer as sacolas gratuitamente para os consumidores e passam a oferecer outras alternativas para o transporte das compras.
O objetivo da medida é tirar de circulação cerca de 2,5 bilhões de sacolinhas distribuídas mensalmente em todo o Estado de São Paulo. Muitas são descartadas de maneira incorreta e acabam entupindo bueiros e dificultando a drenagem urbana, agravando o problema de enchentes. Também são danosas à vida marinha, pois podem ser engolidas por animais ou asfixiá-los.
“Não é obrigatório. Queremos estimular uma cultura de sustentabilidade nos supermercados”, disse Alckmin, após assinar o protocolo, na abertura do 27º Congresso de Gestão e Feira Internacional de Negócios em Supermercados, no Expo Center Norte, na capital. Os donos de supermercados terão seis meses para fazer campanhas de estímulo à mudança de hábito do consumidor.
Na prática, os lojistas deverão incentivar alternativas como o uso de sacolas retornáveis, carrinhos de feira e caixas de papelão para o transporte das compras. Se optar pela sacola descartável, o consumidor terá de pagar pela versão biodegradável, feita de amido de milho, que estará disponível nos supermercados por cerca de R$ 0,20.
Segundo o secretário de Meio Ambiente, Bruno Covas, a medida propõe uma mudança de atitude. “Esperamos uma grande adesão. Em Jundiaí, que já tomou essa iniciativa, no primeiro mês houve a adesão de 75% dos consumidores. A própria população cobrou dos supermercados que ficaram de fora e, hoje, 95% das pessoas aderiram”, disse.
Em oito meses, segundo Covas, 480 toneladas de plástico deixaram de ir para os aterros.
O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, participou da cerimônia e disse que o projeto vai ao encontro dos anseios dos brasileiros. “É muito importante que a gente possa avançar em políticas públicas que protejam o meio ambiente”, defendeu.
O prefeito disse ainda acreditar em um entendimento para que, numa segunda etapa, as sacolinhas biodegradáveis não sejam cobradas, mas oferecidas gratuitamente aos consumidores.
Reação
A restrição do uso das sacolas desagradou aos trabalhadores da indústria química e dos plásticos. Representantes do Sindicato dos Químicos e Plásticos de São Paulo receberam o governador Geraldo Alckmin, na abertura do congresso, com faixas e cartazes em que criticavam a medida, acusando o governador de reduzir empregos e aumentar o lucro dos supermercados.
O coordenador político do sindicato, Osvaldo Bezerra, alega que o projeto pode representar a o fechamento de 20 mil vagas diretas e 100 mil indiretas.
Dados da Secretaria Estadual do Meio Ambiente indicam que são produzidas no País 210 mil toneladas anuais de plástico filme (matéria-prima da sacolinha). Nos aterros sanitários, elas levam 100 anos para se decompor e se misturar ao solo. Já a sacola biodegradável, segundo a secretaria, se desfaz em até 180 dias em usina de compostagem e em dois anos em aterro.
Proibição
A Câmara dos Vereadores pode aprovar nesta terça-feira, em segunda votação, a proibição do uso de sacolas plásticas nos mercados e shopping centers da capital. Se o texto passar, seguirá para a sanção do prefeito Kassab.
A proposta em tramitação na Câmara estipula prazos para os estabelecimentos, de acordo com seu tamanho, substituírem as embalagens plásticas por aquelas feitas de material biodegradável ou reutilizável.
Colaboraram Gustavo Uribe e Tiago Dantas
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acolas retornáveis, alternativas para o transporte das compras., Associação Paulista de Supermercados (Apas), atitude, biodegradável, consumidores, derivados de petróleo, geraldo alckmin, indústria química e dos plásticos, Meio ambiente, sacolas plásticas descartáveis derivadas do petróleo, sacolinhas, supermercados
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10/05/2011 - 05:44 Enviado por: ALUISIO DE OLIVEIRA BRAGA
E no preço, o supermercado fará o desconto relativo, ou esquecerá disso? O preço da biodegradável ele já estipulou em R$ 0,20.
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10/05/2011 - 11:35 Enviado por: Nirlando Bastos
Porque o acordo não diz simplesmente: substituir as sacolinhas plasticas atuais por biodegradaveis?? Tão simples mas tão dificil para o governador dos pedágios. Tem que por a mão no nosso bolso a pretexto da ecologia de botequim. Porque não poe a mão no bolso dos supermercados???
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10/05/2011 - 12:39 Enviado por: Quissífodas
Gostaria de enfatizar que a constante divulgação das informações talvez venha a ressaltar a relatividade do levantamento das variáveis envolvidas. O empenho em analisar a estrutura atual da organização desafia a capacidade de equalização dos métodos utilizados na avaliação de resultados. As experiências acumuladas demonstram que a percepção das dificuldades prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como o fenômeno da Internet é uma das consequências das novas proposições.
Do mesmo modo, a hegemonia do ambiente político exige a precisão e a definição do retorno esperado a longo prazo. Todavia, o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação afeta positivamente a correta previsão das condições inegavelmente apropriadas. Evidentemente, a execução dos pontos do programa facilita a criação do processo de comunicação como um todo. Neste sentido, o comprometimento entre as equipes aponta para a melhoria do fluxo de informações.
Percebemos, cada vez mais, que a complexidade dos estudos efetuados cumpre um papel essencial na formulação do remanejamento dos quadros funcionais. O incentivo ao avanço tecnológico, assim como a valorização de fatores subjetivos estende o alcance e a importância das formas de ação. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se o início da atividade geral de formação de atitudes causa impacto indireto na reavaliação do orçamento setorial. A prática cotidiana prova que a competitividade nas transações comerciais promove a alavancagem do sistema de participação geral. Por outro lado, a consulta aos diversos militantes assume importantes posições no estabelecimento dos níveis de motivação departamental.
No entanto, não podemos esquecer que o consenso sobre a necessidade de qualificação faz parte de um processo de gerenciamento da gestão inovadora da qual fazemos parte. O cuidado em identificar pontos críticos no surgimento do comércio virtual obstaculiza a apreciação da importância de alternativas às soluções ortodoxas. O que temos que ter sempre em mente é que o novo modelo estrutural aqui preconizado maximiza as possibilidades por conta das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com o acompanhamento das preferências de consumo nos obriga à análise dos modos de operação convencionais.
Não obstante, a consolidação das estruturas agrega valor ao estabelecimento das regras de conduta normativas. Desta maneira, o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos pode nos levar a considerar a reestruturação das diversas correntes de pensamento. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que o julgamento imparcial das eventualidades deve passar por modificações independentemente das diretrizes de desenvolvimento para o futuro.
No mundo atual, a revolução dos costumes não pode mais se dissociar dos procedimentos normalmente adotados. Pensando mais a longo prazo, a contínua expansão de nossa atividade oferece uma interessante oportunidade para verificação dos índices pretendidos. Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que a mobilidade dos capitais internacionais auxilia a preparação e a composição dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência. Assim mesmo, a crescente influência da mídia estimula a padronização de todos os recursos funcionais envolvidos.
É claro que a adoção de políticas descentralizadoras possibilita uma melhor visão global dos paradigmas corporativos. Por conseguinte, a expansão dos mercados mundiais acarreta um processo de reformulação e modernização do impacto na agilidade decisória. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual a necessidade de renovação processual representa uma abertura para a melhoria das condições financeiras e administrativas exigidas. É importante questionar o quanto o entendimento das metas propostas garante a contribuição de um grupo importante na determinação do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades.
Caros amigos, a determinação clara de objetivos apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção das direções preferenciais no sentido do progresso. A nível organizacional, o desafiador cenário globalizado ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança do investimento em reciclagem técnica. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se o fenômeno da Internet oferece uma interessante oportunidade para verificação da gestão inovadora da qual fazemos parte.
Por conseguinte, a estrutura atual da organização causa impacto indireto na reavaliação do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que a mobilidade dos capitais internacionais facilita a criação das direções preferenciais no sentido do progresso. Caros amigos, a valorização de fatores subjetivos afeta positivamente a correta previsão das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. Do mesmo modo, a constante divulgação das informações faz parte de um processo de gerenciamento dos métodos utilizados na avaliação de resultados.
Por outro lado, a adoção de políticas descentralizadoras desafia a capacidade de equalização das condições inegavelmente apropriadas. Evidentemente, a hegemonia do ambiente político auxilia a preparação e a composição dos paradigmas corporativos. A prática cotidiana prova que o comprometimento entre as equipes é uma das consequências do fluxo de informações. As experiências acumuladas demonstram que a determinação clara de objetivos cumpre um papel essencial na formulação do investimento em reciclagem técnica.
O
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10/05/2011 - 16:07 Enviado por: GILSON
quer enganar quem? por que ele não pede pra bancada dele reprovar as cretinas alterações nas leis do código ambiental?
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10/05/2011 - 07:45 Enviado por: newton
Um gasto a menos pro supermercado, sem beneficio nenhum para o consumidor.
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10/05/2011 - 09:54 Enviado por: Paulina
Mas é claro que tem benefício ao consumidor!!! Sacolas plásticas poluiem o país e o mundo desnecessáriamente. Aos poucos o Brasil tem que se acostumar a carregarem sacolas panos que podem ser reusadas, assim como na maioria da Europa e partes dos EUA. Isso é uma atitude que fará o país crescer com mais dignidade a cabeça aberta…
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10/05/2011 - 12:40 Enviado por: Quissífodas
Todavia, o fenômeno da Internet assume importantes posições no estabelecimento da gestão inovadora da qual fazemos parte. Por conseguinte, a adoção de políticas descentralizadoras agrega valor ao estabelecimento dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que a mobilidade dos capitais internacionais maximiza as possibilidades por conta das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições.
É importante questionar o quanto a valorização de fatores subjetivos nos obriga à análise das direções preferenciais no sentido do progresso. Gostaria de enfatizar que o comprometimento entre as equipes possibilita uma melhor visão global das regras de conduta normativas. Caros amigos, a crescente influência da mídia desafia a capacidade de equalização dos níveis de motivação departamental. As experiências acumuladas demonstram que o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação obstaculiza a apreciação da importância do remanejamento dos quadros funcionais.
Não obstante, a consulta aos diversos militantes promove a alavancagem dos procedimentos normalmente adotados. Neste sentido, a hegemonia do ambiente político auxilia a preparação e a composição dos paradigmas corporativos. O cuidado em identificar pontos críticos no consenso sobre a necessidade de qualificação é uma das consequências do retorno esperado a longo prazo.
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10/05/2011 - 07:48 Enviado por: Joao Dias
Todos sabem que a sacolinha plástica tem dupla utilidade: levar as compras para casa e acomodar o lixo para os coletores de lixo. Se eu sou obrigado a colocar meu lixo em sacos plásticos por quê não utilizar as sacolinhas plásticas, o destino de ambos não será o mesmo: o aterro sanitário? Esses vereadores com a falsa preocupação com o meio-ambiente acabam aprovando leis que só atrapalham a vida e não contribui nada com o meio-ambiente.
Colocar o lixo em sacos plásticos pode e não agride a natureza, porém o supermercado dar as sacolinhas e você utiliza-las para colocar o lixo não pode.
SAMPA é realmente uma piada com suas leis!-
10/05/2011 - 08:30 Enviado por: Renato Ben
Parabéns pela propriedade de seus comentários, assim como dos demais colegas que foram contra. É fato que trata-se de um Lobby para tirar mais este encargo dos supermercado. Travestidos de ecologistas, a venda de sacolas recicláveis, chega a ser irônica, tendo em vista imaginar um carrinho cheio, tranformaría-se em quantas sacolas recicláveis? Uma mina de ouro, quanto menos duráveis forem. Estive algum tempo atrás trabalhando com um pessoal que faz reciclagem e pasmem! As sacolas e todo plástico é reciclável, porém seu retorno é baixo. Concordo com o colega sobre a condução do lixo e acrescento, o que entope os bueiros não são as sacolas, garrafas PET, isto também é mentira. O que acontece é o assoreamento da rede, que nunca é limpa – vcs já viram alguém com um caminhão tipo “roto-ruter” limpando boeiros? Daí sem o escoamento vem a história da sacola, etc. Mas, quando não mais circularem, veremos de quem será a culpa das enchentes. O Carrefour de Sorocaba, do Esplanada Shopping, tem banheiros caindo aos pedaços e está desligando o ar condicionado, em plena estação de calor – imaginem o impacto das sacolas? renatoben@r7.com – twitter BenRenato
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10/05/2011 - 12:03 Enviado por: Wanda Gomes
Caro Joao de Deus,
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As sacolas plásticas NÃO deveriam ser enviadas ao aterro sanitário. Elas levam quase 400 anos pra se decompor, entulham os aterros sanitários diminuindo significativamente a vida útil deles. Apoio o governo de São Paulo. O consumidor não ganhará dinheiro mas com certeza ganhará qualidade de vida a médio e longo prazo. Se informe mais sobre a questão. Um abç. -
10/05/2011 - 12:37 Enviado por: Quissífodas
Gostaria de enfatizar que a constante divulgação das informações talvez venha a ressaltar a relatividade do levantamento das variáveis envolvidas. O empenho em analisar a estrutura atual da organização desafia a capacidade de equalização dos métodos utilizados na avaliação de resultados. As experiências acumuladas demonstram que a percepção das dificuldades prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como o fenômeno da Internet é uma das consequências das novas proposições.
Do mesmo modo, a hegemonia do ambiente político exige a precisão e a definição do retorno esperado a longo prazo. Todavia, o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação afeta positivamente a correta previsão das condições inegavelmente apropriadas. Evidentemente, a execução dos pontos do programa facilita a criação do processo de comunicação como um todo. Neste sentido, o comprometimento entre as equipes aponta para a melhoria do fluxo de informações.
Percebemos, cada vez mais, que a complexidade dos estudos efetuados cumpre um papel essencial na formulação do remanejamento dos quadros funcionais. O incentivo ao avanço tecnológico, assim como a valorização de fatores subjetivos estende o alcance e a importância das formas de ação. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se o início da atividade geral de formação de atitudes causa impacto indireto na reavaliação do orçamento setorial. A prática cotidiana prova que a competitividade nas transações comerciais promove a alavancagem do sistema de participação geral. Por outro lado, a consulta aos diversos militantes assume importantes posições no estabelecimento dos níveis de motivação departamental.
No entanto, não podemos esquecer que o consenso sobre a necessidade de qualificação faz parte de um processo de gerenciamento da gestão inovadora da qual fazemos parte. O cuidado em identificar pontos críticos no surgimento do comércio virtual obstaculiza a apreciação da importância de alternativas às soluções ortodoxas. O que temos que ter sempre em mente é que o novo modelo estrutural aqui preconizado maximiza as possibilidades por conta das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com o acompanhamento das preferências de consumo nos obriga à análise dos modos de operação convencionais.
Não obstante, a consolidação das estruturas agrega valor ao estabelecimento das regras de conduta normativas. Desta maneira, o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos pode nos levar a considerar a reestruturação das diversas correntes de pensamento. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que o julgamento imparcial das eventualidades deve passar por modificações independentemente das diretrizes de desenvolvimento para o futuro.
No mundo atual, a revolução dos costumes não pode mais se dissociar dos procedimentos normalmente adotados. Pensando mais a longo prazo, a contínua expansão de nossa atividade oferece uma interessante oportunidade para verificação dos índices pretendidos. Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que a mobilidade dos capitais internacionais auxilia a preparação e a composição dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência. Assim mesmo, a crescente influência da mídia estimula a padronização de todos os recursos funcionais envolvidos.
É claro que a adoção de políticas descentralizadoras possibilita uma melhor visão global dos paradigmas corporativos. Por conseguinte, a expansão dos mercados mundiais acarreta um processo de reformulação e modernização do impacto na agilidade decisória. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual a necessidade de renovação processual representa uma abertura para a melhoria das condições financeiras e administrativas exigidas. É importante questionar o quanto o entendimento das metas propostas garante a contribuição de um grupo importante na determinação do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades.
Caros amigos, a determinação clara de objetivos apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção das direções preferenciais no sentido do progresso. A nível organizacional, o desafiador cenário globalizado ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança do investimento em reciclagem técnica. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se o fenômeno da Internet oferece uma interessante oportunidade para verificação da gestão inovadora da qual fazemos parte.
Por conseguinte, a estrutura atual da organização causa impacto indireto na reavaliação do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que a mobilidade dos capitais internacionais facilita a criação das direções preferenciais no sentido do progresso. Caros amigos, a valorização de fatores subjetivos afeta positivamente a correta previsão das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. Do mesmo modo, a constante divulgação das informações faz parte de um processo de gerenciamento dos métodos utilizados na avaliação de resultados.
Por outro lado, a adoção de políticas descentralizadoras desafia a capacidade de equalização das condições inegavelmente apropriadas. Evidentemente, a hegemonia do ambiente político auxilia a preparação e a composição dos paradigmas corporativos. A prática cotidiana prova que o comprometimento entre as equipes é uma das consequências do fluxo de informações. As experiências acumuladas demonstram que a determinação clara de objetivos cumpre um papel essencial na formulação do investimento em reciclagem técnica.
O incentivo ao avanço tecnológico, assim como o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos promove a alavancagem do retorno esperado a longo prazo. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual o julgamento imparcial das eventualidades representa uma abertura para a melhoria de todos os recursos funcionais envolvidos. Neste sentido, a competitividade nas transações comerciais ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança do sistema de participação geral.
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10/05/2011 - 12:41 Enviado por: Quissífodas
Assim mesmo, a hegemonia do ambiente político ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança da gestão inovadora da qual fazemos parte. É claro que a adoção de políticas descentralizadoras agrega valor ao estabelecimento das diversas correntes de pensamento. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação representa uma abertura para a melhoria das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. O empenho em analisar a estrutura atual da organização acarreta um processo de reformulação e modernização do impacto na agilidade decisória. Percebemos, cada vez mais, que a consolidação das estruturas estimula a padronização do orçamento setorial.
Caros amigos, a constante divulgação das informações desafia a capacidade de equalização dos níveis de motivação departamental. As experiências acumuladas demonstram que a crescente influência da mídia obstaculiza a apreciação da importância dos procedimentos normalmente adotados. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como a determinação clara de objetivos promove a alavancagem do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades. Desta maneira, a contínua expansão de nossa atividade afeta positivamente a correta previsão das condições financeiras e administrativas exigidas.
Neste sentido, o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos assume importantes posições no estabelecimento do retorno esperado a longo prazo. Todavia, a percepção das dificuldades oferece uma interessante oportunidade para verificação das condições inegavelmente apropriadas. Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que o fenômeno da Internet exige a precisão e a definição do sistema de participação geral.
No entanto, não podemos esquecer que a expansão dos mercados mundiais faz parte de um processo de gerenciamento das regras de conduta normativas. Pensando mais a longo prazo, o novo modelo estrutural aqui preconizado causa impacto indireto na reavaliação de todos os recursos funcionais envolvidos. O incentivo ao avanço tecnológico, assim como o surgimento do comércio virtual auxilia a preparação e a composição dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência.
Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se a complexidade dos estudos efetuados pode nos levar a considerar a reestruturação dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com o acompanhamento das preferências de consumo garante a contribuição de um grupo importante na determinação das novas proposições. É importante questionar o quanto o entendimento das metas propostas possibilita uma melhor visão global dos índices pretendidos. Do mesmo modo, o desafiador cenário globalizado deve passar por modificações independentemente do remanejamento dos quadros funcionais.
Não obstante, o consenso sobre a necessidade de qualificação talvez venha a ressaltar a relatividade do fluxo de informações. No mundo atual, a mobilidade dos capitais internacionais facilita a criação do processo de comunicação como um todo. Por conseguinte, a revolução dos costumes estende o alcance e a importância dos métodos utilizados na avaliação de resultados. Gostaria de enfatizar que a competitividade nas transações comerciais aponta para a melhoria de alternativas às soluções ortodoxas. A prática cotidiana prova que a valorização de fatores subjetivos maximiza as possibilidades por conta das formas de ação.
Podemos já vislumbrar o modo pelo qual a consulta aos diversos militantes não pode mais se dissociar das diretrizes de desenvolvimento para o futuro. Evidentemente, o comprometimento entre as equipes nos obriga à análise das direções preferenciais no sentido do progresso. A nível organizacional, o início da atividade geral de formação de atitudes apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção dos paradigmas corporativos. O cuidado em identificar pontos críticos no julgamento imparcial das eventualidades prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes do levantamento das variáveis envolvidas. O que temos que ter sempre em mente é que a execução dos pontos do programa cumpre um papel essencial na formulação do investimento em reciclagem técnica.
Por outro lado, a necessidade de renovação processual é uma das consequências dos modos de operação convencionais. É claro que o comprometimento entre as equipes ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança das condições financeiras e administrativas exigidas. A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação nos obriga à análise das diversas correntes de pensamento. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que a adoção de políticas descentralizadoras é uma das consequências dos índices pretendidos.
O empenho em analisar a estrutura atual da organização acarreta um processo de reformulação e modernização dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. A nível organizacional, a determinação clara de objetivos estimula a padronização do orçamento setorial. É importante questionar o quanto a constante divulgação das informações cumpre um papel essencial na formulação do investimento em reciclagem técnica. Pensando mais a longo prazo, a percepção das dificuldades talvez venha a ressaltar a relatividade dos procedimentos normalmente adotados.
Evidentemente, a consolidação das estruturas maximiza as possibilidades por conta dos paradigmas corporativos. Por conseguinte, a contínua expansão de nossa atividade possibilita uma melhor visão global do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades. Neste sentido, o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos aponta para a melhoria das regras de conduta normativas. Todavia, a crescente influência da mídia desafia a capacidade de equalização dos níveis de motivação departamental. Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que a valorização de fatores subjetivos exige a precisão e a definição das formas de ação.
Por outro lado, a competitividade nas transações comerciais faz parte de um processo de gerenciamento do impacto na agilidade decisória. No mundo atual, a revolução dos costumes promove a alavancagem de todos os recursos funcionais envolvidos. O incentivo ao avanço tecnológico, assim como o surgimento do comércio virtual assume importantes posições no estabelecimento do fluxo de informações. As experiências acumuladas demonstram que o acompanhamento das preferências de consumo oferece uma interessante oportunidade para verificação do retorno esperado a longo prazo.
O cuidado em identificar pontos críticos na complexidade dos estudos efetuados garante a contribuição de um grupo importante na determinação dos modos de operação convencionais. Desta maneira, o novo modelo estrutural aqui preconizado obstaculiza a apreciação da importância da gestão inovadora da qual fazemos parte. Gostaria de enfatizar que a consulta aos diversos militantes deve passar por modificações independentemente do remanejamento dos quadros funcionais. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como o consenso sobre a necessidade de qualificação afeta positivamente a correta previsão das novas proposições. Do mesmo modo, o entendimento das metas propostas facilita a criação das diretrizes de desenvolvimento para o futuro.
Não obstante, a necessidade de renovação processual estende o alcance e a importância dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência. Caros amigos, a hegemonia do ambiente político representa uma abertura para a melhoria de alternativas às soluções ortodoxas. Assim mesmo, a mobilidade dos capitais internacionais agrega valor ao estabelecimento dos métodos utilizados na avaliação de resultados. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual o desafiador cenário globalizado pode nos levar a considerar a reestruturação do processo de comunicação como um todo. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se o fenômeno da Internet apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção do levantamento das variáveis envolvidas.
Percebemos, cada vez mais, que o início da atividade geral de formação de atitudes causa impacto indireto na reavaliação do sistema de participação geral. A prática cotidiana prova que a execução dos pontos do programa não pode mais se dissociar das direções preferenciais no sentido do progresso. O que temos que ter sempre em mente é que o julgamento imparcial das eventualidades auxilia a preparação e a composição das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. No entanto, não podemos esquecer que a expansão dos mercados mundiais prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes das condições inegavelmente apropriadas.
Por conseguinte, o comprometimento entre as equipes afeta positivamente a correta previsão do investimento em reciclagem técnica. Todavia, o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação estimula a padronização do sistema de participação geral. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que a adoção de políticas descentralizadoras agrega valor ao estabelecimento dos níveis de motivação departamental. O empenho em analisar o acompanhamento das preferências de consumo representa uma abertura para a melhoria dos índices pretendidos.
O incentivo ao avanço tecnológico, assim como o surgimento do comércio virtual exige a precisão e a definição dos conhecimentos estratégicos para atingir a excelência. É importante questionar o quanto a mobilidade dos capitais internacionais causa impacto indireto na reavaliação das diretrizes de desenvolvimento para o futuro. No entanto, não podemos esquecer que a percepção das dificuldades é uma das consequências do orçamento setorial.
A nível organizacional, a consolidação das estruturas maximiza as possibilidades por conta dos paradigmas corporativos. Do mesmo modo, a contínua expansão de nossa atividade garante a contribuição de um grupo importante na determinação das diversas correntes de pensamento. Desta maneira, a estrutura atual da organização desafia a capacidade de equalização das regras de conduta normativas. As experiências acumuladas demonstram que a execução dos pontos do programa facilita a criação dos modos de operação convencionais. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como a valorização de fatores subjetivos obstaculiza a apreciação da importância das formas de ação.
Evidentemente, o início da atividade geral de formação de atitudes faz parte de um processo de gerenciamento das condições financeiras e administrativas exigidas. Assim mesmo, o fenômeno da Internet promove a alavancagem do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual a revolução dos costumes aponta para a melhoria do fluxo de informações.
É claro que a hegemonia do ambiente político oferece uma interessante oportunidade para verificação das direções preferenciais no sentido do progresso. O cuidado em identificar pontos críticos na constante divulgação das informações pode nos levar a considerar a reestruturação do processo de comunicação como um todo. Neste sentido, o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos nos obriga à análise da gestão inovadora da qual fazemos parte.
Gostaria de enfatizar que a consulta aos diversos militantes deve passar por modificações independentemente do remanejamento dos quadros funcionais. Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que o consenso sobre a necessidade de qualificação ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança das novas proposições. Por outro lado, o entendimento das metas propostas talvez venha a ressaltar a relatividade do impacto na agilidade decisória.
Não obstante, o julgamento imparcial das eventualidades estende o alcance e a importância das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. Caros amigos, a complexidade dos estudos efetuados possibilita uma melhor visão global dos procedimentos normalmente adotados. No mundo atual, a crescente influência da mídia prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. O que temos que ter sempre em mente é que o desafiador cenário globalizado assume importantes posições no estabelecimento de todos os recursos funcionais envolvidos.
Percebemos, cada vez mais, que a determinação clara de objetivos apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção dos métodos utilizados na avaliação de resultados. A prática cotidiana prova que o novo modelo estrutural aqui preconizado não pode mais se dissociar do retorno esperado a longo prazo. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se a expansão dos mercados mundiais cumpre um papel essencial na formulação do levantamento das variáveis envolvidas. Pensando mais a longo prazo, a necessidade de renovação processual auxilia a preparação e a composição de alternativas às soluções ortodoxas.
A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com a competitividade nas transações comerciais acarreta um processo de reformulação e modernização das condições inegavelmente apropriadas. Por conseguinte, a expansão dos mercados mundiais representa uma abertura para a melhoria da gestão inovadora da qual fazemos parte. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual a complexidade dos estudos efetuados agrega valor ao estabelecimento dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. O incentivo ao avanço tecnológico, assim como a consulta aos diversos militantes acarreta um processo de reformulação e modernização dos níveis de motivação departamental.
A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com o entendimento das metas propostas afeta positivamente a correta previsão dos índices pretendidos. A prática cotidiana prova que a crescente influência da mídia exige a precisão e a definição das direções preferenciais no sentido do progresso. Evidentemente, o comprometimento entre as equipes promove a alavancagem dos paradigmas corporativos. No entanto, não podemos esquecer que o novo modelo estrutural aqui preconizado é uma das consequências do orçamento setorial.
Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como a mobilidade dos capitais internacionais cumpre um papel essencial na formulação das formas de ação. Do mesmo modo, a contínua expansão de nossa atividade prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes do levantamento das variáveis envolvidas. Desta maneira, a competitividade nas transações comerciais desafia a capacidade de equalização das regras de conduta normativas.
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10/05/2011 - 07:55 Enviado por: Fabio Nog
Concordo totalmente. O saco de supermercado é usado em casa como lixo. Sem ele, eu sou obrigado a ir ao mercado comprar sacos plásticos para usar como lixo. Qual a diferença?
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10/05/2011 - 13:39 Enviado por: Ceiça
A diferença é que vc vai ter que aprender a fazer a separação do seu lixo.Dessa forma o seu lixo será de menor volume, com isso usará menos sacos plásticos.
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10/05/2011 - 15:49 Enviado por: GILSON
A diferença é que mercados e governo saem como mocinhos e você gastará mais com a compra de sacos de lixo, e continuará sujando o meio ambiente graças à falta de sacolas feitas de materiais biodegradáveis. Entendeu?
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10/05/2011 - 16:57 Enviado por: Rafael
Fábio, é isso mesmo. você está certo. O saco de lixo vai para o mesmo aterro sanitário que a sacola do supermercado, mas a primeira é mais resistente que a segunda, daí ao invés de 400 anos irão muitos mais. O resto é conversa fiada de quem não entende nada. Tem polunte muito pior por aí. Querem mesmo é que você pague mais e o supermercado, menos.
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08/08/2011 - 05:33 Enviado por: Celta
A diferença é na espessura da sacola, se reparar bem, a que compra para o lixo, é fina, destinada apenas ao transporte e para facil destruição no aterro. Em resumo com a mesma matéria prima voçê 5 ou 6 sacos de lixo. Só se justifica esta medida junto de uma recolha selectiva eficiente.
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10/05/2011 - 07:56 Enviado por: Oswaldo Roberto Rodrigues
Sacolinhas!
Eu acredito!
Sim, eu acredito que os $$upermercadista$$ estão preocupadíssimos com o meio ambiente.
Algumas pessoas incrédulas tem dito que os mercen… perdão, comerciantes estão apenas tentando se livrar de um custo, repassando-o ao consumidor, mas isto não é verdade.
Também dizem que se os m… perdão, comerciantes estivessem mesmo preocupados em prestar bons serviços ao consumidor deveriam fiscalizar melhor os produtos que vendem, principalmente retirando mercadorias deterioradas e aquelas que chagam ao supermercado com data de fabricação futura (alguém já reparou nisso, é difícil acontecer mas acontece), além de outras.
Também alegam que como os supermercados não vão mais fornecer “sacolinhas” nós teremos que comprar sacolas ecológicas. Desses mesmos supermercados.
Que tudo não passa de jogada de mestre dos supermercadistas.
Bom, eu acredito.
Acredito tanto como acredito em duendes, fadas, papai noel, cegonha, político honesto… -
10/05/2011 - 07:59 Enviado por: Fausto Camargo
Andrea, ótima notícia! É bom saber que estamos no caminho certo e que a população apoia!
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10/05/2011 - 11:25 Enviado por: Nirlando Bastos
A população apoia sim: apoia andando em grandes pick-ups de motor V6 a gasolina pouco poluentes, despejando toneladas de garrafas PET por aí, jogado lixo e latinhas de cerveja pela rua. Acho brilhante uma madame levando a sacolinha ecologica e dirigindo um baita carrão a diesel. Super ecologico…
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10/05/2011 - 17:06 Enviado por: Rafael
Nirlando, o motor V6 não polue mais que os 4cc. Basta estarem bem regulados. Os carros atuais vem com catalizadores que absorvem os gases mais poluentes do escapamento. O problema são os carros, caminhões e ônibus mal regulados que andam por aí soltando fumaça, juntamente com os carros velhos e caindo aos pedaços que aparecem nas nossas vias urbanas e rodovias. Esses poluem muito mais que qualquer quantidade de sacola plástica. Mas ninguém fiscaliza isso, nem mesmo apreendem esses ‘pau velhos’ poluidores e perigosos.
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10/05/2011 - 08:13 Enviado por: Gilson
Com certeza os comerciantes estão felizes. Agora teremos que comprar as sacolas plástica para joga fora o lixo. Palhaçada.
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10/05/2011 - 08:20 Enviado por: Tetsuo Shimura
Eliminem as sacolas plásticas após conseguirem eliminar pelo menos 75% de todas as embalagens do mesmo material (dos cosméticos, alimentos, materiais de limpeza, óleo lubrificantes da Petrobrás e outras companhias, bandejas de isopor e seu fiel escudeiro o filme, dos medicamentos, fibras sintéticas dos vestuários etc), afinal para descartar o lixo ainda necessitamos de sacos plásticos, trocando seis por meia dúzia. Antes é um grande embuste de ecologistas e autoridades acéfalas.
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10/05/2011 - 08:34 Enviado por: Renato Ben
retificando em meu comentário: encargos dos supermercado(s)..bueiros – renatoben@r7.com Twitter BenRenato
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10/05/2011 - 08:47 Enviado por: Alvi Jr
E afinal de contas, por que deixou-se de usar os sacos de papel? Hoje em dia em custo ele se equipara às sacolas plásticas. Já que vão tirar as sacolinhas, que voltem os “velhos” sacos.
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10/05/2011 - 08:51 Enviado por: Marcelo
Pois é, está aí um grande erro dos departamentos de Marketing, das empresas de plásticos. Elas já deveriam prever que isso iria acontecer no futuro. As empresas cada vez mais devem ter consciência que a sustentabilidade chegou e agora é realidade.Quem não estiver preparado, poderá acarretar grandes perdas por não terem previsto isso. Cada vez mais as empresas devem estar preparadas para inovar seus produtos, seguindo as regras dos produtos. Claro que irá afetar todos esses trabalhadores, mas temos que pensar que está sacolas afetam praticamente o país todo.
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10/05/2011 - 08:52 Enviado por: Paulo Xavier
Interessante, antes as garrafas de vidro eram um problema, e a garrafa PET passou a ser a solução, agora virou o problema e a solução é a velha garrafa de vidro. Os velhos sacos do mercado antes eram problema e as sacolas plásticas solução, agora as sacolas plásticas são o problema, qual será a solução, os velhos sacos? Esse é a prova da capacidade com que poucos, desocupados, importunam muitos, que estão quietos.
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10/05/2011 - 09:14 Enviado por: Gabi
Não resolve tirar as sacolas, e as embalagens dos produtos? Todos os produtos são de embalagens de plástico, isso só vai resolver o problema dos supermercados, não da sociedade que já paga bilhões em impostos e ainda assim vai ter que pagar por essas sacolas.Os supermercados terão que escolher entre as vendas e as sacolas, sem sacola não tem venda. Enfim, como sempre o problema cai em cima da sociedade.
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10/05/2011 - 09:15 Enviado por: newton
as bandejinhas de isopor das carnes e legumes é biodegradável? rsssss
vão proibir a venda dos rolos de plásticos para lixo que vendem no supermercado?
o maior poluente são os combustiveis, o governo vai fechar a petrobrás?
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10/05/2011 - 09:54 Enviado por: indignados
Muito bom…É isso aí…
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10/05/2011 - 09:18 Enviado por: Paulo
Não tenho dividas que é uma campanha orquestrada por Super Mercados que querem passar a vender sacolas bio-degradareis e claro que o saco plástico tem mil e uma utilidades. Existem outros poluidores muito mais sérios que não estão sendo levados em conta por não interessar.
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10/05/2011 - 09:23 Enviado por: Luiz Carlos
Sou favóravel a essa medida, porém os supermercados devem fornecer as sacolas biodegradáveis sem a respectiva cobrança, ou baixar os preços de seus produtos, pois os preços das sacolas atuais são pagas por nos de alguma forma. Percebe-se que é mais uma forma desses empresários ‘patriotas’ ganharem mais dinheiro com a desculpa de colaborar com o meio ambiente. Se querem realmente colaborar, encontrem uma alternativa em que não seja repassada para o consumidor, como sempre.
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10/05/2011 - 09:27 Enviado por: Paulo
O governador poderia ajudar o meio ambiente também se retirando
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10/05/2011 - 09:30 Enviado por: Humberto
São Paulo ficou para trás. Em Belo Horizonte, as sacolas plásticas já foram proibidas por lei em abril deste ano. Os consumidores estão se adaptando a usar as bolsas retornáveis. Detalhe: a maioria esmagadora dos moradores da cidade aprovou a medida, apesar dos transtornos iniciais.
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10/05/2011 - 17:12 Enviado por: Rafael
Humberto, estive em BH na Semana Santa. Fui a um supermercado e tudo que ouvi foi reclamação. Essa aceitação foi imposta. Ninguém reclamou porque não adiantava nada. Lá em BH, no Carrefour Bairro do Grajaú, uma fiscal de caixa brigou com um caixa por ter me oferecido a sacola biodegradavel, pela qual paguei R$ 0,39. Ela disse ao infeliz que nem mesmo as biodegradáveis deveriam ser oferecidas.
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10/05/2011 - 09:36 Enviado por: rubens-genebra
Aqui na europa, os supermercados vendem sacolas de papel a preços baixissimos e grandes sacolas plasticas reutilizaveis… Todo mundo ja’ se acostumou e usa… Esta medida é otima para o planeta, todos deviam aderir…
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10/05/2011 - 09:47 Enviado por: Valeparaibano
Poderiam propor uma troca: somente acabar com as sacolas de plástico no dia em que os governos tratarem cem por cento os esgotos que jogam nos rios.
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10/05/2011 - 09:50 Enviado por: Zema Santos
Como bem lembrou o leitor João Dias, o fim dessas sacolas é o descarte do lixo doméstico.Se as sacolas são perniciosas, e são, melhor seria proibi-las totalmente sem gerar desemprego e sem onerar a população, já que todos teriam que usar a mesma matéria prima. Haveria ganho de escala e igualdade na concorrência. É só lembrar que quando se descobriu que o chumbo era veneno, seu uso foi proibido em latarias para alimento. Da maneira como está sendo feito, premia-se o supermercado, pune-se o consumidor consciente e mantém-se um desequilíbrio em prol do plástico de petróleo.
Acho que o que não se diz é que precisam abrir mercado para o plástico de milho, mas que este não tem produção suficiente para suprir a demaanda total de sacolas. -
10/05/2011 - 09:51 Enviado por: marcia
A atitude é otima e vale a pena pensar no futuro, mas não acho que dando as sacolinhas aos clientes a consciência com relação a preservação da natureza irá mudar. Isso é pessoal e cultural, quando afeta um pouco o bolso é melhor ainda. Moro em portugal e apenas 1 supermercado dá as sacolas. Se não queremos gastar 0,02€ a mais temos que levar as proprias sacolas de casa e isso já é um hábito.
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10/05/2011 - 09:52 Enviado por: indignados
Novamente os Políticos só pensam nas empresas e não na população, dizem que isso vai ajudar o meio ambiente, realmente pode, mas a sacolinhas tem dupla utilidade, o transporte de produtos do mercado e a utilização no embalo do lixo domestico, e agora? a população de baixa renda não tem condição de comprar sacos próprios para lixo, o descarte do lixo doméstico será tbm em caixas de papelão? e quando formos ao supermercados de a pé sairemos com caixas e caixas nas mãos, querem proibir as sacolinha, boa idéia, mas e qual alternativas temos acessíveis a baixa renda? os supermercados deixarão de ter um enorme gasto com sacolas, e ainda arrecadarão com a venda das mesmas por R$ 0,20 cada, e como sempre a população é quem paga o “Pato”
Isso é uma vergonha!!!
Vamos agir em prol da sociedade em geral e não em apenas alguns…-
10/05/2011 - 13:27 Enviado por: novais
ô “indigado”, caso nao se reduza a produçao de lixo (incluindo as sacolas plasticas), nao vai existir PLANETA, para os pobres ou para os ricos.
DEMOROU para o Brasil aprovar leis de proibicao de sacolas plasticas, e ainda falta proibir/ incentivar muitas coisas
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10/05/2011 - 10:03 Enviado por: COME COME
É brincadeira o Brasil querer bancar o País politicamente correto!!
E os corregos de São Paulo cheios de entulho?e os carros pra lá de velhos circulando e poluindo á vontade ?
è lógico que essa medida só beneficia os supermercados !! -
10/05/2011 - 10:05 Enviado por: newton
já que vai ser assim mesmo, vamos rir um pouco.
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10/05/2011 - 10:25 Enviado por: Nanda
Totalmente a favor, a diferença da bolsa negra de lixo com a sacolinha de plastico é que a bolsa negra vai parar nos vertedeiros “Lixão”, e as bolsas de plastico estão em todos lugares e inclusive no mar. Aqui na España o Carrefour e outros hipermercados ja deixaram de distribuir bolsas, cada consumidor tem que trazer bolsas, carrinhos de compra de casa, ou comprar bolsas de plasticos, biodegradaveis que se desfazem muito mais rapido no meio ambiente. Eu prefiro meu carro de compras.
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10/05/2011 - 10:30 Enviado por: COME COME
O Joaquim dirigindo na estrada escuta no rádio :
Atenção todos os motoristas, tem um maluco dirigindo na contramão!
Aí o Joaquim solta : um maluco não, são vários ó pá!!!!! -
10/05/2011 - 10:40 Enviado por: Gabriela
Tem que proibir mesmo as sacolas plásticas, infelizmente os brasileiros não sabem usar jogam em qualquer lugar, faz compra colocando um produto em cada sacola e depois coloca uma sacola dentro de outra sacola.
Os animais marinhos são os mais afetados, principalmente as tartarugas que comem as sacolas plásticas achando que são água-viva…
Nossos aterros sanitários estão lotados precisamos reduzir nosso consumo, repensar em nossas atitudes e já que não conseguimos fugir do capitalismo vamos compensar plantando árvores…. -
10/05/2011 - 10:42 Enviado por: Luiz
R$ 0,20 por sacola é um absurdo. Muitos comentários citaram que em alguns países da Europa isso é comum, mas lá o preço da sacola é 2 ou 3 centavos e não 20!!!!!
A partir de hoje jogo todo o papel higienico no vaso, não vou gastar 0,20 por dia só com o lixo do banheiro. Além disso, não separo mais meu lixo para reciclagem, vou colocar tudo num mesmo saco até transbordar!!!! -
10/05/2011 - 11:02 Enviado por: ana cristina
O que fará a pobre da dona de casa com seu lixo doméstico? Sou de um tempo em que no edifício havia uma coluna que ia do andar mais alto até a garagem, por onde despencava o lixinho da pia lá das alturas, envolto em papel jornal ou sacos de papel pardo (Não existia a tal famigerada sacolinha…) O caminhão entrava pela garagem e os lixeiros retiravam tudo, uma maçaroca fétida, com pá e carrinho até o veículo. Uma cena inimaginável. Bem, se querem eliminar as sacolas, creio que eliminarão também as embalagens tipo “blister” que envolvem brinquedos, pilhas, tesouras, lápis e toda a infinidade de bugigangas que nos habituamos a consumir, mesmo sem necessidade (em especial nas datas festivas…) Sumam com as sacolas plásticas, mas que se desenvolva uma política de manejo do lixo orgânico, seja despejando-o na rede de esgotos (reforçada) após passar pelo triturador de pia, seja com a adoção de minhocários, seja como for. Não basta a boa vontade do cidadão!
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10/05/2011 - 11:04 Enviado por: Spyros
Creio que seria mais eficiente a obrigação da coleta do lixo seletivo e sua posterior reciclagem até porquê abrangeria todos os tipos de materiais não biodegradáveis e ainda geraria renda e empregos, e não honeraria o consumidor com sacolas e outras embalagens que passariam a ser vendidas pelos supermercados como se já não ganhacem o suficiente.
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10/05/2011 - 11:06 Enviado por: Adriana
Estamos em 2011 e no nosso país ainda se tem pouca consciencia no meio ambiente e dos danos que causamos ao planeta com as nossas atitudes. Na França ja fazem anos e anos que os supermercados nao dao sacolas plasticas, cada um tem que levar a sua sacola ou carrinho. Vamos ver se assim, começamos a criar consciencia, atuar de forma responsavel, inclusive evitando desperdiços – apagando luzes que vamos deixando acessas pelo caminho, deixando torneiras abertas, lavando o carro utilizando a mangueira em vez do balde, etc… sao pequenas mudanças que fazem uma grande diferença!
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10/05/2011 - 11:19 Enviado por: Nirlando Bastos
Dona Adriana, fazer ecologia de botequim é muito fácil. A senhora ira colocar o lixo de sua casa em sacos retornaveis também??? Na França é tudo diferente daqui, mas eles já destruiram suas florestas há muito tempo e usam energia nuclear majoritariamente.É bom não comentar sem saber.
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10/05/2011 - 11:10 Enviado por: Leonardo Lara
Para quem tem condições de transportar as compras em seus respectivos veículos é muito fácil ser a favor da retenção de sacolas plásticas, por mais que existam táxis e e transporte coletivo a retenção de sacolas irá prejudicar muito pessoas que não tem carro. Um pensamento ecológico, sim irá fazer uma diferença radical no meio-ambiente mas R$0,20 centavos por sacola plástica bio-degradável é definitivamente um absurdo além dos altos impostos que a população paga no dia-a-dia.
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10/05/2011 - 11:14 Enviado por: Nirlando Bastos
Bando de imbecis e espertalhoes, as sacolinhas plasticas servem de saco de lixo e todo mundo usa. Sob o manto da ecologia, os supermercados querem é evitar uma despesa e criar uma receita. Encontraram a pessoa certa para isso, o governador dos pedágios e das privatizações caridosas.
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10/05/2011 - 12:29 Enviado por: gil francisco
queime no inferno Alckmin! Bruno Serra, voce não nega sua ascendencia podre.
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10/05/2011 - 11:40 Enviado por: Leonardo
Eu, pessoalmente vou levar minha sacóla de lona.( custa caro)…..mas não vou pagar o saco do supermercado. (no Assai custa R$0,12). Em compensação vou ter que comprar saco para lixo…….vai ficar tudo igual.Isso aí é populismo e exploração da fé publica…….
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10/05/2011 - 11:40 Enviado por: COME COME
E tem gente que ainda acredita que os politicos e os empresarios do nosso país estão muito preocupados em ser ecologicamente corretos !!!Acorda gente!!!
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10/05/2011 - 11:49 Enviado por: Gustavo Josende
O Governo do Estado deveria investir na educação ambiental da população e na destinação correta do lixo reciclável ao invés de optar pelo meio mais fácil e passar os custos, mais uma vez, para os consumidores!
Esta tem sido a cara do governo do PSDB neste estado, e pelo que parece, tem agradado a população!
É uma pena, mais uma vez pagaremos a conta pela incompetência dos políticos… -
10/05/2011 - 11:50 Enviado por: kakaka
Pessoal, os supermercados oferecem as sacolinhas plásticas por cortesias. Quanto ao lixo caseiro, pergunte a sua avó ou sua mãe como ela fazia antigamente. É só fazer o mesmo. Vamos colaborar pessoal.
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10/05/2011 - 12:27 Enviado por: gil francisco
cortesia embutida no preço e paga por voce e por mim.
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11/05/2011 - 12:04 Enviado por: Sérgio Vieira
Meu amigo! Existe uma norma da Anvisa que proíbe a colocação de lixo nos antigos latões. Isso provocava várias doenças, além da proliferação de mosquitos. O mundo de hoje não é mesmo que a sua avó vivia. Sacola plástica é reciclável, no entanto, governo e supermercados não querem ser co-responsáveis pela sua logística reversa, assim como manda a Política Nacional de Resíduos Sólidos.
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18/05/2011 - 00:59 Enviado por: Leni
Eu sei bem como se tratava o lixo antigamente. Toda casa tinha um balde ou latão que era colocado na calçada e quando o caminhão do lixo passava era aquela bateção de lata na traseira do caminhão. O balde vivia amassado e fedido pois até mesmo os restos de comida eram despejados diretamente nele. Um verdadeiro horror.
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10/05/2011 - 11:50 Enviado por: Felipe
Pare de controlar minha vida governo!!
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10/05/2011 - 11:56 Enviado por: Mico
Quem falou que as sacolinhas de hoje não são pagas por nós com preço embutido nas mercadorias? Quanta ingenuidade, mas é lindo dizer que vamos pagar por sacolinhas biodegradáveis e vamos comentar: fui ao supermercado e comprei só 6 sacolinhas hoje… Ou melhor, fui ao mercado e levei 20 sacolinhas de casa, estou ajudando o planeta!!
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10/05/2011 - 12:01 Enviado por: Fernando
Gente, vamos parar de reclamar sempre de tudo! Por que as pessoas tem tanto medo de mudancas? Nem sempre e p/ pior! Acho otima a iniciativa de proibir a sacolinha feita de petroleo, ja estava na hora disso acontecer no Brasil. Observem que os jovens e as criancas ja estao se perguntando porque produzimos tanto lixo plastico desnecessariamente. Se voce tem crianca em casa ou trabalha com criancas e jovens, voce sabe que eles estao muito mais conscientes e preocupados com novas solucoes ambientais. E se o problema e a dificuldade de transportar mercadoria ou a reutilizacao da sacolinha para o lixo domestico, entao vamos fabricar todas as sacolinhas com material biodegradavel, assim os empregos nao seriam perdidos, as pessoas poderiam continuar levando sacolinhas p/ casa e reutiliza-las no lixo. E por que nao fabricar sacolas feitas de papel reciclavel como ja acontece em muitos supermercados pelo mundo? Isso geraria empregos novos ate na industria da reciclagem. E por que nao? Vamos tentar algo novo pelo menos! Nossa sociedade e super criativa, tenho fe de que essa medida vai mudar o habito da populacao para melhor.
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10/05/2011 - 12:10 Enviado por: jose
Na pratica os produtos ficarão mais caros, vez que hoje os saquinhos são fornecidos gratuitamente, enquanto que os biodegradáveis serão pagos pelos consumidores, ou seja, os supremercados manterão o preço, não terão custo algum c/embalagens e nós é que pagaremos o pato.
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10/05/2011 - 12:20 Enviado por: Alecssandre
Em princípio, gostaria parabenizar o redator pela isenção com que abordou um tema bastante polêmico! Aqui vão algumas considerações:
1- toda a ação tendente a promover o consumo sustentável e a proteção do meio ambiente é necessária e bem vinda desde que os direitos dos consumidores sejam respeitados;
2- a disponibilização das sacolas plásticas, como prática habitual, gerou o direito subjetivo ao consumidor por força de previsão legal (CDC) aos usos e costumes, assim, só poderá ser derrogada por força de lei ou desuso;
3- esta disponibilização, em razão do sistema capitalista, jamais foi gratuito, mas integrado ao custo do preço do produto;
4- o problema das sacolas plásticas é decorrente do descarte inadequado e da falta de infraestrutura da coleta do lixo;
5- a responsabilidade é compartilhada entre o consumidor, fornecedor e Administração Pública;
6- o problema das sacolas plásticas agrega a questão do descarte e da coleta do lixo doméstico;
7- quanto à substituição por sacolas biodegradáveis é preciso observar que os carateres impressos são feitos com tintas tóxicas que podem prejudicar a terra, a vegetação e o ar;
8- é preciso ter uma alternativa gratuita até adpatação do consumidor, sem estabelecimento de prazo para isto, pois isto diz respeito ao “padrão de consumo”;
9- é preciso encontrar uma alternativa adequada e viável para o descarte e coleta do lixo doméstico;
10- os Supermercados precisam abater no preço do produto o custo proveniente das sacolas plásticas que eram disponibilizadas, sob pena de enriquecimento ilícito;
Todas estas questões envolvem a educação para o consumo consciente e sustentável, ou seja, alteração do “padrão de consumo” impregnado à decadas por força e interferência do mercado!!! -
10/05/2011 - 12:22 Enviado por: MAV
Pobreza de cultura na Italia o caixa do pergunta se trouxe embalgem, se não ele calcula quantas sacolas são necessarias para a compra e cobra o equivalente em real a 0,25 por cada uma.Ecologia só dá certo quando atinge o orgão mais sensivel.
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10/05/2011 - 12:22 Enviado por: marli
uma alternativa seria usar as caixas de papelao.
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10/05/2011 - 12:25 Enviado por: gil francisco
Absurdo! Então os mercados agora n~~ao v~çao oferecer sacolinhas nenhuma. Mas, com certyeza não vão descontar no caixa o valor que é cobrado hoje pelas sacolinhas não retornáveis (voce não acredita que é de graça, não é?).
O certo seris os mercdos, que já lucram horrorres, substituir por sua conta sacolinhas não ecolígicas, pelas bio degradáveis, isso sim seria ecológico.agora, o mais ridículo, é a lorota do secretário dizendo que em jundiaí, a população cobrou os mercados que ainda ofereciam gratuitamente sacolinhas: imagine: -Ei, voce está me oferecendo de graça essa sacolinha anti ecologica? que absurdo, prefiro levar nas maos miunha despesa. vou chamar o procon, seu mercado anti ecologico…
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10/05/2011 - 12:28 Enviado por: Leonardo
Sabe que oceis faiz?Compra saco branco de farinha de trigo(Padaria) , fáiz um “piquá”,coloca lá os bagulhos comprados, põe no ombro e vai pra casa de piquá no ombro. Aí, cada cúa com seu “piquá”. Quanto ao saco pra lixo, aí não sei não…
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10/05/2011 - 12:32 Enviado por: Quissífodas
Percebemos, cada vez mais, que a consulta aos diversos militantes cumpre um papel essencial na formulação do sistema de participação geral. O cuidado em identificar pontos críticos no início da atividade geral de formação de atitudes estende o alcance e a importância das formas de ação. Pensando mais a longo prazo, a valorização de fatores subjetivos auxilia a preparação e a composição dos índices pretendidos. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se a mobilidade dos capitais internacionais representa uma abertura para a melhoria do processo de comunicação como um todo.
Não obstante, a complexidade dos estudos efetuados possibilita uma melhor visão global dos níveis de motivação departamental. Todavia, a hegemonia do ambiente político aponta para a melhoria do levantamento das variáveis envolvidas. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como a expansão dos mercados mundiais prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes das novas proposições.
O que temos que ter sempre em mente é que o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos maximiza as possibilidades por conta do orçamento setorial. Evidentemente, o acompanhamento das preferências de consumo nos obriga à análise dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. A nível organizacional, a consolidação das estruturas agrega valor ao estabelecimento das regras de conduta normativas. Gostaria de enfatizar que o novo modelo estrutural aqui preconizado garante a contribuição de um grupo importante na determinação das diversas correntes de pensamento.
Acima de tudo, é fundamental ressaltar que o desafiador cenário globalizado deve passar por modificações independentemente das condições inegavelmente apropriadas. No mundo atual, a determinação clara de objetivos estimula a padronização das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. Desta maneira, a necessidade de renovação processual ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança do fluxo de informações. Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que a crescente influência da mídia não pode mais se dissociar dos métodos utilizados na avaliação de resultados.
Assim mesmo, a revolução dos costumes pode nos levar a considerar a reestruturação dos modos de operação convencionais. Por conseguinte, a adoção de políticas descentralizadoras assume importantes posições no estabelecimento do impacto na agilidade decisória. É claro que o surgimento do comércio virtual causa impacto indireto na reavaliação das diretrizes de desenvolvimento para o futuro.
Podemos já vislumbrar o modo pelo qual o comprometimento entre as equipes promove a alavancagem da gestão inovadora da qual fazemos parte. O empenho em analisar o entendimento das metas propostas acarreta um processo de reformulação e modernização do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades. A prática cotidiana prova que o consenso sobre a necessidade de qualificação apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção das direções preferenciais no sentido do progresso. Neste sentido, o julgamento imparcial das eventualidades oferece uma interessante oportunidade para verificação do remanejamento dos quadros funcionais.
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10/05/2011 - 12:36 Enviado por: Suely
Otima medida! Já faço uso de caixas de papelão em minhas compras…se estou a pé utilizo sacola de feira ou carrinho de compras. Existem ainda inumeros modelitos de sacolas ecologicas,um charme!!!!!!
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10/05/2011 - 18:27 Enviado por: Fernando Moraes
Minha cara Suely, se você não pega a sacola no mercado, eu acredito que você deve usar um saco de lixo, você pode me explicar a diferença na decomposição da sacolinha que você já não usa mais e desses sacos grandes que colocamos lixo ?
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Quando você vai na Feira os feirantes vão colocando as frutas, verduras e legumes todos dentro do seu carrinho, sem uma saquinho ? tudo jogado ?
Ora minha cara Suely…. não se iluda com declarações desse governo que só quer nos roupar. proibir as sacolinhas de mercado não vai mudar em nada o nosso meio ambiente.
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10/05/2011 - 12:37 Enviado por: Sontara
Gente! eu sou do tempo em que não existia sacolas plásticas, nem enchentes nessas proporções,mas a gente ia a supermercados, feiras, etc. esqueceram da boa e velha sacola? e dos carrinhos? a gente comprava uma vez só e levava anos a fio nas compras. Quanto ao lixo, também não existia plástico. Vamos nos adaptar, oras! simples assim.
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10/05/2011 - 12:40 Enviado por: Thiago Vargas
Só queria, meus amigos, que me respok5v8ndessem uma pergunta:
Como vamos lidar com o lixo domestico, que sempre foi alocado nas tais sacolinhas plásticas?
Vou comprar aqueles sacos pretos?
e qual vai ser a diferença?
Alguma resposta?
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10/05/2011 - 12:42 Enviado por: Rosane
PAREM DE DISCUTIR SOBRE A SACOLA COMUM E BIO, A QUESTÃO É ESSA GERAR POLÊMICA SEM UMA SOLUÇÃO FAVORÁVEL AO CONSUMIDOR; VEJA BEM, ANTES UTILIZÁVAMOS SACOLAS DE PAPEL E NADA INTERFERIA NO MEIO AMBIENTE MAS A EVOLUÇÃO QUE HOJE NOS FAZ RETROCEDER POR CONTA DO “EXCESSO” TAMBÉM DEVERIA CRIAR SOLUÇÕES MAIS SIMPLES E NÃO FAZER PAGAR 0,20 POR CADA SACOLA SE NÃO QUISER LEVAR SUAS COMPRAS FEITAS COM IMPOSTOS ABSURDOS NAS MÃOS.
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10/05/2011 - 13:35 Enviado por: novais
nas maos? nunca ouviu falar de sacolas retornaveis, caixas, carrinhos (como os de feira)? antigamente nem existia sacola de plastico…
eu uso 2 sacolas para minhas compras, que estao durando ANOS.
E peço para pesarem os frios (queijos etc) direto na tupperware que irá na geladeira, para não usar o isopor + plastico filme que eles costumam usar
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10/05/2011 - 12:45 Enviado por: Paulo Henrique
AS Sacolas deveriam ser um canal de educação da população , hoje elas são usadas como sacos de lixo , porque não obrigar os supermercados a fornecer com as cores padrão de reciclagem onde cada cor e destinada a um material a ser reciclado ? As prefeituras não fazem coletas seletivas , a culpa não e da sacola mais da sua destinação , os governos, estaduais e municipais deveriam editar lei proibido o uso das embalagens PET ( essa não passa pois vai aumentar o custo da produção o lucro vai ser menor.) Aposto se esta medida vier diminuir as vendas dos supermecados eles vão dar um jeito.( supermercado não é tão ecologico assim não).
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10/05/2011 - 12:50 Enviado por: CARVALHO
Engraçado o governo: a lei diz que não se pode carregar pessoas em carrocerias de caminhão, mas as prefeituras carregam o pessoal da limpeza das ruas em carrocerias de caminhão.
Agora, querem criar a lei da proibição de sacolinha. Pois bem, os lixeiros que passam em casa só carregam o lixo de estiverem em sacolas plásticas.
Ou seja, o povo é obrigado a TUDO, mas o governo obrigado à NADA.
NÃO DEVOLVAM SUAS ARMAS! ELES QUEREM TE DESARMAR PARA VOCÊ NÃO SER UM PROBLEMA QUANDO A LEI MARCIAL FORMA IMPLANTADA BREVEMENTE. PESQUISEM!
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10/05/2011 - 13:32 Enviado por: novais
lei marcial em breve? boa
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10/05/2011 - 13:01 Enviado por: BOB
Somos obrigados por lei a colocar o lixo em sacolas plásticas. Se elas forem proibidas nos supermercados, vamos ser obrigados a comprar sacos plásticos. Ou seja: para o meio-ambiente fica tudo igual, somente os supermercados fazem economia e ainda levam a fama de “conscientes”. Como sempre, a corda arrebenta no lado mais fraco, isto é, o consumidor. Se querem mesmo proteger a ecologia, por que não tentam proibir as garrafas pet? Aí não interessa, não é mesmo? O ministério público não vai se manifestar?
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10/05/2011 - 13:06 Enviado por: miriam
QUE TAL VOLTAR OS SACOS DE PAPEL,ANTES ERA ASSIM E DA PRA COLOCAR LIXO.MUITO MAIS ECOLOGICO!
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10/05/2011 - 13:37 Enviado por: Rafael
É isso aí Miriam, eu sou do tempo que recebia em casa a compra feita no armazem ou do mercado, sendo os produtos transportados em caixas de madeira ( utilizadas como embalagens de sabão em pedra ) ou plásticas. E os produtos em condicionados em embalagens de papel.
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10/05/2011 - 13:11 Enviado por: Pedro Neto
Conhecendo o Brasil, não vai ser difícil uma grande parte das sacolas biodegradáveis o serem somente no nome, então daqui a 400 anos o Ministério Público entra com uma Ação contra o mercadinho da esquina …
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10/05/2011 - 13:18 Enviado por: carlos alberto do nascimento
A MEDIDA VEIO COM MUITO ATRASO MAS MESMO ASSIM DEVEMOS PARABENIZAR O GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO. PORÉM,BUSCAR ALTERNATIVAS PARA OCUPAR AS EMPRESAS E SEUS FUNCIONÁRIOS QUE PRODUZIAM AS SACOLINHAS PLÁSTICAS TAMBÉM É FUNÇÃO DO GOVERNO. POR EXEMPLO: ELES NÃO PODERIAM FABRICAR AS SACOLINHAS COM MATERIAL BIODEGRADÁVEIS?
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10/05/2011 - 13:33 Enviado por: José
Quem compra em “atacarejo “, como eu, já não usa sacolas plásticas a anos.
A sacola orgânica também é poluente, pois na sua decomposição gera gás metano.
O governo deveria incentivar a produção de sacos de papel para colocar o lixo orgânico.
Toda cidade deveria ter coleta seletiva para reciclar, e mandar para o aterro sanitário somente o lixo orgânico. -
10/05/2011 - 14:00 Enviado por: Jeane RAbelo
Corretíssimo, essas sacolas também são tóxicas.
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10/05/2011 - 14:04 Enviado por: Khípsi Ômega
Parece que o nosso amigo Quissífodas é um político: está, na prática, de férias, e fica a escrever fábulas no jornal online. Que vergonha. Parece até colunista de comentários. Abro excessão para Geraldo Alckmin, que conheço de perto.
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10/05/2011 - 14:06 Enviado por: Anselmo Nogueira
Engraçado que até agora eu não vi nenhuma notícia sobre a proibição da fabricação e da venda das tais sacolas.
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10/05/2011 - 14:11 Enviado por: Sérgio
Atualmente estou morando no Japão. E por aqui, já são utilizadas as sacolas biodegradáveis, em alguns supermercados cobram, outros não.
Se usam cesta de plástico e sacolas retornáveis para fazer compras, que de certa forma é mais cômodo, pois os próprios caixas colocam a mercadoria lá, tiram de uma cesta, passam pelo leitor e já colocam em outra.
O saco de lixo é comprado à parte. Todo lixo é separado, garrafas pet, bandejas de carne, garrafas de vidro, caixas de leite, eletrodomésticos, etc.
Não existem lixões, o material orgânico é incinerado, e a fumaça residual é filtrada, o calor da queima é aproveitado para piscinas públicas.
O ferro, vidro, pet, etc… são reciclados.
Várias cidades se unem para construir um centro de reciclagem, devido ao custo, gerando empregos diretos e indiretos.
Dá trabalho fazer tudo isso, mas aqui é o correto, e todos os fazem, caso contrário, qualquer um tem o direito de cobrar para fazer. -
10/05/2011 - 14:54 Enviado por: FLAVIA
Na cidade de Socorro/Interior de SP, isso já é lei municipal!
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10/05/2011 - 15:30 Enviado por: Valnei Santos
Na minha opinião a intenção é válida e entendo que vai ajudar, mas os nossos governantes precisam ampliar o escopo de controle, pois as embalagens dos produtos que compramos na sua grande maioria não são biodegradáveis, portanto ainda teremos problema já que não temos a cultura de coleta de lixo seletiva e não tão pouco a educação adequada para descartá-las em local correto e entender os seus benefícios. Você concorda.
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10/05/2011 - 15:44 Enviado por: GILSON
ACORDEM! Idiotice total. Todos precisaremos continuar embalando lixo doméstico, e a venda de sacos plásticos compensará a falta de sacolinhas. Some-se ainda a produção de outros tipos de embalagens para carregar as compras.
Melhor um produto com DOIS ou mais usos do que uma produção para cada uso. ISSO é reciclagem e consciência ambiental.
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10/05/2011 - 15:48 Enviado por: Claudinei
Se eu for em um estabelecimento que não fornecer embalagem gratuita a altura das sacolas.Não comprarei mais nela. Esse papo das sacolas é paranoia desse pessoal do PV.
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10/05/2011 - 16:40 Enviado por: Luciano Coan
E as garrafas PET, que emporcalham muito mais o meio ambiente? Cadê os eco-chatos para exigir o fim dessas garrafas? A sacolinha que tanto ajudava como saco de lixo… Isso tudo é MIGUÉ de rede de supermercados!
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10/05/2011 - 17:44 Enviado por: Luciana Fernandes
Jundiaí é mesmo uma cidade visionária! É isso, começamos com as sacolinhas, mais pra frente essa onde atingirá outras coisas e daremos cada vez mais exemplos!!
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11/05/2011 - 13:21 Enviado por: Sérgio Vieira
É isso aí como nem toda sacola plástica vai para a reciclagem, acho que agora, a cidade de Jundiaí poderia proibir o uso e comercialização de outros produtos que não vão para a reciclagem (pneus, garrafas de vidro e PET, latas, entulho, papel, borrachas em geral, tecido – é… tem que proibir roupa também). Haja paciência!
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10/05/2011 - 17:44 Enviado por: Samarkand
O que devia ser proibido é embalagem descartável.
Latinha? Só pagando depósito, devolvido ao entregar a lata vazia para reciclagem.
Garrafa PET? Só do tipo reutilizável, e com depósito.
Os caminhões de refrigerante voltam da entrega vazios, queimando combustível à toa… poderiam voltar com latas para reciclagem e garrafas para lavagem e reutilização: 1 garrafa reutilizável = um monte de garrafas PET a menos. Reduz-se a poluição e também o consumo de derivados de petróleo, afinal não se diz que a maioria das garrafas PET acaba não sendo reciclada?Todas as sacolas plásticas que entram na minha casa com compras daqui saem com lixo. Não jogo nenhuma fora vazia. Há décadas não compro sacos de lixo. Meus lixeiros não aceitam lixo fora de sacos plásticos.
Pergunta: e os sacos plásticos incolores usados para verduras, frutas e legumes, serão proibidos também? Ou passarão a ser cobrados?
Seguinte: hoje sacolas e sacos plásticos nos varejistas são GRÁTIS (embutido no preço total), esse é o costume vigente no Brasil desde o tempo do saco de papel kraft; aqueles que defendem que devam ser pagos como nas orópia que então tentem não pagar estacionamento nos shoppings e bancos daqui (pois lá é grátis) com sua retórica de ‘país desenvolvido é outra coisa’.
Os atacadistas cobram pelas sacolas pois alegam que como praticam preços baixos não há margem de lucro para tais mimos, ou seja, confirmam que os varejistas embutem o custo das sacolas nos preços.
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10/05/2011 - 17:49 Enviado por: Roberto Mura
Como jundiaiense, fico orgulhoso de saber que fomos pioneiros
na adoção das sacolinhas biodegradáveis em nossa cidade.
No início o povo chiou, mas agora dá pra ver que o prefeito tinha razão…Também não precisa comprar as biodegradáveis po R$ 0,19 centavos. Vc pode levar uma mochila, uma sacola de pano, enfim…
Viva JUndiaí, cidade com muitos parques, muita infra e a serra do Japi.
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11/05/2011 - 13:22 Enviado por: Sérgio Vieira
É isso aí como nem toda sacola plástica vai para a reciclagem, acho que agora, a cidade de Jundiaí poderia proibir o uso e comercialização de outros produtos que não vão para a reciclagem (pneus, garrafas de vidro e PET, latas, entulho, papel, vários tipos de plástico – PP, PE, PEAD, PEAB, POM, EVA, borrachas em geral, tecido – é… tem que proibir roupa também). Haja paciência!
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10/05/2011 - 17:53 Enviado por: Fernando
Eu moro em Jundiaí e aqui esse lance das sacolas serem proibidas já é lei. As iniciativas da prefeitura estão correndo atrás da sustentabilidade. Fiquei muito feliz em sair da babilônia que é São Paulo para vir pra cá.
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10/05/2011 - 18:13 Enviado por: newton
A terra tem prazo de validade, com saco plastico ou sem. rssss
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10/05/2011 - 18:17 Enviado por: Fernando Moraes
Existem pessoas que ou são muito inocentes ou são muito idiotas, achar que a proibição da sacola de plastico vai melhorar o meio ambiente, será que essas pessoas não pensam ? e aquelas que ficam dizendo que na Europa nos Estados Unidos.. parem para pensar, será que esses paises proibiram o uso da sacolinha de supermercado para dominuir o impacto ambiental ou será que fizeram isso para diminuir os custos dos supermercados ?
Tanto os sacos de lixo como as sacolinhas vão para os aterros, é logico que alguns idiotas jogam lixo na rua, para esses multa e prisão. Agora para o cidadão que coloca sua sacolinha na lata de lixo e espera o lixeiro levar, isso não trás problema nenhum, eu até acho que o saco de lixo deve demorar mais para se decompor do que a sacola, pois ele é feito de um plastico mais grosso.
O problema é que não temos uma coleta seletiva decente de lixo em São Paulo, isso acaba mais com o meio ambiente do que todas as sacolas do mundo.
Para as pessoas que acham que a sacola acaba com a vida marinha parem para pensar como ela foi parar no mar !
aposto que ela não saiu andando do aterro para a praia sozinha ! -
10/05/2011 - 18:27 Enviado por: Marcelo J
Na Europa e em outros paises de primeiro mundo o consumidor precisa pagar de R$ 0,50 a R$ 10,00 (mais ou menos) dependendo do supermercado para comprar um sacola reciclavel. Nestes paises de primeiro mundo, todos usam sacolas reciclaveis, de pano e ate caixas de papelao, porque la existe educacao e a grande maioria pensa na ecologia. Se todos no mundo pensarem como os brasileiros que so reclamam destas alteracoes em prol da ecologia, pergunto: Como sera o nosso planeta na geracao dos nossos netos? Usei no passado sacolinhas plasticas para armazenar o meu lixo, mas agora, reciclo tudo e apenas uso a coleta de lixo 3 vezes por ano, colocando-os em caixa de papelao que o supermercado me da. EXperimenta fazer isto tambem, mas nao por voce, mas pelo nosso planeta.
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11/05/2011 - 16:46 Enviado por: Ana Maria
E como colocaremos o lixo para o lixeiro? Na lata?
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10/05/2011 - 18:46 Enviado por: Fernando Moraes
Essa proibição pra mim, é igual a lei que o Kassab criou aqui em São Paulo, uma empresa privada chamada Controlar nos cobra um absurdo para medir a quantidade de gazes que esta saindo do escapamento do nosso carro. o proprio TCM já disse uma vez que o valor cobrado é muito maior do que seria necessario para tal inspeção, até o idiota do nosso prefeito quis tentar segurar o preço no começo do ano, acho que quis, eu não acredito em mais nada desse imbecil.
Alguém ouviu falar alguma coisa se o ar de São Paulo melhorou ? -
10/05/2011 - 18:51 Enviado por: macaco
O único efeito disso é que doravante teremos de PAGAR por sacos de lixo, ao invés de REUSAR as utilíssimas sacolinhas do supermercado… Por que o Estado não se preocupa em gerir lixões e o processo de reciclagem? Ah, isso dá trabalho, e fazer lei é fácil…
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11/05/2011 - 11:17 Enviado por: Sérgio Vieira
Andrea, por favor, pare de ouvir apenas as versões do Wall Mart, Carrefour e companhia. Por quê ninguém conversa com o Conselho Regional de Química para a discussão? Ou com o engenheiro de materiais Guilherme José Macedo Fechine que fez um excelente trabalho patrocinado pela Fapesp onde provou que sacolas oxibiodegradáveis não somem do meio ambiente, apenas reduzem de tamanho. Caramba! Para essa discussão, a coisa fica polarizada entre grandes redes de supermercado e políticos. Será que não tem algo de podre nessa história? E por fim, por favor, conheçam o programa Plastic Bag Recycling onde um famoso supermercado americano participa.
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11/05/2011 - 16:41 Enviado por: lucia helena
Muito correto, acabar com os plasticos jogados por aí afora.Agora eu pergundo e o nosso lixo de cada dia, coloco, onde? em latas, ou vou deixar de ganhar sacolas e comprar as mesma? Sugestão: porque o supermercado não da sacolas ecologicamente corretas para levar mercadoria e posteriormente para colocar-mos o lixo na rua ?
Porque é o povo que sempre sai mal? -
15/05/2011 - 06:02 Enviado por: O maior problema de São Paulo: os paulistanos « Trágico e Cômico
[...] E, finalmente, temos o governo querendo acabar com as sacolas plásticas em supermercados. A justificativa oficial é de que isso é uma política de proteção ao meio ambiente, buscando a [...]
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16/05/2011 - 12:02 Enviado por: OCEANO PLASTIFICADO « Herton Escobar
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01/06/2011 - 17:36 Enviado por: Dissecando o saco de lixo | Blog do Voluntarios Online
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