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Saída “made in USA”

7 de fevereiro de 2012 | 11h04

José Paulo Kupfer

Sinais interessantes têm chegado da economia americana. Números da criação líquida de postos de trabalho, nos Estados Unidos, registram taxas positivas, mês após mês, sobretudo desde o último trimestre de 2011, sempre acima das expectativas dos analistas. As estatísticas de janeiro, divulgadas na sexta-feira, surpreenderam ainda mais.

Depois de revisado, o total líquido de vagas abertas evoluiu de 157 mil, em novembro, e 203 mil, em dezembro, para 243 mil, em janeiro de 2012. A criação de novos empregos refletiu na taxa de desemprego. Ela vem caindo também mês a mês. Em janeiro, desceu a 8,3%, o menor índice em três anos.

Há consenso de que o quadro do emprego pinta melhor, mas não se pode tomá-lo sem ressalvas. Primeiro, porque o desalento no mercado de trabalho ainda é elevado – muitos desistiram, pelo menos temporariamente, de procurar emprego – e as taxas de desemprego mais suaves se devem, em boa medida, à redução da população ativa. Depois, porque a recuperação é lenta e está longe de compensar as perdas ocorridas depois da eclosão da crise. No ritmo atual, a reposição das estimadas 10 milhões de vagas perdidas levaria perto de sete anos.

Gatos escaldados com a ameaça não concretizada de retomada em fins de 2010, os analistas estão tendendo a refrear o otimismo diante dos indicadores melhores. Mas o fato é que a atividade econômica, principalmente na indústria e em segmentos dos serviços, como turismo e entretenimento, está revelando vigor antes inexistente. O valor médio das horas trabalhadas na indústria, por exemplo, alcançou em janeiro o nível mais alto em seis anos.

São muitos, obviamente, os riscos de que a tendência positiva agora vislumbrada em cores mais nítidas venha a não se confirmar. Um recrudescimento da crise na Europa e estouros descontrolados das bolhas acumuladas na economia chinesa, possibilidades que não podem ser descartadas, com suas previsíveis repercussões negativas nas economias emergentes, tenderiam a quebrar o ritmo da recuperação esboçada nos Estados Unidos.

De todo modo, mesmo com essas sombras no horizonte, pode valer a pena tentar investigar as razões da incipiente, talvez frágil, certamente insuficiente, mas visível retomada econômica americana. A receita da saída “made in USA” da crise é clássica e se apoia em duas pernas. Uma delas é o afrouxamento monetário, usado para sustentar o setor financeiro, mas também para reduzir os custos de produzir e, mais do que tudo, desvalorizar o dólar e, assim, impulsionar exportações. A outra é uma política fiscal se não expansionista, pelo menos também não contracionista.

O déficit do governo, no ano fiscal de 2011, que se encerrou em 30 de setembro do ano passado, subiu ligeiramente em relação a 2010, para US$ 1,3 trilhão, mantendo-se nas vizinhanças de 9% do PIB. É menos do que o pico de 10% do PIB registrado em 2009 – o mais elevado desde 1945 –, mas ainda assim muitíssimo alto e um verdadeiro himalaia diante das pretensões das lideranças da zona do euro de limitar os déficits dos Tesouros nos países membros a 0,5% do PIB.

Cabe, porém, ao esforço exportador a parcela mais expressiva da fórmula americana da retomada. Há exatamente dois anos, no discurso sobre o estado da União, o presidente Barack Obama espantou os analistas com o lançamento do desafio de dobrar o volume das exportações em cinco anos, levando-as, em 2015, a superar US$ 3 trilhões. A maior surpresa dessa história é que está funcionando. No ano passado, as exportações cresceram 16% e superaram US$ 2 trilhões. Mantido o ritmo, a meta será atingida com certa folga.

Ainda que a taxa média de incremento das exportações fique em 8% – metade da verificada em 2011 –, como analistas consideram mais realista, diante da possibilidade de menor crescimento dos emergentes e de contração no mercado internacional, especialmente no segmento das commodities, ocorreria um aumento de 60% no volume exportado pelos Estados Unidos. Isso seria suficiente para suportar mais de 15 milhões de postos de trabalho.

Não é só o dólar desvalorizado que anda operando o “milagre”. A taxa de câmbio mais favorável tem sido turbinada por estímulos à produção – que, por sinal, estão promovendo aumentos de produtividade – e, acima de tudo, por ações agressivas de Washington no comércio exterior. De um lado, o governo não alivia as pressões para a valorização da moeda chinesa e, de outro, não descansa na negociação de acordos comerciais com países e blocos.

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70 Comentários Comente também
  1. Enviado por: Pillon

    Hoje as paridades entre moedas parecem travadas. Euro a 1,30 Franco suíço à 1,09 e no caso brasileiro, real com piso a 1,70
    Tem outra moeda importante neste momento que detone esse equilíbrio? Qual?
    Eu deveria postar esse comentário no blog anterior. Porém, esse equilíbrio tem a origem na determinação da paridade de câmbio pelos BC´s.

    A crise na Europa se resolverá da mesma forma que a dos EUA.

    • Enviado por: Pillon

      Saída “made in USA”

    • Enviado por: Pillon

      E se vocês não tocarem fogo nesse BC daí, vão comer o pão que o diabo amaçou!!!

      • Enviado por: Pillon

        pois é o diabo pode “amaçar”, nós só podemos amassar!

        • Enviado por: Alexandre

          Pillon, não entendi nada….congelou os dedos? foi reclamar do inverno borococho…

          Puxa, o BC daqui é o único ainda que mantem taxas reais x inflação oficial, se for inflação real do real nem tanto….

          Os bancos aqui não param de bater recordes de lucro, com o lucro, segundo o SFN, eles alavancam mais ainda…olha que maravilha.

          Finalmente dinheiro para todos, não precisa poupar, nem trabalhar mais…. evolução social :) :)

          Tem banco que empresta dinheiro até os 80 anos de idade! Morreu, cessa a dívida.

    • Enviado por: Pillon

      Quase isso aí, Alex!
      Tá muito frio aqui,mesmo!
      Lembra que eu falei -5graus. Tá menos 12!!!
      Hoje ainda deu uma pausa -8.

      Tá, eu explico.
      O BCE vai emitir euros a dar com pau, ihhiihihih!
      Igualzinho o FED, ihihihihi!!!
      Já tomei todas!ihihihihi!
      Se voces não tocá fogo no BC daí, IIIIIHHHHHH!]
      Tão fu!!!!!ihihihihi!!!

    • Enviado por: Pillon

      Toca fogo no BC daí urgente meu!

      • Enviado por: Mario Pw

        Caro Pillon,

        e aí os alemães já sabem que vão pagar 40 a 50 % de impostos dos seus rendimentos, ou as coisas estão meio que abafadas para o público, ficando as conversas restritas nos papos corporativos?

  2. Enviado por: Kançadu

    Quando foi que deixamos de comer este pão? Desculpe mas não percebi! O diabo saiu de Brasília? Desculpe também não notei. Por onde andei?

  3. Enviado por: silvio corrêa

    É o pragmatismo norte-americano, tentar prencher com exportação essa lacuna que ficou entre a produção efetiva e a potencial, a idéia é muito boa.

    Havia lido ontem que mais U$1 tri em exportação = 12milhões de empregos, mas penso que seja teórico, os ganhos em produtividade tendem a diminuir os empregos.

    Entendo que essa política de baratear o dolar para exportar mais pode-se ganhar de um lado melhorando os números num contexto geral, mas a classe média perde de novo acentuando a deterioração de seu poder aquisitivo em comparação aos emergentes, o que já era observado antes mesmo da crise.

    Ao meu ver a retomada norte-americana não passa necessariamente pela melhoria em seu índice de desemprego ou mesmo poder aquisitivo dos mais pobres.

    Mesmo que milhões de norte-americanos reduzam seu padrão de consumo de produtos e serviços , suas próprias empresas, milionários ,financeiras e banqueiros já estavam substituindo-os por novos consumidores nos emergentes antes mesmo da politica de exportação.

    O consumo das famílias ainda se mantém, mas parece estar sendo financiado pela diminuição da taxa de poupança , certo aumento do crédito, desonerações temporárias, alem do que ,segundo o NYT , a classe mais abastada norte americana 5% já consomem 37% de tudo, e assim vai, a trancos e barrancos.

    Fenômeno bem visível a investidores pois foi excelente a oposta em empresas voltadas à classe de consumo muito alta e/ou muito baixa, em 2011.

    Será que os cidadãos que já perceberam que o país irá crescer, mas que a desigualdade veio pra ficar, ainda vão acreditar que vivem numa meritocracia justa?

    • Enviado por: Pillon

      É o pragmatismo norte-americano, tentar prencher com exportação…
      Qual é o pais que não quer preencher essa lacuna com exportações? Só o Brasil? Desculpe, só os USA? Desculpe só a Europa? Desculpe só quem mais?

    • Enviado por: Pillon

      Vão me convencer numa outra, ok?

    • Enviado por: Henrique

      Concordo plenamente!

      Esse papo de “crescimento infinito” é bom pra inglês ver números bem gordos, especulador encher os bolsos com derivativos e para partidos políticos ganharem campanhas.

      O que acontece no mundo real é que a classe média, (a verdadeira, não dessa que inventaram, pois se formos nos basear pela estatística do Lula, eu me tornei um “rico”, porém só não via a cor do dinheiro ainda) está empobrecendo, pois as pequenas e médias empresas pararam de crescer por pressão das grandes, que produzem em países sub-desenvolvidos, puxando o custo final lá pra baixo (e não me venham dizer que um país onde uma família vive com 100 dólares em média é desenvolvido, que eu mato um, kkkkk).

      Afora isso, apesar do consumo aparente crescer junto ao crescimento demográfico, mais uma vez esse é “sugado” pelas grandes, que empurram seus produtos e serviços guela abaixo do consumidor emergente, não deixando espaço para que ele possa consumir em outros locais.

      Vide um exemplo claro: hoje um brasileiro da nova classe média gasta seu magnífico salário de que forma? 30 a 50% vai para carro e moradia (grandes montadoras e construtoras), 10 a 20% para alimentação (redes de hipermercados e fast food), 5 a 10% para telefone celular (nem preciso citar o tamanho das operadoras) e o restante ele tem que se virar com o resto, ou seja, não faz. Deixa de comprar roupas e sapatos, e quando compra, o faz em lojas de preço baixo (mais uma vez, grandes redes)…

      Aí entram os bancos “salvadores da pátria”, emprestando dinheiro a juros mais que exorbitantes.

      Conclusão: quem ganha mesmo são os grandes de tudo… brigando por mercado, sempre encontram formas para reduzir seus custos, seja na produção, seja com ameaças solicitando aos governos subsídios.

      Nisso a população emergente se sente rica, porém morando, comendo e vivendo pessimamente, e aquela parcela da população que ficou no meio, está cada vez mais perdida, visto que se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.

      • Enviado por: Vicente

        Henrique,

        E para completar essa tragédia que vc listou, nao podemos esquecer que: quem realmente gera empregos sao as pequenas empresas.

        Abrç.

  4. Enviado por: Pillon

    Seu Bc ta fu!
    não tem por onde escapar!
    Vão crucificar vocÊs. O fim do mundo tá próximo!!!!

  5. Enviado por: Pillon

    Bem tomei todas, me despesso (Ricca escreve açim)
    Fass diferenssa?

    • Enviado por: Alexandre

      Aqui supostamente um tal de Herr Pillon comentou….

    • Enviado por: Pillon

      Risos, risos, Alexandre!
      Não sou um suposto Herr Pillon.
      Sou ele mesmo!
      Meu sobrinho me encantou com essa…
      Coisa de economista…
      Uma bosta, quer saber!
      Na minha opinião!
      Como um indivíduo voltado para….

      • Enviado por: Alexandre

        Trate de decidir-se! Juros baixos alavancagem alta, juros altos alavancagem baixa, não percebeu ainda o quanto o BC daqui é patriota, não vão entregar assim tão fácil o NOOOOOOOOOOOOSSSSSOOOOO sistema financeiro?

        • Enviado por: Rodrigo Wettstein

          Citação:” É a economia, estúpido!”

          Sem ofender.

          BC patriota? Tombini, Meirelles, Mantega por fora pressionando, uma turma que respira os mesmos ares de Bernanke e Van Rompuy, ao mesmo tempo em busca de resolução de crises e na manutenção do status quo, mantendo a mesma dança para ninguém cair. A dança é o câmbio: BC BR pague um pedágio para continuar na dança. Eles só reclamam que as taxas estão altas e só. Mas continuam pagando o pedágio para continuarem na dança. Só China, emburrada e feia, mas rica, fica de fora, esperando o beija-mãos e que um dia seu Príncipe Obama um dia olhe para ela sem tratá-la mal.

          Taí, BC Bras na Valsa de Viena. Mas pelo menos agora foi convidado!!!

          • Enviado por: Alexandre

            Qto ào patriota era referente às sólidas instituições financeiras nacionais. Também era uma maneira de provocar o cidadão solitário e com frio.

            Inclui também uma longa discussão de juros altos e baixos…

            Mas bem oportuna sua intervenção, apesar de não ter entendido onde voce queria chegar.

          • Enviado por: Rodrigo Wettstein

            Oi Alexandre, a conclusão é a constatação clara que o BC daqui não tem força para bater de frente com os BCs dos EUA, Europa e Asia, um fazendo Quantitative easing desvalorizando fortemente o câmbio, o outro fazendo uma versão européia do QE americano, às escondidas (constato pelo aparecimento do nada de 400 Bi de Euros para ajudar a Grécia, via… BCE) e a China segurando o câmbio. Com tudo isso o BC Brasil não faz mais que comprar poucos lotes para evitar uma queda violenta. Ele aceita, constata-se isso, que o Real irá desvalorizar muito, o que é péssimo para nossas exportações e ótimo para importações dos produtos destes grandes Países. E é por isso que a inflação está se segurando. Está cheio de oferta entulhada dentro do Brasil mesmo com demanda alta.

            Deixe-me raciocinar e tentar chegar a mais um degrau: se China, EUA (e agora Europa que teve algumas declarações de interesse em aumentar os “laços” comerciais com o Brasil) estão importando para cá mais produtos finalizados caros em relação ao câmbio, e nós estamos exportando matéria prima barata em relação ao câmbio, só posso concluir uma coisa: NÓS estamos pagando uma boa parcela da Crise européia e dos EUA, isso a taxas altas (não estou falando da selic mas da “taxa”) para continuarmos esplendorosos com a cabeça acima da água, vendo e sendo vistos.

            Vou raciocinar mais um pouco longe: estas “alavancagens” dos Bancos Centrais dos EUA e europeu são muito perigosas porque são exageradas, monumentais, algo talvez só visto pós crise de 29 com Roosevelt (aí funcionou). Mas hoje com tantas economias entrelaçadas e tanto “um País devendo ao outro” dois a três dígitos de Bilhões (repare no 2º QE dos EUA que foi feito sobre os Títulos do Tesouro vendido a vários Governos, sabe-se de qual origem ou solidez e a taxas baixíssimas). Disto só posso concluir: uma fonte rica de novo dinheiro, emitido, para Governos que não fazem uma austeridade fiscal correta; isso lembra o que? Brasil 80: inflação pura e monstruosa, mais desvalorização de moedas frente ao Real, e é aí que ficaremos em um dilema: a simbiose será prejudicial por um bom tempo se mantivermos a estrutura comercial atual; e ela tem que mudar: exportação de commodities? péssimo, produção industrial para consumo interno? ótimo. Nós vamos inchar, mas vamos sobreviver. O Real valoriza mais, haverá deflação por causa da demanda, valores imobiliários podem começar a criar A Bolha, taxa selic vai desmoronar, crédito aumentará muito, a poupança será esquecida de vez, porque o lucro estará na praça, no giro de capital. Mas tudo isso, com uma infraestrutura e qualificações técnicas super precárias, não vai durar muito. Seremos uma Argentina 2ª versão. Note que tudo começa com uma inflação galopante nas terras dos olhos azuis, senão continuaremos sendo neo colonizados (ou neo liberais, como queira)

  6. Enviado por: Nick

    Mais e mais fica claro que essa crise toda foi fabricada com uma intenção só: consolidar mais riquezas nas mãos dos já ricos. Pode analisar, inflaram uma bolha, sugando os desinformados para dentro dela, fazendo-os produzir (construção civil por exemplo) só para depois secar o crédito quase que por completo, e arrematar tudo que foi construído por menos da metade do valor.

    Me lembro perfeitamente quando o Obama disse que iria aumentar as exportações, em seu discurso inaugural em 2009. No dia seguinte, comprei Francos Suíços e Ouro. Nos Francos, foi uma gangorra que deu muito frio na barriga, mas ainda estou por cima. No ouro… sem comentários. Imóveis ainda estão caindo de preço aqui. Ou seja… essa crise foi criada pelos mega-ricos, para os mega-ricos. Os que aspiram (como eu) ainda pegaram um vento a favor só por acompanhar o raciocínio desse pessoal.

    O resto que só pensa em ‘football’ e American Idol, hoje tão em maus lençóis.

    • Enviado por: Alexandre

      Tá reclamando Nick? Eu ainda tenho um dinheirinho à 66 mil pontos de uns 4 anos atrás….nem dá para falar que andou de lado.

    • Enviado por: Nick

      Pois é, eu não posso reclamar. Mas eu reclamo é da sacanagem que é esse sistema. O pessoal cuja única culpa é de não ligar para o que acontece, porque é influenciada pelos poderes educacionais e de mídia, é que toma a paulada, sempre… Eu acho injusto. Acho que é por isso que uso esse canal aqui digitando tanto.

      A internet é apenas um exemplo do que a tecnologia pode ser, quando a serviço da destruição das fronteiras da informação. Por que a serviço da manutenção dessas fronteiras, estão a bomba atômica e o agente laranja.

      Eu não acho que governo nenhum, sob a máscara de uma falsa retórica alarmista pseudo científica (terrorismo), deve tentar controlar a evolução da consciência das pessoas. Afinal de contas, já que nós todos estamos passando por esse processo de acordar para o que realmente está acontecendo, não é necessária muita inteligência para perceber que a ausência dessa consciência é que está causando essa paquera com a extinção humana e destruição do planeta. E o sistema econômico exerce o papel principal nesse palco.

      Perdão pela filosofada…

      • Enviado por: Alexandre

        Não tem filosofada, é bem isto, sabe que sou contra este sistema de dívidas eternas, rolagens, distorce demais a economia, além do que tira-se sempre um pedacinho do valor do produto ou serviço.

        Mas no ponto que chegamos, fazer o que?

        Leu a reportagem da CNN? São 55 milhões de mutuários nos EUA, dos quais espera-se mais 10 milhões de foreclosures. Casa própria? Melhor aprenderem um pouco com nós apesar da insistencia deste governo de endividar a população.

  7. Enviado por: Riccardo(California,USA)

    O que realmente precisamos para decolar os EUA e trocar a Presidencia serah o melhor estimulo que existe.

    O resto e piada.

    abs

  8. Enviado por: Davi

    Aquém vôo o oque o Dantas escreveu de davos que e mais fasio produzir riqueza do que emprego a tendência do emprego e desaparecer que Deus salve os pobres por que o governo não vai fazer .

  9. Enviado por: Riccardo(California,USA)

    O proximo produto com o estampo “Made in the USA” sao os avioes da Embraer.

    Beleza…

    • Enviado por: silvio corrêa

      Riccardo

      Realmente é um negócio que se concretizar todos ganham.

      Espero que a Embraer use aí como plataforma de exportação do A29 inclusive.

      E possa vislumbrar ganho de escala para o avião de transporte KC390 que não decola literalmente.

    • Enviado por: Riccardo(California,USA)

      Silvio,

      A fabrica da Embraer com capacidade de fabricae 300 jatinhos por ano ja esta pronta e com certesa isto eh uma boa noticia para a Embraer que conseguiu fugir do alto custo Brasil e das ridiculas leis trabalhistas de la.

      Porem isto so ilustra a anticompetitividade dai e nao eh uma boa noticia para o Brasil.

      abs

      • Enviado por: silvio corrêa

        Riccardo
        É uma questão mais mercadológica do que de competitividade

        Entendo que esta fábrica na FL deveria ser capacitada para produzir mesmo que ckd aviões comerciais maiores, mas por enquanto só jatos executivos e o A29 e está próximo ao cliente, melhorando um pouco o mix do faturamento, ainda muito dependente do Brasil, mas sussegando um pouco os investidores.

        A Embraer vai conseguir sim, já deveria estar com pelo menos 40% de seu faturamento no exterior, isso será bom para o Brasil.
        abs

  10. Enviado por: Jr.

    Riccardo,
    heheheh. Comentários do Kupfer: bom para a economia americana. Bom para o Obama. Ruim para o Partido Republicano.
    Não vai adiantar o Mitt Romney segurar criança. Ele vai perder. A vantagem disso tudo é que você agora Sabe como os mórmons vivem e pode se mudar para Salt Lake City e viver com um sultão. hehehe.
    Abs.

    • Enviado por: Riccardo(California,USA)

      Nem se preocupe esta noticia pra comecar nao foi tao boa os Democratas vao perder o Senado com certesa e o Obama com todas as vantagens da
      “incumbency” esta parecendo todo o dia como o Jimmy Carter.

    • Enviado por: Jr.

      Riccardo,
      Rick Santorum 3 x 0 Mitt Romney (Colorado, Minnesota, Missouri).
      Dá-lhe, Tea Party !!!! Ehehe
      Abs.

  11. Enviado por: Mario Pw

    Caros,

    revendo o report do McKinsey quarterly, e vendo os déficit dos países do euro e dos usa ,mais os balanços do ECB, uma hora a carga tributária vai explodir e cair nas costas dos seus cidadãos e empresas também.

    Pillon, coloquei uma dúvida lá em cima. Vou repetir:
    7 de fevereiro de 2012 – 23:08
    Enviado por: Mario Pw
    Caro Pillon,

    e aí os alemães já sabem que vão pagar 40 a 50 % de impostos dos seus rendimentos, ou as coisas estão meio que abafadas para o público, ficando as conversas restritas nos papos corporativos?

    Responder

    • Enviado por: Pillon

      Ontem não deu mesmo, Mário.

      Você se refere ao IR, certo?

      Hoje com a cabeça mais assentada (!) digo a você que já se paga até esse percentual, contando com o imposto obrigatório para a igreja de sua fé – como eu sou de poca fé, num pago não! – mais a contribuição de solidariedade à integração da velha Alemanha comunista.

      O que se cogita é o imposto sobre operações financeiras mas acho que os alemães sabem que não funciona se não for global.

      O IVA (MWST: Mehr Wert Steuer, em alemão, Imposto sobre mais Valia, eheheh) – e não TVA como um repórter brasileiro escreveu, traduzindo literalmente do inglês, tax, que quer dizer imposto e não taxa – continua o mesmo 7% para produtos in natura e 19% para os demais. Não vou entrar em detalhes sobre os sobre energia que são mais complicados.

      O único aumento que houve na folha foi o Sozialversicherung, que passou de 39,55 para 40,15% por conta do Krankenversicherung (Seguro de Saúde), que subiu de 14,9 para 15,5%. Saiu uma bela discussão sobre esse aumento de 0,6% (quanto mesmo? 0,6%!!!!) mas ninguém aqui reclama do “custo alemanha” como aí.

      É alta produtividade, é achatamento de salário, é euro desvalorizado, é corruptor de governos como Grécia e demais…?

      Dá uma olhada nas importações brasileiras e veja qual é a participação da Alemanha e Suíça lá, e quais produtos eles vendem.

      Não sei, mas muita gente se mudou daqui para morar na África e na Índia porque já não aguentava mais pagar tanto imposto.

      Você acha que tem espaço político para isso?

      …………………….

      Renato, muito obrigado pela gentileza de ter lido o relatório. Eu comecei também e não aguentei, parei logo.

    • Enviado por: Pillon

      Em tempo, esse Sozialversicherung inclui, Renten- (19,9% para aposentadoria), Kranken- (saúde, 15,5%), Arbeitslosen- (desemprego, 2,8%) e Pflege- (cuidados pessoais por enfermeiros, 1,95%). Tudo acima chama-se Versicherung (seguro).

      Além disso, paga-se a TV a cada 3 meses, por aparelho acho que é 5 EUR por mês. As TV arrecadam 7 a 8 bilhões de euros anualmente, se não me engano. Vem por cabo ou satélite e no fim de Abril passa tudo a ser digital. Tem HD digital também se o aparelho for moderno.

    • Enviado por: Jr.

      Pillon,
      Os percentuais do seguro-social e do seguro saúde incidem sobre que base ? Quem paga ? Indivíduos e empresas ?
      Abs.

    • Enviado por: Pillon

      Olá Jr,
      Não estou muito familiarizado com o sistema alemão, porque cheguei recentemente aqui. Assim de bate-pronto, os 40,15% são divididos entre empregado e patrão, mas há limites. No caso do de saúde, 8,25% para o empregador e 7,25% para o empregado. Acho que a aposentadoria é 10% e 9,9% respectivamente. Os demais eu preciso verificar. A base de cálculo é o salário mensal.

      Ainda há o desconto do IR na fonte, cuja isenção é um pouco acima de 8000 euros anuais. Há uma tabela progressiva que chega até 45%.
      Lembre-se que tiram 1 mês de férias pagas, e dependendo do patrão, recebem bônus anual. Conforme a atividade há benefícios específicos.
      Se eu obtiver mais informações eu passo para você.
      Abs.

  12. Enviado por: darci prass

    Há, neste caso, uma questão muito simples: o crescimento da economia americana e o crescimento das principais empresas americanas, está ocorrendo com um enorme aumento de produtividade…ou seja, mesmo que se recupere o nível de atividade de antes da crise (muitas empresas grandes, já estão com volumes de negócios muito maiores do que antes da crise), não se recuperará o nível de emprego na mesma proporcão, por causa do aumento da produtividade, que, de resto, ajuda a alavancar a competitividade das empresas americanas. Esta é uma das faces mais visíveis da diferenca entre a economia americana e a chinesa: uma é eficiente e a outra é intensiva em mão de obra.

    • Enviado por: Riccardo(California,USA)

      Falou e disse…

    • Enviado por: Ferruccio

      Certo, e os milhões de desempregados devido à eficiência da economia americana vão viver de que?

    • Enviado por: Renato

      Ooops! Não estou bloqueado.

    • Enviado por: Pillon

      Bom dia Renato,

      Você levanta cedo hem?

      Repito o que escrevi acima, muito obrigado pela gentileza de ter lido o relatório. Eu comecei também e não aguentei, parei logo.

      • Enviado por: Renato

        Bom dia, Pillon.

        Todo mundo acordou cedo aqui em casa, deve ser por causa do calor, que está insuportável.

        Até que estou dormindo melhor, se estivesse com insônia, até que eu leria o relatório (quem sabe, fosse conversa mole para boi dormir). Como não estou com muitas preocupações, não acordei durante a madrugada. Acho que a economia vai indo bem, só é preciso monitorar os movimentos do mecado financeiro, mas no geral não vejo grandes alarmes.

        abraços

  13. Enviado por: Alexandre

    Ah! Já conseguiu recompor-se, Pillon? Qdo é de boa qualidade…

    Estive em Viena no inverno, fiquei no apto de um amigo, representante de autopeças de uma empresa alemã. Viajou muito pelo antigo bloco comunista, estava na Romenia qdo o Ceaucescu foi derrubado.

    Apesar de quase passar fome, disse que a Transilvania era um dos lugares mais lindos.

    Queria dizer que, 20 dias com ele, 20 garrafas consumidas, dos mais variados tipos, enquanto que Herr Oberst Stangl, ansiosamente aguaradava minha presença no poderosíssimo exército austríaco…

    • Enviado por: Pillon

      Viena é uma parada!
      Eu ganhei umas garrafas de um vinho branco produzido aqui em Konstanz…Uma delícia. Não consegui parar na primeira. Pude deixar lá fora para gelar, mas se ficasse lá umas horas, congelava!
      Tava frio mesmo!

      • Enviado por: Alexandre

        Na época éramos solteiros, concordo, Viena dá para o gasto….

        Hoje ele tem 3 filhos, contribuindo com o crescimento vegetativo. Alías, economista bem formado aqui. Chegou à diretor apesar de ser brasileiro, deixou muito austríaco para trás e sabe porque?

        Trabalhava além dos horários e não reclamava, enquanto os ´´companheiros´´ derrubavam as canetas no horário exato. Não era acomodado.

  14. Enviado por: Didi

    Na mosca JPK! O Tio Sam é rápido no gatilho, e como lá as leis trabalhistas não são engessadas, a coisa segue na base do trade-off, quem estava acostumado a ganhar U$ 20,00 p/h, hoje se conforma a ganhar U$ 12,00 p/h. Ademais baixa carga tributária, e muito menos intensiva na cadeia produtiva. De fato, isto está repatriando muitas fábricas ao país. Não temos dúvidas que os emergentes sentirão os impactos, que aliás, acontecerá o mesmo com a Europa, até ontem estavam cortando na carne, mas agora já estão raspando o osso. O Brasil continua travado quanto as reformas, e com certeza não fará, apenas tem tomado medidas pontuais que mais complicam que resolvem. A concorrência ficará cada vez mais acirrada e a letargia poderá nos custar caro!

  15. Enviado por: Ferruccio

    A contrapartida ao aumento esperado de 15 milhões de empregos em 5 anos nos EUA é a redução de alguns milhões de empregos em outros países. Boa parte desse resultado é conseguida pela prática já clássica de desvalorizar a moeda para aumentar as exportações.

    Enquanto países como os EUA e a China mantêm seu câmbio desvalorizado, justamente par aumentar suas exportações, o Brasil continua com um dos câmbios mais valorizados do mundo.

    Enquanto o Brasil estiver surfando nas exportações de commodities agrícolas e minerais, a economia está avançando. Entretanto, será que a indústria brasileira, enfraquecida pela concorrência dos produtos importados, conseguirá criar, no futuro, os postos de trabalho necessários para absorver a leva de jovens chegando ao mercado de trabalho?

    Fala-se muito de crescimento sustentável. Será que isso será possível para o Brasil, se continuar mantendo dois preços básicos da economia, como juros e câmbio, distorcido em comparação com o resto do mundo?

    Qual será a saída “à brasileira”.

    • Enviado por: Alexandre

      Ferruccio, no meu modo de ver, a indústria nacional não dá conta de um crescimento além dos 3%, não no curto prazo.

      O investimento em produção, já anunciado por vários setores, levam tempo para começarem a produzir.

      Estes investimentos poderiam ser maiores.

      Fora isso, estamos com o desemprego lá embaixo. Para crescer mais, teria que aumentar a produtividade.

      A produtividade esbarra numa série de questões.

    • Enviado por: RONALDO GOMES FERREIRA

      Ferrúccio
      Como já disse inúmeras vezes, tendo você, inclusive, me contestado, nosso câmbio é resultado de uma política de governo. Incapaz de administrar a economia por estar preso aos seus ranços ideológicos ou pelo sistema de compra e venda de posições de sua base política, optou por criar um gigantesco esquema de distorções compensatórias. Estas distorções são como molas tensas, prontas para disparar ao menor tranco. O Brasil não tem “um” problema no câmbio, tem sim um enorme problema na administração da política econômica.
      Quanto ao fato de enorme tsunami de 2008 ter chegado aqui como uma “marolinha” n ada tem a haver com este governo, mas sim com o gigantesco trabalho de saneamento e regulação efetuado no período do FH. Fernando Henrique teve sim, seus erros e desacertos mas realizou grandes obras sempre com a ferrenha oposição do PT, uma delas foi a que citei acima.
      Você já me perguntou porque implico tanto com o Mantega, tenho filhos e netos e o futuro deles está nas mãos deste sujeito, completamente incapaz para o cargo que exerce.
      Abraços

    • Enviado por: RONALDO GOMES FERREIRA

      Caro Ferrúccio
      Eu já disse inúmeras vezes, tendo você, inclusive, me contestado, nosso câmbio é resultado de uma política de governo. Incapaz de administrar a economia por estar preso aos seus ranços ideológicos ou pelo sistema de compra e venda de posições de sua base política, optou por criar um gigantesco esquema de distorções compensatórias. Estas distorções são como molas tensas, prontas para disparar ao menor tranco. O Brasil não tem “um” problema no câmbio, tem sim um enorme problema na administração da política econômica.
      Quanto ao fato de enorme tsunami de 2008 ter chegado aqui como uma “marolinha” n ada tem a haver com este governo, mas sim com o gigantesco trabalho de saneamento e regulação efetuado no período do FH. Fernando Henrique teve sim, seus erros e desacertos mas realizou grandes obras sempre com a ferrenha oposição do PT, uma delas foi a que citei acima.
      Você já me perguntou porque implico tanto com o Mantega, tenho filhos e netos e o futuro deles está nas mãos deste sujeito, completamente incapaz para o cargo que exerce.
      Abraços

      • Enviado por: Ferruccio

        Ronaldo,

        Não sei exatamente a que você se refere quando fala em “gigantesco esquema de distorções compensatórias”. Você precisa explicar quais são essas distorções (fora o preço da gasolina, que você se cansou de mencionar).

        Eu acho que a política econômica, no seu conjunto, está sendo conduzida de forma prudente, dentro do que as conjunturas nacional e internacional permitem. Se o país conseguir obter, em 2012, um crescimento em torno de 3-4%, e segurar a inflação abaixo de 5%, poderemos nos dar por satisfeitos.

        Em relação às duas principais distorções, juros e câmbio, acho injusto atribuir a culpa ao Mantega. No caso dos juros, o BC tem trabalhado acertadamente no sentido de sua redução.

        Quanto à valorização do real, conforme os economistas ortodoxos insistem em afirmar, é devida a um conjunto de fatores, entre os quais o volume das exportações, o pré-sal, a conjuntura favorável da economia brasileira, a copa do mundo, etc, etc. Segundo esses economistas, a valorização do real era inevitável e não adianta o governo tentar combater essa valorização. Defensores dos juros altos, só não querem admitir a importância do diferencial de juros em relação ao exterior, como causa da entrada de dólares especulativos e conseqüente valorização do real.

        Quanto à crise de 2008, essa foi somente uma “marolinha” justamente pelo Lula não ter seguido a filosofia do FHC. Ao invés de estimular o consumo, como o Lula fez, o FHC teria restringido o consumo, e, provavelmente, causado um tsunami. Até tradicionais opositores do Lula reconhecem seu acerto nessa crise.

        Finalizando, como consultor de empresas você certamente sabe que os executivos são julgados pelos resultados que obtêm (normalmente, lucros). Porque não julgar o Mantega, de forma objetiva, pelo resultado que obtiver na economia?

        É uma boa discussão.

        Abraços

        • Enviado por: silvio corrêa

          Ferruccio

          Gostei do termo ‘Qual será a saída “à brasileira”.

          Segundo o FT aqui se ‘usa’ o ‘democratic development capitalism’, então indica que ficaremos naquela dos acordos bilaterais amplos, para empurrar produtos com baixa competitividade, como esse novo acordo automotivo com o Mexico.

          Na visita da Dilma aos USA que haverá amplas negociações, teremos um mapa melhor de como seremos afetados por essa empreitada exportadora norte-americana. Querem nosso mercado , tomara que ela se saia bem como na China.

          abs

    • Enviado por: Pillon

      Também gostei do termo. Se o Brasil não resolver sair “à francesa”, quando todos estiverem se distraindo, curtindo, gastando em Miami no CC…

  16. Enviado por: Riccardo(California,USA)

    Ferruccio,

    Hoje vou te dar um puxao de orelha.

    Como que voce me fala uma bobagem desta?

    Se os EUA aumentam o nivel do emprego o mundo inteiro cria empregos. Isto nao ee um “zero sum game” pelo contrario.

    Tambem este papo furado do Real valorizado eh uma disculpa do governo para nao assumir a responsabilidade em nada entendo uns burraldos cairem nesta mas nao voce!!!… po.

    Esta bronca vai para o Jr. tambem… :)

    Porque eu sei como ele pensa.

    • Enviado por: Ferruccio

      Riccardo,

      Se, numa situação de crise, todos os países decidires desvalorizar suas moedas para aumentar suas exportações, o que acontece?

      Mas não quero ser tão radical. Admito que a economia dos EUA melhorando, isso é bom para todo mundo.

      Quanto ao puxão de orelhas, isso me lembra quando eu tinha 5 anos (68 anos atrás)e levava puxões de orelhas de minha mãe. Boa lembrança.

      Abr

  17. Enviado por: RONALDO GOMES FERREIRA
    • Enviado por: Alexandre

      Boa esta Ronaldo, cade o Nick para fazer a festa?

    • Enviado por: Pillon

      A ideia é radical demais. O BC tem muitas atribuições que vão desde regulamentação até a fiscalização do mercado financeiro e de câmbio. Onde são feitas as liquidações diárias de transações financeiras? Isso precisa continuar com ele, como um órgão vinculado ao Ministro da Fazenda, uma secretaria ou uma superintendência.
      O que precisa acabar é esse poder excessivo centralizado dos BC´s que o Nick aponta. É muito poder na mão de poucos.
      E o governo deveria ser proibido em constituição de gastar além da arrecadação. Não pode emitir um IOU sequer, nem ficar devendo para os prestadores de serviços (empreiteiras, etc). Pagar tudo em dia!!
      E ele TEM que ter o controle monetário na sua mão. Essa desculpa que ele pode usar a moeda para fins políticos acaba se a constituição for obedecida. Emitiu moeda demais, não pode “recolher” com emissão de dívida e vai causar inflação, cujas metas não podem passar de 2% ao ano. Sem esse negócio de banda. É 2% cravado!!
      Mesmo com o BC “independente”, qual impressão ficou sobre as manobras para eleger a Dilma?

  18. Enviado por: Alexandre

    Caro Rodrigo Wettstein, lendo seu comentário acima concordo que não temos cacife para peitar todas estas emissões.

    Para mim o principal assunto que voce mencionou é o qunato a queda dos juros impactariam nos indices inflacionários.

    Por que? Analisando EUA e Europa, para mim pelo menos, é muito claro qdo cria-se uma situação de endividamento sem controle da inflação, o que leva boa parte da população e até países àos problemas enfrentados atuais.

    Talvez, não contavam com um crescimento chines desta ordem.

    • Enviado por: José Paulo Kupfer

      Ronaldo,

      Deve ter esquecido que o sistema de publicação bloqueia dois links no mesmo comentário.

      Abrs

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