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Dívidas e devedores: mais detalhes

2 de fevereiro de 2012 | 19h26

José Paulo Kupfer

Leitores, como era de esperar, ficaram surpresos com os níveis atualizados de endividamento dos países de economia madura, segundo o levantamento do McKinsey Global Institute (MGI), mencionados no texto anterior publicado no blog. Alguns chegaram até a duvidar da correção dos dados.

Bem, não há erro. O Japão carrega, de fato, o maior volume de dívidas – públicas e privadas somadas –, em relação ao PIB, nas dez economias pesquisadas (Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Espanha, França, Itália, Canadá, Coreia do Sul, Austrália e Japão). O volume da dívida total japonesa é mais de seis vezes superior ao total anual líquido da produção japonesa, em moeda corrente.

O Canadá, que registra o menor volume de dívidas em relação ao PIB do grupo analisado, ainda assim mostra um endividamento total três vezes e meia maior do que seu PIB. Na média dos dez países, as dívidas totais a mais de quatro vezes a produção de um ano.

Não deixa de ser curioso que as dívidas acumuladas nos países mais encalacrados da Europa sejam proporcionalmente menores do que nas grandes economias maduras. Exceto a Irlanda, a campeã dos campeões, com uma dívida total sete vezes e meia superior ao PIB, os demais (Espanha, Itália, Grécia e Portugal), somam dívidas totais, em média, quatro vezes o PIB.

De todo modo, comparado com os maiores emergentes, é um dilúvio de dívidas. O endividamento chinês não chega a três vezes seu PIB e na Índia mal passa de duas vezes. No Brasil, entre endividamento público e privado, o total supera a produção líquida de um ano em “apenas” duas vezes e meia.

O tamanho das dívidas indica o tamanho do desafio que o processo de desalavancagem enfrenta e o alto grau de dificuldade para superar estreitos limites ao crescimento. Indica também o possível longo intervalo de tempo daqui até a superação desses constrangimentos.

E o endividamento total ainda não parou de crescer.

 

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129 Comentários Comente também
  1. Enviado por: Riccardo(California,USA)

    JPK,

    Nao vai usar isto como desculpa para o Brasil se endividar mais neh!!!…

    Situacao diferente.

    Ja estou antecipando os comentarios dos amigos.

    Vai ser fogo.

    abs

  2. Enviado por: Qwerty

    E alguem ainda duvida que todos vivemos num mundo de Alice? Alguem ainda acredita que o capitalismo da forma como o atual, em um mundo cada vez mais integrado pela informacao, ainda continuara cerseando a grande massa de miseraveis que continuara a crescer proporcionalmente ao aumento da populacao do planeta que logo atingira 10 bilhoes?
    Sinceramente, numa visao de algumas decadas, o caldo VAI ter que entornar muito mais que nos ultimos 3 anos. Isto eh inexoravel por um simples motivo: a ganancia humana incentivada pelo capitalismo selvagem e fragilidade espitual, nao tem tratamento sem uma ruptura total.
    A desalavancagem que agora vemos seria soh a ponta do iceberg para termos um sistema de inclusao de igualdade global.
    Saudades de Passargada…

    • Enviado por: martini-jales sp

      Vamos ver o maior colapso financeiro da historia do capitalismo.
      Vamos deixar do capitalismo financeiro e entrar para
      no Capitalismo do Conhecimento. É muita gente virando
      merda e muita merda vai virar gente.
      Martini- Jales sp

  3. Enviado por: Nick

    Excelente JPK! Você é um cara que sabe o que faz.

    Tenho uma solução para a dívida dessa turma toda, com um dado a mais que nunca comentei mas acho importante:

    Todos sabem da minha proposta de o governo recuperar seu poder de controlar emissão de dinheiro, e o poder de controlar sua quantidade circulando, certo? Junto com isso todos sabem que proponho a proibição de bancos emprestarem a governo, e de bancos emprestarem o que não possuem em seus cofres. Muito bem.

    A pergunta que vem em seguida é, uma vez que o governo tem esse controle na mão, o que fazer? Se eu fosse o manda-chuva na política monetária pós-banco central… é simples. Eu imprimiria exatamente a quantidade de dinheiro necessária para COMPRAR todas as notas do tesouro atualmente circulando. Não tudo de uma vez, mas em algumas etapas. Uma vez de posse dessas notas, eu as destruiria. Incinerador. Depois disso, nada mais de emitir notas do tesouro. Acabou.

    Bancos e todos que tinham essas notas na mão, agora possuem dinheiro. A diferença é que a população deixa de ter que pagar JUROS sobre essas notas, via seu trabalho (pagando impostos federais), por que essas dívidas não existem mais.

    Imagina só o crescimento da economia que isso proporcionaria…

    Todos esses países que o JPK citou acima deveriam fazer isso. Isso é mudança em quem dá as cartas do jogo. Prosperidade, finalmente.

  4. Enviado por: Benedicto Dutra

    Enquanto a economia tende a estagnação, as dívidas já elevadas ainda estão crescendo. Por outro lado a produção de dinheiro também. O que poderá ocorrer na economia global com essas variáveis em expansão?

    • Enviado por: Nick

      Caro Benedicto Dutra, hoje os BCs precisam imprimir dinheiro para que os escravos (você, eu e todos) continuem honrando seus pagamentos de juros. Depois de sugar juros durante uma década, o suprimento de dinheiro circulando diminui e a bolha de ‘ativos’ estoura.

  5. Enviado por: Alexandre

    JPK, voce vem constatando fatos e analisando-os de maneira coerente para que todos possamos entender.

    No entanto, sinto falta de uma opinião sua do rumo que voce acredita ser o mais adequado para alguns países chave neste contexto.

    Por exemplo o Japão, que vem passando longe das notícias, assim como uma opinião sobre os EUA e Europa, se não for pedir demais.

    • Enviado por: Nick

      Alex… sem querer colocar palavras na boca do JPK, acho que ele prefere não colocar opiniões pessoais… isso vai contra o mantra do jornalismo, que é imparcialidade. Mas claro, depende só dele. Se eu fosse jornalista, seria um de carreira bem curta, por que ficaria doido se não pudesse expressar minhas opiniões. Por isso que agradeço profundamente o JPK por manter esse espaço, sem facebook, sem besteiras.

      • Enviado por: Alexandre

        Sim Nick, acho que voce tem razão, mas há maneiras de emitir opiniões aprofundando-se um pouco mais, como qtos anos para pagar as dívidas, diante de um crescimento tal ou rasgá-las, como voce sugere e se isto ocorreu também em 1939.

        Falando em facebook e considerando que enfrentamos problemas sérios, mundiais, lembre que foi eu e voce os últimos a comentar antes de tudo migrar para lá.

        Digo que ´´certas opiniões´´ neste momento delicado podem comprometer o espaço(JPK), concordando ou não com elas.

        Sendo um pouco otimista, diria que os níveis de desemprego e inadimplencia estão longe de uma catástrofe.

        O pior é a desvalorização das moedas ´´fortes´´ e até quando.

        • Enviado por: Alexandre

          Henrique, grato por corrigir-me sem querer, a data que queria mencionar era 1929, não 1939.

          • Enviado por: RONALDO GOMES FERREIRA

            Alexandre, Nick
            Jornalismo isento não existe, eu, pelo menos nunca vi. Já fico satisfeito quando o jornalista não é proselitista. Jornalistas aparentemente isentos escolhem os temas que facilitam sua posições pré assumidas, sabem usar as estatísticas para embasar as “suas” verdades, e ignoram as que desconstituem suas idéias. Jornais podem abrir suas páginas para articulistas com idéias divergentes da linha editorial, como o Estadão faz. Isto é o máximo de imparcialidade que você vai ter da imprensa.Já dos jornalistas jamais espere imparcialidade, pelo simples fato de serem humanos. Duas pessoas que olharem a mesma bola sempre a verão dos seus particulares pontos de vista, através de suas vivências, crenças, educação, etc…
            Abraços

  6. Enviado por: Henrique

    Nick, realmente adorei sua idéia de tocar fogo nos títulos do tesouro, kkkk…

    O único problema é que ao emitir dinheiro, independente de qualquer coisa, sem lastro gera inflação! Como contornar tudo isso?

    Voltemos a crise de 29, quando os EUA quebraram. Qual foi a solução de tudo?

    1- Emitir dinheiro. Não lembro qual foi o presidente, nao vou procurar no google, porém ele foi o responsável por emitir bilhoes de dólares na construção de estradas, onde o lema dele era “a cada empregado contratado para fazer um buraco, contrate outro para tampa-lo”. Resumo: crescimento, renda ao povo, fim da miséria”. Claro que houve inflação, isso vemos bem hoje comparando um quilo de carne lá atrás e nos tempos atuais.

    2- Fazer guerras. Todos sabem qual o tamanho da montanha de dinheiro gasto em todos os combates americanos de lá pra cá. Esse montante foi gasto justamente na construção de armamento e com o contingente, que gerou riqueza encima de riqueza, fora os espólios.

    Fazendo uma analogia com o que você disse, a primeira opção, sustentando o crescimento com emissão de dinheiro é pra lá de boa, porém hoje temos a OMC, o FMI, etc etc etc… que impedem que um país faça algo que eles não vão ter controle, apesar de que a Argentina anda fazendo isso nas escuras, e o FMI tá doido com isso, tanto que eles tiveram inflação de 22% se calculado pelo FMI, porém com um crescimento na casa dos 9%

    Mas uma coisa te falo: que dá certo dá. É só ter boa vontade e esperteza, porque se afinal, estamos num mundo capitalista, nada melhor que jogar o jogo com todas as armas que tiver.

    E só pra concluir, falando de Brasil: do jeito que as coisas estão, acho difícil crescer 4% ao ano com tão pífio consumo.

    • Enviado por: Nick

      Pois é Henrique, eu nunca disse que essas mudanças seriam fáceis. É uma grande troca de poder. Mas de novo, esse medo de inflação não precisa ser tão alto assim. Na minha proposta que se livra das notas do tesouro, não há mudança na quantidade de moeda, é R$1 para cada R$1 em notas do tesouro. A única diferença é que juros param de ser sugados da economia para os bancos.

      E concordo, as pressões internacionais contra isso são enormes, visto que foi via métodos quase criminosos que as leis que criaram bancos centrais passaram pelo congresso. (Natal de 1913 nos EUA, 3 ou 4 gatos pingados votando, e Natal de 1964 no Brasil, mesma tática).

      Lógico que cabe ao público colocar no poder pessoas que sejam responsáveis o suficiente, para manter a quantidade de moeda sob controle. Isso previne inflação. Porém, note que os períodos em que a inflação chegou a patamares de hiper, foram sob a tutela de bancos centrais.

      E digo mais, não é por acaso que governos que são reféns desse sistema centralizado de bancos, estão sempre falando em aumentar o tamanho do governo, principalmente no setor de educação. Governo na educação = indocrinação e isso inclui a completa ausência em escolas da matéria “ensino financeiro”.

      Abs

      • Enviado por: Alexandre

        Nick, ainda não estou convencido, sabemos como são os governos democráticos ou não, num primeiro momento a coisa pode resolver-se depois fica tudo na mesma, vou imprimir pro meu amigo aqui, para meu amigo lá…. o governo torna-se um grande banco de ´´protegidos´´.

        Ponha estes juros em patamares reais que a coisa se equaliza. Muita gente vai quebrar, mas os sólidos ficam.

    • Enviado por: Nick

      Da mesma forma que você não acredita que governantes possam controlar a quantia de dinheiro circulando, eu não acredito que há interesse algum em abaixar juros cobrados pelo dinheiro impresso pela atual turminha.

      Se a população prefere não assumir responsabilidade em se organizar e pressionar o governo a manter a quantidade de moeda sob controle… então é um caso perdido, pois o que é melhor? Deixar que um grupinho de banqueiros controle a emissão do seu dinheiro, explorando o seu trabalho suado com juros e impostos, ou você como cidadão assumir a responsabilidade pela própria liberdade?

      Eu fico com a última opção, mesmo que exija mais responsabilidade, pois prefiro pagar zero de juros e de imposto de renda do que ser completamente controlado por esses mafiosos.

      Com liberdade vem grande responsabilidade, e isso inclui impressão de dinheiro. Afinal, se o país pertence a seu povo, é este que precisa policiar e controlar o governo, e não ao contrário. Um governo que inflaciona a moeda não está a trabalho de seu povo. Bancos Centrais, que não são governo, não dão a mínima, por isso inflacionam e deflacionam a bel-prazer. Somente os que estão envolvidos é que sabem quando será o próximo ciclo, por que esses ciclos acontecem sempre através das mãos daqueles que controlam a política monetária. Que os ciclos aconteçam por forças naturais, não por quem controla a quantia de dinheiro em circulação. É responsabilidade do governo manter essa quantia constante. Não do Banco Central e bancos comerciais, mesmo por que eles não a mantém constante.

      Além de você pagar juros pela existência da moeda, você paga impostos, e ainda por cima para outro imposto invisível chamado inflação. Na minha opinião, chega. Nós, via nosso governo, devemos re-conquistar o poder de controlar nosso próprio destino, e eu acho que isso começa na política monetária do país.

      • Enviado por: Alexandre

        Ótimo Nick, sério. Gostaria de contra argumentar, não pensei em nada, neste momento… :)

    • Enviado por: Nick

      Beleza Alex… eu sei que eu sou cabeça dura, mas é que tem coisas que não tem como eu não defender. Nesse caso claro, esse papo de quem controla emissão e quantidade.

      Não é minha intenção sempre querer ser certo, etc… aprecio debates, eu aprendo bastante também, e sou forçado a pesquisar sempre, mais e mais. O mundo tá muito interessante, é uma encruzilhada histórica. Ultimamente o que me preocupa é Iran e Israel. Esses dois vão se atracar feio logo logo… Junho/Julho/Agosto sei lá… depende também de quem levar mais “delegates” nas eleições aqui. Se for Ron Paul, é bem capaz que a guerra comece antes das eleições.

      • Enviado por: Alexandre

        Que isto? Cabeça dura…Voce vem e apresenta fatos, história, mesmo sem apresentá-los, faz sentido, são alternativas pensando na melhoria da sociedade.

        Se voce for cabeça dura, eu seria o que?

        Deixa o Jr. responder esta…. :) :) :)

        • Enviado por: Alexandre

          Entretanto Nick, diferente do que voce pensa, este sistema está alastrando-se, não encolhendo-se. Agora é o Brasil, baixando juros e assim por diante…

          Dinheiro virou algo banal, a relação psicológica
          que tínhamos com uma cédula, foi-se, fala-se apenas em dívidas e cartões de crédito.

          Repare que nos EUA, país de origem, não há mudanças significativas, vão imprimir mais ainda.

  7. Enviado por: Henrique

    Outra coisa importante: Inflação é sinal de descontrole, ou de crescimento?

    Quero perguntar a vocês, coisa básica:

    O que vocês preferem: pagar R$ 1,00 em um produto tendo R$ 1,50 no bolso (no caso de deflação, políticas internas de arroxo)

    Ou… pagar R$ 5,00 no mesmo produto tento R$ 20,00 no bolso, no caso de moeda inflacionada?

    • Enviado por: Alexandre

      Pois é Henrique, a maledeta da inflação, quem é que vai poupar assim?

    • Enviado por: Nick

      Alexandre,

      Se você (ou qualquer leitor) gosta de assuntos meio ‘obscuros’, leia o doido Albert Pike. Ele disse a muito tempo que a terceira guerra seria entre Zionistas e Islamistas, com o objetivo de destruir os dois.

      • Enviado por: Alexandre

        NIck, grato pela sugestão, mas no momento tenho que ler toda a noite Diário do Banana, para meus filhos…

  8. Enviado por: RONALDO GOMES FERREIRA

    Kupfer
    Outro bom artigo. Quando o li lembrei imediatamente do artigo abaixo:
    http://www.aconscienciadetresliberais.blogspot.com/
    O recurso do endividamento, é um meio fácil dos políticos fugirem à cobrança de suas responsabilidades, pela mistificação de empurrar nos problemas para o futuro. O artigo é de responsabilidade do Dr. Rajam, professor em Chicago.
    Abraços

  9. Enviado por: Vicente

    Nick,

    Fiquei com uma dúvida, e as notas do tesouro compradas por entidades de outros paises, nao sao atreladas às moedas estrangeiras ( dolar ,euros, etc…)??

    É simples assim?, imprimo dinheiro e recompro as notas do tesouro com reais?

    Isso sem mencionar oquê muito sabiamente lembrou o Jr.( o caso da Hungria) eles poderiam ter feito qualquer tipo de reforma constitucional( acabar com independência do judiciário,etc… e outras medidas ditatoriais)que teriam feito vista grossa, mas foi só cogitar acabar com a independência do banco central hungáro, que a “comunidade internacional” exigiu abortar a iniciativa.Oquê me leva a imaginar que sua teoria talvês nao seja tao descabida como parece.

    Abrç.

    • Enviado por: Nick

      Vicente,

      Se algum outro país tem notas do tesouro do Brasil por exemplo, funciona dessa maneira: Vamos supor que eu sou a China.

      1) Eu compro dólares com Yuans;

      2) Com esses dólares, eu compro Reais;

      3) Com os reais, eu compro os títulos;

      Meu objetivo com essa operação é ganhar os juros prometidos pelas notas do tesouro, e se possível ganhar também na troca cambial.

      Nessa eliminação de notas do tesouro que sugiro, foi por isso que sugeri em etapas, não tudo de uma vez. Primeiro faz com as internas. Com as externas, é só propor a troca por dólares em patamares de câmbio pré estabelecidos, ou então esperar que elas vençam/expirem.

      Isso ao mesmo tempo manda uma mensagem para outros países: Se quiser investir no país, vai ter que ser em produção. Nada de tentar entrar especulando, removendo reais da economia para comprar notas do tesouro, numa tentativa de forçar mais impressão. Mas, isso será automático, por que notas do tesouro não existirão mais :) Fim da especulação nas costas de quem paga imposto.

      • Enviado por: Alexandre

        Nick, fim do mercado financeiro também.

    • Enviado por: Nick

      De jeito nenhum… há uma lista enorme de produtos que bancos possuem para oferecer aos clientes, e para usar entre sí. Notas do Tesouro (bonds) é só um deles. O fim de notas do tesouro significa apenas fim de exploração de papéis que representam a dívida nacional federal, que provém da criação de dinheiro apenas mediante criação de dívida. Sem isso meu caro… o mercado financeiro iria estourar de alegria, pois dinheiro finalmente seria usado nas empresas que produzem alguma coisa… Imagina o mercado de ações. Prosperidade total.

      • Enviado por: Alexandre

        OK, corrigindo, fim da especulação… :)

      • Enviado por: Mario Pw

        Hehehe…..finalmente chegou lá.

        • Enviado por: Mario Pw

          O comentario foi para o Nick.

          Hehehe…finalmente chegou lá.
          Nada de governos alavancarem sobre tributos.Não tem empresas estatais e bancos e governos federal,estadual e etc emitirem títulos e alavancarem sobre suas receitas, pois estas entidades serão mínimas.
          Adeus ao gigantismo da “kleptocracia” ou “cleptocracia” que se endivida e gasta em nome do bem do povo. Não tem mais Orçamentos Oficiais que justifiquem os “paralelos”.

          São os indivíduos que alavancam e suas empresas, geram poupanças e superavits que são colocados no mercado aberto e precificados lá.

          Falta pensar no imposto…..e como esterilizar os excessos monetarios….hehehe

          Depois a gente vê como é que escreve uma nova constituição e leis.

  10. Enviado por: Riccardo(California,USA)

    Porem o grande problema do Brasil e o que o Ming cita na coluna de hoje dele.

    Preste atencao no que o presidente falou na Davos de como produzir os avioes no Brasil nao da mais.
    (dai a razao da Embraer estar se mudando para a Florida e China) e os autos estao vindo do Mexico.

    Agora isto que e importante de se falar a respeito da economia e nao estas conspiracoes malucas que alguns dos meus amigos deste blog infelizmente estao falando todo dia.

    Certo…

    • Enviado por: Riccardo(California,USA)

      Quis dizer presidente da Embraer.

    • Enviado por: Nick

      Riccardo,

      Estamos falando de conspiração sim… Uma conspiração dos 6 mega-bancos mundiais contra todos nós. Don’t be in denial :)

    • Enviado por: Nick

      A mente é como um pára-quedas. Só funciona quando está aberta.

      • Enviado por: RONALDO GOMES FERREIRA

        Nick
        Em consonância com tua forma de pensar acho te aconselho a procurar ler o livro “Payback: A Dívida e o Lado Sombrio da Riqueza”. É da Margaret Atwood, que é mais conhecida como poeta e ficcionista, mas como você vai verificar é uma notável ensaísta. Li o mesmo em 2009 e descobri que nele, com antecedência, previu a crise em 2008. Se não tiver tempo ou paciência leia o artigo abaixo que tem um razoável resumo. Acho que você vai gostar muito.
        http://www.bresserpereira.org.br/terceiros/2012/12.02.As_muitas_caras_da_d%C3%ADvida.pdf
        Abraços

        • Enviado por: Nick

          Eu lí o pdf, obrigado! Pra variar, nenhuma menção sobre a origem do dinheiro, e como ele é criado (digo, sob quais condições).

    • Enviado por: Riccardo(California,USA)

      Sendo uma pessoa que ja pulou de paraquedas nao sei nao uma vez eh suficiente…

      Quase quebrei a perna.

      • Enviado por: Alexandre

        Ricca, o da minha esposa não abriu, desceu com o reserva, primeiro e unico salto, filmado.O Don Juan do instrutor ficou amarelo qdo chegou no chão…ri e chorei ào mesmo tempo.

  11. Enviado por: RONALDO GOMES FERREIRA

    Pessoal
    Sobre a China. Vale a pena ver,
    http://www.youtube.com/embed/2yL7t0j_4tQ

    • Enviado por: Riccardo(California,USA)

      Voce reparou a poluicao?

      Mas tambem e uma coisa que falo a bolha da China vai ser pior do que a do Japao dai o mito que a China vai passar todo mundo.

      Vai nada….bom video.

      Uma economia centralisada sempre pisa na bola eventualmente.

      abs

    • Enviado por: Riccardo(California,USA)

      Falando um pouco mais serio a respeito.

      Quando eu estava na Faculdade (Go Huskies) eu tive uma classe de Russian Economics a razao que os alunos queriam ter aquela classe (aqui nos EUA voce escolhe as suas classes) enfim o professor era um story teller fascinante um Russo com sotaque pesadissimo mas pra quem amava Economia uma classe excelente. Enfim

      Ele sempre ilustrava o seu ponto de vista com historias que aconteciam dentro da Russia e da economia centralisada dois exemplos para mim foram otimos.

      Primeiro: o Pulitburo pra controlar os taxis exigiam que eles dirigissem 250,000 km por ano em vez de quanto arrecadavam.

      Resultado os taxis andavam pela cidade com um familiar sentado dentro mas sem pegar passageiros.

      Na producao de vidros o politburo exigia que as fabricas produzissem em toneladas.

      Resultado as fabricas produziam vidros muito grossos que em muitos casos nao podiam ser utilisados.

      Central planning at it’s worst.

      Mesmo que a China seja mais decentralisada ela ainda demonstra estes problemas construindo predios sem demanda so para a provincia mostrar desenvolvimento.

      abs

      • Enviado por: Javier Vidal

        Ricardo
        Concordo con voçe (me estaré facendo conservador?.Sera que me acerco aos 50…).
        Eu fiquei fai anos uns poucos dias en Moscú e vin coisas surrealistas, como as que fala e ben piores.Hoxe mesmo a Russia arrastra problemas estructurais tremendos:nao ten emprendedores, nao ten industria competitiva,nao ten nada, por moito que Putin e companhia falen.O que ten e petroleo e gas, e xogan a cortar o gas (como agora mesmo) pra conseguir ventaxas na UE.
        E o caso de China e dramatico.Por isso,concordo con v´çe que isso que CHina vai a ser a superpotencia do seculo XXI, me parece moi incerto.Pra min, esta a punto de explodir.E un sistema imcompatible con o desenvolvemento, digan o que digan.
        Na minha opinion o unico dos Brics que ten boas posibilidades, a pesar dos problemas e Brasil.Pero con diferencia.Nao me cabe dubida, aunque levara mais tempo do que di Mantega, pero e a unica economia dos grandes que pode mudar a ser unha gran potencia.

    • Enviado por: Javier Vidal

      PREZADO RONALDO
      E impressionante o video.Aqui tamen se fala de isso, da tremenda bolha chinesa.No meu pais, como tudos saben se poden hoxe en dia encontrar cidades fastasma, ben boas pra filamra “the walking dead”, pero o de China e a unha escala enorme (e ben baranga, un shopping rosa!!).Isso acabara mal, como acabou aqui.Pero no caso chines…me Deus.Da medo.
      Isso nao e capitalismo.E unha mosntruosidade.
      Saudos

    • Enviado por: Qwerty

      Então leiam o que o PK escreveu em 18/dez:

      http://blogs.estadao.com.br/paul-krugman/2011/12/20/sera-que-a-china-vai-quebrar/

      Dejavú do começo de 2007???

    • Enviado por: Nick

      A Rússia foi a primeira vítima do comunismo. Calma, calma.. sabemos que a Rússia “sempre” foi comunista certo?… Se derem uma olhada no manifesto comunista de Carl Marx, verá que o primeiro ítem é o que ele realmente quer, e todos os outros explicam o método para como chegar lá. É assustador como o que está lá é exatamente o que vem acontecendo no mundo hoje.

  12. Enviado por: Galinaceo

    É o tipo de coluna incompleta,pois falta dados sobre as condições de pagamento.Posso dever 1000 e ter como pagar,e dever 100 sem ter como saldar.Aprofunde mais sua análise ou não escreva nada!!!!

    • Enviado por: José Paulo Kupfer

      Prezado Galinaceo,

      Você parece um galinho de briga. É claro que, se fosse para qualificar as dívidas, seria preciso muito mais do que falar de seu volume – falar nisso, não apenas sobre as condições de pagamento, mas a capacidade de pagamento e muitos e muitos etecéteras.

      Mas eu quis, simplesmente, falar do volume. Se você tivesse lido com mais cuidado e menos disposição de briga – teria percebido que não tirei nenhuma outra conclusão do que escrevi. Só mostrei e comparei os volumes proporcionais. Alguns leitores, inclusive, se queixaram da “falta” de uma opinião minha neste texto.

      De todo modo, aqui, talvez ainda não saiba, qualquer um é livre para entrar e para sair. Mas não gostamos de intolerância ou arrogâncias. Se quiser aparecer, será bem-vindo. Se não achar que é o caso, a porta de saída está livre e à disposição.

      Abrs

      • Enviado por: Henrique

        Certíssimo JPK.

        Quem quer aparecer que ponha uma melancia no pescoço e saia rodando a bolsa na feira.

        O que muita gente se indigna com os articulistas é justamente o fato de que poucas vezes vocês tem dados 100% precisos que possam afirmar o que vai acontecer.

        Mas para obter estes dados com profundidade, é necessário que a fonte LIBERE os tais. Não é o caso da China, que esconde tudo, para manipular uma dominação as avessas.

        Afirmar algo nesse sentido é como prever o futuro, o que me remota a um outro articulista do qual nao me recordo o nome: você tem 50% de probabilidade de acertar… mais ou menos a mesma de um jogo de búzios (risos).

        O máximo que vocês podem fazer é alertar: pode acontecer, baseado nisso, naquilo e etc. Mais do que isso seria pretensão a profecias.

        Adoro seu blog, pois você nesses anos foi o mais pautado, não desmerecendo os outros articulistas claro, porém com uma visão humana sobre o que vai acontecer. Chega a ser lúdico, o que na minha opinião é ótimo para pessoas que não são formadas em economia, que é o meu caso.

        Parabéns e continue assim!

        • Enviado por: Alexandre

          Henrique, concordo em parte. A economia é uma ciencia ´´exata´´ ou deveria ser. Alguns afirmam que esta crise é diferente pela globalização, outros afirmam que é um repeteco do século passado, mudou apenas os números.

          Apenas não entendi ainda quais são os limites de endividamento, sendo que capacidade de pagar as dívidas não significa desejo de quitá-las.

          Qto menos clareza houver das autoridades responsáveis, mais a sociedade desconfia que o pior está por vir, menos investimentos, mais aprofunda-se a crise.

          Foi neste sentido meu questionamento ào JPK.

  13. Enviado por: Javier Vidal

    CARO KUPFER
    AY,ay,ay.Isto tamen o comentaba eu, e moita gente nin me facia caso!!!!.Pasei meses sendo chato de mais dicindo que a deuda total de moitos paises da europa era moi superior a de Espanha!!.
    De calquer forma no caso da Espanha que conhoço melhor, a deuda privada e o gran problema.
    Pero a cuaestion nos mergentes e que a deuda publica e privada cresce a gran rapidez.Na me diran que o endividamento publico e tamen privado e pouco, porque o publico se acerca moito ao de Espanha e o privado cresce 4 veces mai rapido.E con xuros do 10.5%.E con inflaçao do 6.5%.Eso tamen importa para unha evaluaçao.
    O de China e moito mas grave.Aqui se fala dun buraco no “ladrillo” de entre 3 e 5 bilhoes de euros, mais que as suas reservas.

  14. Enviado por: Didi

    Éh JPK -mundo das mentiras! As nações não cresceram,simplesmente incharam. Similar a um grande bolo com excesso de fermento, a qualquer tempo poderá abetumar na enorme massa falida.

    • Enviado por: Alexandre

      Boa esta do fermento, é assim mesmo, a massa cresce até um ponto e mucha depois, como um balão furado….

      E não adianta por mais fermento, fica ruim demais….

  15. Enviado por: Elie R. Levy

    Caro JPK,
    Não assimilei ainda o lado numerico de seu artigo.

    No caso do Brasil, como é que com 50% do PIB em Emprestimos totais do SFN, e mais 55% do PIB de endividamento bruto do GF ( que inclui o externo) e mais 10% do PIB do endividamento externo privado, i.e. num total de 115% do PIB, chega-se aos 350% indicados no seu blog ( ´ultrapassa o PIB em duas vezes e meio´) ??
    Mesmo se incluirmos mais 35% do PIB nos investimentos diretos estrangeiros e nos investimentos em carteira, que não constituem ´endividamento´, estamos ainda muito longe dos 350% .
    Só queria entender

    • Enviado por: José Paulo Kupfer

      Prezado Elie Levy,

      Talvez haja alguma confusão aí. A dívida total do Brasil, pública e privada, segundo o McKinsey Global Institute, em fins de 2010, era de 148% do PIB. Daí eu ter escrito que era 2,5 vezes o PIB.
      Será que estou errado?

      Abrs

      • Enviado por: Jr.

        Kupfer,
        Em relação à dívida privada eu não sei, mas sobre a dívida pública os números dos quais eu tenho conhecimento são (cifras aproximadas):
        Dívida bruta da União: 2,3 trilhões de reais.
        PIB estimado: aproximadamente 3,7 trilhões de reais.
        Assim, a dívida bruta corresponde a aproximadamente 62 % do PIB.
        Se for considerada a dívida líquida (1,7-1,8 trilhões de reais), então a percentagem cai para menos de 50 % do PIB.
        Ressalto novamente que os números acima são aproximados.
        Abs.

  16. Enviado por: Glúon

    .
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    A charge relacionada com o post
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    http://gluoncharges.blogspot.com/2012/02/sarkozy-lagarde-angela-merkel.html
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    .

  17. Enviado por: Jr.

    Riccardo,

    Desemprego nos EUA cai para menor nível em 3 anos.

    http://www.nytimes.com/2012/02/04/business/economy/us-economy-added-243000-jobs-in-january-unemployment-rate-is-8-3.html?hp

    Bom para os americanos e para o Obama. Ruim para o Partido Republicano.
    Abs.

    • Enviado por: Riccardo(California,USA)

      E saber que eu participei nesta estatistica boa da criacao dos jobs em janeiro.

      Adicionei dois novos funcionarios porque estamos ocupados.

      Tambem ja estou cansado de ouvir da galera que o s EUA ja eram.

      A taxa do desemprego olha somente as pessoas que estao procurando trabalho mas nao acham as que desestiram por um tempo nao sao incuidas, entao na realidade quando a economia melhorar a taxa de desemprego vai aumentar porque as pessoas que estao no “sideline” comecam a procurar empregos de novo.

      A respeito do Obama ate aqui na California que e um estado super democrata da pra perceber que a turma esta cansada dele.

      Mas geralmente eh dificil de ganhar de um “incumbent president”.

      Vamos ver.

    • Enviado por: Nick

      Eu contratei mais 2 também. Só que não sei se vão ser permanentes. Isso é um sinal de que a montanha de dinheiro impresso está começando a fluir economia a dentro. Bancos por aqui estão começando a liberar essa dinheirama toda em forma de empréstimos (claro). O desafio será conter inflação, apesar que com o FED segurando o preço do dinheiro lá em cima a 0%-0.25% esses juros só tem uma direção pra ir… para cima.

      Eu acho que o grande problema, pelo menos aqui nos EUA, é que os juros devidos sobre a dívida pública federal vão passar do montante arrecadado em imposto de renda. É aí que a biriba vai estourar, e provavelmente de onde virá o estopim para o DOW 5000 que eu comentei a uns posts atrás. E sabe o que é pior? Aumentar impostos não vai adiantar.

      • Enviado por: Alexandre

        Favor seguararem mais um pouco a recuperação…nem levei minha família ainda…tem que chegar na baixa :)

    • Enviado por: Pillon

      Meio de ressaca, mas o vinho era muiiiitooo bom!

      Nem li o artigo aí do WSJ. Olha, se o pessoal parar de procurar emprego, o índice cai, né não?

      Como fazer para eles pararem de procurar emprego?

      Bolsa disso e daquilo, prá o pessoal ficar em casa assistindo TV… (eheheh) Riccardo, vocês tem muito que aprender com a elite brasileira.

  18. Enviado por: Abel

    Mas Jose, sera que nesse equacao de Divida/por Pib nao estao faltando algum outro fator.

    Comparar uma economia dos EUA com a Brasileira por exemplo em seu dinamismo nao acho muito superficial.

    Nao tirando o merito dessa comparacao mas ainda acho que o aumento de credito no Brasil para as pessoas e o endividamento massivo das pessoas pode gerar muito problemas serios.

  19. Enviado por: speridião

    Não há motivo para pânico. O que se passa é que as administrações pública e privada são agora olhadas com lentes de maior aproximação.

    As mazelas já existiam há muito tempo. Veja a polêmica sobre os poderes do Conselho Nacional de Justiça….quem diria que haveria tanta resistência à fiscalização fora dos circulos locais? Então do ponto de vista econômico os países estão sim sendo vistos com lentes de aproximação, no Brasil já caíram 9 Ministros só neste mandato por alegadas infringências…porque temer fiscalização? Quem tem vida regrada, ilibada reputação e moral irretocável agradeceria se fosse investigado assim encontrariam a sua ficha limpa e impecável, quer ver ? pode olhar diria.

    Assim, países que foram perdulários durante muito tempo repentinamente veem suas contas vasculhadas pelos credores e contribuintes…Retrocesso? Decadência? Não, nada disso, pode ser o início da arrumação e de administração mais rigorosa. Dra. Calmon, um dia passará mas terá deixado sua heróica marca para o bem da sociedade (como falta gente assim no Brasil!)

  20. Enviado por: Pillon

    Esperei pelo Renato somar a quantia de dívida de todos os países e depois dividir pela soma de seus PIB´s.
    Não importa o resultado. 2,3,4,5, x vezes o PIB.
    Desde que seja acima de 2 vezes do PIB global, qual o significado disso?
    Nick, a bola é sua…

    • Enviado por: Pillon

      Das duas, uma: ou há estoque para garantir o “surplus” de crédito, ou…

    • Enviado por: Pillon

      Quer saber da verdade?
      O “surplus” de crédito está “backed-up”.
      Em português, há estoque para o dinheiro na praça. Você tem o estoque, eles o dinheiro.
      A menos que haja uma retomada do escambo, você depende deles para fluir seus estoque. Não é mesmo, Pedo Bó?

    • Enviado por: Renato

      Olá Pillon,

      Parabéns para sua cara metade. Aqui também estamos em euforia, mais um que entra para a universidade pública. Yes!!!

      Eu estou esperando por um momento de folga para poder analisar o artigo.

      abraços

      • Enviado por: Pillon

        Obrigado Renato pela congratulações.

        O controle da dívida deveria ser o quarto pé do tripé, como você já disse uma vez.

        A dívida não pode ser contraída assim, a torto e direito, precisa ser muito bem justificada, anunciada nos jornais e discutida.

        Quantas vezes eu já li aí que houve superavit primário e essa porra (desculpe o palavreado) dessa só aumenta?

        Assunto hermético demais da conta…

    • Enviado por: Pillon

      Esqueci de mencionar. Ontem bateu -12 graus aqui em Konstanz. A neve veio, fez a festa e hoje saiu um sol maravilhoso. Só está -11 graus lá fora. Bom prá curar uma ressaquinha!

    • Enviado por: Pillon

      Riccardo, ainda estou aqui bebemorando o aniversário de minha cara metade.

      Não foi você que mencionou um artigo sobre essas dividas totais? De um jornalista com um nome italiano?

      • Enviado por: Alexandre

        Parabéns! Esqueci o meu de casamento…19 anos, terrível falha. Ela diz que somente dou atenção para as crianças…fazer o que!

        Saiba Herr Pillon, que vão colocar bafometros nos computadores para evitar argumentos especulativos :)

        Aproveitando seu bom humor, alguém ai na europa já estipulou limites para a dívida ou vão também no vácuo do FED?

        • Enviado por: Alexandre

          Bem colocado a questão da procura do emprego. Estão fazendo o mesmo aqui no Brasil, segurando a turma no NE. Não acho totalmente ruim sendo acompanhado de investimentos no desenvolvimento da região, não somente em construção civil.

          É uma maneira de aumentar os salários no sudeste, por falta de MO, no entanto deveria vir acompanhado da redução da carga, o que não ocorre.

    • Enviado por: Pillon

      Alex, ainda estou bebemorando!!!
      Adorei que o JPK modificou a resposta do blog. Os outros ficaram chatos, com fotos que eu não queria imaginar!!! Você narigudo e careca… Eu sou quase careca, mas “narizinho” com charmeeee….e com a vitalidade italiana….

    • Enviado por: Pillon

      O Renato vai achar…
      Mas né não, só coisa momentânea…Efeito do álcool…

    • Enviado por: Pillon

      Eu acho seus argumentos, sem bafômetro, algumas vezes, bem especulativos. Você acha os meus, com bafômetro, especulativos?

      • Enviado por: Alexandre

        Ora, o desafio é imaginar e acertar as descrições pessoais sem fotos. Lembra do assanhamento do Ricca com alguém que tinha sobrenome feminino?

        Não, não acho os seus especulativos, ào contrário.

        Os meus, sabe como é… muito surf e pouco estudo, ficou a experiencia e as noções básicas muito bem lembradas por voce e outros, sério.

        Estou na onda do Speridião, apesar que no ramo de alimentos, nunca em crise, consequencia, pouquíssimo surf…

        • Enviado por: Alexandre

          Aliás, a crise que poderia haver nos alimentos é aquila que voce e o Nick defendem sendo abrupta a mudança, ou seja, crise por escassez, rupturas no sistema.

          A pergunta seria até onde o crédito alimenta os bilhões deste planeta, sendo esta a primeira necessidade do indivíduo.

  21. Enviado por: Pillon

    Jr.

    Você lembra quando contestou meu sobrinho sobre quanto custa carregar as reservas em dólares, que o JPK os presenteou com um post? (Alias o único!!!) – Falando nisso, porque você parou de fazer a Tribuna Livre, JPK? Porque o pessoal divaga mesmo, né?

    Segundo o Celso Ming vem mais dinheiro por aí, não só dólares mas euros também.

    Se não me falha a memória, toda divisa que vem como investimento incorpora na reserva cambial. Mas se é investimento, porque precisa receber pagamento em juros e não em dividendos, bonificações ou seja lá o que for?

  22. Enviado por: Pillon

    A farsa do crescimento chinês.
    A farsa do monte de dinheiro acumulado por eles?
    Tem estoque? Então o dinheiro é bom!
    Nick, a questão é como do estoque se transfere a capacidade de consumo e a de investimento…
    Por exemplo, eu planto milho e o estoco em um silo.
    Vou ao meu lojista e digo que quero um pouco disso e daquilo mas eu prometo pagar em determinado prazo. Ele cria uma caderneta, lembra disso? Ele criou dinheiro lhe dando CREDITO? Não, porque ele sabe que você tem um silo de milho!
    Mas o problema acontece quando o pessoal fala que tem um Facebook que vale um merdalhão de dólares, né não?

    • Enviado por: speridião

      Acho que precisamos diferenciar valor de mercado e valor patrimonial. Do ponto de vista empreendedor aumentar valor de mercado com o mínimo de acréscimo de valor patrimonial é sucesso mas tem um detalhe importante: a questão da liquidez. Essas empresas especialmente a que você mencionou estão surfando numa onda, uma bela onda com tubo e tudo e fazendo bonito. A questão é saber a que distância os rochedos onde essa onda quebra estão.

      Até que ponto as pessoas vão admitir quebrar suas privacidades para poder aparecer na telinha? Como são espertos, digos os “faces”, ao notarem o declínio vão migrar para outras atividades. Mesmo o Google já experimentou diferentes negócios diversas vezes…

      O único gênero que se tem certeza absoluta não deixará o mercado é o alimentício.

    • Enviado por: speridião

      Esse problema da liquidez em excesso pode sim estar afeito às políticas econômicas governamentais com a excessiva emissão de títulos, inclusive no Brasil que gerido por terrivelmente, diria até tridores da pátria, emitiram títulos pagando juros desnecessariamente altos especialmente nos últimos 8 anos de presidência petista. As taxas Selic altas têm sido bônus aos especuladores improdutivos às custas do erário público.

      Mas critico mesmo se torna o problema, tal qual na Europa, quando bancos alemães e franceses emprestaram para quem não poderia pagar e agora seus governos parecemn desejar transformar a questão em algo mais abrangente para socializar os prejuízos com a ajuda pedinte do FMI e sua gerentona cara de pau.

      Então antes de descermos o porrete nas empresas que de forma legítima conquistaram com produtos e serviços o prestígio das massas temos que passar antes pelos que pouco ou nada agregam de valor às economias, ou seja, a atividade bancária especialmente a especulativa.

      Muito discutido nestes blogs a questão da alavancagem , que chegou a 40:1 nos bancos internacionais.

      Manterem-se estoques de matéria prima ou produtos para lastrear e dar confiança a economias também segue na contra mão dos processos industriais modernos que adotam na medida do possível o “just in time” para reduzir espaços físicos ocupados e também capital parado.

      A capacidade produtiva portanto passa a ter maior interesse do que valor patrimonial líquido contábil, que para ser realmente líquido precisa encontrar mercado que o compre. Assim agilidade e competência surgem como novos valores maiores que os bens tangíveis.

    • Enviado por: Pillon

      Você quase escreve um “paper” Speridião!
      Trocando em miúdos, quando meu lojista confiar em mim, que na próxima safra eu pago, ele recebeu uma dívida, certo? Não entraria aí o Nick e sua teoria?
      Errado, o lojista não pode prometer, ele tem que ter o produto, ou seja, o lastro, e entregar, mesmo com promessa de pagamento futuro. Não houve criação de moeda, apenas CRÉDITO. Se eu falhar na próxima safra…

    • Enviado por: Pillon

      Se o lojista pegar minha promissória (o termo vem de promessa, nem precisava mencionar) e negociar com um cara sentado num BANCO de jardim, que tem uma herança do pai pançudo, com deságio (o termo vem de ágio, agiota), o cara lá do BANCO de jardim aceitou um risco.
      Mas de onde vem o dinheiro que ele deu ao lojista?

    • Enviado por: Pillon

      O cara lá do banco de jardim diz para o Alexandre que não conhece o Pillon, mas o Alex diz que tem uma loja de secos e molhados em Pirituba, conhece o Renato, o Speridião, aí o Riccardo emite um cheque pro Alex com 40% de deságio. O Alex corre lá co o Rê e pede para ele meter o dedo, por extenso, na promissória.
      Aí o Ricca em vez de 40 aceita 20%.

    • Enviado por: Pillon

      Mas de onde vem o dinheiro do Ricca? Esquece a figura do cheque. O Ricca entrega 80% em DINHEIRO pra mim. E segura a promissória.
      Aí um cara no BANCO ao lado viu o que o Ricca fez e ofereceu para ele um aluguel da minha promissória…
      Pegou um ônibus e bateu lá na 15 de Novembro, no Pátio do Colégio (sou desse tempo)…

      • Enviado por: Pillon

        O Ronaldo, chega pro JPK lá na bolsa e diz que quer comprar tantas ações do Empresário.
        O JPK diz que conhece o Pillon e o Rê mas não tem informação recente sobre eles. Aí entra o fenômeno atual.

    • Enviado por: Nick

      Pra mim pouco importa se no mercado privado as pessoas queiram se alavancar entre sí. O risco é apenas deles que estão envolvidos. O que acho errado é bancos alavancarem o instrumento de troca da nação, que é o dinheiro. Isso sim deve ser proibido. E bancos emprestarem ao governo. Mas aí volta aquela questão que eu disse… governo não precisaria pedir nada emprestado nem emitir títulos prometendo pagar juros, se emitisse o próprio dinheiro.

      Respondendo ao Pilon acima, sobre o PIB, nesse meu sistema, não haveria dívida federal. Portanto o PIB seria o determinador da quantia de dinheiro flutuando na economia. PIB aumenta, quantidade de moeda aumenta. PIB diminui (por causa de clima, etc) moeda circulando diminui. Inflação seria bem menor, praticamente inexistente. O pouco de variação de preços seria em torno de oferta/procura de produtos e serviços. Isso sem mencionar o fim do imposto de renda federal. Tudo seria muito melhor… Uma nação que tem controle sobre sua política monetária, é uma nação realmente livre para prosperar.

      • Enviado por: Alexandre

        Excelente dedução Pillon! Sem romantismos, engraçado voce estar na Alemanha…

        Antes fosse em Pirituba. Fui mexer com classe A e B, reclama muito e compra pouco. Todo ano viaja para os EUA, 1,2 ou 3x, ainda tenho que aguentar que sou mais caro que lá. Ainda bem que tenho um pouco de C, ufa!

        Já disse qual seria a solução, usando Einstein e sua relatividade, mas com a enxurrada nem a balança negativa adiantou.

  23. Enviado por: Alexandre

    http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,bc-age-para-tentar-deter-enxurrada-de-dolares-no-pais-,101808,0.htm

    Vejam que momento histórico o Brasil está perdendo com todos seus entraves e burocracias, ào invés de aproveitar como forma de investimentos.

    Preocupados com a enxurrada, como sendo um problema, nem sabem o que fazer. Problema é a falta!

    É muito atraso, sai ministro, entra ministro….

    • Enviado por: speridião

      Olá Alexandre, o problema a meu ver é como achar um business man no meio de tanta gente que só falava em estatizar, ou seja, como encontrar pessoas com mentalidade empreendedora num meio que cultivou a mentalidade do estado como centro de tudo.

      Além disso para galgar o poder o pt se amarrou em acordos e mais acordos, inclusive com o partidão PMDB que se descaracterizou acolhendo inclusive alguns refugos da antiga arena.

      A palavra chave é: renovação. Novos desafios, novas oportunidades requerem gente nova (não necessariamente de idade) e isso só vamos encontrar em partidos emergentes pois dos velhos é isso aí:

      pmdb se aliou ao pt, psdb parece até que nem existe, vamos procurar alternativas….

      Os teóricos em economia podem até não gostar mas economia e política estão aí de mãos dadas . Veja o atraso de São Paulo, um partido novo busca ex dirigente financeiro petista para reforçar sua chapa,…pobres de nós….a gente nunca sabe!

      • Enviado por: Alexandre

        Speridião, por enquanto estamos salvos pelo cambio…

        O restante concordo com voce, mas não iluda-se, estatizaram através de impostos e do BNDES, muito melhor e mais inteligente.

        Mas que estamos perdendo uma oportunidade, isso estamos. Com as reformas já feitas este dinheiro iria diretamente para produção, lembra do IED verdadeiro do JPK?

        Ontem assisti uma entrevista com o Consul dos EUA. O repórter reclamou que derrubaram a barreira do alcool justo na escassez.

        O consul respondeu, fazem anos que estávamos avisando que faríamos, voces que não estavam preparados. Verdade ou não, é bem isso, sempre pegos de calça curta.

        Fazem 30 anos que estamos combatendo a inflação.

        • Enviado por: Alexandre

          Outra, temos um problema sério de insegurança jurídica. Atrapalha em muito os investimentos de longo prazo.

  24. Enviado por: Riccardo(California,USA)

    Ja que e fim de semana e amanha e o jogo da SuperBowl aqui nos EUA:

    Vou soltar um off topic esportivo:

    Como muito aqui sabem cresci no Brasil com uma grande paixao pela vela e o iatismo Brasileiro por muitos anos vou anualmente para competir na Rolex Ilhabela Sailing Week ate o meu melhor amigo e parceiro na vela um campeao Brasileiro nove vezes e representante nas Olimpiadas duas vezes morreu de infarte em 2008 com 47 anos de idade uma grande perda.

    O filho dele que considero como sobrinho tambem esta ficando um grande velejador campeao mundial na classe Finn Jrs, outro dia ele saiu na televisao porque agora ele e o preferido para representar o Brasil em Londres.

    Amigos por favor peguem um minuto assescem a minha Facebook e deem uma olhada no video que esta na minha wall impressionante.

    O meu nome da facebook e Riccardo Fundament.

    Estou torcendo pra ele.

    E no jogo amanha Go Giants.

    abs

  25. Enviado por: Renato

    Pillon, tentei ler o tal artigo, apesar da moleza que sinto nestes mais de 30ºC que fazem por aqui. Parece que o artigo trata do crescimento porcentual da porcentagem do crescimento das dívidas dos países em relação ao seu PIB durante um período analisado que vai de 2008 até meados de 2011, isto é, a variação percentual da porcentagem da porcentagem.

    Aí eu parei.

    Dólar que vem para bolsa deveria ser aproveitado com lançamento de novos IPO’s. Parece que só Petrobrás (1/2 estatal) é que lança-se sobre eles.

    Dinheiro em bolsa não alavanca governo.

    • Enviado por: Resumindo

      Resumindo:

      Esses caras do tal McKinsey Global Institute são uns gozadores ou então eles pensa que nóis é uns bobos.

    • Enviado por: Renato

      Resumindo:

      Esses caras do tal McKinsey Global Institute são uns gozadores ou então eles pensa que nóis é uns bobos.

      teste

  26. Enviado por: Alexandre

    http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1044106-governador-diz-que-policiais-em-greve-em-salvador-cometem-crimes.shtml

    Mais preocupado em controlar a imprensa do que assuntos que realmente afligem a população.

  27. Enviado por: Renato

    Achava que guerra mundial era coisa perigosa, mas não tem coisa mais perigosa do que uma tal de “guerra entre bugios”.

    http://www.senado.gov.br/noticias/tv/videos/cod_midia_144391.flv

    Melhor guardar distância.

    teste

    • Enviado por: Nick

      Parece que esse deputado andou lendo meus textos :D

      Mas me assusta que apesar de ele comentar muito bem sobre o BC e sobre a perda de soberania na Europa, ele emenda dizendo que é a favor do Mercosul. Acho perigoso. Por que depois de uma integração via mercosul, as pressões podem aumentar e em muito para a criação de uma moeda comum, e isso é perda completa de soberania. A luta no Brasil — se esse deputado tiver coragem — é com o BC e com os bancos. Mais ninguém.

      • Enviado por: Nick

        Perdão, ele é senador. Não deputado.

        • Enviado por: silvio corrêa

          Renato

          Esse cara do vídeo, foi nosso ex governador, no meu entender sempre analisa os problemas da realidade com coerência, mas se perde com a radicalidade chavista, que aliás é fã declarado.

          A coerência está em dizer que falta ações governamentais que vão além de reduções de impostos , a incoerencia de sempre é esse tal mercosul,

          Querem atribuir mais tarefas ao BC mantendo sua independencia ‘Se o BC tiver que cuidar além da moeda agora também do emprego e do desenvolvimento industrial, então não precisamos mais de presidente da república!’ muito boa essa

        • Enviado por: silvio corrêa

          Nick

          Bom o ‘modern money mechanics’, obrigado

          Mas já que nunca seremos livres de impostos, que seja então a cpmf aqui e lá pro sarkozy, ao menos a incidencia é mais justa.

          abç

    • Enviado por: Jr.

      Renato,
      O discurso do Requião é perfeito. Apesar de muitos o criticarem (inclusive quando reproduzi uma entrevista dele aqui no passado), ele sabe onde as cobras dormem.

      Nota 10 (pelo menos para o discurso).
      Abs.

  28. Enviado por: Renato

    Teste

    nada mais do que postei foi

    • Enviado por: Javier Vidal

      RENATO
      Achei moi interesante o discurso do senador.Pero discrepo un pouco en cuanto a soberanía.Primeiro, entregados a banca fican todas a naçoes, nao soamente a UE.Segundo, o tema da soberanía , pra min, e ben diferente na Europa y na America.Na minha opiniao nao e perda de soberania, e que o conceto de soberania xa fica un pouco…como decirlle, anticuado, sen valor economico no mundo actual, donde quen manda e o mercado, nao a soberania.Os paises menbros da UE, o son porque queren, nao porque lle obriguen.De feito, entrar na UE, como agora vai facer Croacia, e un duro examen para as contas dos paises, que deben ter items moi rigurosos y eso e bon.A perda de soberania e relativa, eu prefero que exista un BC, e tamen prefero perder soberania economica se en troca vamos formar un bloco moito mais forte.No futuro, habera varios bloco como a UE no mundo.Pero insisto, nao e perda de soberania, que e un conceto maiS do seculo XIX, al menos na Europa.E asociacion voluntaria.¿A donde caminharia Europa se os estados ficarem sosinhos?¿Que poder teria hoxe no mundo Italia, França e incluso Alemania fora da Area Euro?
      ¿E o mais importante, que poder teria en 20,30,40 anos con gigantes como China, Rusia ou India?

      • Enviado por: Alexandre

        Javier, que isto? A soberania foi para o espaço. O dinheiro acabou com ela, para o bem ou para o mal.

        Resta preservar a cultura, não mais que isto.

        No futuro será uma coisa só, sendo que este futuro já chegou. Não está claro isto não, com alguns focos de resistencia?

        Voce ainda acha que Europa e EUA são blocos distintos? Eu achava, não acho mais.

        • Enviado por: Alexandre

          Crescem juntos e despencam juntos, sendo que a moeda ainda é o dólar, o euro veio depois, bem depois, o bonde já tinha passado.

        • Enviado por: Javier Vidal

          ALEXANDRE
          Precisamente é o que digo.O Mercado acabou con a soberania dos paises.De tudos.Hoxe en dia,por ponher un exemplo, si Tailandia ou Japon ou Canada,queren facer cambios drasticos nos seus sistemas financieiros, ao margen da presión internacional, ficaram condenados ao fracaso.Os que intentan facer as coisas distintas, pero dentro do sistema capitalista, como Hugo Chavez, tamen estan condenados ao fracaso.Nao e que eu goste, e que e asim.Nun mundo global, todos dependemos de todos.Por isso prefriro perder soberania en troca de ficar nun bloco influinte,a ganancia sempre vai ser melhor, que os problemas estructurais que suponha, como nao pode emitir moeda ou nao poder devaluala.
          Xa sei que e unha vision que en America do Sul soa mal.
          Pero eu prefiro ser “europeu” e ficar baixo o “parachuvas” que ser español, que e como nao ser nada,hoxe en dia.E casi un defeito, nao unha virtude.
          A cultura caminha por si soa, xa nao necesita a mao do estado.
          Pero e o meu modo de velo.Nao quere decir que sexa correto.Pero si e pragmatico e realista.

          • Enviado por: Javier Vidal

            En canto ao de EEUU y Europa, con tudos os matices que lhe quera ponher, con tudos os desencontros, que moitas veces eles sao menos do que parescen,claro que sao a mesma coisa.Entornos economicamente moi entrelazados,intercambios economicos e culturais casi identicos e visioes estrategicas, brigas e desencontros incluidos , moi similares.Como se din aqui “estamos condenados a entendernos”.
            Riccardo vaime matar, pero e asim.Somos mais parecidos do que parece, nao sei se me entende.Si EEUU vai mal, logo detras vai europa, e viceversa.

          • Enviado por: Alexandre

            Sim Javier, acho que entendi errado. Veja bem, voce tem lido os debates aqui.

            Também não sei se sou a favor ou contra, nem sei se é esta a questão.

            Olhando para trás, as soberanias causaram muitas guerras e atrasos tecnologicos e de bem estar para a população.

            Qto ào ´´bloco´´ sul-americano é uma piada. Sendo brasileiro nem perderia mais tempo com isto. Façam a Alca, muito mais produtiva ou façam nada, só bi-laterais, fora do mercosul.

            Ahhhh, os americanos vão dominar à gente…. Bom, olhando para os 3 poderes no Brasil, é uma dúvida cruel, sendo que foram dadas todas as oportunidades possíveis, até pela natureza que torna-nos praticamente independentes do restante do mundo.

            Incrível o desperdício e perda de tempo, devíamos ser punidos internacionalmente por burrice.

    • Enviado por: Nick

      Javier,

      Usted ha dicho que “los paises menbros da UE, o son porque queren, nao porque lle obriguen.”

      Este es el dominio de los bancos. Los bancos han persuadido a la gente de que lo que es bueno para los bancos, y es genial para el país y a la población. Y los políticos, sin visión, creían e ‘voluntariamente’ participó en la Eurozona.

      Traduzindo:
      Esse é a maestria dos bancos. Persuadiram a população de que o que é bom para eles bancos, é sensacional para o país e sua população. E os políticos, sem visão, acreditaram e ‘voluntariamente’ entraram na Eurozona.

      • Enviado por: Javier Vidal

        Nick
        Seu Espanhol e moito melhor que o meu “portunhol”.Parabens.
        Concordo con voçe no tema da banca, pero isso e igual no mundo inteiro.Calro que pra os bancos europeus el area euro e boa, igual que prefiren un area economica ben maior ca dos paises.Aqui a gente sabe disso, pero tampouco se pode prescindir deles ¿nao eh?.Ningun pais o fai, esceto Chavez, que nacionalizou fai tres dias o BBVA, o segundo maior banco espanhol.Por isso niguen quere facer negociso na Venezuela, pola insegurudade xuridica.
        Pero, nao esqueza, os paises que se adhieren a o area euro,fixeron ou referendums ou aprobaçoes no paralamento por maioria,o último foi Croacia.A gente sabe do poder da banca, que seria igual aunque nao entrara noa rea euro.Pero, aun asi, e melhor ficar dentro que fora.De isso nao ten dubida ninguen.
        Sobre tudo porque no futuro sera asim no mundo inteiro.
        Saudos.

  29. Enviado por: Alexandre

    Javier, o problema da Europa é a diversidade política e economica, os americanos querem emprestar e ganhar com os juros, fazer negócios, não sei se estão preocupados com a sociedade multi-cultural.

    Mais preocupados estão com uma ascensão Russa, uma vez que a China já abriu as pernas para o capital, e como!

    A esquerda brasileira também…se é que era esquerda.

    • Enviado por: Alexandre

      Javier, se o Ricca vai detoná-lo, imagina o que o Nick vai fazer comigo…..:) :)

    • Enviado por: Javier Vidal

      CARO ALEXANDRE
      Pois sim, a diversidade en europa e moi complicada.Por isso levamos mais de 50 anos con a UE.Pero isso nao pode mudar, e o que é.En tudo caso e melhor convertilo nunha oprtunidade, nao nun problema.China, pais gigantesco formado a golpe de invasoes, e tamen moi diverso.E India.Ali se falan deceas de idiomas, deceas de cultos religiosos diferentes e coexisten deceas de razas moi diferentes.O que pasa e que os occidentais apenas o vemos.Pero e asi, e sin embargo, eles se unificaron.
      Nos EEUU tamen,nao me dira que New Orleans e Detroit son tan iguais.O Hawai y Atlanta.
      ¿Que tenehen un mesmo idioma unha mesma forma de ver as coisas?.Relativamente, e so fai apenas 200 anos.
      En fin, nao sei.Cada dia, con os tempos que vivimos, tenho mais dudas de tudo.
      O único que sei e que europa convertida nun balneario de pequenos estados que levan 30 seculos con brigas e guerras, nao vai a ningún sitio.
      Penso que e decidir entre o practico e o caos.

  30. Enviado por: Alexandre

    Falando em Ricca, que já incorporou a cultura americana, repare que ele é o único aqui que ve oportunidades de negócio. Está errado? Eu penso que não.

    O olhar americano sobre a Europa, é um olhar para o passado de guerras e colonialismos.

    Pode ter certeza que tem muito que olha aqueles castelos e monumentos como oportunidade de levantar um arranha-céu e lucrar com isto.

    • Enviado por: Nick

      Hehe é verdade. Eu adoro imóveis.

    • Enviado por: Javier Vidal

      ALEXANDRE E DEMAIS
      Disculpen as minhas faltas por digitar tao rápido.E que estou nunha viagem con un micromputador diminuto.
      Falando de Riccardo, claro que nao esta errado.E que ele mora nunha das regioes mais ricas e dinamicas no mundo.Nao tudo EEUU e como California.
      Pero e certo isso do olhar dos norteamericanos sobre a Europa….ata certo punto.Si se refere a relaçoes economicas, ambos blocos se benefician moito, e cada un deles ten “nichos de mercado” moi potentes.Sao complementarios.
      En cuanto a os Castelos, xa se levaron unhos cuantos na epoca do “Gran Gatsby”, anos 20 e 30, pedra a pedra.
      ¿Consrtuir aranhaceos onde ficaban?…hum,aqui na europa os aranha ceos nao gostan moito.

  31. Enviado por: Alexandre

    Javier, em relação àos castelos e monumentos, foi dando como exemplo uma vez que são obras de arte arquitetonicas que geram um turismo estupendo.

    Às vezes para dar significado à um argumento, acabo por extrapolar, apesar que o Nick ficou entusiasmado…
    :)

    Qto à permanecer no euro, concordo com voce. Os países tem que fazer um esforço fiscal, por outro lado, este esforço resultará na perda de muitos benefícios.

    • Enviado por: Alexandre

      Sendo que, estes benefícios sociais são resultado de impostos, não são de graça, para ser sustentáveis o europeu tinha que tomar menos vinho e fazer mais filhinhos…..

  32. Enviado por: Durvalino

    a meu ver, olhando estes indices como informação tudo bem, mas, se considerarmos que as dividas são de longo prazo não vejo muito sentido em analisa-los.

  33. Enviado por: Erlon Faria Rachi

    JPK

    Vou na contra-mao dessas análises… apesar de alto em valores, como proporção do PIB as dívidas atuais são menores do que os padrões históricos.

    Pegue-se o individamento da Gra Bretanha pré-primeira guerra mundial (sim, há dados desta época)… veremos que o velho império devia muito mais como proporção do PIB do que hoje.

    A mesma coisa é verdadeira quanto aos EUA no período pós segunda-guerra… ou mesmo ao Brasil no período pós moratória.

    O problema não é a dívida, mas a perspectiva de falta de crescimento, ou seja, a falta de postos de trabalho, de renda e de consequente receita futura em impostos.

    Se a dívida é grande, mas haverá um crescimento da massa de tributos, esta divida não é problema.

    Aliás, lembro a todos que em NENHUM momento da historia, pais algum PAGOU sua dívida… dívidas de países existem para serem “roladas”… aliás esta é a ideia por tras de uma moeda fiducitária (como são todas as moedas modernas)… a menos que preguemos a volta do padrão ouro e ae temos que lembrar que não há ouro para todos e a consequencia é um empobrecimento geral da população….

    • Enviado por: José Paulo Kupfer

      Prezado Erlon,

      Você está certo (e os demais que sentiram falta de conclusões e contextualizações). Mas eu não queria escrever um tratado sobre dívidas soberanas. Apenas dar uma referência de onde estamos.

      Abrs

  34. Enviado por: Alexandre

    http://money.cnn.com/2012/01/13/pf/ows_goodman_best_money_moves.moneymag/index.htm

    Nick, vai de encontro com aquilo que voce falou sobre uma nova leva de foreclosures e da possibilidade de renegociar o principal, com o valor de mercado atual e as resistencias.

    • Enviado por: Nick

      Talvez seja por causa daquilo que comentei que o BC daqui já disse que vai manter juros baixos até 2014.

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