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Jornal do Carro

25.outubro.2012 08:00:32

Traxx lançará Duna 600

A Traxx vai lançar a Duna 600 no Salão da Motocicleta, em novembro. Com preço sugerido de R$ 19.888, vem com motor de 590 cm3, monocilíndrico e injetado, que gera 35,5 cv. O tanque é de 19 litros, os freios são a disco nas duas rodas, com disco de 300 mm na frente e 240 mm na traseira, e rodas de 19 polegadas – com pneus de uso misto 100/90 na dianteira e 130/80 na traseira.

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A Traxx apresentou a Star 50, moto destinada para pequenos deslocamentos, que partirá de R$ 3.199.

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Houve mudanças no sistema de escapamento e alimentação. Já o design, mais moderno, ganhou indicadores de direção acoplados à lanterna e painel na cor prata. O motor monocilíndrico é de 49,5 cm³.

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A Traxx acaba de lançar a versão 2012 do ciclomotor Star 50. Desenvolvido na China, modelo chega ao País com novo visual e tabela de R$ 3.199.

Entre as novidades, Star 50 traz um novo conjunto ótico, com feixe de luz mais direcionado e os indicadores de direção integrados, com lente branca.

As carenagens ganharam bordas no protetor de pernas, além de perder a cestinha dianteira, assessório pouco utilizado pelos brasileiros.

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A Star 50 apresenta um painel reformulado, com pintura prata e o fundo dos instrumentos em um quadriculado preto. O marcador de combustível posiciona-se em lugar de destaque e os indicadores de marcha dividem espaço com as luzes indicadoras do neutro, do farol alto e indicadores de direção. Na traseira, a mudança se deu nos indicadores de direção, agora menores, com formato de diamante e com lentes brancas.

Seu motor continua de 49,5 cm³ e 2,45 cv. Porém, veículo recebeu ajustes no sistema de alimentação e escape, a fim de aumentar sua economia.

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A Traxx aproveitou a 11ª edição do Salão Duas Rodas para lançar sua primeira moto de média cilindrada no País, a Dunna 600. O modelo é equipado com motor de 590 cm³ que gera 35,35 cv a 6.000 rpm. O lançamento está previsto para o primeiro trimestre de 2012 e seu preço vai estar na casa dos R$ 20 mil.

A Dunna 600 foi lançada inicialmente na China, onde é a moto oficial do exército. Apostando no preço baixo, ela vai tentar disputar mercado com modelos como a Transalp, da Honda e Versys da Kawasaki.

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GUILHERME WALTENBERG

A nova Traxx Fly 135 acaba de chegar ao mercado com motor de maior que o de sua predecessora, Fly 125. Esta é uma das poucas novidades do modelo, cujo maior atrativo continua sendo o preço. Trata-se da moto mais em conta do segmento. A versão off-road é tabelada a R$ 5.499 e a urbana, a R$ 5.599.

O propulsor monocilíndrico de 133 cm³ que gera 13,1 cv de potência a 8.500 rpm e 0,96 mkgf de torque a 6.500 giros é o mesmo nas duas configurações. Avaliamos a fora de estrada.

Subir na Traxx é uma verdadeira sessão de ginástica para quem tem menos de 1,8 metro, já que o assento fica a 1,33 metro do chão. Os pedais são altos e o guidom, muito reclinado para trás, cria uma sensação de desconforto. Além disso, o assento é estreito e não é fácil encontrar a posição ideal de pilotar.

O desenho da Fly 135 é arrojado. Em contrapartida, a motocicleta peca por ter materiais frágeis na estrutura. O suporte do farol, por exemplo, é de plástico e o para-lama muito pequeno para a prática do off-road.

Isso levou a fabricante a colocar um para-barro de borracha na parte anterior da peça. O tanque é de plástico poroso e na unidade avaliada, as peças da carenagem apresentavam rebarbas. Aliás, há defeitos (em forma de dentes) até na chave de boca do kit de ferramentas.

A Fly aventureira é equipada com pneus de uso misto, montadas em rodas de 18” atrás e 21” na frente. Já na versão urbana, as medidas são de 19” e 17”, respectivamente.

Tal como no modelo “antigo”, ao serem acionadas as luzes de seta emitem um apito semelhante ao produzido por caminhões para avisar sobre manobras em marcha à ré. É possível pedir a desativação do sistema nas concessionárias da marca.

Rodando

Ganhar velocidade não é uma missão simples nessa moto, pois o torque é baixo e seu peso de 133 quilos é o mais alto da categoria. Já no trânsito urbano, quando se mantém a rotação baixa a maior parte do tempo, a agilidade agrada.

A até a 80 km/h, a Fly 135 é silenciosa e responde bem aos comandos do acelerador. O problema surge acima dessa velocidade, quando o nível de vibração do motor aumenta e os retrovisores são empurrados para baixo pela ação do vento.

O desempenho em curvas é bom. É fácil domá-la em inclinações. A transmissão também agrada. Avançar e retroceder marchas é tarefa simples e o pedal traseiro permite que as trocas sejam feitas pressionando o calcanhar. Achar o neutro, contudo, são outros quinhentos.

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