A Shineray, que iniciou suas operações no Brasil em 2012 com a venda de comerciais leves, quer aumentar sua participação no mercado nacional.
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No ano passado, entre abril e dezembro, a empresa comercializou cerca de 700 unidades dos seus comerciais leves no País. Em 2013, a meta é alcançar um volume de vendas em torno de 3 mil unidades.
A rede Shineray conta, atualmente, com 30 revendedores, alguns ainda em fase final de instalação. Até dezembro, a meta da marca é somar 50 concessionárias completas, com show-room e oficina, nas principais cidades brasileiras.
A linha de veículos comerciais da Shineray inclui cinco modelos em diferentes versões: Picape Cabine Simples (Básica e Luxo), Picape Cabine Dupla (Básica e Luxo), Picape Cabine Simples com Baú, Van (Básica e Luxo) e Furgão. Os preços sugeridos para o público variam entre R$ 27.990 (Picape Cabines Simples Básica) e R$ 36.990 (Van Luxo).
Leandro Alvares
Rivais de longa data, as picapes S10 e Ranger fazem pela primeira vez um confronto de versões flexíveis. A justificativa para a demora é que apenas no fim do ano passado a Ford passou a oferecer motor que funciona com álcool e/ou gasolina em qualquer proporção para o seu utilitário, que parte de R$ 88.300 (Limited), ante os R$ 83.380 da opção LTZ da concorrente da Chevrolet. Mas nem os quase R$ 5 mil de diferença foram suficientes para tirar da Ranger a vitória neste duelo.
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A S10, que foi completamente atualizada, conta com propulsor 2.4 de até 147 cv. Entre as vantagens da Ford, que também foi totalmente renovada, estão o 2.5 de até 173 cv, que a torna raçuda, e a generosa oferta de equipamentos de série.
Não que a Chevrolet seja ruim. Tal como a rival, ela traz direção hidráulica, freios ABS, airbag duplo, bancos de couro (com regulagem elétrica para o do motorista) e rodas de liga leve. Mas a Ford vai além (até para justificar seu preço maior). No pacote “básico”, traz a mais GPS, câmera e sensor de estacionamento, controle eletrônico de estabilidade (ESP) e assistente de partida em rampa.
Em movimento, os 26 cv extras do motor da Ranger a deixam mais ágil que a concorrente tanto em acelerações quanto em retomadas de velocidade. Em relação ao torque, a diferença a favor da Ford, que chega a 24,7 mkgf, é de mero 0,6 mkgf.
Outro ponto forte da Ford é câmbio de cinco velocidades, com engates curtos e precisos. O da Chevrolet é longo e, ao tentar passar da segunda para a terceira marcha, é comum engatar a quinta por engano.
As duas têm suspensão independente na frente e eixo rígido atrás, o que implica aquele pula-pula comum aos modelos do segmento. Nesse aspecto, e na maior inclinação em curvas, a Chevrolet também está em desvantagem ante a Ford.
As peças da Ranger custam, em média, 32% menos que as da S10. E o seguro da Ford é 40% mais barato que o da rival.
Vida a bordo é mais prazerosa na Ford
Se a ergonomia está entre as suas prioridades na hora de comprar uma picape, a Ranger vai lhe render mais sorrisos. Na picape Ford, o volante oferece melhor empunhadura e a posição de dirigir lembra a de sedãs, por causa da posição mais baixa do assento. A da S10 também é boa, mas não se compara à da rival.
Os comandos da cabine estão mais bem localizados na Ford, além de serem mais intuitivos. O único pênalti vai para a localização da entrada USB do sistema de som, que fica escondida na base do console central. Na Chevrolet não há solução muito melhor. Para conectar um pen drive, por exemplo, é preciso usar um cabo auxiliar.
As duas picapes acomodam cinco adultos sem aperto. No banco traseiro da Ranger, o destaque vai para o terceiro encosto de cabeça, item importante, mas que não está disponível na S10. Em contrapartida, só a picape Chevrolet tem porta-copos no console.
Há porta-objetos, aliás, aos montes na S10. Nesse quesito, a Ford é comedida e sua caçamba, com 1.180 litros de capacidade, não traz protetor. O item é de série no compartimento de 1.061 litros da Chevrolet.
Com garantia de três anos, as duas merecem um alerta para os gastos básicos de manutenção e seguro. Até os 30.000 quilômetros, por exemplo, o dono da Ranger gastará R$ 1.856 em revisões, ante R$ 1.660 da S10. No seguro, porém, o susto maior é dado pela Chevrolet. A cotação mais barata ficou em R$ 3.682 ante os R$ 2.199 do prêmio para a Ford.
TIÃO OLIVEIRA
Desde maio, nenhuma Hoggar saiu da linha de montagem da PSA Peugeot Citroën em Porto Real (RJ). Segundo informações da marca, o objetivo era baixar os estoques e a produção teria sido retomada.
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Os relatórios de produção mensal de veículos, contudo, indicam que a picape continua fora de linha.
A Hoggar nunca fez sucesso. Em 2012, por exemplo, para cada picape emplacada pela Peugeot a Ford vendeu três unidades da Courier.
A Districar, representante oficial no País da montadora chinesa Changan, lançará no Salão de São Paulo, que abre as portas ao público na próxima quarta-feira, 24, a Star CS: uma picape cabine simples com capacidade para transportar até 1.300 kg. O modelo vem equipado com motor de 1.3 litro que desenvolve 81 cv.
No segmento de veículos de passeio, será exposto o Mini Benni, um supercompacto com apenas 3.520 mm de comprimento, 1570 mm de largura e 1.490 mm de altura. Novidade traz propulsor 1.0 à gasolina, que gera 69 cv.
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MARCELO FENERICH
A Mitsubishi acaba de lançar a linha 2013 da picape L200. Agora só há a configuração Triton, nas versões GLX, GLS, Savana e HPE (única com opção de motor 3.5 V6 flexível). Todas têm propulsor 3.2 turbodiesel.
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A tabela parte de R$ 87.490, na versão GLX. De fábrica há itens como trio elétrico (travas das portas, vidros e espelhos retrovisores), ar-condicionado e som que inclui toca-CDs e MP3, com entradas USB e auxiliar.
Air bag duplo e freio ABS com EBD vêm nas opções mais caras, como GLS (R$ 95.990), Savana (R$ 112.490) e HPE (entre R$ 99.990 e R$ 121.490).
Em todas as configurações falta requinte ao interior. Mesmo na topo de linha, as portas e o painel são revestidos de plástico que aparenta baixa qualidade.
A melhor solução foi aplicada na Savana: no assoalho há carpete de borracha e os bancos têm capa de neoprene. Só ela traz snorkel, rack de teto, prancha off-road e bagageiros na caçamba.
Boa de trilha
Na mecânica, houve atualizações na suspensão, como a adoção de novos amortecedores. Isso melhorou as respostas ao passar por buracos e depressões. As molas, por sua vez, foram redimensionadas, o que reduziu o movimento da carroceria.
Na prática, mesmo em trilhas severas as irregularidades do piso são pouco transmitidas aos ocupantes da picape, independentemente da velocidade. Até mesmo em quedas de saltos, a L200 ficou mais confortável.
O conjunto atua de forma rápida e precisa. Houve redução na rolagem, oscilação vertical e ângulo de pit (similar à gangorra).
Outro destaque da “nova” picape, é um recurso no diferencial traseiro que transfere automaticamente a tração para a roda que precisa de mais força. O sistema (4×2, 4×4 e reduzida) pode ser alterado a até 100 km/h.