Estadão.com.br
Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012
Jornal do Carro
Seções
Arquivos
Tamanho do Texto

Audi deverá ter fábrica nos EUA

Categoria: Audi

A Audi deverá começar a produzir nos Estados Unidos nos próximos anos. Foi o que sugeriu o presidente mundial da montadora, Rupert Stadler, em entrevista à agência Automotive News.

“Está claro que precisamos produzir nos Estados Unidos”, afirmou Stadler. “A questão agora é apenas quando.”

O mercado norte-americano é essencial na estratégia da Audi de vender 1,5 milhão de unidades no mundo até 2015 e 2 milhões até 2020. A expectativa da marca é que os EUA representam 10% das vendas. Ou seja: 150 mil carros em 2015 e 200 mil carros em 2020.

De acordo com Stadler, a Audi hoje não consegue suprir, com a produção na Europa, a demanda do mercado norte-americano.

Chrysler é única americana que cresce

Categoria: Internacional, MERCADO

Enquanto as vendas da Chrysler nos Estados Unidos registraram crescimento, Ford e General Motors tiveram resultados negativos no mês passado.

Com 99.611 modelos vendidos em agosto, o Grupo Chrysler cresceu 6,9% nos EUA, na comparação com o mesmo mês do ano passado. A melhor marca da empresa foi a Jeep, com 17% de alta nas vendas.

O crescimento foi possível porque a base do ano passado era menor. Durante três meses de 2009, a Chrysler passou por processo de concordata. Suas fábricas ficaram inativas e o nível de confiança do consumidor, baixo.

Já a Ford, após dez meses seguidos de crescimento, registrou queda de 11% em suas vendas nos EUA – ante agosto de 2009. Foram comercializados 157.503 veículos.

A maior queda, de 25%, foi da GM. A montadora vendeu 184.921 unidades em agosto. Porém, a empresa se desfez de muitas marcas que detinha no ano passado. Hoje, trabalha nos EUA com Cadillac, Buick, GMC e Chevrolet apenas.

Assim, comparando o resultado de agosto com o obtido pelas quatro marcas no mesmo mês do ano passado, a queda foi menor, de 11%.

De acordo com as montadoras, ficou difícil manter o nível de agosto de 2009, pois foi nesse período que o governo dos EUA lançou seu programa de incentivo à compra do zero-km, o “Dinheiro por Sucata”.