A Acura, divisão de carros de luxo da Honda nos EUA, anunciou que o esperado esportivo NSX será construído em uma nova planta no Estado de Ohio, e de lá exportado para o resto do mundo (ao contrário do NSX original, que era feito no Japão).
O modelo será equipado com um motor V6 híbrido e terá lançamento mundial em 2015.
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José Antonio Leme / Fotos: Divulgação
O segmento de scooters vem crescendo no Brasil, principalmente nas grandes cidades, onde eles são uma boa alternativa ao carro para quem faz deslocamentos curtos. De olho nesse público, a Honda lança por R$ 7.990 o PCX 150, modelo maior e com mais soluções tecnológicas que o Lead, seu “irmão” com motor de 110 cm3 e líder da categoria. Feito em Manaus (AM), deve agradar justamente por oferecer um pouco mais de conforto que o veterano.
A posição de pilotar é um pouco diferente da convencional. O motociclista fica com as pernas mais esticadas, já que o PCX é maior que concorrentes como o Suzuki Burgman e o Dafra Smart 125, entre outros. Anda assim, não é um grande parceiro de condutores com mais de 1,80 metro de altura, pois o guidom é baixo e bate nos joelhos durante manobras. O banco divide o espaço do piloto e do garupa por meio de um apoio de lombar. Com rodas de 14 polegadas de série, o novo Honda vai melhor que o Lead na dirigibilidade e para vencer os buracos das vias. Mas a suspensão traseira com dois amortecedores não faz milagres. Culpa do curso reduzido, uma característica comum dos scooters.
O motor de um cilindro gera 13,6 cv e 1,41 mkgf, suficientes para levar o PCX aos 118 km/h de velocidade máxima. Com isso, pode trafegar por rodovias com segurança – essa aptidão era restrita aos maxiscooters, como o Dafra Citycom 300. Isso é o que mais atrai no novo modelo, que se comporta como uma espécie de irmão mais velho e aperfeiçoado do Lead. O câmbio CVT (de relações continuamente variáveis) é suave nas trocas, mas deixa a desejar em retomadas e acelerações.
O dispositivo batizado de Idling Stop System é um dos destaques do PCX. Sua função é desligar o motor em paradas superiores a três segundos (uma luz no painel alerta sobre essa situação), religando-o quando o piloto acelera. Dá para desativar o sistema por meio de um botão no punho direito.
O espaço sob o banco é tão bom quanto na Lead. Um botão destrava o assento, assim como o tanque de gasolina.
Os freios têm disco na dianteira e tambor atrás. Há ainda o recurso de frenagem combinada, em que pedal e manete são acionados ao mesmo tempo. O visual é outro ponto em que o PCX se mostra mais atraente que o Lead.
A Honda revelou em Xangai o Crider Concept, evolução do Concept C apresentado no Salão de Pequim de 2012.
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O automóvel, com previsão de lançamento para maio ou junho, ficará entre os sedãs Civic e Accord.
FOTO: SERGIO CASTRO/ESTADÃO
Os modelos da Nissan vendidos no Brasil e envolvidos no recall mundial dos air bags feitos pela Takata são a picape Frontier (acima) e o utilitário-esportivo Pathfinder. No total, 148 unidades dos dois carros, produzidas entre 2001 e 2003, serão chamadas às oficinas.
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A campanha está sendo feita pelas quatro maiores montadoras do Japão: Toyota, Honda, Nissan e Mazda. Cerca de 4,3 milhões de veículos no mundo deverão passar pelas concessionárias para verificação e eventual substituição do air bag dianteiro do lado do passageiro.
O sistema, fornecido pela também japonesa Takata, pode até causar incêndio - o dispositivo usado para disparar a bolsa é uma espoleta.
No Brasil, estão envolvidos no recall cerca de 23 mil carros da Honda (Civic, de 2001 a 2003, e CR-V 2002), 29 mil da Toyota (Corolla, de 2002 e 2003) e Nissan. A Mazda não atua no mercado brasileiro.
Leandro Alvares
A Honda revelará no Salão de Xangai (China), na próxima semana, a nova geração do City, com visual inspirado no protótipo Concept C. As imagens de patente do sedã vazaram na internet e, com base nelas e em informações de fontes, o Jornal do Carro fez uma projeção (acima) mostrando como ficará o modelo, que será lançado no Brasil no ano que vem.
O desenho do novo três-volumes está alinhado ao do “irmão maior” Civic. Chamam atenção as linhas proeminentes das laterais, a dianteira mais robusta, com uma exagerada grade cromada, e a traseira de perfil baixo, distinta da atual, mais “arrebitada”.
Para concorrer com outros sedãs compactos no quesito espaço, o City vai crescer. O principal destaque será o aumento da distância entre-eixos, que passou dos atuais 2,55 metros para cerca de 2,60 metros.
A linha de motores não será alterada. O 1.5 flexível manterá os 116 cv, mas trará tecnologia FlexOne, que já é utilizado no Civic e no CR-V e dispensa o tanquinho de gasolina para partidas a frio.
ACCORD VIRÁ EM JULHO
No início do segundo semestre, a Honda começa a vender no País a nona geração do Accord. Os preços ainda não foram divulgados.
Totalmente renovado, o sedã será oferecido em versão de acabamento única (EX), com duas opções de motor. O “menor”, 2.4, quatro-cilindros, gera 185 cv e virá acompanhado da transmissão automática de cinco marchas. Já o 3.5 V6 de 278 cv será combinado ao câmbio automático de seis velocidades.
CR-V EM NOVA VERSÃO
O utilitário-esportivo CR-V, que acaba de ganhar motor flexível na linha 2013, terá opção intermediária em meados do segundo semestre: EXL 4×2. Por ora há a EX 4×2 (R$ 98.900) e a ELX 4×4 (R$ 114.900).
Feito no México, o CR-V terá sua participação de vendas prejudicada no País por causa das cotas de importação determinadas pelo regime automotivo Inovar-Auto a modelos estrangeiros – a Honda prevê menos de 10 mil emplacamentos neste ano. A marca, no entanto, não tem planos de produzir o jipe aqui, pois falta espaço na fábrica de Sumaré (SP).
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