ir para o conteúdo
 • 

Jornal do Carro

(Foto: Marcio Fernandes/Estadão)

 

O hatch chinês Chery Celer, que chega às autorizadas nos próximos dias, partirá de R$ 35.990. O modelo tem motor 1.5 flexível de até 108 cv. O câmbio é manual de cinco marchas.

(Confira a fan page do Jornal do Carro no Facebook: http://www.facebook.com/JornaldoCarro)

Como todo modelo vindo do país asiático, é bem equipado. Entre os destaques há som, faróis com regulagem de altura, rodas de liga leve de 15”, ABS com EBD, direção hidráulica, ar-condicionado e alarme.

Comente!

A Nissan irá produzir um rival para o Volkswagen Golf em sua fábrica em Barcelona, na Espanha.

(Confira a fan page do Jornal do Carro no Facebook: http://www.facebook.com/JornaldoCarro)

O modelo será revelado apenas em 2014, mas a Nissan adiantou que investirá o equivalente a R$ 300 milhões para a produção do hatch e que serão criados quase 4 mil postos de trabalho.

Também na fábrica espanhola serão produzidos alguns componentes para o Nissan Leaf.

O diretor da Nissan Motor Iberica, Frank Torres, afirmou que “nos próximos anos, a planta de Barcelona irá funcionar em plena capacidade, com uma produção anual de mais de 200 mil unidades. Dado o ambiente atual de crise, esta não é apenas uma grande conquista para a Nissan, mas para toda a indústria no país.”

Comente!

13.dezembro.2012 10:00:48

Novo Fiesta já roda disfarçado

Fotos: Tião Oliveira/Estadão

O novo Ford Fiesta já está rodando em testes em São Paulo. O carro chega no primeiro semestre do ano que vem, será feito em São Bernardo do Campo e ficará bem mais barato do que atualmente – parte de R$ 44.130. O visual será novo, o mesmo mostrado no Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro. Além disso, não terá versão 1.0 (apenas o 1.6 Sigma) e ganhará o câmbio automatizado de dupla embreagem lançado agora no EcoSport. No interior haverá um empobrecimento em relação à versão que vem atualmente do México.

(Confira a fan page do Jornal do Carro no Facebook: http://www.facebook.com/JornaldoCarro)

Comente!

Não são só os consumidores que andam achando os carros da Volkswagen muito parecidos uns com os outros. Em entrevista à revista inglesa Auto Express, o diretor de design da Volkswagen, Klaus Bischoff, disse que o tema usado pela marca hoje é um erro e que a nova geração do sedã de luxo Pheaton (projeção), em 2015, irá corrigir isso. Bischoff também revelou planos para diferenciar os produtos da empresa através da introdução de elementos de estilo exclusivos para cada segmento de veículo, de hatchs a utilitários-esportivos, e que o visual do Pheaton será limpo e simples, para favorecer a graça atemporal em detrimento da extravagância.

(Confira a fan page do Jornal do Carro no Facebook: http://www.facebook.com/JornaldoCarro)

Comente!

DIEGO ORTIZ

O novo Hyundai i30 desfila pela pista da Fazenda Serra Azul, em Itupeva, e o pensamento vai junto. Como uma marca que começou a fabricar carros em 1974, com o sofrível Pony, consegue agora afrontar rivais seculares como Ford e GM e chegar a um grau de construção capaz de não fazer feio para o alemão Volkswagen Golf, médio mais desejado do mundo? Alguns diriam que o segredo é seriedade e investimento. Mas também há tesão na fórmula do modelo, que chega em janeiro por cerca de R$ 65 mil – segundo fontes.

Só mesmo um desejo visceral para explicar o crescimento da sul-coreana nesses 38 anos e o salto de qualidade visto no novo i30 diante da geração anterior, de 2009. O carro não é perfeito. O motor flexível (pela primeira vez na linha) de 1,6 litro, 128 cv e 16,5 mkgf, por exemplo, é apenas suficiente para mover o hatch na cidade.

Basta uma subida mais íngreme ou pisar fundo em uma ultrapassagem para ele botar a língua de fora (o 2.0 flexível chega alguns meses depois do 1.6). Como surge a altas 5 mil rpm, o torque máximo não ajuda o desempenho. O câmbio automático de seis velocidades é ligeiro, mas merecia uma primeira mais curta para embalar o Hyundai.

No mais, o carro agrada em todos os sentidos. A estrutura é muito sólida. Não dá para imaginar que surgirão “grilos” após alguns anos de uso. A estabilidade é muito boa e o trabalho da suspensão filtra muito bem as imperfeições do piso. A direção elétrica também é bem calibrada – não há folga em alta velocidade.

O acabamento é impecável e há lugar razoável para cinco pessoas, mesmo que a marca tenha sacrificado o espaço traseiro para ganhar capacidade no porta-malas, que saltou de 340 para 378 litros. A lista de itens da única versão inclui câmera traseira de auxílio a manobras, ESP, GPS e air bag do tipo cortina, entre outros. De opcional, só há o teto solar.

Comente!

Seções

Blogs do Estadão