Fábrica da GM argentina é chefiada por brasileira
- 3 de setembro de 2011 |
- 10h31 |
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Categoria: Palavra de Mulher
Pela primeira vez, uma mulher está à frente da filial argentina da General Motors. A brasileira Ana Cristina Avelino, de 38 anos, assumiu no dia 28 de agosto a diretoria de produção da fábrica em Rosário.
Formada em Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), ela tem mestrado em Engenharia Automotiva pela Universidade de São Paulo (USP). Ana Cristina iniciou sua carreira na Chevrolet em 1998 como engenheira de Controle de Qualidade de Peças na planta de São José dos Campos, no interior de São Paulo.
Três anos depois ela ingressou no setor de engenheira de carroceria. Mais tarde, assumiu a posição de supervisora e, em 2003, tornou-se gerente da área. Após dois anos a brasileira fez um treinamento em Gravataà (RS) e, em 2007, passou à gerência de setor em São Caetano do Sul.
Ana Cristina regressou à São José dos Campos em 2009 como diretora de produção da picape S10. Agora, ela encara sua primeira função fora do Brasil.
De acordo com a engenheira, seu principal desafio é aumentar a produção no paÃs vizinho, onde são feitos o sedã compacto Classic e o hatch Agile. Os dois modelos são vendidos no mercado brasileiro.
No novo cargo, a engenheira se reporta diretamente ao brasileiro Sergio Rocha, presidente e diretor-geral da companhia na Argentina.
Ele sucede o engenheiro argentino Camilo Ballesty que desde março ocupa o cargo de diretor de produção da fábrica de Gravataà (RS), onde será responsável pela renovação da gama de modelos do Mercosul previsto para 2012. Ele está à frente do Projeto Ônix, que dará origem aos substitutos de Celta e Prisma no mercado nacional.
Preços de carros novos estão em queda
- 31 de agosto de 2011 |
- 10h01 |
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Categoria: Chevrolet, Fiat, Ford, MERCADO, Renault, Volkswagen
TEXTO: MARCELO FENERICH
FOTOS: SERGIO CASTRO/AE

Perua Grand Tour, tabelada em R$ 55.930 no ano passado, agora parte de R$ 49.590
Para permanecerem entre as lÃderes de vendas no PaÃs, marcas como Chevrolet, Fiat, Ford, Renault e Volkswagen vêm baixando os preços de diversos modelos. Especialistas dizem que, além do crescimento das importações, isso é resultado da utilização de novos materiais e tecnologias. Há casos em que as tabelas baixaram mais de 10% em um ano.
Picape Amarok, da Volkswagen, teve o preço reduzido em R$ 16.500 nos últimos doze meses
Segundo o consultor da ADK Automotiva Paulo Roberto Garbossa, mudanças nos preços são comuns, e por vários motivos. “A Fiat, por exemplo, reposicionou o Mille e o Palio porque eles ganharão novas gerações em breve.†Na GM, a lógica é a mesma. “Os sucessores de Celta e Corsa vêm aÃ. E o Cruze entrará no lugar do Vectra (há possibilidade de os sedãs conviverem).â€
Ao comparar as tabelas atuais das cinco marcas com as de um ano atrás, nota-se que as reduções nos preços são bem relevantes (confira nos quadros à esquerda). O Fiat 500, por exemplo, ficou 37,38% mais barato. O modelo chega às lojas na próxima semana importado do México sem o imposto de importação que onerava a versão polonesa.
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500, Chevrolet, Fiat, Fiat 500, Ford, GM, preços de veÃculos, preços veÃculos, Renault, tabelas, Volkswagen
GM e LG fazem parceria para motores elétricos
- 26 de agosto de 2011 |
- 18h53 |
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Categoria: Carros elétricos
A GM anunciou planos de firmar parceria com a LG para o desenvolvimento de veÃculos elétricos.
Os termos não foram divulgados, mas a GM afirma que o acordo vai ajudá-los a expandir o número de modelos de carros elétricos que eles produzem. Os modelos resultantes da parceria serão vendidos globalmente e podem incluir versões dos protótipos do Chevrolet Cruze e do Opel Meriva EV.
Em uma declaração, o vice presidente da GM, Steve Girsky afirmou que a estratégia de parceria poderá resolver diversos desafios do transporte de amanhã.
FOTO: DIVULGAÇÃO
Cadillac mostra novo conceito conversÃvel
- 21 de agosto de 2011 |
- 11h07 |
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Categoria: Cadillac, Sem categoria
A Cadillac, marca de luxo da GM, mostrou em Pebble Beach (EUA) um novo estudo de carro aberto de quatro lugares com as portas de trás “suicidasâ€.
O modelo, chamado Ciel, é equipado com propulsão hibrida. Juntos, o motor a combustão – um V6 3.6 biturbo – e o elétrico geram 431 cv de potência.
 O “carrão†tem 5,17 m de comprimento e traz na carroceria a nova linha de design adotada pela da marca.
Indústria reduz ritmo de produção
- 15 de agosto de 2011 |
- 16h15 |
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Categoria: Consumo, INDÚSTRIA, MERCADO
FOTO: NILTON FUKIDA/AE
TEXTO: CLEIDE SILVA

O mercado interno forte, que ajudou o Brasil a superar a crise de 2008, pode não ter o mesmo peso desta vez. A turbulência que se abateu sobre a economia mundial nos últimos dias pega a indústria automobilÃstica brasileira com pátios lotados de carros – o suficiente para mais de um mês de vendas. Algumas empresas estão reduzindo o ritmo de produção com férias coletivas.
As exportações, que já vinham cambaleantes por causa da valorização do real, serão ainda mais penalizadas e as importações – a mais recente preocupação do setor – devem se intensificar. O pacote de ajuda à indústria, com medidas para melhorar a competitividade nacional, sequer está pronto, mas seus efeitos podem ser anulados pelo agravamento da crise atual.
“O Brasil é visto como um mercado comprador e todo mundo vai querer desovar seus produtos aquiâ€, afirma o presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para VeÃculos Automotores (Sindipeças), Paulo Butori. Ele ressalta que o produto brasileiro está, em média, 30% a 35% mais caro que os principais concorrentes. A demanda interna também pode sofrer abalos, até mesmo por causa da esperada queda dos preços das commodities, e provocar um efeito dominó na economia brasileira e levar à queda do consumo em geral.
Executivos de montadoras e consultores veem o cenário com preocupação, mas estão menos pessimistas que Butori. “Diferentemente de 2008, quando o crédito secou, desta vez me parece mais uma crise polÃtica do que econômicaâ€, diz o presidente da General Motors na América do Sul, Jaime Ardila. A seu ver, nenhuma empresa cogita mudar planos de investimentos. Ele também teme o aumento na importação de veÃculos, que pode impactar na produção local. “Todos vão querer exportar seu excedentes para os mercados em crescimento, como o Brasil.†Hoje, 22% dos modelos vendidos no Brasil vêm de fora. “Não ficarei surpreso se essa participação chegar a 25%, ou seja: se um em cada quatro carros vendidos for importadoâ€, diz.
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