Cruze terá versão perua em Genebra
- 9 de fevereiro de 2012 |
- 16h45 |
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Categoria: Chevrolet
O Chevrolet Cruze terá uma terceira carroceria, além das configurações hatch e sedã já existente. A perua Cruze Wagon será apresentada no Salão de Genebra (SuÃça), a partir do dia 6 de março.
O modelo terá 4,6 metros de comprimento e 500 litros de capacidade no porta-malas. Ele será mais largo que a versão sedã, mas a GM não divulgou esta medida.
Haverá o motor 1.8 do sedã, mas a perua vai ser a primeira a utilizar um novo propulsor para a linha, o 1.7 a diesel de 130 cv.
O sedã Cruze já é vendido no Brasil e a versão hatch chega em meados do ano – ambos feitos em São Caetano do Sul (SP). Quanto à perua, dificilmente a GM a lançará aqui, pois esse segmento não é muito apreciado pelos brasileiros.
Atualmente, a única média abaixo de R$ 90 mil oferecida é a defasada Mégane Grand Tour. Entre os compactos, as peruas são mais populares: há Fiat Palio Weekend, VW SpaceFox e Peugeot 207 SW.
18 montadoras estão livres do IPI mais alto
- 31 de janeiro de 2012 |
- 16h18 |
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Categoria: Consumo, Impostos, INDÚSTRIA, Legislação, MERCADO
EDUARDO CUCOLO
BrasÃlia - O governo federal divulgou hoje (31) a lista definitiva das 18 montadoras que estão livres do pagamento de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) mais alto na produção de veÃculos até dezembro deste ano, por cumprirem regras de produção nacional e investimento. A lista anterior era provisória e garantia o benefÃcio fiscal até amanhã, 1º de fevereiro. As montadoras isentas da alta são Agrale, Caoa (Hyundai), Fiat, Ford, GM, Honda, Iveco, MAN, Mercedes-Benz, MMC (Mitsubishi), Nissan, Peugeot, Renault, Scania, Toyota, Volkswagen, Volvo e International.
Segundo portaria publicada no Diário Oficial da União, essas empresas cumprem os requisitos mÃnimos de produção nacional e investimento em inovação, exigidos pelo governo para conceder o benefÃcio de redução da alÃquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre os veÃculos fabricados em suas plantas locais ou importados de paÃses do Mercosul e México.
As empresas não enquadradas, o que inclui fabricantes chinesas e de carros de luxo, pagam imposto de 30 pontos porcentuais maior desde dezembro do ano passado.
De acordo com a portaria publicada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, as empresas habilitadas ainda estão sujeitas à verificação do cumprimento dos requisitos exigidos, bem como ao cancelamento da habilitação definitiva.
Para pagar imposto menor, essas companhias empresas devem ter conteúdo nacional acima de 65%, realizar ao menos seis de 11 etapas da fabricação de veÃculos no PaÃs e investir 0,5% do faturamento lÃquido em pesquisa e desenvolvimento. Para elas, as alÃquotas de IPI para veÃculos variam de 7% a 25%, dependendo do modelo e potência do motor. As que não cumprem as exigências pagam imposto entre 37% e 55%, dependendo da cilindrada do motor do veÃculo.
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GM faz 87 anos de Brasil
- 26 de janeiro de 2012 |
- 16h38 |
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Categoria: Chevrolet
A General Motors do Brasil completa hoje 87 anos de operações. O primeiro escritório da marca, localizado no bairro do Ipiranga, em São Paulo, começou apenas como uma base de vendas, e apenas um mês depois foi uma instalada uma pequena linha de montagem.
Em 2012, a GM conclui um programa de investimentos que começou em 2008, que previa R$ 5 bilhões para modernização e ampliação da capacidade de produção. Nestes valores estão incluÃdos também os sete novos modelos que chegarão ao mercado brasileiro este ano.
Depois de passar por crises e ter em sua linha grande parte dos produtos defasados, a GM parece que vai reviver sua época de sucesso com modelos mais modernos e de boa vendagem, como o Cruze, o Cobalt, e o Sonic, que está por vir. Não por acaso, foi a lÃder em vendas da primeira quinzena de janeiro.
A GM do Brasil fechou o ano de 2011 com um efetivo de 24.075 empregados diretos em todo o paÃs, distribuÃdos nos três complexos industriais que produzem veÃculos – São Caetano do Sul e São José dos Campos, no estado de São Paulo, e, GravataÃ, no Rio Grande do Sul.
Opel faz 150 anos
- 23 de janeiro de 2012 |
- 14h44 |
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Categoria: Opel
Toda história de sucesso tem linhas firmes entrelaçadas entre o passado e o presente. O que dizer, então, de uma empresa que começou construindo máquinas de costura e passou a ser a maior fabricante de automóveis da Alemanha antes da Segunda Guerra Mundial. Essa é a Opel, que completou, dia 21, 150 anos.
Fundada por Adam Opel, na cidade de Rüsselsheim, a marca foi uma das primeiras da Europa a ver nas parcerias uma forma de diminuir custos. Seu primeiro carro (foto), feito em 1889, foi criado juntamente com um serralheiro que se aventurava pelo mundo dos automóveis.
As vendas não foram boas e a Opel trocou de parceiro: recorreu à francesa Darracq S.A. O modelo foi mostrado no Salão do Automóvel de Hamburgo e começou a ser vendido em 1906.
A marca só estourou em 1909, com o modelo 4/8 hp, conhecido como “carro do doutorâ€. Robusto, ele foi adotado pelos médicos na Alemanha que precisavam rodar por estradas ruins para visitar pacientes.
Esse sucesso fez a Opel investir na mais moderna fábrica de produção de veÃculos em massa da Alemanha. Isso em 1920.
Oito anos depois saia dessa unidade o Regent, primeiro oito-cilindros da marca. A alta tecnologia da Opel saltava aos olhos e a GM não demorou a fazer uma oferta, irrecusável para a época, por 80% da empresa: US$ 26 milhões. Em 1931, 100% do controle da alemã passou à americana.
Os frutos desta união foram logo vistos: uma nova planta em Bradenburgo e a construção do caminhão pequeno Blitz, em 1935. No mesmo ano, a Opel se tornou a primeira montadora alemã a fazer mais de 100 mil unidades por ano. O responsável foi o P4, de 1931, um dos primeiros “populares†do mundo.
Mais modelos de sucesso surgiram, como o Kapitän e o Kadett. Chegou, então, a guerra, e a produção de carros deu lugar à de armas e tanques.
No idos de 1944, com o avanço dos aliados, bombas destruÃram as duas fábricas da empresa. A linha do Kadett foi tomada pela União Soviética, que passa a produzir o Moscovitch 400, cópia fiel do carro alemão. Em 1962, depois de um perÃodo conturbado, a Opel completou 100 anos com a nova geração do Kadett.
O sucesso continuou. Em 1985 surgiu o Ascona, chamado no Brasil de Monza. Com ele a GM inaugurou a enxurrada de Opel vendidos aqui com a “gravatinha†na grade. A história seguiu com Omega, Corsa, Tigra, Vectra, Meriva, Zafira, e Astra, o mais notório Opel “brasileiroâ€.
Em 2009, no auge da crise financeira mundial, a GM declarou a falência de sua controlada alemã. Sem aporte financeiro, a Opel fechou fábricas e foi colocada à venda. Mais tarde a norte-americana desistiu da ideia e manteve a produção de, provavelmente, os carros mais interessantes de sua linha mundial.
GM volta à liderança mundial de vendas
- 20 de janeiro de 2012 |
- 8h26 |
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Categoria: GM, INDÚSTRIA
A General Motors voltou ao topo da lista das maiores montadoras do mundo. No ano passado a companhia norte-americana vendeu 9,03 milhões de veÃculos, uma alta de 7,6% em relação ao resultado de 2010.
A japonesa Toyota, que vinha disputando a posição com a GM, ainda não divulgou seus dados de venda, mas estima que tenha emplacado cerca de 7 milhões de veÃculos em 2011. A queda é resultado do terremoto e tsunami que atingiram suas fábricas no Japão, em março do ano passado.
O Grupo Volkswagen, que também está na briga pela liderança mundial, vendeu 8,16 milhões de unidades em 2011. Com isso a companhia alemã, que engloba as marcas Volkswagen, Audi, Seat, Skoda, Lamborghini, Bentley e Bugatti, ficou na vice-liderança mundial entre as fabricantes de automóveis.
Os bons resultados da GM foram particularmente importantes na América do Norte, onde as vendas da companhia cresceram 11,4%. A empresa comercializou 2,9 milhões de unidades na região, o que lhe garantiu 18,4% de participação de mercado.
A Chevrolet, que completou um século no ano passado, é a marca mais importante do grupo no mundo. Em 2011 a divisão bateu recorde, com 4,76 milhões de unidades vendidas.
No Brasil a GM ficou em terceiro lugar no ranking de vendas de 2011, atrás de Fiat e Volkswagen, nessa ordem.
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