Ford celebra 110 anos da primeira vitória em corridas
- 11 de outubro de 2011 |
- 17h05 |
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Categoria: Curiosidades, Ford
A Ford comemorou ontem os 110 anos da primeira corrida vencida por Henry Ford como piloto. A vitória ajudou Ford a atrair investidores para dar inÃcio à Ford Motor Company.
A comemoração foi realizada na sede mundial da Ford, em Detroit, e contou com a exposição do Sweepstakes 1901, o carro que conquistou a vitória.
A corrida foi realizada no circuito do Detroit Driving Club e teve dez voltas, em um total de 40 quilômetros.
O Sweepstakes era extremamente sofisticado para a época. Tinha pneus slick, injeção de combustÃvel, ignição sem distribuidor e comando de válvulas variável. A velocidade máxima era de aproximadamente 115 km/h.
Presidente da Ford Mercosul fala sobre a empresa no paÃs
- 10 de outubro de 2011 |
- 8h07 |
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Categoria: Ford
RAFAELA BORGES
Punta del Este (Uruguai) – A versão hatch do Fiesta mexicano, que acaba de chegar ao PaÃs por R$ 48.950, marca a entrada da Ford em um segmento criado recentemente: o de dois-volumes compactos premium. São modelos pequenos com acabamento caprichado e ampla lista de equipamentos. Em entrevista durante o lançamento do modelo, o presidente da Ford Mercosul, Marcos de Oliveira, fala sobre a novidade.
É possÃvel haver canibalização entre o novo hatch e o sedã, já que os preços são próximos (diferença de cerca deR$ 2 mil)?
Não. O hatch vem para incrementar as vendas na linha e os públicos são bem diferentes. O do sedã quer mais sofisticação e espaço. O do dois-volumes procura esportividade. Essa diferença está clara até no estilo. O Fiesta Sedan tem dianteira diferente, com grade cromada, mais requintada. O desenho do hatch é mais jovem.
E com o Focus? O Fiesta mais caro custa R$ 54.950 e o hatch médio parte de R$ 54.790.
Não acredito que haverá competição entre o Fiesta de topo, que é muito equipado, e o Focus de entrada. Pode haver confusão entre o Focus mais simples e o Fiesta intermediário (R$ 51.950). AÃ, se o cliente quiser espaço, vai pagar um pouco mais e optar pelo Focus. Não é só uma questão preço. Mas o Focus dá mais status. O Focus é um produto estabelecido, bom de revenda, confiável. O nome Fiesta sempre foi ligado a um modelo mais popular, e ele ainda tem de se estabelecer como carro premium. Mas sua compra não se dará só pelo preço. Quanto mais caro o produto, menos importante é o preço. O Fiesta é mais emocional. Ele tem o apelo da esportividade no desenho e de inovação, pois traz muita tecnologia.
O que há de conteúdo nacional no Fiesta mexicano?
O motor, Sigma 1.6 16V, e o câmbio manual de cinco marchas, ambos feitos em Taubaté (SP).
Até 2015, todos os Ford serão mundiais, o que significa que o Fiesta baiano será substituÃdo. O mexicano vai ser feito aqui?
Por enquanto eles vão conviver. Mas até 2015 o Fiesta feito hoje na Bahia vai sair de cena.
O “novo†continuará vindo do México?
O Fiesta é um produto importante para a Ford. Todos os nossos carros de alto volume serão produzidos no Brasil.
Qual geração será feita em Camaçari, esta ou a próxima?
Pode ser a próxima. Por que não? Isso veremos em breve (risos).
O Fiesta, um carro pequeno, está indo bem nos EUA. O consumidor americano mudou?
Há uma aproximação entre os gostos dos consumidores em todo o mundo. Há cinco anos seria heresia pensar em vender um carro como o Fiesta nos EUA. Mas houve uma grande mudança na cabeça do americano. As famÃlias estão menores, o preço do combustÃvel subiu muito e há preocupação com o meio ambiente.
Qual a sua opinião sobre a liberação da entrada no PaÃs de carros uruguaios, que não cumprem os Ãndices de nacionalização estipulados pelo governo?
É preciso considerar os acordos comerciais, pois a base da produção está ligada a esses termos. É preciso respeitar os parceiros e o Uruguai faz parte do Mercosul.
Para a Anfavea, mesmo com a concorrência menor não haverá alta nos preços. A Ford se compromete a não reajustar?
É impossÃvel dizer que não haverá alta nos preços. Mas, se isso ocorrer, não será em razão do IPI, mas da dinâmica de mercado.
O senhor acredita que o carro brasileiro ficará melhor sem a concorrência estrangeira?
Não creio que não haverá competição estrangeira, mas os importados terão de ser competitivos dentro da realidade do Brasil. O PaÃs está migrando para carros de mais alta tecnologia, e isso não tem volta. A legislação está mudando e ficará mais rigorosa. As plataformas globais que a Ford usará aqui são um ótimo exemplo disso. Aqueles que querem vender carros no Brasil terão de desenvolver estratégias para ser competitivos.
Viagem feita a convite da Ford.
Enfim, EcoSport vê uma ameaça
- 8 de outubro de 2011 |
- 11h06 |
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Categoria: Avaliação, Ford, Hyundai, Renault
MILENE RIOS
Até a estreia do Duster, o EcoSport nadava de braçada em um segmento que a Ford “inventou†no Brasil em 2003: de utilitários-esportivos compactos nacionais. O chamariz era ser aventureiro, apelo que a Fiat lançou em 1999 com a perua Palio Adventure, e de porte – leia-se: alto.
A favor do Ford pesava também o fato de ser feito no Brasil, na planta de Camaçari (BA), e reivindicar o tÃtulo de 4×4 mais barato do mercado nacional, que ostentou por oito anos.
Mas a festa pode estar com os dias contados. O Duster traz a mesma receita com duas cerejas extras: é maior e custa menos. A novidade tem entre-eixos 18 cm mais longo e tabela inicial R$ 2,5 mil abaixo da do rival.
As dimensões do Renault são muito próximas às do Tucson, que tem 2,63 metros entre os eixos e 4,32 metro de comprimento. Ou seja, o Hyundai é só 1 cm maior que o Renault.
O carro da marca sul-coreana, que é feito em Goiás desde 2010, parte de R$ 64 mil. Outra desvantagem é o peso da idade.
O Tucson está no PaÃs há seis anos sem receber uma única reestilização. E nem receberá, já que o único lugar do mundo onde ele continua sendo produzido é o Brasil e o iX35 será nacionalizado até 2013.
Mal acostumado
Logo na estreia o EcoSport ficou na vice-liderança de vendas entre os comerciais leves, atrás da picape Fiat Strada, segundo dados da Fenabrave, que reúne as associações das concessionárias. Na época o ranking colocava no mesmo balaio picapes, furgões e utilitários-esportivos.
No ano seguinte o Ford assumiu a ponta e ficou na liderança até 2007, quando o ranking foi desmembrado. Até setembro deste ano, foram emplacadas mais de 30,7 mil Ford. O Tucson está em terceiro e soma menos da metade: 12.900 exemplares.
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compacto, concorrência, Duster, EcoSport, esportivo, Ford, Hyundai, jipinho, Renault, rivalidade, Tucson, utilitário, vendas
Ford mostrará 2ª geração do Escape em novembro
- 7 de outubro de 2011 |
- 10h33 |
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Categoria: Ford, Internacional, Salões
A Ford não entrou em muitos detalhes sobre a segunda geração do Escape, mas confirmou que vai apresentar a renovação do utilitário-esportivo (médio para o Brasil, compacto para os EUA, seu mercado principal) mês que vem no Salão de Los Angeles, na Califórnia.
O estilo do modelo será baseado no do conceito Vertrek, que foi o destaque da montadora do oval azul em outra mostra automobilÃstica norte-americana, a de Detroit, em janeiro passado. Por sinal, algumas dessas linhas estarão na nova geração do “nosso” EcoSport.
Debaixo do capô, a Ford vai equipar o Escape com três motores a gasolina de quatro cilindros, sendo dois da famÃlia EcoBoost (de 1,6 e 2 litros), com injeção direta e turbo, e um 2.5.
Ford cria tecnologia que evita batida de porta
- 6 de outubro de 2011 |
- 12h01 |
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Categoria: Ford, Toyota, TECNOLOGIA
GUILHERME WALTENBERG
Com estacionamentos e garagens cada vez mais apertados, os “totósâ€, como são chamados os pequenos amassados na lateral do carro, são cada vez mais comuns. Pesquisa feita pela Ford em cinco paÃses europeus indica que 72% dos entrevistados teve esse tipo de problema no último ano.
Para reduzir os danos causados por essas batidas, a partir de janeiro de 2012 os Focus vendidos na Espanha, Itália, França, Alemanha e Grã Bretanha terão abas de borracha nas bordas da porta.
A novidade reduz a possibilidade de riscar ou amassar componentes em casos de impactos laterais. Acionado quando a porta é aberta, ele envolve a borda, evitando contato direto com a lataria.
Segundo o conselheiro da Sociedade dos Engenheiros da Mobilidade (SAE) Francisco Satkunas, desde os anos 60 existem acessórios que reduzem os danos causados por esse tipo de impacto. “As pessoas usavam batoques (peças) de borracha colados nas portas. Depois, vieram os frisos. A diferença da nova tecnologia é que ela envolve de maneira mais precisa a área de impactoâ€, afirma.
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