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Jornal do Carro

Na próxima terça-feira, 18 de junho, o Auto Show Collection promove o “Galaxie Night”, no sambódromo do Anhembi.

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O evento lembrará as versões brasileiras do luxuoso Ford como Galaxie 500, LTD, STD e Landau, além de modelos norte-americanos da linha como o Fairlane 500, a pickup Ranchero e a station wagon Country Squire.

Às 21h os veículos farão um desfile pela pista do sambódromo para contar ao público a história e as curiosidades de cada modelo.

Serviço:
Auto Show Collection
Local: Sambódromo de SP – Av. Olavo Fontoura, 1209 (entrada portão 23 – veículos grandes portão 19 )
Preços: Carro visitante R$ 29; Carro antigo com placa preta R$ 20; Motocicleta R$ 15; Passageiro no carro além do motorista +R$ 5; Pedestre R$ 15 (meia Entrada para Crianças de 07 a 12 anos, pessoas com necessidades especiais de locomoção e idosos)

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13.junho.2013 20:27:50

Ford anuncia recall do Fusion

A bomba de combustível é o componente responsável pelo primeiro recall do novo Ford Fusion no Brasil.

A fabricante está convocando os proprietários dos modelos produzidos entre 11 de maio de 2012 a 22 de março deste ano a comparecer em uma autorizada da marca para inspeção do componente e, se necessário, substituição sem ônus ao cliente.

Segundo a Ford, há possibilidade de trincas na bomba, com consequente vazamento de combustível e risco de acidentes.

Os modelos com final de chassis 100258 até 276274 devem entrar em contato com a Ford pelo telefone 0800 703 3673. Os atendimentos começarão no dia 24.

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A terceira geração do Focus (foto), o novo Kuga e o Fiesta serão os protagonistas do estande da Ford no Salão de Buenos Aires (Argentina), que começa no próximo dia 20.

Da trinca, o Fiesta é o único que já roda (e é produzido) no mercado brasileiro. Até o fim do ano, a fabricante deve iniciar as vendas do hatch médio Focus. Já a vinda do utilitário-esportivo ainda é incerta.

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THIAGO LASCO
FOTOS: TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO

Corcélio tem uma saúde de ferro. Bebe pouco, está sempre em movimento e não aparenta a idade que tem. Apesar do nome com jeitão de avô, não se trata de um sexagenário enxuto, mas do Corcel II L 1978 que há dois anos pertence ao relações-públicas Marcos Camargo Júnior.

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Fã da robustez e do espaço interno do Ford, ele conta que procurou por um ano até encontrar um exemplar do jeito que queria: original, em bom estado e por um preço que considerasse justo. “Com carros antigos, ou você tem muito tempo, ou muito dinheiro. Eu tenho muita paciência”, brinca Camargo.

Um amigo lhe falou sobre o Corcel encostado em uma garagem em Osasco, na grande São Paulo. A viúva do primeiro dono do Ford o vendeu a Barbosa por R$ 7 mil. “Um carro como este, com bom histórico, custa R$ 15 mil ou mais.”

Bastou fazer um polimento para Corcélio voltar à ativa, já que o motor 1.4, que havia rodado 70 mil km, esbanjava vigor.

Camargo usa o carro principalmente nos fins de semana, para passear com a namorada. “Parado, ele dá mais despesa que andando. É só ligar o motor sempre, usar gasolina boa, trocar o óleo e ficar de olho no carburador, pois o acúmulo de borra pode entupi-lo.” Ele diz que, como a mesma mecânica foi usada na picape Pampa até 1991, não é difícil achar peças de reposição.

O baixo consumo de combustível é apontado por Camargo como uma das virtudes do carro. Ele diz que, na cidade, o Ford pode rodar 12 km com um litro de gasolina. O desempenho, por outro lado, está longe de impressionar, sobretudo na estrada – o câmbio de apenas quatro marchas não ajuda.

“Na época em que ele foi produzido, ninguém passava dos 80 km/h”, diz Camargo. Hoje é comum trocar a transmissão pela de cinco marchas, mas preferi manter a original”, explica.

Nas ruas, Corcélio não causa o mesmo frisson que contemporâneos como Opala e Landau. Mas há um lugar onde todos são sorrisos para ele: o posto de gasolina. “Os frentistas adoram o Corcel. Talvez por ele ter sido um carro acessível, que muitos deles tiveram no passado”, arrisca Camargo.

HISTÓRIA
A primeira geração do Corcel foi lançada pela Ford do Brasil em 1968, a partir do projeto que também deu origem ao Renault 12. O carro tinha motor 1.4 e configurações sedã e cupê. Dois anos depois, a perua Belina completou a família.

Em 1977 surgiu o Corcel II, com nova carroceria, duas portas e três versões: Standard, L e LDO. O motor 1.6 veio em 1979 e a opção a álcool, em 1980.

Em 1985 a frente foi reestilizada e, no ano seguinte, o modelo saiu de cena depois de a Ford ter produzido 1,4 milhão de unidades.

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THIAGO LASCO
FOTO: ESTEVAM AVELLAR/TV GLOBO

Há 40 anos, o primeiro Maverick deixava a linha de montagem da Ford brasileira. E no ano em que se tornou quarentão, quem diria, o velho Mavecão virou galã de TV. Um reluzente modelo quatro-portas verde é o fiel escudeiro de Doutor Paladino, personagem do humorista Marcelo Adnet na série “O Dentista Mascarado”, exibida pela Rede Globo.

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O exemplar, um Super Luxo ano 1974, tem motor seis-cilindros, bancos de couro e pintura original. Quem escolheu o Maverick foi o produtor Beto Herriot. “Queríamos um carro que fosse atemporal, não tivesse tempo ou lugar definido, nem indicasse a idade do Dr. Paladino”, ele explica.

Na série, o Maverick é o meio de transporte do dentista atrapalhado, com direito até mesmo a cenas de ação. “Uma vez, fugimos de uma fábrica, ligamos o carro e saímos em disparada, enquanto um capanga disparava tiros de festim contra nós”, conta Marcelo Adnet.

O ator fez questão de gravar todas as cenas com o carro sem dublê. “Foi muito legal. Ele tem o câmbio no volante e é muito bonito, de estilo raro. Passamos até cinco horas por semana gravando com o Maverick.”

Adnet destaca a importância do carro na construção do personagem. “Como é um dentista que combate o crime, algo absurdo, o Maverick acaba sendo um personagem. Ele fala por si só.” O último episódio da temporada de “O Dentista Mascarado” vai ao ar no dia 21.

Criado nos EUA em 1969, como uma opção mais econômica aos modelos da época naquele país, no Brasil o Maverick se tornou sinônimo de carro beberrão e, depois de sair de linha, em 1979, ganhou status de clássico e uma legião de adoradores.

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