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Jornal do Carro

Primeiro Jeep, MA é a versão civil do Willys Quad (Fotos: Chrysler/Divulgação)

 

Tudo começou com o Quad, um veículo militar criado pela Willys. O modelo ficou conhecido como Jeep e deu origem à marca norte-americana de mesmo nome. Exatos 72 anos depois, a atual proprietária da montadora, a Chrysler, escolheu o Aterro do Flamengo, no Rio, para contar essa história.

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Foi montada uma “linha do tempo” no calçadão de acesso à praia com os melhores momentos da trajetória da Jeep. A ação faz parte da campanha de lançamento do Compass, o mais recente e barato Jeep à venda no Brasil (R$ 88.990).

 

Na semana passada, o Compass desfilou sobre a “linha do tempo” do Flamengo, passando sobre fotos e textos que contam histórias de modelos como o Quad e outros clássicos da marca (veja nas fotos).

Lançado em 1957, FC-170 tinha aptidão para o serviço pesado

 

LINHA DO TEMPO

A história da Jeep começou em 1940, quando o exército dos EUA informou às fabricantes do país que precisava de um “veículo leve de reconhecimento” para substituir motos e modelos derivados do Ford T. 135 montadoras foram convidadas a apresentar suas ideias sobre o projeto.

O primeiro Cherokee

 

Inicialmente, só a Willys-Overland e a Bantam assumiram o desafio, mas logo a Ford entrou nessa briga. Em março de 1940, foram entregues ao exército 70 modelos das três marcas.

Os militares, porém, fizeram algumas mudanças nas especificações nesses carros e pediram novos lotes daqueles que viriam a ser o Willys Quad, o Bantam 40 BRC e o Ford GP Pygmy.

Dos três, o Willys acabou tornando-se o principal veículo desse projeto militar.

Compass desfila pela linha do tempo do Flamengo

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Por causa das novas regras do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), a Jeep reduziu a tabela do Compass de R$ 99.900 para R$ 94.990. O utilitário-esportivo, que chegou ao Brasil em março, é o primeiro modelo da marca no País com tração 4×2.

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O jipe produzido nos Estados Unidos tem motor 2.0 16V a gasolina de 156 cv e câmbio automático CVT, de relações continuamente variáveis. A caixa também pode ser operada de forma sequencial manual, na qual simula seis marchas.

O Compass vem de série com itens como teto solar, toca-CDs com entrada auxiliar e vários porta-objetos. A Jeep tem estimativa de vendas modesta para o modelo no País: 2 mil unidades neste ano.

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Em mais um evento da campanha de lançamento do Compass, desta vez no Rio, a Jeep preparou uma linha do tempo da marca, que servirá de passarela para o desfile do modelo.

 

Nesta quarta-feira, 30, no jardim do Aterro do Flamengo, das 9h às 17h, haverá uma “pista” de 100 metros com a história do Jeep estampada – do início da década de 1940, quando o primeiro modelo foi criado, até 2012.

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O primeiro 4×2 da marca circulará sobre lembranças do veículo, como sua função durante a Segunda Guerra Mundial, na construção de Brasília, além da trajetória do Cherokee e outros momentos da Jeeps.

Outro destaque do evento será a presença do músico João Barone, dos Paralamas do Sucesso, com um de seus jipes militares.

SERVIÇO:

Timeline Jeep Compass
Data: 30 de maio
Local: Aterro do Flamengo
Horário: das 9h às 17h

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A Jeep aproveitou o Salão do Automóvel de Houston, nos Estados Unidos, para apresentar a linha “Altitude” do Grand Cherokee, do Compass e do Patriot. A principal característica dos modelos são os detalhes na cor preta.

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O Grand Cherokee tem assentos de couro aquecidos, sistema de áudio premium e um sistema de segurança ParkSense / Parkview.

O Compass também tem seu exterior todo em preto e exclusivas rodas de 18 polegadas de liga leve. A cabine possui assentos aquecidos, um sistema remoto de partida e um volante forrado de couro.

O Patriot conta com detalhes cromados no painel, no rack de teto e no pára-choques traseiro. É equipado com vidros e travas elétricos, assentos aquecidos e rodas de 17 polegadas de liga leve.

Os modelos chegarão ao mercado americano em maio com os seguintes preços: Grand Cherokee por US$ 35.595; Compass por US$ 22.190 e Patriot por US$ 20.240.

 

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LUÍS FELIPE FIGUEIREDO

É no apelo de “versatilidade urbana” que a Jeep aposta para emplacar o Compass, utilitário-esportivo compacto que começa a vender no País com preço sugerido de R$ 99.900. Com motor quatro-cilindros 2.0 16V a gasolina de 156 cv e tração apenas na dianteira, o modelo vai brigar com Chevrolet Captiva, Honda CR-V, Hyundai ix35 e Kia Sportage – os dois últimos, sul-coreanos, acabam de ganhar motor flexível –, entre outros.

O alvo, segundo os executivos da marca, são pessoas que não fazem uso de tração 4×4 e querem “um veículo alto e robusto para rodar na cidade.”

O câmbio do modelo feito nos EUA é CVT, de relações continuamente variáveis. Ele pode ser operado de forma “sequencial manual”, na qual simula seis marchas.

O Compass anda bem, sem emocionar. O câmbio ajuda a lhe dar alguma vivacidade, mas em subidas e retomadas o motor carece de fôlego.

É baixo o nível de ruído a bordo – do motor pouco se ouve, há mais barulho aerodinâmico e dos pneus. A posição de dirigir é boa, apesar da falta de ajuste de distância para o volante (há somente de altura). A direção, com assistência hidráulica, não é um primor em precisão, mas atende bem ao propósito do carro e é firme em velocidade.

Com 2,63 metros de entre-eixos, o Compass oferece bom o espaço a bordo para passageiros no banco de trás, que é dividido em 1/3 e 2/3 e traz o encosto reclinável. Seu porta-malas tem 328 litros (até a altura dos assentos) e pode chegar a 725 litros com os bancos rebatidos.

O novo Jeep vem de série com itens como teto solar, toca-CDs com entrada auxiliar e vários porta-objetos. Fazem falta recursos como travamento automático das portas com o carro em movimento, comando por um toque para os vidros elétricos (há somente para descida no do motorista) e refinamento no acabamento da cabine.

A marca tem estimativa de vendas modesta para o modelo: 2 mil unidades neste ano.

 

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