Se você votou na enquete do Jornal do Carro e ajudou na vitória no Opala como carro a ser recriado, esse evento é para matar a saudade pessoalmente.
O Opala Clube de Indaiatuba está preparando um encontro neste domingo, 19, a partir das 9 da manhã, na Avenida Engº Fábio Roberto Barnabé, 151, em Indaiatuba, interior de São Paulo.
Os eventos acontecem nesse local todo último domingo do mês e não tem taxa de inscrição para quem deseja mostrar seu carro.
Leandro Alvares
Sedã Chevrolet lançado em 1968 e “aposentado” em 1992, o Opala coleciona uma legião de fãs no País, que adoraria ver uma nova geração nas autorizadas novamente. Prova disso é o resultado da enquete feita na página do Jornal do Carro no Facebook www.facebook.com.br/JornaldoCarro).
Com 28 votos de um total de 103, o Opala foi escolhido o modelo mais desejado para voltar a ser produzido em série, superando nomes como o “irmão” Monza e o Volkswagen SP2, segundo e terceiro colocados, respectivamente.
Em homenagem ao vencedor, fizemos uma projeção de como poderia ser o sedã nos dias de hoje. Escolhemos a versão Diplomata, topo de linha desde o início dos anos 1980.
A base de inspiração veio da nova geração do sedã Impala, lançada em 2012 nos EUA. “Não foi preciso mexer muito, pois o carro tem porte de Opala. Quis manter o formato da grade e faróis do ‘Opalão’ da década de 90, bem como a traseira, com lanternas fumês unidas por um aplique de plástico”, afirma o designer e publicitário Renato Aspromonte, responsável pela ressurreição.
A mecânica também poderia ser emprestada do norte-americano. Nesse caso, o Diplomata retornaria às ruas com motor 3.6 V6 de 307 cv e câmbio automático de seis marchas. Que tal a receita, GM?
RAFAELA BORGES
FOTOS: ROBSON FERNANDJES/ESTADÃO
O segmento de hatches compactos premium anda movimentado no País. O Fiesta é uma das mais recentes novidades entre as versões com acabamento requintado e lista de itens mais ampla do que a dos modelos de entrada, que passou a ser nacional. A versão reestilizada do Ford, que até então era trazida do México e começa a chegar às autorizadas este mês, se junta ao também recém-lançado 208, da Peugeot, à nova geração do Citroën C3 e ao Chevrolet Sonic para desafiar o líder de vendas da categoria, o veterano Fiat Punto.
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A disputa entre as versões de topo (com câmbio automatizado ou automatizado) dos cinco modelos foi equilibrada. Mas, no fim das contas, o Fiesta superou o 208 nos detalhes.
O pecado do Peugeot, cuja opção Griffe tem preço sugerido de R$ 54.690, é seu defasado câmbio automático de quatro marchas. Além de ter o automatizado de duas embreagens, o Fiesta Titanium (a R$ 54.990) é o mais bem equipado desse quinteto e o com motor mais potente: 1.6 de até 130 cv.
O terceiro lugar ficou com o C3 Exclusive, que compartilha base e motor (1.6 de 122 cv) com o Peugeot. Porém, ante o “primo”, o Citroën tem tabela mais salgada (R$ 55.355), menos itens de série e suspensão mais barulhenta, além de oferecer dirigibilidade inferior.
O Sonic LTZ, único “gringo” do quinteto – é trazido do México– foi o quarto colocado. Tabelado a R$ 54.900, traz motor 1.6 de até 120 cv que vai bem na cidade, mas “grita” muito ao ser exigido na estrada. Seu câmbio é automático de seis marchas e o espaço interno é um dos destaques.
Na lanterninha aparece o líder. Apesar do menor preço, a partir de R$ 45.377, o Fiat traz também o motor mais fraco – 1.6 de até 117 cv – e, para vir com os mesmos itens dos rivais, sai a R$ 56.459. Seu ponto fraco é o “confuso” e cheio de trancos câmbio Dualogic. Automatizado de cinco marchas, tem apenas uma embreagem.
Os câmbios influíram diretamente no resultado do comparativo. O do Ford não é eficiente como os de dupla embreagem de Audi e Mercedes-Benz, por exemplo, mas é rápido nas trocas de marcha e deixa o Fiesta bem esperto. Os de 208 e C3, de relações longas, enquanto o da Chevrolet é ajustado para dar agilidade ao Sonic.
FORD FIESTA
Programa eletrônico de estabilidade é um item geralmente associado a carros com porte a partir de médio. Compacto, o Fiesta traz esse recurso tanto na versão Titanium como na 1.6 SE, a partir de R$ 45.490.
Do quinteto deste comparativo, somente o Ford tem sete air bags de série. No C3 o dispositivo é opcional e nos demais, nem pagando à parte.
A lista de equipamentos de fábrica do Fiesta Titanium inclui ainda ar-condicionado digital, som com entrada USB, bancos e volante (com comandos para o rádio) revestidos de couro, controlador de velocidade e sensor de estacionamento. A grande falha do Ford, que não oferece opcionais, é a falta do navegador GPS, que só é oferecido em dois dos rivais.
A direção tem assistência elétrica e contribui com a boa dirigibilidade do Ford em alta velocidade. Esta característica, aliás, é um dos destaques do carro.
O Fiesta é bem ajustado. Firme em curvas, sem comprometimento do conforto a bordo. A suspensão filtra adequadamente os impactos com o piso.
A posição de guiar é fácil de ser encontrada graças aos ajustes de altura e profundidade do volante. Mas não é tão boa quanto a do 208, que “veste” melhor seu motorista.
O ponto negativo do Fiesta na comparação com a concorrência é seu acabamento, Apesar do belo painel e do “disfarce” promovido pelo revestimento de couro, o Ford paulista deixa a desejar.
PEUGEOT 208
Tire o irritante câmbio automático de quatro marchas, com relações longas demais, confuso e cheio de trancos. Se isso fosse possível, o resultado seria o melhor carro já produzido pela Peugeot no Brasil.
Assim é o 208 e, caso este duelo fosse entre as versões com transmissão manual, ele teria dado mais trabalho ao Fiesta – talvez superasse o Ford. Mas, por causa da caixa automática, o fluminense ficou com a segunda posição.
O Peugeot tem acabamento de fazer inveja a muitos carros médios, mais caros. Os materiais que revestem a cabine são de ótima qualidade e o ambiente é agradável e bonito, além de moderno.
A tela central agrega sistema multimídia, inclui GPS e é um dos atrativos. Permite ótima visualização de mapas e funções do carro e pode ser comandada por botões no volante. Outro destaque é o teto de vidro fixo.
E por falar em volante, sua base achatada é irreverente e remete à esportividade. Oferece ótima empunhadura, ajudando a dar segurança ao motorista em manobras seja em baixa ou alta velocidade. A suspensão, por sua vez, é bem ajustada e nada ruidosa, ao contrário do que ocorre com boa parte dos modelos de Peugeot e Citroën disponíveis no Brasil.
O 208 é ágil, embora o câmbio limite um pouco o desempenho do 1.6 de até 122 cv. Dá a impressão de que a diferença de potência entre ele e o Fiesta é maior que os 8 cv.
Falta banco de couro, que nem está entre os opcionais. E, dependendo da altura do motorista, é difícil visualizar o painel de instrumentos, pois o volante o encobre parcialmente.
CITROËN c3
O Citroën C3 é um carro que atende muito bem pessoas de maior estatura, pois conta com teto alto. Agradam também seu desenho externo e, principalmente, o interior. O para-brisa alongado amplia a iluminação na cabine.
Em contrapartida, essa solução causa transtornos, como o posicionamento incomum do para-sol, que não oferece espelhinho interno. E, por não haver lâmpada na parte central do teto (há apenas nas laterais), à noite a iluminação no C3 é precária. Ou seja: se algum objeto pequeno cair no assoalho, é melhor deixar para procurá-lo no dia seguinte.
Bem acabada, a cabine está em patamar bem próximo ao do Peugeot 208, seu “primo” de plataforma. O painel de instrumentos, por sua vez, chama a atenção. Dá um toque de modernidade ao interior do Citroën e oferece boa leitura.
O volante é maior que o do 208 e traz seção inferior com material que imita alumínio, um detalhe que agrada. Não tem empunhadura que instiga uma tocada esportiva, como no Peugeot, mas suas respostas são igualmente ótimas.
O ajuste da suspensão é voltado ao conforto, diferentemente do que ocorre com o 208. Esse sistema foi um dos responsáveis por fazer com que o Citroën ficasse atrás do Peugeot. É muito barulhento.
A lista de itens de série inclui air bags dianteiros, ABS, ar-condicionado e sistema de som, entre outros. Dos carros desse comparativo, só o C3 e o 208 podem vir com navegador GPS. No Citroën, trata-se de opcional vendido a R$ 2.400.
CHEVROLET SONIC
Se o bom espaço para os mais altos chama a atenção no C3, no Sonic esse conceito vai além. O Chevrolet mexicano oferece mais espaço para as pernas do passageiros do banco traseiro do que qualquer outro concorrente participante deste comparativo.
Nenhum dos cinco, no entanto, é amplo o suficiente para acomodar três adultos atrás sem aperto. Apenas dois vão bem, com uma criança no meio, por exemplo.
O câmbio do Sonic tem seis marchas bem escalonadas que ajudam a dar fôlego ao motor 1.6. Mesmo com até 120 cv, ele sofre em retomadas para fazer ultrapassagens, por exemplo.

Nesse tipo de situação, o propulsor passa a gerar muito ruído. Principalmente ao rodar em estradas.
Também são barulhentos os pneus e a suspensão, apesar de o sistema amenizar bastante os impactos com imperfeições.
No acabamento, o Sonic é superior ao Fiesta, embora seja sóbrio demais. Falta o toque envolvente de C3 e 208. Em compensação, de série há bancos de couro, que não são oferecidos nos Citroën e Peugeot.
A lista de equipamentos inclui sistema de som, ar-condicionado e direção com assistência hidráulica.
FIAT PUNTO
Para qualquer tipo de produto, o tempo pode ser um inimigo. Mesmo com algumas plásticas, o carro que não muda de geração acaba ficando defasado. É o caso do Fiat Punto, que foi lançado em 2007 e recebeu reestilização no ano passado.
A atualização deu fôlego ao Fiat, que é o líder de vendas do segmento. Mas os sinais do tempo podem ser percebidos na cabine, por exemplo.
O interior é bem acabado e tem couro sintético nas portas e partes do painel. Mas o desenho do quadro de instrumentos e o volante, entre outros componentes, têm a cara da “década passada”.
Mas o que levou o Punto a ficar na “lanterninha” foi seu câmbio. A caixa é automatizada, como a do Fiesta, mas tem uma embreagem apenas.
Os trancos nas passagens de marcha jogam o corpo do motorista para frente e para trás mesmo com o Fiat embalado. Em subidas, é um sofrimento: para arrancar sem bater no carro de trás, só utilizando o freio de estacionamento.
O principal mérito do Punto é o preço, a partir de R$ 45.377 na opção Essence 1.6 Dualogic. Neste caso há apenas air bags, freios ABS, direção hidráulica e vidros e travas elétricos.
Com itens equivalentes aos dos rivais, como bancos e volante de couro, rádio multifuncional com comandos no volante, sensores de estacionamento e vidros traseiros elétricos, a tabela sobe bastante. Alcança os R$ 56.459 e fica maior que a de todos os rivais. No Fiat, até a chave “canivete” é opcional.
ATUALIZADO ÀS 19:36
A General Motors anunciou nesta semana o Chevrolet Corvette Stingray como o escolhido para exercer a função de Safety Car nas 500 Milhas de Indianápolis deste ano.
Esta será a 17ª vez consecutiva que a fabricante norte-americana terá um de seus modelos esportivos como carro madrinha da tradicional corrida. No ano passado, o papel foi desempenhado pelo Corvette ZR1.
Pintado de azul e com adesivos alusivos à prova, o Stingray é equipado com motor V8 6.2 de 450 cv e impressionantes 62,2 mkgf de torque. Segundo a GM, o modelo faz de 0 a 100 km/h em menos de quatro segundos.
A Indy 500 de 2013 está agendada para o dia 26 de maio.
A GM reajustou os preços de Celta, Cruze (hatch e sedã), Captiva e Trailblazer. O recém-lançado utilitário-esportivo foi o único que ficou mais barato. Agora sai por R$ 133 mil na versão a gasolina, redução de R$ 12 mil. A opção a diesel está R$ 15.960 mais em conta e sua tabela é de R$ 159.490.
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O Celta ficou R$ 120 mais caro na linha 2014, que traz ABS e air bags de série. O preço sugerido passou a R$ 25.320.
No caso do Cruze, o preço da versão hatch (Sport6) subiu de R$ 62.350 para R$ 62.970. O do sedã aumentou de R$ 64.550 para R$ 65.196.
O Captiva 2.4 tem preço de R$ 90.990. Eram R$ 89.900 até então. Para a versão V6, a tabela passou de R$ 101.900 para R$ 104.190.