O terceiro turno de operações na fábrica da Chevrolet em Gravataí, no Rio Grande do Sul, começa na próxima segunda-feira, 25 de março. Foram gerados 2.450 empregos para esta nova fase de produção – diretos e indiretos.
(Confira a fan page do Jornal do Carro no Facebook: http://www.facebook.com/JornaldoCarro)
Para viabilizar o terceiro turno, houve ampliação da estrutura operacional em 74 mil metros. A capacidade anual passa de 230 mil unidades para 380 mil unidades.
Na fábrica são produzidos Onix, Celta e o Prisma, cuja nova geração foi lançada no início deste mês.
A Chevrolet se prepara para desenvolver um hatch mais barato que o Celta, com preço na faixa de R$ 25 mil. A informação é da Agência Autodata, citando entrevista com o presidente da empresa para a América do Sul, Jaime Ardila. Os planos são de vender o novo carrinho já em 2015.
(Confira a fan page do Jornal do Carro no Facebook: http://www.facebook.com/JornaldoCarro)
O modelo terá custo de materiais para produção limitado a R$ 9 mil e será equipado com um novo motor de 1 litro e três cilindros.
Esse tipo de propulsor também foi mostrado pela Volkswagen no protótipo Taigun, destaque do Salão do Automóvel de São Paulo, no início do mês. O motor deverá estar no Up, hatch de entrada que a marca vai produzir no País.
O carrinho da Chevrolet, aliás, terá o Up como principal rival. São modelos subcompactos, com dimensões inferiores às dos atuais modelos de entrada das duas marcas – Celta e Gol G4, no caso da Volkswagen. O porte é semelhante ao do 500 – porém, o mexicano da Fiat é um produto sofisticado e, no Brasil, de nicho.
O Up começa a ser produzido no ano que vem na fábrica de São Bernardo do Campo (SP), que está sendo ampliada para receber o novo modelo.
Outro que pode concorrer com os dois subcompactos é o Ka, cuja próxima geração está prevista para 2014. O modelo usará plataforma do EcoSport e será produzido junto com o utilitário-esportivo em Camaçari, na Bahia.
Por isso o Fiesta, que muda de geração no início do ano que vem, será transferido para a fábrica da Ford em São Bernardo do Campo. O modelo nacional será o mesmo que atualmente é importado do México, mas ganhará reestilização.
Assim como o Up e o “Celtinha” – apelido pelo qual Ardila se refere ao pequeno Chevrolet –, o Ka trará motor de três cilindros. A produção desse propulsor no País já foi confirmada pela Ford. Sua linha de montagem ficará na fábrica de de Taubaté, interior de São Paulo.
Por ora, as sul-coreanas Hyundai e Kia são as que já utilizam motores 1.0 de três cilindros no País – com o nacional HB20 e o importado Picanto.
O presidente da General Motors, Dan Akerson, anunciou na Argentina o investimento de $ 450 milhões para expandir a fábrica de Rosário até 2015. Lá são feitos atualmente o Agile (foto) e o Classic, mas este montante será usado para a implantação do Projeto Fênix, que poderá dar origem ao sucessor do Celta, sob forma de produto mundial. “Este novo modelo será baseado em uma plataforma global e servirá para abastecer o mercado local e regional”, afirmou a presidente a GM Argentina, a brasileira Isela Costantini.
(Confira a fan page do Jornal do Carro no Facebook: http://www.facebook.com/JornaldoCarro)
Atração da JAC no Salão do Automóvel, o J2 nem chegou ao mercado e já mudou de preço. A marca havia anunciado que o carro custaria R$ 33.900, mas nesta quinta-feira divulgou nota informando que a tabela foi reduzida para R$ 30.990.
O reposicionamento foi feito, segundo a JAC, após o governo confirmar, na quarta-feira, a manutenção da redução do IPI até 31 de dezembro.
Com 3,53 metros de comprimento (são 23 centímetros a menos que um Chevrolet Celta) e 2,39 metros de entre-eixos, o J2 tem motor quatro-cilindros 1.4 a gasolina de 108 cv.
Na lista de itens de série há ar-condicionado, direção com assistência hidráulica, freios ABS e air bag duplo.
(Confira a fan page do Jornal do Carro no Facebook: http://www.facebook.com/JornaldoCarro)
Também no fim deste ano a chinesa começa a vender a versão Sport do hatch J3. Primeiro modelo flexível da JAC, traz o quatro-cilindros 1.5 do J5, mas capaz de rodar com gasolina e/ou etanol puros ou misturados em qualquer proporção. A potência é de 127 cv.
RAFAELA BORGES
O HB20, que chega ao mercado em outubro, não vai brigar com modelos “pé de boi”. A intenção da Hyundai com seu hatch compacto, primeiro carro da fábrica de Piracicaba é concorrer nas categorias intermediária e de topo.
O posicionamento adotado pelas montadoras no Brasil acabou criando diversos patamares para esses modelos. No de entrada estão Fiat Mille e Uno, Ford Ka, Renault Clio, VW Gol G4 e Chevrolet Celta. O motor é sempre 1.0 e os preços sugeridos ficam em torno dos R$ 25 mil. Em setembro, chega o Toyota Etios para reforçar essa turma.
(Confira a fan page do Jornal do Carro no Facebook: http://www.facebook.com/JornaldoCarro)
É no segundo patamar que o Hyundai deve competir com mais força. Seus alvos são Volkswagen Gol G5 e Fox, Fiat Palio, Chevrolet Agile, Ford Fiesta (baiano), Renault Sandero, Nissan March e Peugeot 207. Esses têm preço inicial em torno dos R$ 30 mil e versões com motor acima de 1.0 – embora alguns tragam opção de 1-litro.
O patamar mais alto é o que reúne caros com tabela acima de R$ 40 mil. Eles são conhecidos no mercado como compactos premium. Não há oferta de motor 1.0 e o acabamento é bem superior ao dos demais pequenos. Para o público desses modelos a Hyundai vai oferecer o HB20 com propulsor 1.6.
Do grupo dos “premium” fazem parte Fiat Punto (que acaba de ser reestilizado), Ford Fiesta mexicano e VW Polo. Da Citroën virá a nova geração do C3, em agosto. E a Peugeot prepara o 208 para o próximo ano.