TEXTO: DIEGO ORTIZ
FOTOS: FORD/DIVULGAÇÃO
Brasília - A Ford apresentou hoje, na capital federal, um protótipo da segunda geração do EcoSport, que deve chegar às lojas do País entre abril e maio. Trata-se de um projeto da filial brasileira da empresa, criado em Camaçari, na Bahia. Diferentemente da primeira geração, esta é global e, como é destinada para mercados emergentes, também está sendo revelada no Salão de Nova Délhi (Índia), que abriu para a imprensa hoje.
O projeto do novo EcoSport foi muito bem conduzido pela Ford brasileira (com leve participação da Argentina). O desenho é moderno, limpo – feito sobre a plataforma do New Fiesta -, e deixa no chinelo o do modelo atual, que saiu das pranchetas em 2003.
A apresentação estática do carro no País tem um motivo comercial forte: avisar à concorrência que o EcoSport está de volta com força total. Com as vendas crescentes do Renault Duster, que vem liderando o segmento desde que foi lançado no mercado brasileiro, a Ford quer chamar a atenção dos clientes em potencial para que esperem pela chegada da nova geração.
Num primeiro contato, o EcoSport é mais moderno e interessante que o Duster. Mas será difícil para a Ford manter o preço próximo ao do rival, cuja tabela parte de R$ 50.900. Marcos de Oliveira, presidente da Ford Brasil e Mercosul, disse que o novo EcoSport terá uma grande oferta de pacotes de opcionais, englobando diversos equipamentos. “O preço vai variar de acordo com o que o comprador quiser.”
A Ford não divulgou dados técnicos do jipe, mas, segundo fontes, ele terá os conhecidos motores flexíveis 1.6 Sigma e 2.0 Duratec, esta versão com opção de tração 4X4. Entre as novidades estão os faróis com LED’s, que provavelmente farão parte da lista de opcionais.
Trata-se do primeiro produto global da Ford feito na América Latina – será vendido em mais de 100 países. Desde o seu lançamento, em 2003, o EcoSporte acumula mais de 750 mil unidades vendidas.
Segundo informações da empresa, até 2015 todos os seus carros serão globais, o que inlcui outro produto desenvolvido no Brasil.
Viagem feita a convite da Ford
GUILHERME WALTENBERG
Quando comprou um Buggy Toy 1987, no ano passado, os planos do mecânico e comerciante Ricardo Vicente Arena eram de reformá-lo e lucrar com a revenda. No meio do caminho, no entanto, ele se envolveu com o carro e acabou mudando de ideia.
Tudo começou quando um amigo levou o buggy para Arena consertar. Como não voltou para buscar o carrinho reparado, o mecânico ficou com ele – pagou R$ 5 mil.
Desde então, o novo dono investiu R$10 mil na restauração. Questionado se ainda pretende vender o modelo, ele desconversa. “Quero deixar para o meu filho. Se ele quiser, é dele”, afirma.
Além do chassi, foram refeitos o motor, um boxer 1.6 emprestado do Volkswagen Brasilia, e o câmbio, manual de quatro marchas. Segundo Arena, o carro aguenta rodar “sem tremer” até os 120 km/h. “Como ele é levinho, pesa uns 700 kg, é possível ‘esticar’ em rodovias”, conta.
Para-choques, santantônio, carroceria e a capota também foram reformados.
Arena diz que a principal dificuldade durante o processo foi a falta de peças. A fábrica do Toy, que ficava no Rio de Janeiro, fechou as portas há alguns anos.
Além do trabalho de reconstituição, a procura por itens tomou muito tempo do mecânico. Os faróis, por exemplo, ele encontrou por acaso em uma loja na Avenida Imirim, na zona norte da cidade. “São os mesmos do Fiat 147, mas foi pura sorte”, diz. Já o escapamento, uma de suas especialidades, foi feito manualmente. “É um trabalho artesanal”, orgulha-se.

O interior do carro também mereceu atenção especial de Arena. Diferentemente dos modelos tradicionais, que têm bancos com estrutura de fibra recoberta por uma capa simples, os do Toy de Arena receberam revestimento nas cores preta e vermelha. Além disso, o assoalho, que normalmente não tem acabamento, ganhou forração especial de carpete.
O mecânico conta que gosta de sair para passear com o carrinho. “Valorizo o prazer de dirigir com a capota abaixada no verão, que é a melhor parte da experiência de andar nesse buggy.”
Ele diz que nessas ocasiões, a atenção que o modelo desperta por onde passa o encanta. “As crianças, principalmente, olham muito. Além de ser quase artesanal, esse carro acaba sendo um brinquedinho de verdade, como sugere seu nome: Toy.”
FOTOS: J.F.DIORIO/AE
A rotina da tarde desta quinta-feira, 9, em Brasília, foi quebrada pela carreata promovida pelo Trofeo Linea. Às vésperas da abertura dos treinos oficiais da segunda rodada da temporada, Christian Fittipaldi, Giuliano Losacco e Geraldo Piquet pilotaram seus carros de corrida pela cidade. Dois monopostos da Fórmula Futuro Fiat e motos Honda CB 600F Hornet engrossaram o desfile.
A partir desta sexta-feira, 10, a Fórmula Futuro Fiat abre a programação a partir das 10h30 com a primeira sessão de ensaios. O Trofeo Linea terá duas baterias pelo traçado mais longo do calendário, com 5.475 metros de comprimento e um asfalto abrasivo.
Entre sexta e sábado, há extensa agenda de treinos de diversas modalidades de corrida automotiva. No sábado e domingo serão realizadas sete disputas, em quatro modalidades, são elas: CB300 R, 600 Hornet, Fórmula Futuro e Trofeo Linea.
FOTO: DIVULGAÇÃO
Primeiro foi o Volkswagen SP2. Agora é a vez da Brasília ganhar espaço no catálogo de carrinhos da marca Hot Wheels.
O clássico modelo fará parte da linha 2011 dos modelos fabricados pela Mattel. Sua escala será de 1:64.
A foto acima é de uma ilustração da Brasília, divulgada nos EUA. Segundo rumores, a versão final da miniaturas terá leves alterações, como o desenho das rodas.