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Terça-feira, 29 de Maio de 2012
Jornal do Carro
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BMW mostra Z4 Zagato em evento italiano

Categoria: BMW

(Fotos: BMW/Divulgação)

 

A BMW apresentou no fim de semana uma versão do Z4 preparada em parceria com o estúdio italiano Zagato, que recentemente também modificou um modelo da Aston Martin. O carro estreou no fim de semana, durante o Concorso d’Eleganza Vila d’Este, tradicional evento de clássicos na Itália.

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A montadora informa que não decidiu se lançará comercialmente o Z4 Zagato Coupé. Por ora, ele é apenas um carro para exposição em eventos.

 

 

Entre os destaques do carro estão a exlusiva cor vermelha, o teto fixo inspirado no do BMW 328 Kam Coupé da Mille Miglia de 1940 e os detalhes traseiros na cor preta, que dão exportividade extra ao Z4.

Há ainda mudanças na grade frontal e detalhes exclusivos no interior, como o revestimento de alcântara e logotipos nos apoios para a cabeça. Quanto à mecânica, a BMW informou apenas que o trem de força é de alto desempenho. Estima-se que o carro tenha câmbio de sete marchas.

 

Honda lança trilheira CRF 150F no País

Categoria: Sem categoria

MARCELO FENERICH

Sem alarde, a Honda produz há dez anos em Manaus a trilheira CRF 150F e a exporta para os EUA. Agora, a marca decidiu lançar o modelo no País com tabela de R$ 8.690. Com motor de 14 cv e apenas 101 quilos, a “novidade†tem preço salgado, considerando para uma motocicleta que não pode ser emplacada nem rodar em vias públicas.
Criada exclusivamente para andar na terra, ela não tem farol, lanterna e piscas nem retrovisores. Em seu hábitat natural, proporciona diversão garantida.

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Leve e com motor relativamente “mansoâ€, a CRF 150F é ideal para adolescentes e iniciantes em competição fora de estrada. Fácil de guiar e baixa, deve agradar também às mulheres. Com rodas de 19†na dianteira e de 16†na traseira, não é difícil apoiar os pés no chão.

A trilheira passa a ser a versão de entrada na linha, posto ocupado até então pela CRF 230F, maior e mais potente. De quebra, vai brigar com a Yamaha TT-R 125, que parte de R$ 7.380.

A altura do assento é boa, assim como o curso das suspensões. A distância do solo é de 25,7 cm e há garfo telescópico com 23 cm de curso na frente e braço oscilante com link e 22,7 cm de curso na roda traseira.

Mesmo sendo pequena, a CRF 150F tem os atributos necessários para quem busca aventuras off-road. Seu monocilíndrico, com refrigeração a ar e carburador, gera potência e torque máximos a 8.500 e 6.500 giros, respectivamente, o que se traduz em boas respostas ao acelerador.

Trata-se do mesmo propulsor da NXR 150 Bros. Como a CRF não tem catalisador – ela não precisa atender as leis de emissões de poluentes (Promot 3), portanto – é mais potente que a “irmãâ€.

Em movimento sua tocada é dócil, sem trancos. Essa Honda não tem aquele apetite nas saídas de curva, situação em que a roda traseira costuma jogar terra para todos os lados.

Destaque para os pneus “biscoitoâ€, nas medidas 70/100 na frente e 90/100 atrás, e o eficiente freio a disco dianteiro. Junto com o tambor na traseira, atende bem a proposta da moto.

Após Cooper, pequenos ‘nervosos’ ganham espaço

Categoria: Citroën

RAFAELA BORGES

FOTOS: SERGIO CASTRO/AE

A receita é assim: pegue um carro compacto, dê a ele um motor de baixa cilindrada, mas bem apimentado, e inclua visual irreverente. Na “cola†do Mini Cooper, estão surgindo modelos desse nicho voltados, principalmente, aos jovens e descolados. A novidade mais recente no Brasil é o Citroën DS3, que acaba de chegar com propulsor 1.6 turbo de 165 cv (confira detalhes no texto abaixo).

O DS3 veio para concorrer com Cooper e A1. O carrinho alemão não tem um estilo assim tão irreverente. Mas o objetivo da Audi era criar um rival para o Mini. Por isso oferece várias opções de detalhes para personalização interna e externa, o que quebra um pouco o jeito “certinhoâ€.

Tabelado a partir de R$ 94.900, o A1 tem motor 1.4 turbo de 122 cv e câmbio automatizado de sete marchas. Nos quatro primeiros meses do ano, do hatch teve 481 unidades comercializadas, conforme dados da Fenabrave, federação que reúne associações de concessionárias.

É bem menos que os 730 emplacamentos registrados pelo inglês. Mas a linha Mini Cooper é mais extensa e sua versão de entrada, One, tem preço inicial mais baixo que os rivais. São R$ 69.950 com motor 1.6 de 98 cv.

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O Cooper com propulsor de 1,6 litro e 120 cv parte de R$ 80.750, enquanto a tabela da versão S (1.6 turbo de 175 cv) começa em R$ 128.750. Todos vêm com câmbio manual de seis velocidades. O automático, com o mesmo número de marchas, é opcional.

O Fiat 500 também segue receita parecida. Tem visual retrô, mas é mais fraco (com motores 1.4 a partir de 88 cv) e, por ser feito no México e não pagar imposto de importação, tem tabela de preço a partir de R$ 45.460.

DS3 CHEGA PARA ENTRAR NA BRIGA

Ele é o mais potente e o mais barato – desconsiderando-se o “fraco†Mini One. Em contrapartida, sua “família†não tem fama tão boa quanto a dos concorrentes. O DS3, da Citroën, acaba de chegar ao Brasil por R$ 79.900.

Importado da França, tem motor 1.6 turbo de 165. O propulsor, da BMW, equipa outros carros da PSA Peugeot Citroën, como o Peugeot 408 THP. A transmissão é manual de seis velocidades.

A meta da Citroën é ambiciosa: vender 250 unidades por mês. Para comparação, a Audi emplacou mensalmente pouco mais de 100 A1 este ano no País. O Mini, somando as versões One, Cooper e S, teve média mensal de 180 vendas.

Terça haverá desfile de clássicos da Chevrolet

Categoria: Programe-se

Na terça-feira, o Clube Irmãos Chevrolet fará um evento para fãs da marca. Desfilarão no Sambódromo do Anhembi modelos que marcaram época, como Opala, Monza, Chevette, Veraneio (foto) e Bonanza, e alguns importados.

O evento será na Av. Olavo Fontoura, 1.209, a partir das 18h. Ingressos de R$ 5 a R$ 20.

Um Pointer pré-série em plena forma

Categoria: Carro do Leitor

O leitor Marcos Albino encontrou o carro abandonado em um galpão da VW e decidiu comprá-lo

 

BELISA FRANGIONE
FOTOS: SERGIO CASTRO/AE

O Pointer foi lançado no País em dezembro de 1993, mas o hatch Volkswagen das fotos desta página é mais antigo. Os vidros das portas traseiras não se abrem, o velocímetro não funciona e o estepe está desgastado.

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Não se trata de um carro malconservado, e sim de uma unidade pré-série (terceira e última etapa antes do início da produção em larga escala) da versão GTS 1.8, que nunca saiu do papel.

O dono do modelo é o designer de produtos Marcos de Paula Albino, fã do Pointer “desde sempreâ€. Em 2004, ele soube por um amigo que essa unidade estava guardada em um galpão da fábrica da Volks em São Bernardo do Campo, no ABC.

“Como ele trabalhava lá, fui autorizado a entrar em uma área restrita, onde o carro estava.†Albino conta que o comprou pelo equivalente a cerca de R$ 5 mil hoje. Ele diz que desembolsou o triplo desse valor para restaurar o carro.

“Tudo foi arrumado, do motor ao estofamento. Para não descaracterizá-lo, o velocímetro ‘não funcional’ continua marcando os 20 mil km rodados durante os testes da época. Depois disso, os cabos eram cortados para a quilometragem não ser adulteradaâ€, explica o designer.

História

O Pointer surgiu durante o período da Autolatina, parceria entre a Volkswagen e a Ford. O primeiro fruto da união no País foi laçado em 1990: um sedã compacto chamado de Apollo (VW) e Verona (Ford). Depois vieram o Versailles e a Royale, em 1994, versões da Ford para os VW Santana e Quantum, respectivamente.

Com o fim da Autolatina, o Pointer também saiu de cena. Até 1996 foram feitas 34.162 unidades do modelo.