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Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012
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Híbridos e suas modalidades

Categoria: Toyota, TECNOLOGIA

Raio-X do Mercedes S400 Hybrid

Com o início das vendas do Mercedes-Benz S400 Hybrid, o Brasil entra oficialmente na era dos híbridos. Esses veículos se caracterizam pela presença de motores de dois tipos, normalmente um a explosão (gasolina ou diesel) e outro elétrico.

Mas dentro dessa definição há outras modalidades. O sedã de luxo alemão, por exemplo, é um híbrido paralelo, também chamado de mild hybrid (em inglês, algo como híbrido leve).

No caso, há um motor elétrico com potência equivalente a apenas 20 cv que funciona como apoio ao de explosão, um V6 3.5 a gasolina de 279 cv.

Painel do híbrido alemão

Há também os híbridos split, ou full hybrid (completo), cuja maior diferença é ter um gerador, acionado pelo propulsor a gasolina, para alimentar a bateria. O motor elétrico é a fonte de tração em vários momentos e não só o de combustão.

Já o Chevrolet Volt, previsto para estrear no fim do ano nos EUA, é um elétrico híbrido serial plugável. Existe um motor térmico (a E85, mistura de 85% de etanol e 15% de gasolina), mas ele opera somente como gerador de energia, quando a bateria se esgota. A tração é sempre elétrica.

Porsche 911 GT3 R Hybrid

Além de se espalharem pelas linhas de montadoras em todo o mundo, os híbridos estão começando a aparecer até nas pistas. No domingo passado, um Porsche 911 GT3 R Hybrid chegou em 17º nas 24 Horas de Nürburgring, na Alemanha.

FOTOS: DIVULGAÇÃO

10 Comentários Comente também
  • 21/05/2010 - 13:16
    Enviado por: Rayan Barizza

    O motor híbrido é o maio mais viável, alternativo ao uso extremo do petróleo.

    Não venha me falar em carro flex.. isso é um tapa-buraco…

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  • 21/05/2010 - 13:34
    Enviado por: Ronaldo L.

    Espero que modelos a preços populares sejam construídos em breve.
    Com os automóveis ganhando a possibilidade de serem movidos a energia elétrica o Brasil terá vantagens para o meio ambiente por possuirmos uma matriz hidroelétrica. Se cada dono carregar a bateria do seu auto à noite e na tomada no dia seguinte queimará menos combustível fóssil. Ufa … respiraremos melhor por aqui.

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  • 21/05/2010 - 14:44
    Enviado por: moacyr

    eu gostaria de saber se, com a escala comercial dos carros elétricos, a produção de etanol vai ser vantajosa como combustível alternativo;
    o automóvel,hoje,é o inimigo público número um nas cidades médias e grandes; seu tamanho diminui visivelmente;
    vamos utilizar a produção de etanol para a alcoolquímica?

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  • 21/05/2010 - 14:57
    Enviado por: Porphirio Gomes de Oliveira

    Só para se ter uma idéia – um motor a gasolina tem a grosso modo um rendimento não maior de 30%, isso significa que a cada R$ 100,00 de gasolina, R$ 70,00 jogamos fora em calor e atritos, e R$ 30,00 é para transportar o carro e o motorista, se este pesar 1/10 do peso do carro gastamos R$ 3,00 para nos transportamos e jogamos no lixo R$ 97,00. Um motor elétrico dependendo do tipo de motor, rende em torno de 90 a 98%. A solução está em ter baterias/carregadores de alta capacidade e alto rendimento e usar motor elétrico.

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  • 21/05/2010 - 15:32
    Enviado por: O que é um carro híbrido? « Eco4u

    [...] a reportagem em:  Híbridos e suas modalidades « Jornal do Carro. Publicado em Uncategorized. Deixar um comentário [...]

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  • 21/05/2010 - 18:49
    Enviado por: Vitorio

    Não há explicação para o atraso da adoção dos motores elétricos nos quatro eixos dos veículos. A tecnologia já é totalmente dominada (motores que acionam geradores, que carregam baterias chumo ácidas, que acionam os motores, que recarregam as baterias nos aclives (freio motor) e a eletrônica embarcada. Um veículo assim não possui câmbio, embreagem, diferencial e outras peças mecânicas, que diminuem o seu peso, seu preço, seu consumo e que, por tabela, os fazem ficar aos preços dos dinossauros de hoje. Para os ecologistas de plantão: as baterias chumbo ácidas são totalmente recicláveis.

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  • 21/05/2010 - 20:37
    Enviado por: Glauco

    O maior problema para introdução dos motores elétricos está na resistência dos fornecedores de petróleo… e o prejuízo deles? É pelo mesmo motivo que o transporte rodoviário ( mais caro que o fluvial e ferroviário) é o mais utilizado no Brasil, para venda de Diesel, Gasolina, Pneu, etc…
    Mas quem sabe um dia alguma alma bondosa pare de pensar em dinheiro, e começe a pensar na sustentabilidade do nosso planeta.

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    • 22/05/2010 - 14:06
      Enviado por: Arlindo de Souza

      Glauco,concordo com sua opinião, mas, vc esqueceu de mencionar a propaganda governamental do pré-sal e dos financiamentos do mesmo para a produção de etanol a partir da cana de açucar pensando que esta é a solução.

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  • 23/05/2010 - 05:27
    Enviado por: shiroma

    Bom no meu caso tenho um PRIUS ano 14 que faz + ou – 20 km/l, fico satisfeito pois ele gasta como um carro pequeno e carrega como um grande, pena não poder comprar uma nova pois faz mais de 30 km/l, enfim caso o Br entre na era dos Hibridos, as industrias canavieiras não vão morrer de fomo por que da cana se faz muitos derivados, pode até baratear o caro alcool Brasileiro, todos saem ganhando com essa tecnologia. vamos torcer para que enfim aconteça.

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  • 23/05/2010 - 12:28
    Enviado por: Paulo

    Um motor de locomotiva dura em media 40 anos, possui um motor que alimenta um gerador que alimenta baterias e a tracao, eh feita por motores eletricos. Eh ruim, dura demaaais, para onde iria toda a industria de manutencao e pecas de reposicao, se o motor durasse tanto?

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