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Segunda-feira, 28 de Maio de 2012
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Apache RTR 150 e Riva 150 com taxa 0,99% ao mês

Categoria: MERCADO, motos

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Desde a última quarta-feira, 26, os modelos Apache RTR 150 e Riva 150 (foto) podem ser financiados, em qualquer loja da rede Dafra, com taxa de juros de 0,99%, em plano com 30% de entrada e o restante parcelado em 18 meses.

Segundo a fabricante, a ação foi possível graças a um acordo com o Banco Itaú e segue iniciativa recente de outras grandes instituições financeiras para o estímulo do consumo no País.

“Essa é nossa contribuição para que o mercado de motocicletas se reaqueça. Após várias instituições financeiras adotarem medidas para estimular a economia, buscamos uma alternativa para que nossos consumidores tenham acesso a condições especiais de financiamento da Apache e da Rivaâ€, explica o vice-presidente da Dafra Motos, Francisco Stefanelli.

Fiat aumenta preços de mexicanos

Categoria: Fiat, MERCADO

TIÃO OLIVEIRA

A Fiat reajustou as tabelas de 500 (foto), Freemont e Fiorino Furgão. Os preços dos dois primeiros subiram, e muito – em média, 8%. No caso do utilitário, há uma promoção temporária cujo desconto supera os 7%.

Quando passou a vir do México, o 500 baixou de mais de R$ 60 mil para R$ 40.590 na versão de entrada, Cult com câmbio manual. Agora, o preço parte de R$ 45.460.

A Sport Air, também com caixa manual, teve a tabela reajustada de R$ 49.190 para R$ 54.100. A de topo, Lounge Air, pode chegar a R$ 69.955 com todos os opcionais disponíveis.

Também mexicano, o Freemont, que partia de R$ 82.470 (Emotion, para cinco pessoas), agora parte de R$ 87.800. A opção Precision, para sete, começa em R$ 93.400. Ao incluir itens com rodas de 19â€, bancos de couro, teto solar e pintura metálica, o preço chega a R$ 101.240.

No caso do Fiorino Furgão ocorreu o contrário. O modelo feito em Betim (MG) está por R$ 35.690. O valor “normal†é de R$ 38.520.

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Urban Crossover dará origem a jipinho brasileiro

Categoria: MERCADO

Urban Crossover foi desenvolvido em parceria por Brasil, França e China (Foto: Peugeot/Divulgação)

 

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DIEGO ORTIZ, DE PEQUIM
RAFAELA BORGES, DE SÃO PAULO

Dominado de 2003 até o ano passado pelo Ford EcoSport, o segmento de utilitários-esportivos baseados em compactos finalmente passa por período de expansão. Depois do Renault Duster, lançado em 2012, virão os jipinhos da Chevrolet, em 2013, e da Peugeot, no ano seguinte. A Hyundai também terá representante nessa categoria.

O modelo da marca francesa será feito em Porto Real (RJ) e compartilhará plataforma com o 208. Trata-se da versão de produção do Urban Crossover Concept, que foi revelado ontem no primeiro dia de prévia do Salão de Pequim, na China – o evento abre para o público nesta sexta-feira.

Nova geração do EcoSport está à mostra no Salão de Pequim (Foto: Alexander F. Yan/AP)

 

O Urban Crossover Concept foi criado em parceria entre as subsidiárias Peugeot no Brasil, na China e na França. Como o 208 – que começa a ser feito em Porto Real no ano que vem –, é um carro mundial. Sua versão definitiva será apresentada em setembro, durante o Salão de Paris.

No caso da Chevrolet, o utilitário a ser lançado pela marca em 2013 usará a base do sedã Cobalt e trará o motor 1.8 da linha Cruze. Visualmente, terá dianteira parecida com a da nova S10.

Imagem do jipinho que a Chevrolet lançará em 2013 vazaram na internet (Foto: Reprodução)

 

O carro da Hyundai é um dos três frutos do projeto HB, cuja versão hatch será lançada até o início do ano que vem. Depois, vem um sedã. O utilitário deve ficar por último. Todos serão produzidos na nova planta da marca, em Piracicaba (SP).

De olho nessa crescente concorrência, a Ford atualizou seu EcoSport. No fim de semana, foi mostrada a versão final do modelo, que chega às concessionárias em junho – o protótipo surgiu em janeiro. Além disso, o veículo também está exposto no Salão de Pequim.

Neta de Henry Ford fala sobre o EcoSport

Categoria: apresentação, Entrevista, Ford, INDÚSTRIA, Internacional, Lançamento, MARKETING, MERCADO

TEXTO: CLEIDE SILVA
FOTO: FORD/DIVULGAÇÃO

 

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A Ford realiza hoje o evento mais caro de apresentação de um modelo em seus 93 anos de Brasil. Uma festa para mais de 50 mil pessoas no Farol da Barra, cartão postal de Salvador, vai apresentar o novo EcoSport, primeiro veículo global desenvolvido pela empresa no País. Além do Brasil, o modelo será produzido na Ãndia, China e Tailândia e vendido em mais de 100 países. Entre os convidados está a tataraneta de Henry Ford, Elena Ford, responsável pela área de marketing global, vendas e serviços do grupo, que concedeu a seguinte entrevista.

Qual a importância desse veículo para Ford?
O novo EcoSport é um dos mais importantes lançamentos da Ford em 2012. Este é um momento emocionante para a companhia e para o time brasileiro. Estamos pegando um produto de grande sucesso no Brasil por anos e o tornando disponível em vários nossos mercados mais importantes. O time da Ford ao redor do mundo está ajudando muito para que isso aconteça. Trabalhando juntos seremos capazes de amplificar essa história de sucesso. E essa é uma história muito importante: o novo EcoSport vai fortalecer a marca Ford e seu portfólio de veículos em mercados-chave como Brasil, Ãndia e China. Para a Ford, crescer na Ãsia é fundamental para nosso sucesso a longo prazo e o EcoSport será um importante condutor desse crescimento futuro.

Como será a estratégia global de lançamento no novo EcoSport?
Com todos os nossos recentes lançamentos ao redor do mundo estamos fazendo um grande esforço que chamamos de pré-lançamento. Com a internet, as mídias sociais e o marketing de boca a boca, acreditamos que é extremamente importante começar uma conversa mais cedo e incentivar as pessoas a aderirem a ela. Estamos fazendo coisas para atingir as pessoas diretamente, para deixá-las ver por si mesmas, com eventos como o show deste domingo. Também vamos engajar ativamente as pessoas no Facebook, com o apoio de celebridades. A equipe no Brasil tem um plano fantástico para o lançamento EcoSport, que se estende ao longo dos próximos seis meses e tenho certeza de que vai gerar muito barulho.

O Brasil foi responsável pelo desenvolvimento do novo EcoSport, mas teve de se adaptar às programações da Ãndia e da China, que tinham seus respectivos salões de automóveis, para mostrá-lo ao público local. Por que?
O time do Brasil fez um trabalho fantástico comunicando a história do novo EcoSport, começando com atividades em janeiro. Fizemos tudo simultaneamente ao redor do mundo, uma vez que este é um lançamento global. O show e as atividades deste fim de semana irão aumentar o entusiasmo. Cerca de 1 milhão de consumidores visitaram o site do novo EcoSport no Brasil. Aprendemos que começar esse contato antes é a melhor coisa que podemos fazer. Esse esforço de pré-lançamento faz com que as pessoas falem e se engajem, ajudando a construir o barulho.

A Ford vai divulgar, nos demais países, que o EcoSport foi desenvolvido no Brasil?
Estamos orgulhosos da excelente equipe de desenvolvimento de produto no Brasil. Todos são uma parte importante da equipe global de desenvolvimento da Ford e suas competências e capacidades são de nível mundial. Eles criaram um novo EcoSport excelente, digno do nome e da história do veículo. Sob o ponto de vista de comunicação, vamos enfatizar seus equipamentos, conteúdo e capacidade. Para os consumidores nos mercados da China e da Ãndia, a capacidade e o valor são os pontos mais importantes de um veículo. É o mesmo ao redor do mundo. Pegue o Fiesta como exemplo: na América do Norte, nós comunicamos a capacidade e a performance do veículo, e não que ele foi desenvolvido na Alemanha. O EcoSport é um excelente produto da Ford e será comercializado como um veículo certo para o cliente, com liderança em capacidade e tecnologia.

Como a senhora vê o mercado brasileiro?
O Brasil é um mercado vital para a Ford há muito tempo. Nossos negócios são bons, embora certamente enfrentamos aumento de competitividade com pressão de custos e desaceleração da economia global. Apesar desses desafios, acreditamos que a indústria começará a se aquecer novamente neste ano. Estamos preparados para esse crescimento, particularmente com o lançamento do novo EcoSport e, também, da nova Ranger.

Sua vinda à festa na Bahia tem alguma razão especial?
Eu venho algumas vezes por ano ao Brasil e gosto muito. Essa visita, claro, é especialmente emocionante porque estamos lançando o novo EcoSport.

Quando a senhora começou a trabalhar na Ford?
Entrei na companhia em 1995 como coordenadora de comunicação da Ford Caminhões na América do Norte e tive o prazer de trabalhar em diversas áreas da empresa. Ocupei vários cargos, incluindo o de especialista em finanças no desenvolvimento de produtos. Trabalhei nas divisões de todo o portfólio da empresa, incluindo a diretoria de Estratégia de Negócios para as operações internacionais de automóvel na Europa, Ãsia e América do Sul. Como diretora de marca de produto na América do Norte, planejamento e estratégia, tinha a responsabilidade nos produtos futuros da Ford, Lincoln e Mercury. Também fui vice-presidente de marca global da Ford Credit. O trabalho como diretora de Vendas Globais e do departamento de marketing é o melhor que já tive. É muito desafiador fazer com que todos ao redor do mundo trabalhem juntos para promover a visão de Alan Mulally do “One Ford†(Uma Ford), mas nunca me diverti tanto.

Quais são seus principais desafios atualmente?
O número de produtos que estamos lançando. É um problema maravilhoso, com tantos produtos sendo lançados ao redor do mundo de uma só vez. Continuo trabalhando para ter certeza de que estamos fazendo um excelente trabalho em cada um deles, o que é um grande desafio. Não há horas suficientes no dia.

A senhora é muito cobrada por ter o sobrenome Ford?
O desenvolvimento da minha carreira foi como o de qualquer outra pessoa. Tive sorte de ter tido uma variedade enorme de empregos, inclusive fora da Ford, e de ter tido contato com todas as áreas do negócio ao redor do mundo. Com todas essas experiências e as relações que construí ao longo do tempo, sinto que sou parte dessa empresa, além do meu nome. Acho que todos na Ford trabalham para tornar a empresa um grande sucesso e eu não sou diferente.

Por R$ 32 mil, JAC baiano terá motor 1.0 flexível

Categoria: Chinesas, INDÚSTRIA, Internacional, JAC, MERCADO, Salões

TEXTO: DIEGO ORTIZ
FOTO: CLAUDIA TREVISAN/AE

 

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Hefei, China – Das estreias que a JAC terá no País, a mais aguardada é o compacto que será feito na planta que a marca erguerá na Bahia. O modelo, que deve chegar em 2014, vai usar a base do J3, mas será mais largo e terá entre-eixos maior. Na versão de entrada terá motor 1.0 flexível de três cilindros e 75 cv. O preço ficará em torno de R$ 32 mil, segundo o presidente da marca, Sergio Habib.

Em 2015 deverá chegar um sedã feito a partir da mesma base e, no ano seguinte, um jipe para concorrer com modelos como Ford EcoSport e Renault Duster.

Viagem feita a convite da JAC