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Segunda-feira, 28 de Maio de 2012
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Descontões para 307, EcoSport e Corsa

Categoria: Boa Compra, Chevrolet, Ford, MERCADO, Peugeot, Que carro comprar

TEXTO: TIÃO OLIVEIRA
FOTOS: DIVULGAÇÃO

Com a proximidade da estreia do 308, da nova geração do EcoSport, e do Sonic, há boas ofertas para 307, EcoSport atual e Corsa, que estão prestes a ser substituídos. O Peugeot chega às lojas em março por cerca de R$ 52 mil. No caso do Ford, a expectativa é que o lançamento ocorra no meio do ano e os preços comecem na casa dos R$ 50 mil. Esta deve ser a tabela da versão de entrada do hatch Chevrolet, previsto para o segundo semestre.

No caso do 307, a Peugeot está oferecendo bônus de fábrica para a versão 1.6 Presence, que parte de R$ 46.290. Essa configuração tem motor flexível de 113 cv, com etanol, ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricos, air bags frontais e rodas de liga leve, além de preparação para som, entre outros itens.

Em algumas autorizadas é possível encontrar a versão Presence Pack 1.6, que traz, ainda, som com toca-CDs e teto solar. “Temos várias unidades no estoque”, diz Natanael Lima, gerente da Aquitane (2723-9111) em Aricanduva, zona leste. Ele diz que a opção sai por R$ 49.900. As autorizadas consultadas não tinham versões 2.0 à venda.

Da Ford, o destaque é o EcoSport Freestyle, 1.6, cujo motor gera até 107 cv com etanol. Entre outros equipamentos de série o carro traz ar, direção, rodas de liga de 15”, computador de bordo e som com controle no volante, que é revestido de couro. A tabela é de R$ 54.430, mas o jipinho é encontrado nos distribuidores a partir de R$ 50.900.

Se o consumidor procurar pode economizar mais. “Dá para chegar nos R$ 49.900”, diz o gerente da Sandrecar Cambuci (3385-1800), na zona sul, Tiago Alves. “Temos uns 30, nas cores preta, vermelha e prata. É um ótimo momento para comprar.”

No caso da Chevrolet, há uma ação de varejo nas autorizadas em que o Corsa sai por R$ 29.990. Esse preço inclui direção hidráulica, vidros e travas elétricos, além de alarme. A tabela “normal” do hatch, que tem motor 1.4 de até 105 cv, começa em R$ 32.436. “Temos cinza, preto e branco”, diz Sidney Miranda, gerente da Aba Motors (4785-0000), no Embu.

Ford apresenta lançamentos no Salão de Detroit

Categoria: Ford, MERCADO, Salões

RAFAELA BORGES

A Ford prepara pelo menos dois importantes lançamentos para o País no próximo ano. No primeiro trimestre deve chegar a próxima geração do Fiesta. No segundo semestre será a vez de o Ka receber a maior atualização desde que foi lançado no País, no fim dos anos 90.

O Ka vendido no Brasil, que por ora é um produto local, passará a ser mundial. Será o segundo modelo global desenvolvido no País – o primeiro foi o EcoSport.

O novo subcompacto não será baseado no protótipo Start, como estava sendo cogitado. Seu lançamento faz parte do investimento recém-anunciado pela Ford para ampliar a fábrica de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.

No caso do Fiesta, a atual versão mexicana passará a ser feita em Camaçari (BA) para abastecer o mercado sul-americano. O modelo nacional será levemente diferente do que é feito no México.

Algumas de suas linhas podem ser vistas na versão ST, que foi apresentada durante o Salão de Frankfurt (Alemanha) do ano passado. Essa configuração esportiva do hatch está sendo mostrada no Salão de Detroit.

Para este ano, além do renovado EcoSport, a Ford lançará no Brasil as novas gerações da picape argentina Ranger e do mexicano Fusion. Já o próximo Focus (hatch e sedã), que estava previsto para o fim de 2012, pode acabar ficando para o ano que vem.

Viagem feita a convite da Anfavea

Ao menos 10 marcas reajustaram preços

Categoria: MERCADO

TIÃO OLIVEIRA

A alta do IPI para importados, que passou a vigorar no dia 16 de dezembro, fez com que várias marcas reajustassem suas tabelas. As atualizações também chegaram aos nacionais. Citroën, Ford, Nissan, Peugeot, Renault e Volkswagen divulgaram mudanças nesta semana – alguns valores sugeridos estão mais baixos.

Da Citroën, a linha nacional subiu, em média, 0,43%. Já os importados estão 6,3% mais caros. A Ford reajustou para cima alguns preços da linha Fiesta, Courier e Focus. Em contrapartida, os valores do EcoSport baixaram, em média, mais de 15%. Isso porque a marca mostrou, na semana passada, a nova geração do jipinho, que chega às lojas do País nos próximos meses.

Da Nissan o reajuste médio foi de 1,7%. Já a Peugeot baixou boa parte de sua tabela. As maiores reduções foram para o 207, que ficou, em média, 5,7% mais barato. Por outro lado o preço do RCZ, que é importado, subiu 7,7%, ou R$ 10 mil.

A Renault reajustou, em média, 0,9% e a Volkswagen, 1% para os nacionais e 14,7% para os importados. No caso dos estrangeiros, a menor alta foi para o Tiguan, que ficou cerca de 5% mais caro.

O maior aumento foi para o Touareg (foto). A versão V8, cuja tabela partia de R$ 268 mil, agora sai a R$ 308.200. O reajuste foi de 15%, ou R$ 40.200.

Também mexeram nos preços Jeep, Hyundai, Hafei e Jinbei.

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Entrevista: diretor de desenvolvimento do EcoSport

Categoria: apresentação, Entrevista, Ford, INDÚSTRIA, Lançamento, MERCADO

TEXTO: DIEGO ORTIZ
FOTO: FORD/DIVULGAÇÃO

Brasília - Lançado em 2003, o Ford EcoSport é um sucesso de vendas, com mais de 750 mil unidades emplacadas. Um dos destaques da nova geração, mostrada no País na quarta-feira passada, é que o jipinho passa a ser um modelo global – trata-se do primeiro carro mundial da marca desenvolvido no Brasil. Durante a apresentação do novo Eco, o diretor de desenvolvimento de produto da Ford na América do Sul, Matt O’Leary, era pura empolgação. Nesta entrevista o engenheiro norte-americano fala sobre os desafios para criar um carro destinado a vários mercados ao redor do mundo.

Como foi o desenvolvimento do novo EcoSport no Brasil?
A plataforma é a mesma do novo Fiesta (mexicano). Basicamente o carro é o mesmo, mas tivemos de trabalhar forte o design e a engenharia para adequá-lo ao gosto de consumidores de vários mercados. Esse é o maior desafio de um produto global. Trabalhamos no Brasil com um time muito jovem, de engenheiros do mundo todo, como indianos, por exemplo, que têm experiências diferentes, e gastamos muito tempo no treinamento desses profissionais para que eles pudessem trabalhar em nosso sistema global. Havia cerca de 100 engenheiros envolvidos no projeto. Desses 40, são da América Latina, a maioria do Brasil.

Quais países participaram desse projeto?
Brasil, Índia e Argentina, mais diretamente, além de engenheiros de todas as partes do mundo onde temos operações. Como foram os engenheiros brasileiros que criaram esse segmento de veículo, nada mais justo do que dar a eles a chance de trabalhar na segunda geração do EcoSport usando uma plataforma global. Esse projeto tinha de ser feito aqui.

O nível dos brasileiros envolvidos no projeto é satisfatório?

Esse é o primeiro produto global da Ford feito no Brasil, mas não é o primeiro Ford aqui. Tanto os engenheiros quanto os profissionais das outras áreas estavam mais do que gabaritados para dar vida a esse projeto. Prova disso é que o primeiro EcoSport, lançado em 2003, no Brasil, foi um sucesso tão grande que motivou sua entrada nos nossos projetos globais. Os brasileiros que trabalharam diariamente no projeto são entusiastas e têm conhecimento técnico muito grande. Eles estão interessados no consumidor, no produto, na competitividade do mercado, em tudo. É muito gratificante quando isso acontece, pois fica mais fácil dar andamento e concluir as etapas no prazo.

Por que o novo carro foi revelado simultaneamente na Índia?
O EcoSport agora é um produto global, que deverá ter boas vendas em todo o mundo. No entanto, os únicos lugares em que as vendas de veículo estão crescendo são os países emergentes, como o Brasil e a Índia. A Índia é um mercado muito importante para nós. Mostramos o Figo (compacto parecido com o Fiesta feito em Camaçari) lá e o país tem várias semelhanças com o Brasil, como o bom desempenho do segmento B, de carros pequenos.

Viagem feita a convite da Ford

Salão de Detroit mostra recuperação dos EUA

Categoria: apresentação, INDÚSTRIA, Internacional, MERCADO, Salões

TEXTO: CLEIDE SILVA
FOTO: JOHN F. MARTIN/EFE

 

Detroit (EUA) - Com aumento das vendas em 2011, algumas montadoras reativando fábricas e trazendo de volta funcionários dispensados nos últimos dois anos, a indústria automobilística dos EUA dá sinais de que a recuperação está a caminho, ainda que lentamente.

No ano passado o setor vendeu 12,8 milhões de veículos, 10% a mais que em 2010, com resultado bem acima do de 2009, o pior dos últimos 27 anos, com 10,4 milhões de unidades. Antes da crise, o mercado chegou a comprar 17 milhões de veículos ao ano.

A perspectiva de continuar crescendo este ano, e adicionar mais 1 milhão de unidades no volume atual, deu novo fôlego ao Salão Internacional do Automóvel de Detroit, um dos maiores eventos do setor no mundo, que será aberto ao público entre os dias 14 e 22 na cidade berço da industria automotiva.

O Cobo Center, gigantesca arena onde é realizado o salão anual, ampliou o espaço para abrigar mais expositores. Companhias que haviam abandonado a feira por questões de economia de custos voltaram, caso da japonesa Nissan, ausente por três anos.

Entre os mais de 500 veículos que serão expostos, 32 são lançamentos, a maioria de modelos globais. As três maiores marcas americanas, GM, Ford e Chrysler, devem retomar o glamour na apresentação de produtos, depois de dois anos mornos por causa da crise que quase levou duas delas à falência.
“O salão deste ano marca a saída da crise”, diz Thomas Wendt, da consultoria Roland Berger nos EUA. “As fabricantes americanas vão mostrar que estão de novo no jogo.”
Um dos sinais da retomada foi a recente reabertura de uma fábrica da Chrysler em Detroit que estava desativada desde julho de 2010. A unidade vai produzir o superesportivo SRT Viper, que será mostrado no salão. A GM também reiniciará as atividades de uma planta no Tennessee, fechada há dois anos. Serão contratados 685 trabalhadores para a produção do Chevrolet Equinox, outro que está na mostra.

Viagem feita a convite da Anfavea